O retorno da máquina de ensinar?

Atualmente, muitos cursos on-line e programas de aprendizagem promovem a interação entre o aprendiz e o conteúdo a ser aprendido sem a intermediação de um professor. Mas, você sabia que no século passado professores já foram substituídos por máquinas de ensinar?

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 Figura 01: Maquina de ensinar de Skinner Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/18/Skinner_teaching_machine_01.jpg

Conheça a Máquina de Ensinar de Skinner (Figura 01), importante psicólogo e pesquisador educacional americano e um dos principais defensores do behaviorismo, assistindo ao vídeo disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=vmRmBgKQq20

Segundo o próprio Skinner no vídeo, as características da máquina de ensinar  são descritas assim:

  • o estudante está livre de indecisão ou ansiedade sobre seu sucesso ou falha;
  • leva mais rapidamente a formação do comportamento correto;
  • seu trabalho é prazeroso;
  • ele não tem que forçar para estudar;
  • fornece um relatório para o aluno da adequação da sua resposta;
  • o aluno é livre para se mover no seu próprio ritmo… o estudante rápido completa o material em um tempo mais curto…mas, o estudante mais lento, ao ter mais tempo para estudar, completa o mesmo espaço;
  • cada estudante segue um programa cuidadosamente planejado;
  • pistas auxiliadoras, sugestões e comandos maximizam a chance de que ele estará correto.

A máquina de ensinar foi descrita na obra “A Ciência da Aprendizagem e a Arte de Ensinar”, publicada na Harvard Educational Review, 1954, vol 24, nº 2, pp. 86-97 e em Current Trends in Psychology and the Behavioral Sciences, University of Pittsburgh Press, 1954. Muitas críticas foram direcionadas para este modelo mecanizado de educação, chamado de “Ensino Programado”, resultando na rejeição ao uso da máquina que não chegou a ser utilizada de modo sistemático nas escolas americanas. Porém, os princípios aplicados influenciaram muitos programas educacionais em vários países, incluindo no Brasil.

Hoje, mais de sessenta anos depois, em pleno contexto de inserção das tecnologias da informação e comunicação na educação, provavelmente você já ouviu falar ou mesmo teve a oportunidade de participar de programas on-line de preparação para o Enem ou cursos a distância que apresentam questionários on-line e outros recursos que auxiliam na aprendizagem de conteúdos. Destacam-se, nesse sentido, os MOOCS, cursos on-line, massivos e abertos.

Tais programas, usualmente, apresentam como características:

  • as atividades são programadas previamente e de modo que suas chances de aprovação sejam maximizadas;
  • o aluno, estudante, aprendiz, é livre para adotar um ritmo de estudo que seja mais confortável;
  • alguns cursos e programas de ensino não apresentam a figura do professor para mediar os processos de ensino e de aprendizagem;
  • relatórios de desempenho são produzidos de acordo com as respostas aos questionários e atividades e servem de referências para a programação das próximas etapas.

É claro que o desenvolvimento tecnológico permite o uso de recursos que possibilitam várias abordagens didáticas, muito mais dinâmicas e interativas do que a máquina de Skinner. Entretanto, será que estamos diante do retorno da Máquina de Ensinar em uma versão atualizada? O professor, mais uma vez, está sendo substituído? O que você pensa sobre isso?

Leia mais sobre esse tema em:

https://www.ufrgs.br/psicoeduc/behaviorismo/maquina-de-ensinar-de-skinner-1/

Sobre educação a distância, recomendamos:

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/3940

http://www.educacao-a-distancia.com/moocs-mudarao-a-educacao-a-distancia-ead/

Yes,in Bahia!

Let’s play, sing and dance, folks! Disco, Rap, Country, Rock, Pop Rock, Hip hop, Axé Music… Axé Music? Oh, yes! Carnival is coming! What kind of music do you like?

Você já se perguntou quantos estilos musicais existem e como eles surgiram? A verdade é que a variedade de músicas está para o gosto de todos. A palavra musikê é de origem grega e significa a “arte das musas”, uma referência feita à mitologia grega. Para muitos pesquisadores, a música já existia na Pré-História e tinha um caráter estritamente religioso, como forma de gratidão aos deuses pela proteção, boa caça, entre outras razões.

