Línguas, Pra Que Te Quero?

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Fig. 1: Placa trilingue no Abaeté, em Salvador. Foto: Nildson B. Veloso

Olá! Você conhece os benefícios de aprender outros idiomas? Você sabia que as línguas, além de  facilitarem a comunicação com pessoas de diferentes nacionalidades e suas culturas, contribuem também para o crescimento do cérebro? Segundo estudos neurológicos mais recentes, estudar línguas deixa o cérebro em forma, além de atrasar os sintomas de Alzheimer!

Do ponto de vista pedagógico, por acessar muitas outras culturas,  podemos aprender mais sobre nós mesmos, enquanto povo, devendo ser este, também, o foco da aprendizagem. Além do código linguístico, devemos também atentar para o discurso que vem embutido nos livros, vídeos, excertos, etc. São modos de viver, de ser e de pensar próprios de cada cultura, que podem ser absorvidos, muitas vezes, sem a devida reflexão. Compreendo a aquisição de uma língua estrangeira, também, como possibilidade de falarmos de nós mesmos, para o mundo, diretamente, sem a intervenção de um tradutor.

Em reunião realizada com secretários de Educação, novembro passado, para se tratar da língua estrangeira em nossas escolas, a opinião de um estudante que trabalhava de garçom foi ouvida. Ele disse: “Vocês são as pessoas que estão escolhendo o futuro dos nossos filhos. A maioria das empresas não é gerenciada por brasileiros. Como vou tratar com um gerente se não falamos a mesma língua? Como vou mandar meu filho estudar fora se ele não fala inglês? E não posso ir junto, porque não falo […]. E se for esse inglês que está hoje na sala de aula, pode tirar, porque ninguém sai falando nada”. O evento ocorreu no Amapá, estado próximo às Guianas. Leia a reportagem completa.

Sobre esse lugar do estudo de línguas no mundo, podemos fazer comparações. Enquanto os Estados-Membros da União Europeia incentivam o multilinguismo,  com fluência em pelo menos duas línguas estrangeiras, aqui no Brasil aprendemos a nos conformar com o uso de um único idioma, embora sejamos consumidores de bens culturais e de outras naturezas importados de várias nações e línguas. Digo “aprendemos”, porque isso tem sido “ensinado”, ao longo do tempo, através de frases prontas repetidas à exaustão e de atitudes que não só atrapalham, como também nos desmotivam, resultando no quadro que temos que, inclusive, é mencionado nos PCNs para as Linguagens. Veja aqui a decisão da União Europeia sobre a necessidade de que seus cidadãos sejam multilíngues.

Como início de uma reflexão sobre esse assunto, sugiro o vídeo abaixo, intitulado Línguas pra quê? Na simulação de uma situação real, o vídeo sugere outros papéis para as línguas estrangeiras, para além do punhado de regras e tolas repetições.

E você? Qual a sua opinião sobre esse assunto como estudante e/ou como professor? Poste aqui seu comentário.

Geraldo Seara

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia 

Radiola PW: We Nuh Want Zik V* (Nós Não Queremos o Zika Vírus)

Oi, turma! Tudo bem? Nesta semana, vamos dar continuidade à nossa campanha contra o Aedes aegypti e a Radiola PW traz uma música que tem tudo a ver com a temática: We Nuh Want Zik V. Em português, significa “Nós Não Queremos o Zika Vírus”. O reggae faz parte de uma campanha promovida pelo Ministério da Saúde da Jamaica e o clipe, que foi publicado em janeiro deste ano no canal do YouTube do órgão, já tem mais de 21 mil visualizações.

Fig. 1: o médico Michael Abrahams no vídeo da campanha promovida pelo Ministério da Saúde da Jamaica. Imagem: captura de tela feita em 21 de março de 2016

Fig. 1: o médico Michael Abrahams no vídeo da campanha promovida pelo Ministério da Saúde da Jamaica. Imagem: captura de tela feita em 21 de março de 2016

A campanha tem como garoto-propaganda o obstetra e ginecologista Michael Abrahams, que é um showman na Jamaica. Além de trabalhar na área médica, ele é poeta, comediante e compositor.

