IAT, por meio da Rede Anísio Teixeira, promove oficina de Produção de Mídias na Educação

Estudante-repórter: Gilana Ferreira

O Instituto Anísio Teixeira (IAT), por meio da Rede Anísio Teixeira, promove uma oficina de produção de mídias para os alunos do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira (CEAAT). O início das aulas ocorreu no dia 17 de julho e, no dia 31, o curso será finalizado. Os alunos formados farão a cobertura da Campus Party, que acontece de 9 a 13 de agosto, na Arena Fonte Nova, em Salvador. Você poderá conferir toda a cobertura aqui no Blog do Professor Web e da Professora Online.

Fig.1: Geraldo Seara fala sobre a oficina de Produção de Mídias na Educação. Foto: Yago Lima

A fim de saber mais sobre a oficina de Produção de Mídias na Educação (PME), fizemos uma entrevista com Geraldo Seara, professor da área de Letras e editor de vídeos. Ele é um dos professores do módulo de sofware de edição de vídeo na formação. Confira abaixo:

Blog do Professor Web e da Professora Online: Qual o trabalho do senhor na formação?

Geraldo Seara: Eu trabalho, basicamente, com a edição de videos.

BPWPO: Como é realizado o seu trabalho?

GS: Em geral, nos chegamos na escola ou os alunos vêm até aqui. Durante um período de tempo, nós estamos com eles para essas práticas. Não só para ver como se faz, como também aprender a fazer a partir daí.

BPWPO: Qual é o objetivo?

GS: Instrumentalizar estudantes e professores para o uso e leitura crítica desses modos de produzir, pois, durante muito tempo, nós assistíamos à TV passivamente. Víamos o produto lá, acreditávamos em tudo o que diziam e pronto. Agora, a partir do momento que a gente aprende a fazer, a gente começa a desconfiar daquilo que está sendo veiculado.

BPWPO: O que é a PME?

GS: A gente tem mania de colocar abreviatura em tudo, fica parecendo nome de rémedio (risos). É a Produção de Mídias na Educação. No caso aqui, produção para um blog, que é diferente de uma produção para TV e vídeo, que é diferente de rádio. Cada meio tem a sua própria linguagem. Então, a Produção de Mídias na Educação (PME) é isto: um curso de formação para atuar na produção de conteúdos para os vários meios: escritos, televisados etc.

Fig. 2: Geraldo falou ainda sobre a participação dele na oficina. Foto: Yago Lima

BPWPO: Qual o objetivo da PME?

GS: É criar parcerias. O IAT é um instituto de formação de professores, mas nós sabemos que os professores sozinhos não dão conta dessa tarefa, que é muito grande. Então, quanto mais pessoas formamos para auxiliar a escola, melhor.

BPWPO: Quais os módulos abordados durante o curso?

GS: Fotografia, blog, edição de vídeos, produção audiovisual, entre outros.

BPWPO: São aceitos estudantes de todos os colégios?

GS: Por enquanto, só aceitamos estudantes da rede pública estadual. Mas o nosso interesse é que todos vocês sejam multiplicadores e atuem na escola e no bairro de vocês.

BPWPO: Onde as aulas são realizadas?

GS: Normalmente, vamos às escolas, no caso de escolas situadas em cidades no interior. Em geral, a maioria acontece aqui em Salvador, ou no IAT ou na própria escola.

BPWPO: Quem foi o criador da PME?

GS: Ela vem do bojo desse programa de difusão de mídias e softwares educativos da Rede Anísio Teixeira. Ela é composta da TV Anísio Teixeira, do Blog do Professor Web e da Professora Online e de um grande repositor de mídias educativas e livres.

BPWPO: Quando foi criada?

GS: Em 2013.

Uma nova oportunidade para o CEAAT

Estudante-reporter: Jefferson Costa

O curso de Produção de Mídias na Educação (PME), promovido pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT), através da Rede Anísio Teixeira, está com uma nova turma, dessa vez formada por estudantes do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira (CEAAT). A ideia, mais uma vez, é a de que, depois do curso, os estudantes implantem um núcleo de mídias no colégio.