Considerado um elemento forte na nossa cultura, a Bahia é um estado essencialmente musical e, por ser Carnaval, o Axé Music, gênero baiano, carrega em si a fusão cultural no próprio nome: Axé, como representação da cultura afro e Music, da cultura pop, carregando a bandeira da World Music.

O surgimento e a invenção dos instrumentos musicais, dos mais simples aos mais sofisticados, permitiram o desenvolvimento de novos gêneros musicais e um novo mundo para a produção musical. A organologia apresenta um estudo sistemático dos instrumentos para os mais variados tipos e estabelece critérios de classificação surgidos na Grécia Antiga.

Com tanta variedade, haja  habilidade! Mas como expressar habilidade em inglês? So easy! O verbo modal can é utilizado para expressar permissão e habilidade, sendo essa última o nosso foco, como está claramente expresso no breve texto sobre Carlinhos Brown, um dos representantes da música baiana de reconhecimento internacional cujo nome artístico vem de James Brown. Veja o que dizem lá fora sobre ele.

Can you read this text about Brown? b1                                                                Fig.1 Carlinhos Brown 

Antonio Carlos Santos de Freitas, known as Carlinhos Brown (born November 23, 1962 in Salvador, Bahia) is a very talented multi-instrumentalist.He is one of the most popular male singers of the present in Brazil and he is very recognized by his creativity and charisma. He can sing latin music, samba, Axé music and others. Axé is a typical Bahia music. He is also known for his abilities at improvisasion. He can make music with different and unconventional objects.

What about you? Can you sing Axé Music? Can you dance? Can you play any instrument?

Como se pode observar no texto acima, as frases  destacadas expressam habilidade, capacidade de fazer algo. Sempre após o modal “can”, o verbo principal deve vir no infinitivo sem o “to”. Veja outros exemplos:

Affirmative sentences:

Daniela Mercury can sing Axé Music.

Carlinhos Brown can play tambourine and reco-reco.

Na forma negativa, acrescenta-se a partícula not” após o verbo modal. Podendo assumir duas ortografias.

Negative sentences:

I can’t play percussion.

He can not play bango drums.

Na forma interrogativa, inicia a frase com o verbo modal.

Interrogative form:

Can you play any instrument?

Can you dance?

Be smart! You can search to get more information.

Bye! Have a nice Carnival!

Mônica Mota

Professora da Rede Pública Estadual da Bahia

Oficina para a Produção de Mídias na Educação e Cobertura Colaborativa 2016

A última Oficina para a Produção de Mídias na Educação (PME), do ano de 2016, oferecida no período de 7 a 24 de novembro, pela Rede Anísio Teixeira (Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Rede Pública Estadual de Ensino), estimulou, mais uma vez, o uso crítico e reflexivo das tecnologias da informação e da comunicação (TICs). Estudantes da rede pública estadual de ensino fizeram uma imersão no Instituto Anísio Teixeira (IAT) a fim de saber um pouco mais sobre Softwares e Licenças Livres, Produção Textual para Multimeios, Fotografia e Produção Audiovisual, módulos que fazem parte do currículo do curso.

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil. Foto: Peterson Azevedo

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil 2016. Foto: Peterson Azevedo

Durante a oficina, os estudantes tiveram aulas teóricas com as especificidades de cada módulo e puderam colocar em prática tudo que aprenderam, ainda no processo formativo. Desse modo, já colocavam a mão na massa enquanto complementavam os conhecimentos. Ou melhor: colocavam a mão no teclado, na câmera fotográfica e nos recursos para a produção e edição audiovisual.

Como atividade final da PME, houve uma Cobertura Colaborativa Estudantil  do I Congresso Baiano de Inovação e Tecnologia na Educação (Inovatec). Na ocasião, os estudantes foram organizados em grupos de trabalho e atuaram como repórteres, fotógrafos, produtores audiovisuais e redatores para mídias digitais. A atividade, além de contribuir para que eles implementassem os conhecimentos adquiridos durante o processo formativo, foi mais um espaço para o protagonismo da comunidade escolar da rede pública estadual de ensino nas ações da Rede Anísio Teixeira.

Emili Oliveira, 16 anos, do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, atuou como fotógrafa na Cobertura Colaborativa e disse que a experiência contribuiu muito para a sua vida: “Foi uma experiência incrível, que melhorou bastante tudo que eu já tinha feito antes. Ainda me fez perceber uma coisa que eu gosto muito e desenvolver isso: o gosto pela fotografia”.

Fig. 2: A estudante Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 2: Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Nickson Teles, 18 anos, do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, destaca que a participação na Cobertura Colaborativa o auxiliou na escolha da profissão: “Atuei como cinegrafista, aprendi técnicas sobre gravação e aprimorei o que realmente quero como profissão. Tive oportunidade de desenvolver aptidões que estavam guardadas”, revela o jovem que quer trabalhar na área de comunicação.

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

A Cobertura Colaborativa Estudantil contou com produção multimídia de algumas ações do Inovatec. Tudo que foi produzido pode ser conferido neste link: oprofessorweb.wordpress.com/author/coberturaestudantil/. Além disso, neste ano, a equipe que participou da atividade teve um outro desafio: produzir um programa de TV. Quer saber no que resultou? Assista ao vídeo abaixo, compartilhe nas suas redes e deixe a sua opinião sobre o que achou. É importante para nós! Ubuntu!

Programa Cobertura Colaborativa – Inovatec – Parte 01

GREENpense

 

Hi there!

We will move ahead!” Essa foi a frase que ambientalistas de vários países apresentaram com o término da COP 22. Do inglês Conference of the Parties, (Conferência das Partes – COP22) corresponde a 22ª Conferência da ONU sobre o Clima, em Marraquexe, no Marrocos, ocorrida em novembro com 196 países, inclusive, o Brasil. A presença de líderes mundiais definiram particularidades do regulamento que regerá o Acordo de Paris, que definirá as diretrizes universais para seguir em frente no combate ao aquecimento global.

monicaFig.1 Luciano Albuquerque. Frase exposta por ambientalistas na COP 22 “Nós seguiremos adiante.”

O Brasil também promove ações e políticas voltadas às questões ambientais. Da árvore que o nomeou, foi inaugurado o Parque Nacional do Pau Brasil, área de grande concentração de biodiversidade. Localizado no sul da Bahia, região de Porto Seguro e também chamada de Costa do Descobrimento, reúne espécies da fauna e flora da Mata Atlântica, um bioma que está em constante ameaça e muitos são os que sofrem! De acordo com registros, o número mundial de assassinatos de ambientalistas chega a 200 por ano e, no Brasil, soma um total de 50.

Muitas são as organizações de reconhecimento internacional, como por exemplo,

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Fig.2 Logo Greenpeace

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Fig.3 Logo  World Wide Foundation

 

 

 

 

 

 

que estão presentes em diferentes países que assumem o compromisso de proteger reservas ecológicas e dialogar acerca de questões ambientais presentes e futuras. O Greenpeace Brasil lança a cartilha intitulada: “E agora, José? O Brasil em tempos de mudanças climáticas” durante a 22a Conferência do Clima das Nações Unidas . O documento trata de estudos referentes ao aumento da temperatura do planeta. Ações emergenciais que precisam ser tomadas para um futuro breve. E, por falar em futuro, você poderia responder tal questionamento?

Do you think these aspects are going to become big problems in the future ?

Disappearence of green areas (Desaparecimento de áreas verdes)

Excess of carbon dioxide (Excesso de dióxido de carbono )

Disposal of waste (Eliminação de resíduos)

Burning of forests (Queimada de florestas)

Global warming (Aquecimento global)

Shortage of water (Escassez de água)

Basic Sanitary (Saneamento básico)

Nuclear plants (Usinas Nucleares)

River pollution (Poluição de rios)

Deforestation(Desmatamento)

Noise (Barulho)

Aliás, falar de questões ambientais numa projeção futura é o que será feito agora!

Vejamos duas formas de expressar o FUTURE TENSE. “Will” ou “going to”? Quem já não se fez essa pergunta?

O verbo auxiliar “will” é utilizado para fazer previsões, falar de possíveis eventos e ações futuras. Veja alguns exemplos:

  • Gas emissons will increase in 2020.

  • Will temperatures and sea levels rise?

  • Will tropical diseases like malaria and zika spread?

Já a formação do futuro com going to” expressa eventos planejados,predições, intenções. Estrutura:To be + going + to + verbo (infinitivo). Veja alguns exemplos:

  • We are going to study about environmental problems.

  • Are these aspects going to become big problems in the future?

  • I’m not going to use plastic trash bags.

