Dia da Internet Segura

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Olá, turma!

Já parou para pensar o quanto a internet é presente em nossas vidas atualmente? Ela está em diversas esferas da nossa vida, mostrando que é uma ferramenta poderosa, capaz de nos auxiliar em inúmeras tarefas diárias.

Um aspecto muito interessante sobre a internet é o avanço que as tecnologias da comunicação e da informação tiveram. Por exemplo, hoje é muito fácil ter notícias de um amigo que mora longe; de fazer novas amizades em países que você nunca visitou; ou até mesmo ter acesso a informações que antes pareciam impossíveis de alcançar. A rede mundial de computadores é realmente uma das maiores criações do século passado.

Mas como toda ferramenta, o uso da internet deve ser consciente e de forma crítica. Existem pessoas que estão dedicadas a cometer crimes na rede e é importante estar atento a essas ações. Mas talvez você esteja se perguntando como se preparar para essas situações. Alguns cuidados são bem simples, como: não fornecer informações pessoais para desconhecidos; não criar senhas óbvias como a data de aniverśario; e não preencher formulários de sites duvidosos.

Para discutir essas questões, a SaferNet criou uma campanha que vai dialogar sobre o uso responsável da internet.

Confira: http://www.diadainternetsegura.org.br/site/sid2016

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Oficina Gestão de Blogs Livres – Protagonismo e colaboração

Olá, amig@!

Se está navegando nessa plataforma de conteúdos educacionais livres, certamente já refletiu sobre o potencial das tecnologias da informação e comunicação  (TICs) no contexto educacional e em como educadoras/es e educandas/os podem tornar as aulas/escolas mais significativas e atrativas com o suporte dessas tecnologias, não é mesmo?!

Essa e outras questões foram levantadas também na oficina Gestão de Blogs Livres, realizada pela Rede Anísio Teixeira, nos dias 26 e 28 de maio, em parceria com o Centro Juvenil de Ciência e Cultura – Central. A atividade difundiu no espaço escolar importantes discussões acerca do blog, que é uma mídia mundialmente utilizada, tanto por quem busca informações e conteúdos, quanto por quem deseja compartilhar suas experiências pessoais e/ou coletivas com uma maior liberdade de autoria e gestão.

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Foto: Leila Cruz

Estudantes, professoras/es e demais presentes, puderam dialogar com as/os educadoras/es da Rede Anísio Teixeira, que buscaram problematizar as questões relacionadas ao uso das tecnologias, principalmente no contexto educacional; assim como, de maneira dinâmica, por meio de um desenho pedagógico, relacionaram, desde as subjetivas necessidades de adesão a uma plataforma de compartilhamento multimídia, às estratégias a serem adotadas e a interação com o público-alvo, a fim de fortalecer, sobretudo, as construções coletivas/colaborativas e críticas na comunidade escolar.

Ao passo que foram apresentados vídeos e explanações sobre os conteúdos e as licenças livres, diversas dúvidas foram surgindo, principalmente partidas de algumas(uns) estudantes, que demonstraram bastante interesse em (re)inciar blogs pessoais e coletivos na unidade em que estudam. As/os participantes refletiram sobre o dinamismo das múltiplas conexões na sociedade atual e como esta influencia e é influenciada pela escola, assim com o  debate relacionado ao “virtual”, “real”, significação das informações obtidas na web, com e sem a mediação pedagógica. As imprescindíveis discussões sobre normas de segurança digital deixaram o debate intenso e bastante produtivo.

E por falar em conteúdos livres, você sabe o que são ou utiliza licenças livres nos seus estudos, pesquisas, entretenimento ou em outras atividades?                                                                                                                        Confira no vídeo disponível no Ambiente Educacional Web, um pouco mais sobre essa importante questão que envolve os direitos autorais e a liberdade de uso e compartilhamento.

Clique aqui ou na imagem abaixo.

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Ações como essas, fazem reverberar as palavras de Freire (1996, p. 86) ao declarar que, “o fundamental é que professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve. O que importa é que professor e alunos se assumam epistemologicamente curiosos.” No contato com as pessoas que diretamente atuam nas escolas, se tem a certeza de que as diversas contribuições realizadas nesses ambientes, são necessárias para que suas/seus autoras/es reconheçam-se a cada dia mais como protagonistas das intervenções geradas neles, deem sentido prático ao uso pedagógico das novas tecnologias e  suscitem outras mediAções.

Até o próximo encontro!