A formação oferece módulos de diversas áreas da comunicação, como audiovisual, fotografia e produção textual.

A implantação do núcleo da PME dentro da instituição terá como o principal objetivo incentivar esses jovens a conhecerem as diversas áreas da comunicação e das mídias digitais. O projeto terá apoio dos concluintes da PME e incentivo da direção do colégio.

Alguns alunos e professores foram entrevistados, para que pudessem opinar sobre esta novidade no CEAAT. “Seria uma forma de os alunos, que não possuem condição de pagar um curso fora do colégio, ter acesso ao mercado de trabalho com mais facilidade”, disse Bruno Vinicius, 18 anos.

Fig. 1: Raine e Bruno comentam sobre o núcleo de mídias: inserção no mercado de trabalho. Foto: Rodrigo Bertoldo

A minha opinião é a mesma que a de Bruno: seria uma forma de a gente aprender. Existem pessoas que não possuem condições e esse curso, além de nos proporcionar um aprendizado a mais, já ajudaria no mercado de trabalho”, acredita Raine Nunes, 16 anos.

Fig.2: Marco Antônio acha que a novidade vai ajudar os estudantes nos trabalhos escolares. Foto: Rodrigo Bertoldo

Para Marco Antônio, professor de geografia da unidade, o acesso a novas mídias vai auxiliar na qualidade dos trabalhos escolares: Que os alunos tenham acesso a essas novas mídias, para que, quando passarmos uma atividade em sala de aula, eles executem com perfeição”.

O coração do IAT

Estudante-repórter: João Pedro Santos

Ana Moreira, funcionária do Instituto Anísio Teixeira (IAT), foi entrevistada com o objetivo de falar sobre a importância do trabalho que ela realiza. A sua função é acompanhar os eventos e dar suporte logístico aos participantes do cursos. O setor no qual ela trabalha, a Coordenação de Logística de Cursos e Eventos (CLC), tem que comprovar perante o Tribunal de Contas todas as despesas do evento.

Fig.1: Coordenação de Logística de Cursos e Eventos. Foto: Marcos Valerio.

Ela cadastra os participantes e também é responsável pela lista de presença. O seu setor é constituído por quatro pessoas (um coordenador e três técnicos). O trabalho é dividido igualitariamente, tanto para o coordenador quanto para os técnicos, que acompanham todos os eventos.

Fig.2: Ana Moreira responde as perguntas do repórter. Foto: Marcos Valerio.

Quando questionada como se sente trabalhando com estudantes, ela responde: “É bom. É um público que sempre está aqui a fim de aprender coisas novas. Eu vejo que vocês têm o interesse de aprender coisas novas. Isso é bom pra gente também, porque o Instituto sempre está aberto para receber os estudantes da rede estadual de ensino”.

Cultura Indígena Projetada

Uma sala de projeção, escura. Sinal de que uma sessão de cinema está prestes a começar. Contudo, não se trata de uma sessão comum, bem que poderia ser. Em poucos instantes, o público vai se deparar com produções audiovisuais realizadas e protagonizadas por povos indígenas. A situação narrada pode até parecer ficção, principalmente quando a gente pensa na realidade desses povos no nosso país, mas não é. A cena descrita aconteceu durante o Cine Kurumin, em Salvador, no último dia 13, quando o Palacete das Artes recebeu parte da programação do evento.

Fig. 1: cena de Caboclo Marcellino durante o Cine Kurumin. Imagem: Peterson Azevedo

Tendo a frase “Da minha aldeia vejo o mundo” como uma forma de provocar, a mostra chegou à 6ª edição com status de festival, promovendo bate-papos após as exibições dos filmes e rodas de conversa. O jornalista Sérgio Melo, 37 anos, que trabalha com produção multimídia e contribui com o Cine Kurumin desde que o projeto foi pensado, destacou aspectos importantes dessa modificação: “Não foi só conceitual, mas uma mudança mesmo de procedimentos. Até a edição passada, a gente era uma mostra. Transformando-se em festival, a gente traz, para além das exibições dos filmes, a participação maior dos realizadores. Em toda sessão, a gente tem um bate-papo e rodas de conversas, que estão acontecendo diariamente também. Além disso, tem a mostra competitiva, na qual os melhores filmes que foram exibidos serão premiados no final”.