Fácil, não? Para saber mais, acesse nosso ambiente, veja outras sugestões e exemplos!

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/5684

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/4073

Be green!

Mônica de Oliveira Mota

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Rede Anísio Teixeira é vencedora em duas categorias do Prêmio ARede Educa 2016

Olá, pessoal!

É com grande felicidade que nós, Educadores e Educadoras da Rede Anísio Teixeira, compartilhamos com vocês essa importante conquista. O nosso Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Rede Pública Estadual da Bahia (Rede Anísio Teixeira) foi vencedor em duas categorias do Prêmio ARede Educa 2016. Fomos premiados, em 2º lugar, na categoria “Mídias Sociais”, com o Blog do Professor Web e da Professora Online; e também em 2º lugar, com o Ambiente Educacional Web, na categoria “Plataformas EducacionaisAlém disso, fomos um dos finalistas do Prêmio Especial REA. Todos os vencedores do Prêmio integram o Anuário ARede 2016-2017.

Fig.1: 8º Anuário AREDE 2016-2017. Imagem: captura de tela do site da revista ARede.

Fig.1: 8º Anuário AREDE 2016-2017. Imagem: captura de tela do site da revista ARede

Esse é um importante reconhecimento ao trabalho que estamos realizando na Rede Pública de Educação do nosso Estado. A revista ARede é uma das principais publicações brasileiras na área de Tecnologias Educacionais e Recursos Educacionais Abertos. A comissão avaliadora do prêmio foi composta por profissionais e acadêmicos reconhecidos na área e todos os vencedores são instituições de importante relevância nesse cenário.

A maioria das instituições premiadas está nas regiões urbanas e ricas, predominantemente do sul e do sudeste. São centros universitários de excelência, instituições privadas ou públicas beneficiadas por parcerias de peso. O fato de não estarmos enquadrados nessas categorias, engrandece ainda mais esse reconhecimento.

Somos uma instituição pública, formada por professores e professoras, que se dedica a atender ao seu público da melhor forma, com compromisso, qualidade e respeito. Que acredita no potencial dos professores, estudantes e comunidade escolar; na força da colaboração e na liberdade do conhecimento.

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Fig. 2: Educadores e educadoras da Rede Anísio Teixeira. Foto: Unidade de Comunicação/IAT/SEC

Agradecemos e parabenizamos a todos e todas que contribuem e contribuíram, direta e indiretamente, para a construção desses oito anos da Rede Anísio Teixeira!

Educadores e Educadoras da Rede Anísio Teixeira

O Programa Rede Anísio Teixeira é desenvolvido pelo Instituto Anísio Teixeira e pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, desde 2008.

“Novo Tempo Sempre se Inaugura a Cada Instante que Você Viver.”

Quem espera que um novo ano nasça para que se tenha, enfim, uma nova ideia ou um novo rumo, certamente foi surpreendido com um Plano de Formação de Professores claro e organizado, apresentado no último dia 28, num encontro para Gestores de Núcleos Regionais, para Professores Formadores da rede estadual e Prefeitos eleitos da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Estamos, pois, em dezembro, há poucos dias do encerramento do ano letivo, e eis que, fomos convidados a conhecer a nova Política Estadual de Formação e Desenvolvimento dos Profissionais da Educação Básica do Instituto Anísio Teixeira.

Essa Política de Formação foi construída por profissionais de diversos projetos do Instituto, em articulação com a Superintendência de Políticas para a Educação Básica (Suped), como uma iniciativa do diretor-geral, Severiano Alves, defensor contumaz de ações que promovam a qualidade da educação básica e a valorização dos professores. A ideia fundamental nesta gestão é devolver a instituição o status que lhe é devido, reafirmando a ideia de seu patrono, quando professava que “Só existirá democracia no Brasil, no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública”. Essa concepção exige, segundo o próprio Anísio Teixeira, “uma educação em mudança permanente, em permanente reconstrução”.

Programa Gestão de Aprendizagem Escolar

Severiano Alves, Diretor Geral Instituto Anísio Teixeira (IAT SEC BA). Foto: Amanda Oliveira

A finalidade deste órgão especial da Secretaria da Educação, inaugurado em 1994, foi sempre a de planejar e coordenar projetos referentes ao ensino,  pesquisa, experimentações e qualificação de recursos humanos na área de educação. E, apesar de todos os limites que uma crise política atualmente impõem, esses objetivos se renovam à medida que consideram as transformações sociais que, dialeticamente, provocam mudanças no papel social dos professores. O Instituto voltar-se-á, prioritariamente, para formação de professores desenvolvendo cursos de atualização, aperfeiçoamento e especialização para rede estadual e municipal.

