Se ligue! O Blog está de mudança!

O Blog do Professor Web e da Professora Online está de mudança, aliás, já até mudou para um novo endereço e pode ser acessado aqui:  blog.pat.educacao.ba.gov.br.

BLOG

Imagem: Josymar Alves

No nosso novo espaço, o Blog possibilitará uma interação maior com a comunidade escolar através das novas abas Fala, Rede  e Rede em Movimento, que permitem compartilhar experiências educacionais produzidas tanto pelos colaboradores do Blog quanto pelos estudantes e professores da rede estadual. Com isso, o diálogo com a comunidade escolar vai se tornar mais profícuo. Também publicaremos a respeito de  eventos, concursos, palestras e congressos, na aba Saiba!.

Permanecem as postagens semanais relacionadas às áreas de conhecimento, aos temas transversais e o estímulo à utilização de mídias e tecnologias educacionais livres. Continuaremos publicando textos de professores e estudantes da rede pública de ensino. A nova plataforma também conta com os  ambientes REA, Emitec, Colaborativus, TV Anísio Teixeira, Aplicativos Educacionais.

Outra novidade importante é que o nosso blog passa a se chamar Blog da Rede.   Continuem nos seguindo nesse novo espaço.

Valdineia Oliveira

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Onda Digital promove curso de extensão para professores da educação básica

Professores da educação básica terão mais uma chance de aprimorar os conhecimentos acerca do uso pedagógico da computação: trata-se do curso Desenvolvimento de competências interdisciplinares no currículo escolar por meio do raciocínio computacional, promovido pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Informática, Educação e Sociedade (Onda Digital), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A atividade de extensão tem carga horária total de 80 horas, dividida em 38 horas presenciais e 42 on-line. Serão 11 encontros semanais, durante quatro meses, das 18h30 às 22h10, no campus da UFBA, em Ondina.

O objetivo do curso é mostrar como os conceitos do Raciocínio Computacional podem ser utilizados de forma interdisciplinar nas práticas da educação básica. Todos os participantes receberão certificados emitidos pela UFBA. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de agosto de 2017, pelo site www.ondadigital.ufba.br, e as aulas estão previstas para começar no dia 15. São 24 vagas disponíveis.

“Tudo muda/O tempo todo/No mundo”

O mundo está em constante transformação. Você olha para o lado e, quando volta para a posição original, a cena já não é mais a mesma. As coisas mudam. Mudanças acontecem. Como você as encara? Alguns clichês foram usados aqui, de forma proposital, para mostrar que quando a coisa não muda, muitas vezes, ela começa a ser rechaçada. Assim acontece com os clichês. Agora, chegou a nossa vez de mudar.

Fig. 1: …e vai mudar para melhor. Aguarde as novidades! Imagem: Josymar Alves

O Blog do Professor Web iniciou as suas atividades em 2010, com os projetos A Física e o Cotidiano, Ambiente Educacional Web (AEW) e Produção de Conteúdos Digitais nas Escolas. Atualmente, todos eles são desenvolvidos pela Rede Anísio Teixeira (Rede AT) e os resultados das ações são compartilhados por meio do AEW. Mas isso vai mudar. E para melhor!

Desde o começo, o blog teve como objetivo estimular o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) na educação. Cumprimos com esse intuito através de nossas produções multimídia, tutoriais e formações com a comunidade escolar. E isso vai continuar! Contudo, vamos fazer parte de uma outra plataforma, que, em breve, será anunciada para todas as pessoas.

O nosso compromisso com a rede estadual pública de ensino permanece o mesmo. Ou seja: vamos continuar nos esforçando, em parceria com toda a comunidade escolar, para promover uma educação de qualidade. Isso se faz respeitando todos os agentes desse universo, inovando, contextualizando as produções de acordo com as necessidades do nosso estado e convidando todo mundo para fazer parte da nossa rede. Você, que está lendo este texto, é parte importante dessa mudança. Afinal, “…há tanta vida lá fora/Aqui dentro, sempre”. Continue com a gente, pois a gente vai continuar produzindo com (e para) você!

O coração do IAT

Estudante-repórter: João Pedro Santos

Ana Moreira, funcionária do Instituto Anísio Teixeira (IAT), foi entrevistada com o objetivo de falar sobre a importância do trabalho que ela realiza. A sua função é acompanhar os eventos e dar suporte logístico aos participantes do cursos. O setor no qual ela trabalha, a Coordenação de Logística de Cursos e Eventos (CLC), tem que comprovar perante o Tribunal de Contas todas as despesas do evento.

Fig.1: Coordenação de Logística de Cursos e Eventos. Foto: Marcos Valerio.

