Matemática e suas diversas funções

Estudante-repórter: Érica de Jesus

Olá, galerinha!

A Feira Baiana de Matemática visa implementar melhorias para problemas no cotidiano estudantil e educacional. Nessa edição, a Secretária da Educação do Estado promove a 5° Feira de Ciências da Bahia ( Feciba) e a 10° Feira Baiana de Matemática ( FBM), expondo de 240 trabalhos de estudantes de diversos municípios do Estado.

Alberto Amorim Filho, 49 anos, é professor e orientador da disciplina geografia e do Projeto “ Planetário na escola : Uma proposta para popularizar a astronomia e o software livre na sala de aula ”, Colégio Estadual Teotônio Vilela ( CETV), Feira de Santana. O professor também orientou os subprojetos: Astro engenharia , Luar do Sertão, Matemática e Astronomia e Telescópios na Escola, desenvolvidos pelas estudantes Aline Santana e Ana Vitória Santos .

O intuíto do projeto foi de mostrar a possibilidade em criar possibilidades, utilizando as Feira Baiana de Matemática e recursos básicos existentes na escola, como a internet, sala de laborátotio e o projetor, transformando-os no trabalho de Astronomia. Realizamos uma pesquisa sobre como seria o desenvolvimento com software livre, obtendo um resultado positivo, quebrando o olhar negativo acerca desse tipo de software”, afirma Alberto Amorim Filho.

 

Entrevista com o professor Alberto Filho. Foto : Bira Mendes

Entrevista com o professor Alberto Filho. Foto : Bira Mendes

Ana Vitória Santos, 17 anos , estudante, 2° ano do Ensino Médio , ( CETV)  afirma; O projeto que confeccionamos foi simples, utilizamos um projetor e um programa que baixamos da Internet, já estamos colocando em prática na escola. Na teória, deveriamos ter acesso ao software livre em sala de aula, infelizmente, muita  vezes os professores não possuem suporte suficiente para desenvolver uma atividade que seja produtiva para que os alunos compreendam sobre determinado assunto”.

 

DSC00245

Ana Vitória e Alana Santana, participantes da FBM. Foto : Bira Mendes.

Geiziane Dantas , 16 anos , 3° ano do Ensino Médio , Colégio Estadual Ernesto Ribeiro, do munícipio Saúde , trouxe o tema: “ Acessibilidade e inclusão social : uma análise sobre a cidade de Saúde – Ba ”. Em depoimento, Geiziane relata o motivo da temática abordada na Feira, devido às grandes dificuldades de locomoção das pessoas deficientes físicas e/ou visuais, dentro da cidade, em especial, o Centro da cidade, onde se encontra o maior número de pessoas transitando. “O nosso maior objetivo é sensibilizar o Prefeito e Vereadores, para que eles reorientem a nossa cidade, visando também a locomoção de todos,  incluindo os comerciantes que, infelizmente, encontram-se nas calçadas. Assim, esse projeto seria de grande importância para todos, pois os deficietes já sofrem muito preconceito devido às suas condições físicas” conclui ela.

Geiziane Rosa, participante da FBM. Foto : Bira Mendes.

Geiziane Rosa, participante da FBM. Foto : Bira Mendes.

 

A estudante-repórter Érica de Jesus. Foto: Raulino Júnior

A estudante-repórter Érica de Jesus. Foto: Raulino Júnior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Érica de Jesus tem 21 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional da Bahia, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Anúncios

Tenda Digital – Protagonismo juvenil no 4º Encontro Estudantil da Rede Estadual

Estudante-repórter: Tayline Alves

Olá, pessoal!

Nesta reportagem, mostramos alguns detalhes da Tenda Digital, como a Mostra Fotográfica Faces da Escola, a Culminância Memórias e Identidades: Produção Formativa de Vídeos Educacionais, o Palco Livre, o Espaço Conectados. Ainda tem uma breve entrevista com o professor da Faculdade de Educação da UFBA, Nelson Pretto.

Confiram o vídeo:

 

 

SAM_3284

A estudante-repórter Tayline Alves. Foto: Raulino Júnior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Quando menos é mais

Há mais de dez anos foi divulgado um escrito da argentina Ana Maria Shua, considerado o menor conto do mundo, com exatas trinta e três letras:
Fujamos! Os caçadores de letras estão aq…”.

Antes dele, era conhecido o menor e mais famoso conto, de Augusto Monterroso, escritor hondurenho, com apenas trinta e sete letras:
Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá”.

Na versão em espanhol, o mesmo conto tem quarenta e três letras:

Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí.”

Foto: Lilia Rezende

Foto: Lilia Rezende

As particularidades destes textos podem interessar bastante a pesquisadores da área de linguagens, mas sem dúvida aguça a curiosidade de muitos leitores; são, afinal, referências sobre a possibilidade de se revelar uma história inteira com poucos caracteres. Neles impressiona a possibilidade de produzir uma narrativa com começo, meio e fim e propriedades preservadas em espaço tão exíguo. Não se trata, naturalmente, do mesmo tipo de conto breve da metade do século XX, também chamado de miniconto, mas podemos considerá-los como um tipo de reinvenção que desafia seus limites.

Neste século das mensagens abreviadas da Internet, das senhas e dos códigos, a literatura vem revelando que pode se renovar, acompanhando a velocidade dos tempos. Estamos aprendendo uma nova forma de comunicação, pois a conectividade altera o nosso modo de ler e escrever. O Twitter, rede social de largo uso, tem o limite de 140 caracteres e de alguma forma faz lembrar os microcontos. Apareceu como uma herança de antigos sistemas de comunicação escrita imediata; seus criadores queriam que os microblogs fossem compatíveis com os celulares mais básicos e adotaram os 140 pro tweet, mais 20 para o nome do usuário. Já o WhatsApp, aplicativo à disposição de muitos usuários, apela para uma espécie de subversão da língua: permite o uso de expressões coloquiais, ícones e símbolos figurativos de um estado de humor momentâneo, entre outros artifícios.  O Facebook, outro caso, é uma plataforma na qual  textos e imagens circulam livremente e vem, aliás, se configurando como um espaço carente de consistência; sobram palavras, faltam sentidos. De todo modo, o contato com textos de leitura breve e promessa de fruição tem sido o mais costumeiro nestes novos tempos. Podemos  pensar que o microconto, assim como os textos do Twitter ou a conversa escrita do WhatsApp, tem uma estética própria da contemporaneidade.

Aqui compartilhamos a ideia do livro “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século”, organizado pelo pernambucano Marcelino Freire, que convidou cem autores contemporâneos para produzir histórias de até cinquenta letras (sem contar título e pontuação). Fernando Bonassi, Manoel de Barros, Glauco Mattoso, Adriana Falcão e Millôr Fernandes são alguns dos que participaram dessa brincadeira inteligente. O resultado é uma coletânea de soluções inusitadas e divertidas.

FIM

Corpos se separam.

Ofegantes ainda.

E distantes para sempre.

(Alberto Guzik)

Uma vida inteira pela frente.

O tiro veio por trás.

(Cíntia Moscovich)

Se eu soubesse o que procuro

com esse controle remoto

(Fernando Bonassi)

AMOR

Maria,

quero caber todo

em você.

Agora escreva um conto. E, se quiser, aumente um ponto. Só um ponto. Final.

Lilia Rezende

Professora da Rede Estadual de Ensino

O uso seguro e ético da internet

Salve, galera!

   O mundo digital está cada vez mais presente em nossas vidas, sendo um meio de entretenimento onde todos se encontram, ouvem música, assistem vídeos, conversam com amigos, curtem e compartilham fotos. Mas é importante que se tenha consciência sobre o uso adequado, bem como sobre o forma segura e ética de se comportar neste ambiente, sobretudo os jovens, já que eles passam muito tempo navegando e até mesmo conversando com desconhecidos.

  Com tanta exposição na rede, é necessário ficar atento às fotos que são publicadas; já que depois de postadas, perde-se o controle sobre elas, torna-se público. Há também a questão do cuidado quanto as pessoas com as quais “conversamos” virtualmente – teclamos, elas podem estar mal-intencionadas e utilizarem as informações e imagens de forma indevida e depreciativa.

  O direito de imagem é resguardado na Constituição brasileira, conforme está instituído no inciso X– “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”.

  Contudo, para não ter a sua imagem divulgada na rede e evitar futuros arrependimentos é necessário habituar-se aos cuidados. Lembre-se, é você que decidi  o que vai publicar na rede.

  E para não vacilar, confira no Quiz abaixo dicas para não cair nas armadilhas do mundo virtual.

Captura de tela em 2014-02-12 12:53:43

Abraços!

Uso excessivo da internet

 Olá, pessoal!

A internet e as tecnologias estão cada vez mais presentes em nossas vidas, seja para fazer uma pesquisa escolar ou acesso as redes sociais, o que nos possibilita interação através de textos, vídeos e imagens.

Com esses novos avanços tecnológicos, é necessário ficarmos atentos ao tempo de uso, seja no acesso pelo computador ou dispositivos móveis, já que conectar-se ao mundo virtual integrou, literalmente, os hábitos diários dos jovens.

O uso excessivo acarreta no descontrole e perda da rotina diária, especialmente em relação ao sono e a alimentação, além de limitar e prejudicar a socialização com a família e amigos.

O acesso ao ciberespaço traz benefícios pela interação com pessoas de todo o mundo, possibilita conhecer outras culturas, mas é preciso ter cuidado para não deixar de vivenciar experiências importantes da vida real, além de evitar problemas de saúde como dor na coluna e nas mãos devido a má postura e ao tempo de uso.

Curtiu nossas dicas? Confira o Quiz abaixo e veja se você está utilizando o ciberespaço de forma excessiva.

Captura de tela em 2014-02-10 12:50:10

Então, vamos utilizar a internet de forma segura e saudável? Tenha um tempo livre para o lazer, fazer algum esporte, visitar um (a) amigo(a).

Mobilize a sua turma e faça o uso de uma internet segura.

Abraços!

Fonte: http://new.netica.org.br/adolescentes/quiz-uso-excessivo

 

Colégio Úrsula Catharino trabalha a criatividade por meio da matemática

O Colégio Estadual Úrsula Catharino é um exemplo de como tornar a matemática mais próxima do cotidiano do estudante. A unidade, que funciona no bairro do Politeama, em Salvador, realiza, anualmente, o projeto A Matemática no Ambiente Escolar, dentro do Programa Gestão da Aprendizagem (Gestar). As atividades têm como objetivo desenvolver a criatividade do educando por meio da contextualização dos conceitos matemáticos no seu dia a dia.

“O projeto é uma oportunidade para que o educando desenvolva a sua criatividade ao criar uma situação cotidiana utilizando os conceitos matemáticos, além do desenvolvimento de outras habilidades na aplicação das tecnologias”, avalia a diretora da unidade escolar, Maristela Santana. Por meio dele, completa, os educadores refletem sobre novas práticas educativas, “buscando trabalhar no indivíduo as suas múltiplas capacidades, na apropriação de conhecimentos, hábitos e atitudes no que se refere à importância da matemática no ambiente escolar e nas relações que o educando desenvolve na família, na escola e na comunidade”.

GESTAR ALUNOS.JPGA professora de matemática e articuladora do projeto, Iramar Santos da Silva, explica que as atividades são realizadas na terceira unidade com alunos da 5ª e 6ª séries, por meio das quais a disciplina é contextualizada de acordo com o subtema de cada equipe.  “Esse projeto mostra ao estudante que a matemática está presente em diversas situações do cotidiano, por meio da inserção dos alunos em várias situações”.

Subtemas – Este ano, o trabalho realizado na terceira unidade das três turmas de 5ª série teve como subtemas Eu e a matemática,  A matemática na sala de aula, A matemática na quadra, A matemática na cantina, A matemática no entorno do colégio, A matemática no lixo ecológico e A matemática na gestão escolar. “Foi fantástica essa experiência. Os alunos se sentiram motivados, e muitos que não tinham afinidade com a disciplina passaram a vê-la com outros olhos”, afirma a professora Iramar da Silva. Com os alunos da 6ª série, este ano, o foco foi estatística.

A estudante Laiana Silva Santos, 11 anos, 5ª série, conta que o projeto mudou a sua concepção de mundo. “Aprendi muito sobre coleta seletiva, que é importante para não poluir o planeta. Se jogar papel no chão, os efeitos negativos para o meio ambiente vão se multiplicar e isso é matemática”.

O colega Guilherme Pimenta de Souza, 12 anos, 6ª série, também opina: “Meu trabalho foi sobre turismo na Bahia. Deu para aprender bastante sobre empreendedorismo com a empresa de jornal que criamos. Já sei que vou querer fazer vestibular para administração de empresas”, conta.

“Foi muito bom participar desse projeto. Aprendi muito sobre os conteúdos e passei a gostar ainda mais da disciplina”, disse Richardy Pereira de Souza, 11 anos, aluno da 5ª série.

Fonte: http://www.educacao.escolas.ba.gov.br/node/4056

I Semana do Professor – As Tecnologias e a educação

Olá, pessoal!

Tudo bem?

Atualmente vivemos a chamada era das tecnologias, que mudou significativamente em diversos aspectos a forma com que nos relacionamos com o mundo. Visto que a maior parte de nossas ações está diretamente ligada a esses fatores, ainda que não que sejamos obrigados a dominar ou de alguma forma acompanhar essa frenética evolução, em muitos casos, ao não nos adaptarmos a essa nova realidade, acabamos sendo excluídos de alguns processos inerentes a esse fato.

Esse tema é de expressiva importância na área que é um pilar da sociedade: a educação. Muitos(as) professores(as) têm a tecnologia como uma grande aliada, pois esta auxilia, dinamiza e favorece a construção e aplicabilidade de diversos conteúdos. Visto que o número de informações que os(as) estudantes acessam é cada vez maior e como é comum vermos crianças com grande conhecimento em informática, os(as) educadores(as) que ainda não tem intimidade com essa prática vem buscando se aprimorar afim de não se distanciar dessa evolução, bem como atualizar a suas praticas pedagógicas.

Acerca deste assunto conversamos com Marta Cristina Dantas Durão Nunes, coordenadora do Curso Técnico de Informática do Colégio Estadual Bolívar Santana.

Equipe ProfessorWeb – Qual a sua relação, enquanto professora, com as tecnologias de informação e comunicação (TIC) em sala de aula?

Marta Cristina – Num mundo onde a informação e o conhecimento são, cada vez mais, a principal fonte de transformações da sociedade, torna-se obrigatório usar as novas tecnologias também na educação. Educar com novas tecnologias é um desafio que até agora não foi enfrentado com profundidade. Temos feito apenas adaptações, pequenas mudanças, estamos aprendendo, fazendo. Os modelos de educação tradicional não nos servem mais, por isso é importante experimentar algo novo em cada ano, pouco a pouco iremos avançando e mudando. O professor deste novo século não pode simplesmente deixar o tempo correr, sem observar as mudanças que lhe estão sendo impostas.

Continue lendo