O jingle traz, na letra, aqueles alertas que nós já sabemos e que não podemos negligenciar no combate ao mosquito causador da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus: So make sure no stagnant water in sight (Verifique se não há água parada à vista)/An change de water inna yu vase every day (Troque a água do vaso todos os dias) etc.

No final, a fim de chamar a atenção para os casos de microcefalia, We Nuh Whant Zik V conclama: An special shout out to pregnant ladies (Um grito especial para mulheres grávidas)/Protec yusself an’ protec yu babies (Proteja-se e proteja os seus bebês).

O Ministério da Saúde da Jamaica virou notícia em todo o mundo por causa dessa forma irreverente de estimular o combate ao Aedes aegypti. O curioso é que os índices de casos de zika vírus no país são baixíssimos. De acordo com dados constantes no site da Organização Mundial da Saúde, publicados em fevereiro deste ano, a Jamaica teve apenas um caso de infecção de zika vírus.

Com a sua ajuda, o Brasil também pode virar notícia. Combata os focos do mosquito! Afinal, nós também não queremos o zika vírus!

Até o próximo!

*: inglês jamaicano.

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Orientações Curriculares para o Ensino Médio: como e por que

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC-BA) decidiu colocar os documentos das Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEM) em consulta pública. A comunidade escolar e toda a sociedade vão poder contribuir na avaliação das propostas, criticando e sugerindo ideias. As colaborações podem ser enviadas até 31 de agosto e todas as informações necessárias para entender o processo estão no site da SEC.

Imagem: reprodução da capa do documento disponibilizado pela SEC-BA.

Imagem: reprodução da capa do documento disponibilizado pela SEC-BA.

Linguagens

Na área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, o documento disponibilizado no site esclarece quais são os cinco componentes curriculares que estão dentro dessa esfera (Língua Portuguesa, Língua Espanhola, Língua Inglesa, Arte e Educação Física) e descreve, pedagogicamente, como cada área é pensada dentro da proposta da Secretaria.

Para o ensino de Língua Portuguesa, por exemplo, a ênfase está nos aspectos pragmáticos, concebendo a língua como um atividade social viva: “…as competências e habilidades a serem desenvolvidas, em torno dos eixos temáticos propostos, devem ampliar as situações de práticas de leitura e de produção de textos em diversos gêneros textuais e nas modalidades da Língua Portuguesa: oral e escrita”.

Eixos integradores

Toda a orientação sugerida para a àrea de Linguagens deverá ser delimitada por quatro eixos integradores: a) Letramento e Formação cidadã (a escola deve possibilitar uma construção autônoma do conhecimento, contribuindo, assim, para uma formação cidadã); b) Interações e Diversidades (o intuito é fazer com que os educandos convivam e respeitem as diversidades existentes dentro e fora da escola, tendo os temas transversais como norteadores); c) Sociedades e Mundo Globalizado (nesse tópico, a “leitura de mundo e do mundo” é evidenciada); d) Pesquisa, Tecnologia e Produção Científica (os temas centrais são a importância da tecnologia e a preparação do estudante para o mundo do trabalho).

O documento traz também as competências e habilidades de cada componente curricular, relacionado-as com os eixos já citados. Além disso, levanta a discussão sobre as possibilidades metodológicas da área.

A sua parte

É importante que toda a sociedade e os interessados em educação contribuam, de fato, para melhorar as Orientações Curriculares para o Ensino Médio propostas pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Você tem até 31 de agosto para fazer a sua parte. Entre no site e envie as suas considerações!

Até o próximo!

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

Você sabe o que é sexting?

Oi, pessoal! Será que sexting tem a ver com sexualidade e com sexo? Ufa! Tanto sex…Calminha! Essa discussão remete a outra reflexão.