Ela cadastra os participantes e também é responsável pela lista de presença. O seu setor é constituído por quatro pessoas (um coordenador e três técnicos). O trabalho é dividido igualitariamente, tanto para o coordenador quanto para os técnicos, que acompanham todos os eventos.

Fig.2: Ana Moreira responde as perguntas do repórter. Foto: Marcos Valerio.

Quando questionada como se sente trabalhando com estudantes, ela responde: “É bom. É um público que sempre está aqui a fim de aprender coisas novas. Eu vejo que vocês têm o interesse de aprender coisas novas. Isso é bom pra gente também, porque o Instituto sempre está aberto para receber os estudantes da rede estadual de ensino”.

Raios!

Chuva forte, ventos, raios e trovões compõem um cenário que inquieta muita gente! Antigamente, e ainda hoje, não é raro deparar-se com pessoas que, durante a ocorrência de tempestades, cobrem todos os espelhos com toalhas e lençóis, guardam todas as tesouras e facas da casa, de forma a evitar a sua exposição. Isso porque, segundo o conhecimento popular, esses utensílios têm a propriedade de atrair raios.

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Disponível em pixabay, acessado em 16/06/2017

Os mitos acerca dos raios e trovões não são de hoje, datam de períodos muito antigos. Os babilônicos, por exemplo, acreditavam que o deus Adad carregava um bumerangue em uma das mãos, que quando lançado, provocava o trovão. E, na outra mão, empunhava uma lança, que, quando arremessada, produzia os raios. Já os gregos acreditavam que os raios eram lanças forjadas por gigantes ciclope . Segundo a mitologia, eles trabalhavam como ferreiros, fabricando-as, para que Zeus, o rei dos deuses, as atirasse sobre os homens pecadores e arrogantes.

A partir do século XVIII, os raios começaram a ser compreendidos sob o ponto de vista da ciência. Os primeiros estudos sistemáticos foram realizados em 1752, em Paris, por Thomas François Dalibard. Ele suspeitava que os raios estivessem associados à eletricidade estática e, por isso, se propôs a subir no alto de uma montanha durante uma tempestade, onde colocou uma haste metálica isolada do chão e logo em seguida, utilizando os dedos, verificou que pulavam faíscas em direção a eles. Comprovando, assim, a natureza elétrica das descargas atmosféricas. Posteriormente, várias experiências foram feitas, sendo a mais conhecida a realizada pelo americano Benjamin Franklin. Segundo a história, Franklin empinou uma pipa num dia de tempestade e observou que faíscas pulavam de uma chave amarrada próximo da extremidade da linha à sua mão. Confirmando aquilo que Tomas François já havia constatado no seu experimento.

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Disponível em pixabay, acessado em 16/06/2017

Hoje, sabemos que os relâmpagos têm a sua origem na eletrização das nuvens, gerando, assim, campos elétricos intensos; que, quando atingem níveis críticos, quebram a rigidez dielétrica do ar, possibilitando a descarga elétrica entre nuvens ou entre as nuvens e o solo. Essas descargas provocam o aquecimento abrupto do ar que se expande, gerando os estrondos que conhecemos como trovão. Apesar de se tratar do mesmo fenômeno, percebemos o trovão e o relâmpago em momentos distintos. Isso ocorre porque o som e a luz possuem velocidades diferentes. Como sabemos, a luz (300.000.000 m/s) é muito mais rápida que o som (340 m/s), por isso é percebido muito antes, ocasionando a falsa sensação de que se tratam de fenômenos diferentes.

Por mais bonitos e atraentes que sejam, os relâmpagos representam um grande perigo. Isso porque, ao atingir o corpo humano, a corrente elétrica gerada por eles pode causar queimaduras, parada cardiorrespiratória e o óbito do indivíduo.

Os raios têm uma probabilidade maior de atingir os pontos mais altos, locais descampados, piscinas, praias, campos de futebol e árvores isoladas. Assim, durante uma tempestade, deve-se evitar esses locais. Caso esteja dentro de um veículo, evite sair dele. O carro é o local mais seguro para se abrigar dos raios. Ele funciona como uma gaiola de Faraday, anulando o campo elétrico no seu interior. E, finalmente, não precisa mais cobrir os espelhos de casa! Eles não atraem os raios! Até hoje, não foi encontrada nenhuma relação entre eles, até porque o espelho é feito de vidro, material que não conduz bem a eletricidade, logo não oferece nenhum perigo. Já os metais, principalmente os pontiagudos, devem ser evitados, já que eles são bons condutores de eletricidade. Por medida de segurança, desligue os eletroeletrônicos e evite fazer ligações no telefone fixo!

Aprenda mais sobre os raios, acessando agora o Ambiente  Educacional Web!