Fig. 2: Sérgio Melo é um dos idealizadores do Cine Kurumin. Foto: Peterson Azevedo

De acordo com Sérgio, os indígenas participam de forma efetiva da organização do festival. “Existe essa preocupação para que os próprios indígenas sejam, não somente vistos no cinema, mas que também tenham a participação nesses processos autônomos de seleção dos filmes, pra que isso seja mais democrático possível”. Na verdade, foi com esse espírito que o projeto nasceu. “Surgiu com um trabalho que era desenvolvido com as aldeias indígenas, especificamente no Nordeste do Brasil, com produção audiovisual e inserção dos indígenas no mundo das novas tecnologias. Nesse trabalho, a gente fazia exibições de filmes. Essas exibições chamavam muito atenção das comunidades e a gente começou a perceber que, para além de exibir filmes, existia uma produção que estava sendo feita por essas comunidades, que também precisava ganhar esse espaço, para que fossem vistas por ouras pessoas”, analisa.

Fig. 3: Cecília Pataxó: “A iniciativa do Cine Kurumin é muito interessante”. Foto: Raulino Júnior

O espaço dado tem sido considerado relevante para os integrantes dos povos indígenas. Cecília Pataxó, 21 anos, estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da Universidade Federal da Bahia, avalia de forma positiva o Cine Kurumin. “Eu acho muito interessante, porque a gente acaba retomando esses espaços, não só na área da educação, da saúde, mas também na área da comunicação, trazendo esse protagonismo de como são as aldeias, como a gente vive, como é nossa luta. Mostra, para as pessoas que não são indígenas, a dificuldade que a gente passa”.

Rede Anísio Teixeira no Cine Kurumin

O docudrama Caboclo Marcellino é resultado da formação em Interpretação Cênica e Produção de Vídeos, realizada pela Rede Anísio Teixeira em parceria com estudantes do Colégio Estadual Indígena Tupinambá de Olivença e com a comunidade da Aldeia Tupinambá. O filme foi feito com base no livro escrito pelo professor Katu Tupinambá. No vídeo a seguir, Nildson B. Veloso, professor e diretor do curta, fala sobre como foi o processo de produção, a participação dos indígenas nisso e a importância de contar a história de Marcellino.

O professor Geraldo Seara, diretor de fotografia da obra, destaca o caráter pedagógico dela e fala sobre como os educadores podem utilizá-la na sala de aula:

Eu não conhecia muito o Caboclo Marcellino. Ouvia a história dele, assim, por alto. Diziam que era um indígena arruaceiro, que fazia, acontecia, matava muita gente lá pelos lados de Olivença. Ver essa outra versão sobre ele é esclarecedor, necessário até”, avaliou Larissa Almeida, 29 anos, professora de História. Se você quiser assistir ao docudrama, acesse este link: ambiente.educacao.ba.gov.br.

Fig. 4: Larissa Almeida: “Essa outra versão sobre o Caboclo Marcellino é necessária”. Foto: Peterson Azevedo

A segunda parte do Cine Kurumin vai acontecer de 16 a 20 de agosto, na Aldeia Tupinambá, em Olivença, distrito de Ilhéus. Para saber mais informações, entre neste site: www.cinekurumin.com. Aproveite!