Fontes:

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

Conheça a licença creative commons – Disponível em: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/3986

Rede Anísio Teixeira e Centros Juvenis realizam oficina sobre uso de Software Livre

Professores e estudantes da rede estadual de ensino participaram da oficina “Migração para o Uso de Softwares Livres”, realizado em parceria com o Programa de Difusão de Mídias e Tecnologia01cccs Educacionais da Rede Anísio Teixeira (Rede AT), e o Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), nesta terça e quarta-feira (28 e29/04). A oficina, realizada no CJCC – Central, em Salvador, teve o objetivo de conscientizar professores e estudantes sobre a importância do uso de softwares livres no contexto socioeducativo e, também, capacitar para o uso das ferramentas e aplicativos disponíveis.

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Imagem: Josymar Alves

“Nós queremos que a escola tenha boas ferramentas para produção multimídia de conteúdos”, ressalta Patrícia Nascimento, colaboradora da Rede Anísio Teixeira. “A gente atribui a importância desse curso na comunidade escolar, à possibilidade de construção coletiva que os softwares livre trazem, numa perspectiva de cooperação e de liberdade de criação”, destaca.

O Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais da Rede Pública Estadual de Ensino – Rede Anísio Teixeira, foi criado pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia visando fortalecer a escola pública como um espaço de apropriações tecnológicas pela comunidade e fomentar a realização de práticas de ensino e de aprendizagem inovadoras nas escolas públicas estaduais.

Fonte: http://educadores.educacao.ba.gov.br/noticias/rede-anisio-teixeira-e-centros-juvenis-realizam-oficina-sobre-uso-de-software-livre

As TICs e o cotidiano: o que seria de mim sem você?

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E aí, meu povo! 

Imagine todas as pessoas compartilhando todo o mundo”! Esta é uma frase cantada por John Lennon, e não é tão difícil verificarmos que o mundo hoje está, conforme previsto por ele, (com)partilhando partes do todo, entretanto em um formato bem diferente.

Redes sociais, internet, blogs, sites e demais possibilidades que o computador nos permite hoje, faz a gente ir adiante, sem ao menos sair de casa, cria uma “doce ilusão” de encontros através de conexões digitais, em ambiente virtual. Quantos conteúdos e notícias sabemos em tempo real? Quantos ambientes e lugares lindos visitamos? Quantas pessoas “conhecemos” sem menos(?) E como tudo que surge no mundo social-real (mundo sensitivo) divide opiniões, não estaria a “era digital” fora desta regra. Há os que a amem e buscam usá-la cada vez mais, inserindo-a em seu cotidiano para quase tudo. Bem como há os que a resistem. Alguns alegam que a sensação que o mundo digital causa é ilusória, não consegue reunir verdadeiramente as pessoas em um mesmo espaço real, mas substitui este pelo espaço virtual.

Contudo, seja qual for o posicionamento, uma coisa é certa: a era digital mudou consideravelmente o cotidiano de quem usa e dos que não usam diretamente, influindo na rotina, mudando hábitos e, sobretudo, compartilhando os mundos – culturas – diferentes. E olha que nem sempre foi assim, também nem era possível conceber esta ideia.

O que para os mais velhos era comum, hoje é inimaginável entre os jovens, como brincar livremente de pique esconde, gude, pular corda, peteca, cinco-marias, amarelinha, soltar pipas e etc. A recíproca é verdadeira: parece que as crianças de hoje já nascem com “www”, “underline” “iPhone”, “iPad” e “arroba” no DNA, eles parecem “cibercrianças”. Nenhuma dessas linguagens os assustam tanto quanto a um adulto quando começa a lidar com estes termos e equipamentos. Se antes, para confeccionar uma maquete, @ professor/a passava uma lista de materiais para os alunos comprarem; hoje, com a ajuda da computação, é possível criar a maquete num ambiente que foge da realidade, daquilo que é palpável. Mas isso também auxilia, por exemplo, se o objetivo for compreender o uso das figuras geométricas estudadas em matemática; verificar como se dá a construção de maquetes correlacionando conteúdos como profundidade, superfície, vértice, polígonos e etc. Abrindo novas possibilidades de entrelaçar os conteúdos (interdisciplinarização).

E quem foi que disse que só até bem pouco tempo atrás poderíamos mudar o mundo? Este exemplo nos faz pensar que agora, sim, mais do que nunca, com toda possibilidade de nos conectar com o mundo todo, em tempo real, podemos mudar o mundo e transformá-lo em um lugar melhor de e para tod@s, unidos em suas particularidades. Sim, nós podemos!

Vivemos numa realidade virtualizada? Ou numa virtualidade realizada? Ou as duas? Ou nenhuma? (autor desconhecido)

Até mais!