Referências:

INSTITUTO DE FÍSICA DE SÃO CARLOS. Eletricidade prejudicial ou fundamental?. Disponível em: <http://www.ifsc.usp.br/index.php?option=com_content&view=article&id=926:desvendando-raios-eletricida-prejudicial-ou-fundamental&catid=7:noticias&Itemid=224>. Acesso em: 13 de junho de 2017.

 

 

(Des)Sustentabilidades ambientais

Olá, comunidade!

A cada ano, chegamos ao mês de Junho com a possibilidade de rediscutirmos mais intensamente sobre os caminhos que devemos escolher para vivermos com mais harmonia, respeitando as culturas, identidades e o meio ambiente. Ou seja, discutir a melhor estratégia de nos relacionarmos com o meio ambiente de maneira sustentável. Será que estamos conseguindo, ao menos, discutir estas questões democraticamente? Será que os rumos dessas discussões podem, efetivamente (ações de políticas públicas), transformar nosso comportamento desenvolvimentista? Será que realmente respeitamos a diversidade étnica? Uma coisa temos em mente: caminhar é preciso…

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Fig. 1: Caminhar é preciso. Imagem: Peterson Azevedo

É pensando nessas questões, que devemos refletir sobre qual Brasil queremos construir para a nossa e as futuras gerações, para que realmente possamos dialogar sobre os possíveis caminhos que consigam, de maneira equânime, planejar o desenvolvimento econômico e social, pensando em uma organização do espaço de forma sustentável. A tecnologia, a ciência e a informação devem referenciar esta conversa, mas tendo como principal objetivo o de respeitar e valorizar as culturas e a etnodiversidade do lugar. A revolução técnica-científica-informacional não pode exclusivamente estar a serviço do capital, pois esta relação fragiliza diretamente as estruturas sociais e seu pleno desenvolvimento, constituindo uma visão superficial do território, desconsiderando os valores culturais e étnico do espaço como um todo, especificamente dos valores compactuados pelo lugar.

Pensando em um caminhar propositivo, crítico, contextualizado e respeitando as territorialidades, trago a experiência do movimento indigenista e social – Articulação dos povos indígenas do Brasil, associação que representa as questões indígenas e suas etnias no país, como exemplo de mobilização, não apenas em defesa ao direito à terra, mas também como instrumento de luta, para a conservação da biogeografia do país. Devemos lembrar que, quando falamos de questões ambientais, não nos referimos apenas às questões de flora e fauna, mas dos processos urbanos, econômicos e de organização e gestão do espaço construído e historicizado. As populações tradicionais, como os povos indígenas, os quilombolas, os povos da maré e os sertanejos, mantêm uma relação de identidade e de sustentabilidade muito intensa e afetiva com a terra, para além apenas da manutenção do capital. É na terra que esses povos constroem sua história, onde se relacionam, onde transformam a paisagem por meio de suas manifestações culturais, heranças das matrizes coloniais. Neste ano, o movimento de articulação dos povos indígenas do Brasil contou com o voluntarismo de artistas e ativistas brasileiros em prol da luta pela terra e pela liberdade à etnicidade. Eles produziram uma campanha audiovisual, para alertar a população da importância ambiental de conservarmos e preservarmos as terras indígenas em sua totalidade biológica e cultural. Aprecie sem moderação:

Vídeo 1 – Demarcação Já. Letra composta por Carlos Rennó e musicada por Chico César.

Um outro exemplo de luta que quero compartilhar é o depoimento de um grande ancestral americano, que já nos alertava sobre a velocidade voraz do capital em detrimento aos recursos do planeta. Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, escreve uma carta em resposta ao avanço imperialista do presidente norte-americano Francis Pierce. Segue um trecho da carta. “O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. […]

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Fig. 2: O toré. Imagem: Peterson Azevedo

Apesar da formação cultural desses povos estar ligada à terra, é equivocado pensarmos que eles não desenvolveram suas estruturas comunicacionais. Os povos tradicionais também estão inseridos no ciberespaço e na cibercultura, mas não se distanciam das raízes, mostrando novas possibilidades do uso e da apropriação das novas tecnologias como aliadas e não apenas como sistema de consumo. Os povos tradicionais não são contrários ao desenvolvimento, mas questionam as ferramentas e os interesses desse “desenvolvimento”, que tem como objetivo principal a manutenção do poder e o controle do capital, tendo e entendendo o lugar e o território como suporte materialista dessa engrenagem. Desenvolvimento não necessariamente está relacionado à obtenção do capital, à exploração da força produtiva e do uso indiscriminado dos recursos naturais; desenvolver é dar plena liberdade de se expressar culturalmente, ter acesso aos bens materiais básicos em sua plenitude, ofertar o direito de ser em sua magnitude. O desenvolvimento não deve estar unicamente relacionado ao dinheiro, mas à plenitude sustentável do espaço e da pluralidade cultural. A revolução técnica-científica-informacional não deve estar a serviço do capital e sim do desenvolvimento sustentável acessível para todos. “Quando a ciência se deixa claramente cooptar por uma tecnologia cujos objetivos são mais econômicos que sociais, ela se torna tributária dos interesses da produção e dos produtores hegemônicos e renuncia a toda vocação de servir à sociedade. Trata-se de um saber instrumentalizado, em que a metodologia substitui o método”. (SANTOS, p.7. 1988).