Texto/Produção/Entrevista: Raulino Júnior

Imagens: Peterson Azevedo

Operadores de Áudio: Geraldo Seara e Harrison Araújo

Edição: Thiago Vinicius

Seminário em Direitos Humanos lembra 117 anos de Anísio Teixeira

O Instituto Anísio Teixeira (IAT), em parceria com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), realiza, a partir de hoje, o II Seminário de Educação, Direitos Humanos, Políticas Públicas Educacionais e Sociais, encontro destinado a professores, promotores de justiça, juízes, defensores públicos, pesquisadores, estudantes, gestores da Educação Básica e demais profissionais interessados no debate sobre esta temática.

A programação deste evento, cujo tema é “117 anos de Anísio Teixeira: Uma Vida de História e Defesa pela Educação, e os 27 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente”, traz uma homenagem ao intelectual baiano que difundiu o papel transformador da educação para a construção de uma sociedade democrática. Nesta ocasião, entre diversas atividades e debates, será apresentado o projeto do Memorial Anísio Teixeira numa parceria entre o Instituto e a Fundação Pedro Calmon.

Anísio Teixeira, nascido em Caetité, no sertão baiano, é um dos maiores educadores brasileiros e nos legou uma obra pública que, ainda hoje, inspira múltiplas inovadoras ações educativas. Sua formação foi marcadamente influenciada pelas idéias inovadoras do filósofo John Dewey, de quem foi aluno. Mas foi, especialmente, nos embates entre a gestão cotidiana da educação e sua visão de futuro, nos diversos cargos públicos por ele assumidos, que desenvolveu propostas em favor do acesso à educação pública, universal, gratuita, laica e de qualidade.

Lilia Rezende

Professora da Rede Publica Estadual de Ensino da Bahia

Praças da Ciência

Olá, pessoal. Tudo bem!

Vocês já visitaram uma ‘Praça da Ciência’? Hoje vamos falar sobre esse importante equipamento montado em vários municípios baianos, inclusive em Salvador.

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O ‘Praças da Ciência’ é um projeto implantado pela Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia com o intuito de incentivar a popularização da ciência. Para potencializar a construção de novos saberes pelos visitantes das praças, o projeto conta com a parceria do Programa de Ciência, Empreendedorismo e Inovação da Bahia, da Secretaria da Educação do Estado e com as prefeituras dos municípios onde foram implantadas.

A proposta das Praças da Ciência é implantar experimentos em praças públicas de 40 municípios, contendo oito brinquedos lúdicos (balanços de comprimentos diferentes, alavanca, cadeira giratória, conchas acústicas, bicicleta geradora de energia, harpa de tubo, basquete giratórios e gangorras de braços diferentes), figura abaixo, objetivando a democratização e educação em ciência e tecnologia que atraiam a atenção, principalmente, de crianças e adolescentes, promovendo a exploração ativa, o envolvimento pessoal, a curiosidade, o uso dos sentidos e o esforço intelectual, de forma lúdica e divertida, que gerem o interesse pela Ciência e Tecnologia.

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As Praças da Ciência começaram a ser implantadas no final de 2014 e pretende alcançar 40 municípios baianos. Até agora, vinte e seis já foram inauguradas, oito estão em obras e seis ainda serão implantadas, segundo informações da SECTI. A Praça da Ciência, localizada aqui no Instituto Anísio Teixeira, já está pronta, aguardando apenas sua inauguração. Clique aqui e veja lista dos municípios.

Visite a Praça da Ciência da sua cidade! Antes, porém, acesse a Cartilha ‘Práticas para compartilhar: Praças da ciência – Estudante’, e saiba a composição dos equipamentos, os conceitos explorados, como utilizar cada um deles e sua aplicação no nosso cotidiano. Então, divirta-se e perceba que Educação e Tecnologia estão de mãos dadas!

Um abraço e até mais!

Samuel Oliveira de Jesus

Professor de Matemática da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

REFERÊNCIAS

AMBIENTE EDUCACIONAL WEB. Práticas para compartilhar – Praças do Conhecimento. Disponível em: <http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/6472>. Acesso em 06/06/2017, às 14h00.

EDUCADORES. IAT e Secti formam professores para uso das Praças da Ciência. Disponível em:<http://educadores.educacao.ba.gov.br/noticias/iat-e-secti-formam-professores-para-uso-das-pracas-da-ciencia>. Acesso em 06/06/2017 às 15h00.

SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. Práticas para compartilhar: Praças do Conhecimento – Estudantes. Disponível em: <http://www.secti.ba.gov.br/arquivos/File/EDITAIS/praca.pdf>. Acesso em 06/06/2017, às 14h00.

Suicídio, Adolescência e Redes Sociais

Atualmente, o tema do suicídio entre adolescentes passou a ser centro de diversos debates, principalmente após o destaque alarmista dado pela mídia ao jogo Baleia Azul, um desafio virtual cujo objetivo final seria levar o jogador a cometer o suicídio, tendo como vítimas preferenciais os adolescentes. A repercussão em torno desse jogo trouxe a tona, um dos temas, considerado grande tabu da nossa sociedade: o suicídio. A adolescência é um período da vida humana em que estamos mais vulneráveis à ideação suicida, e essa conjuntura se torna ainda mais perigosa quando parte de um universo desconhecido para pais e professores: a vivência dos adolescentes na Web.

Tendo em vista essas questões, o Blog entrevista nessa edição Juliana Cunha, coordenadora psicossocial da SaferNet Brasil, um órgão que atua na defesa e prevenção contra crimes na web, relacionados aos direitos humanos. A SaferNet alerta que o jogo da Baleia Azul se difundiu a partir de uma notícia falsa de cunho alarmista, que teve um impacto grande na sociedade por envolver  adolescentes, risco de morte e internet. Esses componentes são um forte atrativo quando agregados a uma notícia e capturam facilmente a atenção de um grande número de pessoas.

Aos poucos a notícia gerou uma histeria coletiva e criminosos passaram a replicar a ideia do jogo, atraindo a atenção dos adolescentes. Juliana Cunha alerta sobre a necessidade de que “Sejamos usuários menos ingênuos” desconfiando de notícias que tenham esse teor. É preciso checar sempre a veracidade das fontes. Nesse processo, a escola tem um papel fundamental e deve assumir o papel de discutir sobre segurança e liberdade na Web. Com a palavras, Juliana Cunha:

 

O suicídio é um problema grave de saúde pública no Brasil e no mundo. Segundo a OMS está entre as três causas de morte mais frequentes em populações de 15 a 44 anos, trata-se, portanto de um tema delicado e que merece um tratamento cuidadoso por parte das unidades escolares, professores e profissionais de saúde, já que as causas são multifatoriais. Na Bahia o NEPS (Núcleo de Estudos e Prevenção ao Suicídio) que atua no Hospital Roberto Santos e trabalha na prevenção do suicídio elaborou um cartilha que você pode acessar aqui no Ambiente Educacional WEB.

 

Sem título

Temos disponível também a cartilha recomendada pelo Conselho Brasileiro de Psiquiatria. Leia, Informe-se. Estudantes e professores precisam estar atentos contra o desrespeito aos direitos humanos na Web, que está longe de ser uma terra sem lei, em que se podem cometer crimes de forma inconsequente, há muito de bom a ser aproveitado, mas muitos perigos também, estamos atentos! Para saber mais, acesse o novo portal da SaferNet abaixo:

 

safernet

EQUIPE:

Valdineia Oliveira (Texto)

Peterson Azevedo (Produção e imagem)

Rodrigo Maciel (edição)

 

REFERÊNCIAS 

BORGES, Vivian Roxo; Werlang Blanca Susana Guevara. Estudo de Ideação suicida em adlescentes de 15 a 19 anos. Estu. psicol. (Natal) vol. 11 no. 3 Natal Sept./Dec. 2006.

Portal da Fiocruz – https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/suicidio-deve-ser-tratado-como-questao-de-saude-publica-alertam-pesquisadores

SaferNet – http://new.safernet.org.br/

Organização Pan Americana de Saúde – http://www.paho.org/bra/

http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2017/04/serie-13-reasons-why-foge-a-cartilha-da-oms/