A nova proposta, apreciada também por Regina Alcântara de Assis, Secretária de Articulação com os Sistemas de Ensino (MEC), traz a Identidade e Interculturalidade como princípios. Neste sentido, Ana Sueli de Pinho, assessora técnica do IAT, afirma que “a prática educativa se realiza num complexo contexto social e institucional, em que as ações mais explícitas, como as leis e diretrizes governamentais, as relações de trabalho, caminham concomitantemente com as ações menos explícitas. A escola faz parte desse sistema e se constitui num ambiente que mantém relações com a diversidade da comunidade e, ao mesmo tempo, carrega tradições locais e a própria história.”

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Há ainda outros princípios como Educação Sócio Emocional; Apropriações Éticas, Críticas, Contextualizadas e Colaborativas das Tecnologias; Produção e Difusão do Conhecimento; Ciência, Arte, Literatura e Expressão Cultural; Democracia e Participação; Pesquisa, Criatividade e Inovação; Construção de Sentidos e Projetos de Vida. Cada um deles, com distintas definições e possibilidades, integrarão o currículo dos cursos que serão desenvolvidos a partir de 2017. São ideias que traduzem fundamentos teóricos para três programas, interdependentes e complementares: o de Formação e Desenvolvimento dos Profissionais da Educação; de Tecnologias e Mídias Educacionais e de Pesquisas Inovações Pedagógicas.

Assim, receberemos os profissionais da educação para conhecer um novo Instituto Anísio Teixeira e, ao mesmo tempo, começar um novo ano com novo ânimo, considerando diversas oportunidades de formação continuada. Para nós, educadores do Instituto Anísio Teixeira, não é possível pensar na qualidade da aprendizagem dos nossos estudantes sem pensar, de maneira análoga, na aprendizagem de seus professores.

Lilia Rezende
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Projeto da Rede Anísio busca transmitir conteúdos em rádio para a comunidade escolar

Estudante Repórter: Roniton Fernandes

Uma proposta de nova mídia para fazer parte da grade da Rede Anísio Teixeira (Rede AT) foi lançada hoje, 30 de novembro, durante o Inovatec. Os professores Carlos Barros, Joalva Moraes e Geize Gonçalves, que integram a Rede AT, são os responsáveis pelo projeto experimental da Rádio Anísio Teixeira, que tem como objetivo compartilhar matérias escolares sobre histórias da Bahia, cultura e  sociedade baiana. O programa tem como principal público os estudantes e professores da rede pública de ensino.

Fig 1: Geize Gonçalves, Joalva Moraes, Carlos Barros Foto: Carol Aguiar

Fig. 1: Geize Gonçalves, Joalva Moraes e Carlos Barros. Foto: Carol Aguiar

A rádio terá programas de 5 minutos  e enquetes, entrevistas com especialistas e estudantes, além de dicas de livros e filmes. Em entrevista à nossa equipe, a professora e jornalista Joalva Moraes explicou o projeto: “É um programa rápido de cinco minutos, que vai servir de disparador e estímulo para que professores iniciem discussões na sala de aula”.

Fig 2: Joalva Moraes Foto: Carol Aguiar

Fig. 2: Joalva Moraes. Foto: Carol Aguiar

Um dos objetivo do projeto é dar força à resistência do rádio, que, apesar das inovações, se mantém como uma ferramenta importante da comunicação. Para que essa ideia se propague, ele tem, como aliadas, as mídias virtuais da Rede Anísio. “Os conteúdos estarão disponibilizados no Ambiente Educacional Web, que é a plataforma do Instituto Anísio Teixeira, e também na Rádio Educadora. Ou seja, as pessoas terão acesso amplo”, disse o professor Carlos Barros.

Fig 3: Carlos Barros Foto: Carol Aguiar

Fig. 3: Carlos Barros Foto: Carol Aguiar

 

O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior

O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior

Roniton Fernandes tem 19 anos, é estudante do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, localizado em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.