A iniciação à vida sexual tem sido cada vez mais precoce entre os jovens. Para uma criança ou um adolescente os pais ou a família são, geralmente, os primeiros professores e eles nem sempre estão abertos ou preparados para esses diálogos. Sabemos que boa parte das informações e dos conhecimentos dos adolescentes são oriundos fora da família ou entre amigos.

Comumente, as pessoas acham que falar de sexualidade é falar de sexo. Claramente, o texto não tem a intenção de fazer uma análise acerca dos temas nem tampouco esgotar o assunto. Mas, cá pra nós, discutir sobre sexo mexe ainda com tabus sociais, por isso a importância da orientação sexual entre os jovens e prepará-los para uma vida sexual segura e madura. Mesmo que sejamos considerados a sociedade do conhecimento e da informação, as discussões que giram em torno do assunto tem sido cada vez mais hodiernas.

imagesMas o que é sexting? A expressão é resultante de um neologismo proveniente das palavras inglesas sex (sexo) e texting (mensagem de texto). A prática consiste na divulgação de fotos eróticas ou sensuais basicamente por meio de celulares, computadores ou qualquer outro tipo de dispositivo eletrônico. Cada vez mais frequente no mundo virtual, tem sido bastante polêmico, pois o resultado leva sempre à exposição ao ridículo de quem sofre a ação.

Dados recentes divulgados pela SAFERNET , no Brasil, especializada em ações ilícitas e segurança na Internet, são alarmantes. Confira no quadro abaixo:

A

Galera, as relações humanas se modificaram em muitos aspectos com o advento das TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação). A Internet, enquanto tecnologia da interatividade, provocou mudanças que possibilitaram o surgimento de um novo sujeito: o “homem erótico”. Não se trata de um erotismo na essência da semântica,mas um erotismo social validado pela nova formatação de comunicação, de laços fragilizados e efêmeros.

B

O problema é que muitos não sabem, mas, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), quem pratica o sexting pode ser preso (com pena entre três a seis anos). Qualquer disponibilização, divulgação, troca, emissão, compartilhamento, publicação de material que contenha cena de sexo ou pornografia envolvendo criança ou adolescente é enquadrado na referida lei. Meninos e meninas produzem e divulgam material com imagens íntimas, sendo que elas são sempre as maiores vítimas. A SAFERNET possui um canal gratuito de ajuda para orientar crianças e adolescentes. O endereço do site é: http://www.canaldeajuda.org.br/.

A pergunta é: estaria o sexting ligado à sexualidade mal direcionada? Seria muito simplista dizer que “sim” ou que “não! A sexualidade versa por diferentes questões e o que a torna complexa é o fato de perpassar por dimensões pessoais, culturais, locais, sociais e temporais, que subjazem aos processos idiossincráticos. Ou seja, ela traça uma marca identitária do sujeito porque se manifesta diferentemente em cada um.

São imensuráveis os benefícios e avanços possibilitados pelas tecnologias, mas não podemos desconsiderar os  riscos quando algo dessa natureza possa acontecer. É necessário termos conhecimento sobre o uso da Internet com segurança e buscarmos soluções para os entraves causados pelo mundo virtual no tocante à violação dos direitos que competem a cada um.

Mônica Mota

Professora da Rede Estadual de Ensino da Bahia

Making of ou making off?

Engana-se quem pensa que as gramáticas podem deter a evolução natural das línguas. As normas que as regulam podem e devem retardar as alterações por um longo tempo, mas chegará o dia em que o uso livre, fluido e natural dos falantes baterá omartelo. Não sou contra as normas, pois sei que se elas não existissem, viveríamos perdidos, isolados pela provável falta de comunicação eficiente. Aliás, sobre isso, os meios de comunicação corroboram a manutenção da unidade linguística das nações, ainda que diversos sejam os falares numa mesma área geográfica. Assim, os jornais e novelas, televisados, radiofônicos ou impressos se espalham do Oiapoque ao Chuí, no nosso caso, garantindo a unidade e, por vezes, a diversidade, quando leva o “tu vai” pra quem diz “tu vais” e vice-versa. E seguimos na comunicação.