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Fig. 3: Sertão-Lindo. Imagem: Peterson Azevedo

Pensemos em um desenvolvimento sustentável pleno e autônomo, sem restrições étnicas e sociais, sem amarras ao capital e pensando na hegemonia e independência do lugar, mas do lugar empoderado e não subserviente ao território e às estruturas de poder do capital perverso.

Até mais!

Peterson Azevedo
Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

REFERÊNCIAS

SANTOS, Milton. Metamorfoses do Espaço Habitado, fundamentos teórico e metodológicos da geografia. Hucitec. São Paulo. 1988

Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB. Disponível em:

<https://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/>. Acesso em 05 de Junho de 2017.

A carta do Cacique Seattlel, em 1855. Disponivel em:

<http://www.culturabrasil.org/seattle1.htm>. Acesso em: 05 de Junho de 2017.

REDE ANÍSIO TEIXEIRA. Ser Professor. Ecovento. Disponível em:

<http://ambiente.educacao.ba.gov.br/tv-anisio-teixeira/programas/exibir/id/3929>. Acesso em: 05 de junho de 2017.

Fique ligado!

 

Olá, pessoal! Preparado?

É positivamente válido revelar experiências exitosas no cenário educacional, notadamente, quando elas vêm de sujeitos que valorizam e lutam por uma educação cada vez melhor.

O quadro “Faça Acontecer” que integra o Programa Intervalo da TV Anísio Teixeira (TVAT)/ Rede Anísio Teixeira  trata-se de um documentário em que, educandos da rede estadual de ensino, participam de atividades, seleções ou premiações incentivadas pela Secretaria Estadual de Educação e Cultura / SEC.

Atavés dos projetos que estimulam o pensar educativo, científico, cultural e tecnológico orientados pela Lei de Diretrizes e Bases (Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996) como: Festival Anual da Canção Estudantil (FACE), Artes Visuais Estudantis (AVE),Projeto Tempos de Arte Literária (TAL),Produções Visuais Estudantis (PROVE), Feiras de Matemática, Feira de Ciências e Jogos Estudantis da Rede Pública (JERP) para o fomento de atividades socioculturais que, para além dessa proposta, são atividades que estimulam a criatividade e criticidade  dos educandos com o propósito de valorização e divulgação de um produto, sem perder de vista sobretudo, o reconhecimento das questões identitárias dos sujeitos.

A proposta do “Faça Acontecer” versa por diferentes áreas do conhecimento o que permite, portanto, um diálogo interdisciplinar. O ponto forte desse quadro é, sem dúvida, revelar as potencialidades bem como o protagonismo estudantil dando visibilidade à sua produção e criação, claramente percebido  na fala do educando Pablo de Jesus,participante do AVE 2010,de Morro do Chapéu -BA. Assista ao vídeo abaixo e confira!

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Como fica evidente, o documentário aborda , a trajetória do estudante até a conquista da premiação, o enfrentamento e a superação de suas dificuldades revelando, consideravelmente, o papel da família e da comunidade escolar como os pilares para a realização do desejo de cada participante.  Para assistir aos demais vídeos acesse nosso ambiente!

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/tv-anisio-teixeira/programas/episodios/id/6

Por fim, o “Faça Acontecer” é uma grande oportunidade de mostrar a sociedade  as potencialidades dos educandos . A exemplo de Mirela Andrade de Jeremoabo- BA, com seu projeto “A Geografia da fome” revela  grande contribuição  para um problema bastante gritante,  não somente no nosso contexto social, mas global. Seu trabalho científico ganhou a Feira de Ciências da Bahia em 2011 e teve ainda repercussão nacional  na Feira Brasileira  de Ciências e Engenharia (FEBRACE) em 2012 .

  Então! O que está esperando? Você, como muitos e tantos outros, pode ser o protagonista do próximo “Faça Acontecer”! Portanto, fique ligado no “Encontro Estudantil” e revele seu talento!

Mônica de Oliveira Mota

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia