Inscrições abertas para o Seminário Internacional Independências nas Américas

Nos dias 30, 31 de julho e 1º de agosto, em Salvador -Bahia, Brasil acontecerá o Seminário Internacional Independências nas Américas. Em comemoração aos 190 anos de Independência do Brasil na Bahia pesquisadores e historiadores renomados nacionais e internacionais estarão reunidos, na Sala Walter da Silveira, no Complexo Cultural dos Barris, para debater as Independências das Américas, com atenção especial a Independência do Brasil na Bahia.

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Este é um evento realizado pela Fundação Pedro Calmon, em parceria, com a Universidade Federal da Bahia, Universidade do Estado da Bahia, Universidades Estadual do Recôncavo e do Sudoeste da Bahia, cujo objetivo é promover o diálogo sobre diferentes fatos ocorridos nas Independências de países das Américas. Nos dias 31 de julho e 1º agosto o evento irá proporcionar ao público contato com fatos das independências ocorrido no cenário internacional e nacional que ultrapassam os espaços das discussões estritamente acadêmicas.

Por meio de temas relacionados a contemporaneidade e independências; manifestações culturais das independências nas Américas; guerras de independência no Brasil e na Bahia, a Fundação Pedro Calmon, convida a sociedade a conhecer e discutir fatos importantes acerca do processo de independência de países das Américas, assim como, seus temas transversais esses contextos históricos.

Espaços de discussão serão destinados a importância dos movimentos populares, assim como, o de mulheres pela emancipação do Brasil, as diferentes comemorações e manifestações culturais da independência, as relações políticas construída entre estados e países em prol da emancipação, fatos relacionados a memória, identidade nacional e cultural, dentre vários outros temas importantes para todo esse processo, que precisa fazer parte do conhecimento popular.

Inscrições e mais informações acessem o Portal Fundação Pedro Calmon/SECULT

Cliquem aqui!

Os temas centrais das mesas redondas serão: Miradas sobre o processo de emancipação nas Américas; Entre conflitos e comemoração: história e memória da independência na América Latina; Resistência popular e consolidação da Independência no Brasil; Conflitos políticos e manifestações culturais na Bahia dos séculos XIX e XX. Para discutir esses temas palestrantes de diferentes universidades do Brasil, Cuba, México. Argentina, Perú foram convidados.

Durante o evento será realizada, uma série de atividades culturais tais como exibição de filmes, exposições, lançamento de revistas e livros, Leituras Públicas, atividades culturais que tem singular importância de proporcionar ao grande público o conhecimento sobre a história e memória da participação popular nas lutas pela emancipação, contribuindo para a formação do sentimento cívico e de identidade cultural.

Fonte: http://www.fpc.ba.gov.br/seminarioindependencias

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Palacete das Artes inaugura exposição em homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga

 

O Palacete das Artes Rodin Bahia inaugura no dia 24 de abril, às 19h a exposição “O IMAGINÁRIO DO REI, VISÕES SOBRE O UNIVERSO DE LUIZ GONZAGA” com curadoria de Bené Fonteles, artista plástico, escritor e curador,  com 11 livros publicados no vasto currículo. Essa exposição é uma homenagem coletiva orquestrada por Bené, com expografia rica e diversificada sobre a vida e obra de Gonzagão, registrada em obras de arte, fotos, filmes, livros e Cd’s que integram a mostra realizada pelo Palacete das Artes através da Secretaria de Cultura e da Diretoria de Museus do IPAC. Na mesma noite Bené Fonteles lança o livro de sua autoria “ O Rei e o Baião”.

“O Imaginário do Rei” presta um tributo a Luiz Gonzaga numa mostra composta por xilogravuras de João Pedro do Juazeiro, José Lourenço, Francorli & Carmem, Francisco de Almeida, Elias Santos e Arievaldo Viana; fotos de Christian Cravo, Adenor Godim, Gustavo Moura,Vivente Sampaio, esculturas de Frank Castro, Cícero Arraes, Demóstenes, Salete Diniz, Murilo, e de outros artistas de todo o Brasil. Da mostra participam ainda, os artistas Sante Scaldaferri, com pintura sobre óleo, Iuri Sarmento, Fernando Coelho, com colagem/fotos, Juraci Dórea, pintura, Marepe, Bel borba, Bárbara Tércia, Caetano Dias e Ayrson Heráclito, Ciça Fitipaldi, e Zuarte, com a instalação Cama e colcha de Gonzaga. Vão ser apresentados na exposição a roupa que o estilista Ronaldo Fraga fêz para Maria Bonita e a artista Liara Leite expõe objetos de cerâmica que Lampião e Maria Bonita viram entre cactos e xique-xique.

A exposição vai mostrar os tapetes de parede com o tradicional São João do Carneirinho e Luas, feitos pela goiana Dona Benícia Pereira; a roupa de couro de vaqueiro confeccionada pelo cearense Seu Expedito Seleiro e muitos objetos de Luiz Gonzaga que foram pesquisados desde Exú, em Pernambuco, sua terra natal, até aos quatros cantos do Brasil onde Gonzagão, além de um dos maiores interprétes da música brasileira, era visto como um herói do povo nordestino retratado em suas músicas.

Na Bahia, em particular, lembra Bené Fonteles, “a presença de Luiz Gonzaga é primordial na obra compositiva de artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tomzé e na força das vozes de Gal Costa, Xangai e Maria Bethânia” E continua: “ Os mais jovens, sabem menos, dos desdobramentos comportamentais e musicais  provocados por Gonzaga na cena cultural brasileira  nas últimas quatro décadas que vão de Alceu Valença a Chico Science e Nação Zumbi, destes, Mestre Ambrósio ao Cordel do Fogo Encantado e Lirinha”.

A partir dos anos 40 Gonzagão ganha o Brasil de norte a sul com a difusão dos ritmos da música do povo nordestino. O mestre sanfoneiro, professor de tantos talentos brasileiros, comparado aos nossos maiores músicos, Villas-Lobos, Noel, Pixinguinha, Dorival Caymmi e Tom Jobim, soube com maestria assimilar os ritmos que a migração lhe apresentou, misturá-los e transformá-los numa música que representa a sonoridade e a sofisticação dos sons brasileiros. Junto com Carmem Miranda, Luiz Gonzaga é o segundo artista no país a transformar com originalidade os costumes e símbolos de sua Região.

 

O REI E O BAIÃO, O LIVRO

O livro de Bené Fonteles  “O REI E O BAIÃO “, com apresentação de Gilberto Gil, é um trabalho magnífico de pesquisa sobre os 100 anos de Luiz Gonzaga , em  377 páginas, onde foram registrados  imagens belíssimas e preciosos  textos de viés poético do autor,  os ensaios arrebatados de Antonio Risério, do próprio Bené, de Hermano Vianna e Sulamita Vieira, trabalhos de profunda imersão nas águas da antropologia, da sociologia, da linguística, da musicologia e da mitologia do novo mundo, escorado nas obras de autores como Euclydes da Cunha, Guimarães Rosa, Gilberto Freyre, Câmara Cascudo, Darcy Ribeiro e Ariano Suassuna.

A edição é ilustrada pelas xilogravuras de Francorli & Carmem, Elias Santos, Arievaldo Viana, João Pedro do Juazeiro, José Lourenço, Francisco de Almeida, a pintura de Ciça Fittipaldi e o ensaio fotográfico de Gustavo Moura e evidencia o talento de

Luiz Gonzaga na mistura e recriação dos ritmos do baião ao xote, do xaxado à toada, para se tornarem, com o samba, as matrizes musicais e poéticas da nova música popular no Brasil.

 

SERVIÇO

O que: Lançamento Exposição “ O Imaginário do Rei, Visões sobre o Universo de luiz Gonzaga”, e lançamento do livro de Bené Fonteles “ O Rei e o Baião”

Quando: dia 24 de abril ( terça-feira) às 19h

Onde: Palacete das Artes Rodin Bahia, rua da Graça 284, Graça, Salvador/Ba

Horário de funcionamento: de terça a domingo das 10h às 18h até o dia 10 de junho

Realização: Palacete das Artes Rodin Bahia, DIMUS/IPAC e SECULT/BA

 

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/04/18/palacete-das-artes-inaugura-exposicao-em-homenagem-aos-100-anos-de-luiz-gonzaga/

Sertão na Tela Grande

Em seu retorno em abril, programa Circuito Popular de Cinema e Vídeo da Secretaria de Cultura do Estado traz o sertão como tema central de seus filmes

A produção cinematográfica baiana contemplou, por vários momentos, as belezas, histórias e tradições do estado, e o sertão não ficou de fora. Um bom exemplo disso é a obra “O dragão da maldade contra o santo guerreiro”, lançada no ano de 1969 e dirigida por Glauber Rocha. Em abril, como prévia da Celebração das Culturas dos Sertões, este e outros filmes sob a temática sertaneja serão exibidos para a alegria dos cinéfilos de plantão, com a retomada do Circuito Popular de Cinema e Vídeo (CPCV), considerado o maior circuito público de exibição nacional.

Promovido pela Diretoria de Espaços Culturais, em parceria com a Diretoria Audiovisual e a Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), o Circuito retorna com o lançamento do projeto Terças na Tela, quando todos os Centros de Cultura da SecultBA, situados na capital e interior, exibirão filmes e vídeos de diversos formatos e cinematografias às terças-feiras, com sessões às 15h e 19h.

A primeira Mostra do evento, que acontecerá entre os dias 03 e 24 de abril, terá como tema “O Sertão no Cinema”. Os filmes selecionados para este período apresentam a rotina sertaneja da Bahia em distintos momentos históricos e diferentes olhares através das lentes de grandes nomes da sétima arte brasileira. Entre eles estão os filmes “O Grito da Terra”, de Olney São Paulo, “Paixão e Guerra no Sertão de Canudos”, de Antônio Olavo e o curta “A Musa do Cangaço”, de José Umberto Dias, além da animação “Boi Aruá”, de Chico Liberato, que abre o circuito.
Em maio, a programação será ainda mais ampla. O projeto Terças na Tela alcançará um total de 12 cidades e 16 espaços exibidores. As temáticas abordadas são amplas, passando pelas culturas afro, indígena, infantil e diversidade sexual. Desde 2008, o Circuito Popular de Cinema e Vídeo circulou por diversas cidades baianas. Em 2011, o CPVC realizou mais de 230 sessões  e reuniu um público que ultrapassa o numero de 9 mil pessoas.

Programação CPCV/ Mostra “O Sertão no Cinema”

Calendário ABRIL

Semana 1 – 03 de abril
Boi Aruá (BRA, 1984)
Direção: Chico Liberato
Duração: 85 minutos
Classificação: 12 anos
Animação

Semana 2 – 10 de abril
O Grito da Terra (BRA, 1964)
Direção: Olney São Paulo
Duração: 83 minutos
Classificação: 14 anos

Semana 3 – 17 de abril
O dragão da maldade contra o santo guerreiro (1969), de Glauber Rocha
Duração: 99 min.
Gênero: Ficção
Classificação: 14 anos

Semana 4 – 24 de abril
Paixão e Guerra no Sertão de Canudos (BRA, 1993)
Direção: Antônio Olavo
Documentário
Duração: 98 minutos
Classificação: 12 anos
religiosos e militares.
+
Curta-metragem
A Musa do Cangaço (BRA, 1982)
Direção: José Umberto Dias
Duração: 15 minutos
Classificação: 12 anos

SERVIÇO
Evento: Circuito Popular de Cinema e Vídeo (CPCV) / Terças na Tela
Data: entre os dias 03 e 24 de abril
Local: Centros de Cultura da SecultBA
Programação e informações : http://www.cultura.ba.gov.br

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/03/21/sertao-na-tela-grande/

Missão norte-americana do início do século XX pode ser Patrimônio Cultural da Bahia

Fotos: Elias Mascarenhas

Um conjunto de edificações de caráter excepcional e singular, influenciado pelos estilos arquitetônicos neo-palladianismo, georgian e art déco, construído no início do século XX no município de Wagner, a 414 km de Salvador, na Chapada Diamantina, pode se tornar oficialmente um Patrimônio Cultural da Bahia.

A proposta foi apresentada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) na última segunda-feira (23), com a presença do secretário de Cultura do Estado, Albino Rubim, que coordenou até ontem (26) uma caravana cultural que passou pelos municípios de Lençóis, Wagner, Nova Redenção e Iraquara, acompanhado por 22 assessores e técnicos da secretaria estadual (SECULT).

O processo de tombamento começa com pesquisas realizadas por equipe multidisciplinar do IPAC criando um dossiê, encaminhado á SECULT que o submeterá ao Conselho Estadual de Cultura. Este, depois de analisar e aprovar devolve à secretaria que submete o veredicto à apreciação do governador do estado, que após decidir, finalmente pode assinar o decreto de tombamento publicado no Diário Oficial.

“O motivo inicial foi apresentar o Projeto Circuitos Arqueológicos proposta via convênio entre o IPAC e a Universidade Federal da Bahia (UFBA) desde 2008, mas aproveitamos para realizar uma caravana por vários distritos desses municípios conhecendo os bens culturais dessa grande região, sejam materiais ou imateriais”, disse o secretário de Cultura durante a apresentação.

Em Wagner a comitiva da SECULT conheceu a pesquisa do IPAC sobre as edificações norte-americanas, visitou o antigo povoado de Cachoeirinha, onde foram apresentadas manifestações culturais como aboios de vaqueiros e cantos de reisado, além de uma estância onde ainda existem antigos alambiques, fábrica de rapadura e melaço, e bens paisagístico-ambientais, com vales, serras, rios e cachoeiras.

Este e outros roteiros de viagem fazem parte de proposta do IPAC para os Circuitos Arqueológicos – contemplando bens culturais tangíveis e intangíveis –, ação que pode auxiliar no desenvolvimento econômico sustentável da Chapada. “Outros estados brasileiros e países já utilizam os seus atrativos naturais e culturais como um dos principais vetores da economia, e a Bahia que detém um dos mais ricos acervos arquitetônicos e arqueológicos do país, pode conseguir o mesmo”, diz o diretor do IPAC, Frederico Mendonça. A proposta, contudo, dependeria de ampla parceria entre poderes públicos municipais, estadual e federal, iniciativa privada e sociedade civil organizada.

Segundo Mendonça, os edifícios que estão sob estudo e tombamento provisório em Wagner são a Igreja Presbiteriana, o Grace Memorial Hospital e o Instituto Ponte Nova. O pedido de tombamento apareceu sob a forma de abaixo-assinado de moradores da região. O município de Wagner surgiu às margens do Rio Utinga, devido à criação do Instituto em 1906, a partir da vinda desses presbiterianos norte-americanos que construíram as edificações. O projeto inicial foi instalar uma escola-fazenda, e depois uma estação missionária com ações de religião, educação e saúde.

Os missionários pretendiam uma imagem de progresso e civilização, e promoveram a criação de um novo espaço com características urbanísticas mais americanas que português-brasileiras. “O estilo do neo-palladianismo apresenta formas quadradas, com simetria e vergas retas sobre as portas e janelas e a mesma austeridade e amplitude nas linhas urbanas”, explica a professora da Universidade Católica do Salvador e arquiteta do IPAC, Lígia Larcher. São comuns os frontões triangulares para marcar acessos e colunas. Pisos cerâmicos oitavados, lustres de vidro piramidais art déco, são outras características. Também existe uma igreja em estilo neogótico, de torre com ameias, evocando um castelo medieval.

Outro imóvel é o Instituto Ponte Nova que recebia alunos em internato de toda a Bahia e ainda tem os pisos em parquet, que é um assoalho feito de peças de madeira nobre, de tamanhos, cores e formas diversas, em desenhos geométricos. Para Lígia Larcher, com as instalações que ainda dispõe, a cidade de Wagner poderia se tornar um pólo cultural-educacional na Chapada, e o tombamento é um dos incentivadores dessa transformação. Todo imóvel tombado também tem prioridade nas linhas de financiamento.

Mais informações sobre o tombamento em Wagner, com a Gerência de Patrimônio Material (Gemat) do IPAC via telefones (71) 3116-6742 e 3116-6933, e endereço eletrônico gemat.ipac@ipac.ba.gov.br. Outros dados sobre ações do IPAC no site http://www.ipac.ba.gov.br.

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/01/27/missao-norte-americana-do-inicio-do-seculo-xx-pode-ser-patrimonio-cultural-da-bahia/

Revista ‘Cultura e Pensamento: Juventude e Ativismo’ será lançada nesta segunda

Refletir sobre grandes temas que circundam o universo da juventude e as possibilidades e desafios da aproximação cultural entre África, América Latina e Europa são alguns dos objetivos da revista ‘Cultura e Pensamento: Juventude e Ativismo’, que será lançada nesta segunda-feira (12/09) na Universidade Federal da Bahia (Ufba).

O lançamento da edição especial da coleção ‘Cultura e Pensamento’ acontece às 17h, no auditório do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (Ihac), vinculado à Ufba, em Ondina.

A programação do evento inclui o debate sobre ‘Juventude e Desenvolvimento’ com a participação do secretário de Cultura, Albino Rubim, dos coordenadores de Juventude do Governo do Estado, Vladimir Costa, e da ONG Contato, Vitor Santana, além do professor da Ufba, Carlos Bonfim. O evento é uma realização da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) em parceria com o Ihac e a Ong Contato.

A publicação reúne 14 artigos e quatro entrevistas com diferentes olhares de artistas, intelectuais e pensadores sobre o tema central. O cenógrafo Gringo Cardia e o cineasta Eryk Rocha são alguns dos entrevistados. O historiador norte-americano James Green, o poeta e professor cubano Lionel Valdivia, o antropólogo José Márcio Barros, o líder indígena Gersem Baniwa, entre outros, assinaram artigos.

‘Cultura e Pensamento: Juventude e Ativismo’ é uma realização do Ministério de Cultura por meio do programa Cultura e Pensamento, numa parceria entre a ONG Contato – Centro de Referência da Juventude, Centro Cultural Casa África (Brasil – Senegal), Asociación Hermanos Saíz (Cuba) e a ONG CIC Batá (Espanha).

A publicação em breve estará disponível no site Cultura e Juventude.

Fonte: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2011/09/11/revista-cultura-e-pensamento-juventude-e-ativismo-sera-lancada-nesta-segunda