Quanto aos estrangeirismos, tupy or not tupy! (peço licença): os termos de fora vão virando futebol (in. football), encrenca (al. ein krank), detalhe (fr. détail), deletar (in. delete) e por aí vai. Afinal, ninguém tem a obrigação de dizer o que não se acomoda na articulação, nem de conhecer sobre tudo que venha de fora. Desse modo, alguns termos ainda não aportuguesados − ou preferíveis aos equivalentes na nossa língua − vão causando alguns transtornos. Por exemplo, o “ROM” de CD-ROM, que chegou com o informatiquês, se mistura com o “room” de “show room”, há mais tempo entre nós. Lembro-me de já ter sido corrigido, quando pronunciei corretamente [si.di.rom], como se eu tivesse cometido um crime. Cansado de lutar, cedi à pronúncia [se.de.rrum] da maioria, pra não parecer um ET, isso no finalzinho do século XX. Entre os falantes nativos de inglês, a diferença entre ROM (Read Only Memory) e room (sala, aposento) permanece. Por aqui, entre muitos, tanto faz.

E o making of?

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De modo análogo ao descrito para CD-ROM, já estamos acostumados a ver o termo off, tanto no liga-desliga dos aparelhos (on-off), quanto − e principalmente − nas liquidações dos shopping centers e nas propagandas impressas. Quem é que resiste a 70, 90% OFF?! Aí, na hora de grafar making of, pimba! Surge mais um “f”. Tá errado? Bem, os falantes da língua inglesa (nativos ou não), certamente, estranharão. Mas entre outros, está tudo bem. Com “f” ou “ff”, todo mundo sabe do que se trata. Outra possível explicação para o uso de off pode advir do sentido da partícula, que indica “separação”, “fora”. Assim, para alguns, se o making of serve para exibir o que ficou de “fora” do filme, então nada melhor do que a partícula off. Só que esse gênero pode também contemplar o que foi descartado, mas destina-se, principalmente, para os bastidores das filmagens, ou seja, o modo como tudo aconteceu, ou a “feitura de”, na tradução aproximada de making of. Para quem quiser se certificar do que é correto para os falantes do inglês, veja como o termo aparece nos links para os vários making of dos próprios estúdios americanos e ingleses. Verão que os “ff” vêm de produções brasileiras e que os anglofônicos grafam com um “f” só, já que com dois não faz sentido pra eles, quando aplicado aos “bastidores das filmagens”. Ademais, em inglês, existe a expressão make off que tem o sentido de “sair apressadamente” e que, com a preposição with, passa a ter o sentido de “furtar”, de acordo com o dicionário online Marriam-Webster (o link vai direto para o verbete).

Por fim, eis um trecho do que está posto no site da Veja, na coluna “Sobre Palavra”, de Sérgio Rodrigues:

[…] Os dois lados têm sua dose de razão. Seja como for, uma coisa é indiscutível: a degeneração ortográfica making off, que parece ser de uso ainda mais frequente do que a forma correta em nossa imprensa cultural, revela, esta sim, um traço constrangedor da macaqueação linguística – a ignorância alvar, a falta de juízo crítico. Se vamos ser anglófilos, que tal aprender um pouco de inglês, em vez de achar que dobrar consoantes é sempre mais chique? Processo de produção (making) de (of) um objeto cultural, é só disso que se trata. Making off – substantivação de to make off, “fugir, dar no pé” – seria no máximo algo como fuga. Fuja dele.

Geraldo Seara

Professor de Inglês da Rede Pública Estadual

Centro Juvenil de Ciência e Cultura abre inscrições para curso de inglês

 O Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), inicia nesta segunda-feira (20/01), as inscrições para o curso de inglês oferecido pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, em parceria com a Universidade Federal da Bahia (Ufba). O curso gratuito disponibiliza 700 vagas para estudantes da rede pública estadual, matriculados no 1º e no 2º ano do ensino médio e suas modalidades. As inscrições podem ser feitas até o dia 14 de março, no CJCC, localizado no Pavilhão Dalva Matos, do Colégio Estadual da Bahia (Central).

A iniciativa integra o projeto Welcome to Brazil – Curso de Extensão em Língua Inglesa. Em 272 horas de curso, voltadas para o turismo receptivo, os estudantes irão aprender com o método communicative approach, da Oxford University. As aulas serão ministradas a partir do dia 17 de março, por professores, monitores, tutores, mestres, doutores e convidados da Ufba e outras instituições parceiras e, ao final do curso, os estudantes serão certificados.

Em dezembro, o projeto realizou a sua primeira certificação, com a formação de 216 estudantes. A segunda certificação está prevista para abril de 2014, com a formação de mais 289 estudantes.

 O Centro Juvenil de Ciência e Cultura – CJCC é uma iniciativa de educação complementar da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Visa ampliar o acesso da juventude baiana às temáticas contemporâneas na perspectiva de consolidar a sua capacidade de fazer nexos interdisciplinares, potencializando a compreensão de fatos, questões, invenções, avanços e conquistas científicas, sociais, culturais, artísticas e tecnológicas da humanidade.

Fonte:http://escolas.educacao.ba.gov.br/noticias/centro-juvenil-de-ciencia-e-cultura-abre-inscricoes-para-curso-de-ingles

 

Portal da Educação transmite aula de revisão do Enem

O Portal da Educação transmitirá nesta quinta-feira (17/10), das 8h às 12h, aulas de revisão para a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Basta acessar o endereço:  http://educadores.educacao.ba.gov.br/videoconferencia

A atividade faz parte do projeto “De olho no ENEM” que busca, por videoconferência, aprimorar o conhecimento dos estudantes em relação ao conteúdo do exame.  O projeto é desenvolvido por meio de parceria entre os programas Ensino Médio EM-Ação, Ciência na Escola e Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITec). Além do Portal, a videoconferência será transmitida para todas as Diretorias Regionais de Educação.

De acordo com o professor articulador, Nailton Rocha, o projeto busca, ao mesmo tempo, reforçar a preparação para o Enem nas unidades escolares da rede estadual e aperfeiçoar esse conhecimento, fornecendo dicas sobre a realização da prova. “Na escola, mostramos as vantagens na realização do Enem, incentivamos a realização das revisões e apoiamos os professores, dando ideias de como podem abordar as questões do exame. Já na videoconferência, fazemos uma síntese das principais competências exigidas, dos pontos aos quais os estudantes devem ficar atentos e de como as disciplinas são cobradas na prova,”, explicou.

A primeira videoconferência, realizada no último dia 3 de outubro, atingiu um quantitativo de, aproximadamente, 1.500 estudantes. Aluna do 3º ano do ensino médio, no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, Ana Carolina das Neves do Nascimento, de 16 anos, foi uma das espectadoras. “Foi uma aula bem construtiva e direta, com dicas, orientações específicas e espaço pra gente interagir, diferente do que acontece em sala de aula”, contou a estudante que vai fazer a prova pela primeira vez e quer prestar vestibular para o curso de Ciências Sociais.

Ferramentas pedagógicas – Além das dicas para a realização do Enem, durante a videoconferência, os professores apresentam várias ferramentas pedagógicas disponibilizadas pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, como a Plataforma Geekie, Professor WEB, SESI-Matemática, Conteúdos Digitais Educacionais, entre outras.

Portal da Educação – A Secretaria da Educação do Estado da Bahia disponibiliza, no portal, um espaço específico para ajudar o estudante que vai fazer a prova. Basta acessar e conferir uma série de conteúdos, como videoaulas, jogos e sites temáticos sobre o Enem. Além disso, a Secretaria firmou uma parceria com o Geekie Games, para oferecer um simulado on-line.

FONTE: Portal da Educação