Onde está o PW? (História)

E aí Galerinha,

O que acham de conhecer um pouco mais a História da cidade do Salvador?

Vocês conhecem o desenho “Onde está Wally?”. Seguindo esta linha, a pergunta é: Onde está o Professor Web?
Na foto, temos o registro de um bairro da cidade no século XVIII e XIX. Então, descubram que bairro é este.
Confiram ainda um pouco da história que a foto traz e as mudanças que ocorreram nesta região.

Mandem suas respostas nos Comentários.

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Então, acharam?

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Vou esperar um pouco mais.

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E aí?

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A resposta é…

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O Campo Grande é um bairro de Salvador. Surgido no início do século XIX em torno da Praça de mesmo nome, sofreu uma série de transformações urbanas no decorrer da sua história. Constitui-se em um dinâmico centro cultural, nomeadamente devido à presença de instituições como o Teatro Castro Alves (TCA) e o Teatro Vila Velha, de importantes colégios e de associações como a “Casa d’Itália” na sua área.

HistóriaA sua origem está relacionada, no contexto da transferência da corte portuguesa para o Brasil, com a passagem da Família Real Portuguesa a Salvador (1808). Diferentemente de bairros mais antigos, neste, as casas foram construídas distantes dos lotes vizinhos e das vias públicas.

A praça do Campo Grande, primitivamente denominada como Campo de São Pedro, viria a ser palco de aguerridos combates durante os eventos que precederam as lutas pela independência da Bahia, já em 1821, dada a vizinhança com o forte de São Pedro, praça disputada pelas vertentes em conflito no seio das tropas: brasileiros e portugueses.

Cortada ao meio por um profundo vale, foi somente ao final do século XIX, no governo republicano de Rodrigues Lima, que a praça foi ricamente ornamentada e recebeu a configuração que hoje ostenta, com monumentos grandiosos encomendados na França, evocando os heróis das lutas pela Independência da Bahia.

No início da década de 1980 o Campo Grande viu-se novamente transformado em palco de batalhas campais, desta feita entre os estudantes, contestando o aumento das passagens de ônibus, ocasião em que foram reprimidos pelas tropas da Polícia Militar, enviadas pelo então governador Antônio Carlos Magalhães (1981). Desde então, tem sido palco das grandes manifestações populares e reivindicatórias – como a gigantesca passeata do “Fora Collor”, dez anos depois.

Características

Com árvores centenárias, situa-se após o chamado “Corredor da Vitória” (parte da Avenida Sete de Setembro, que atravessa o bairro), o Vale do Canela e o Canela, centralizando boa parte dos acessos que conduzem à “Cidade” – como é chamado o antigo centro de ruas comerciais.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_Grande_(Salvador)

Não deixem de participar e ajudar com idéias e dicas.

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Onde está o PW? (História)

E aí Galerinha,

O que acham de conhecer um pouco mais a História da cidade do Salvador?

Vocês conhecem o desenho “Onde está Wally?”. Seguindo esta linha, a pergunta é: onde está o Professor Web?
Na foto, temos o registro de um bairro da cidade no século XVIII e XIX. Então, descubram que bairro é este.
Confiram ainda um pouco da história que a foto traz e as mudanças que ocorreram nesta região.

Mandem suas respostas nos Comentários.

E ai, acharam? Então vou deixar vocês olharem mas um pouco.

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Depois de olharem, acharam? Ainda nada? Olhem de novo.

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Acharam? humm, nada? Vamos dar uma dica, mas antes olhem só mais uma vez.

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Vejo que estão muito ansiosos, vou dar a dica, ele está com uma roupa PRETA e BRANCA, acharam?

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Já que acharam, ai vai a resposta.

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Opá, esqueci de falar, Acharam?

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Depois de achar o PW, vocês descobriram que bairro é esse?

Vamos dar uma dica, ele é muito famoso. Então descobriram?

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E ai, é a Suburbana?

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Não, pesquisem um pouco mais.

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Descobriram? Parabéns, segue a resposta.

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Salvador foi transformada em sede de diocese já em 1551, apenas dois anos após a fundação da cidade pelo governador-geral Tomé de Sousa. Em 1552, ao chegar à Bahia, o bispo D. Pero Fernandes Sardinha utilizou como Sé a Capela de Nossa Senhora da Ajuda, construída pelos jesuítas com taipa e cobertura de palha. Essa primeira catedral é, devido a sua precariedade, apelidada Sé de Palha.

Uma nova sé-catedral começou a ser erguida ainda na época de Tomé de Sousa numa zona fora dos muros da cidade, onde também os jesuítas instalavam seu colégio e igreja definitivos. Essa zona foi também logo cercada por um muro, necessário devido às ameaças de ataque dos indígenas e de outros europeus. Não se sabe exatamente quando foi começada nem terminada, mas em 1570 o governador Mem de Sá informa que a reconstruiu em pedra e cal, com uma planta de três naves.

Ao longo de todo o século XVIII, vários documentos indicam que a Sé tinha sérios problemas de conservação. Então, em 1761, os jesuítas foram expulsos da colônia, e seu colégio e magnífica igreja ficaram vazios. Numa carta ao arcebispo D. José Botelho de Matos, datada de 1765, o rei José I ofereceu-lhe a igreja jesuíta de maneira interina até que a Sé fosse restaurada. Essa situação provisória, porém, continuou até os dias de hoje.

Nos inícios do século XIX, a fachada ameaçava ruína e foi refeita a muralha em frente à fachada, para tentar impedir a caída das torres. O muro acabou ruindo, o que levou à demolição preventiva das torres e grande parte da cantaria da fachada. O enorme edifício, descuidado pelas autoridades eclesiásticas, foi entregue a uma irmandade religiosa, a do Santíssimo Sacramento da Sé, que realizou uns poucos trabalhos de manutenção, inclusive substituindo alguns retábulos no interior.

No dia 07 de agosto de 1933, após anos de debates e grande polêmica, a antiga Sé da Bahia foi demolida junto com dois quarteirões de edifícios do centro histórico. A demolição foi realizada numa época – o começo do século XX – em que o centro de Salvador passava por muitas reformas urbanísticas, e o objetivo da destruição dos edifícios coloniais foi dar lugar aos trilhos dos bondes da Companhia Linha Circular de Carris da Bahia.

O espaço criado deu origem à Praça da Sé, que inicialmente abrigava os bondes da Companhia. Como homenagem a seu significado religioso e histórico, em 1956 foi colocado na Praça um busto de bronze de D. Pero Fernandes Sardinha, primeiro bispo do Brasil e impulsor da construção da primeira catedral. Em 1999, onde se localizava o adro da Sé, foi levantado o monumento Cruz Caída, criado em aço inox pelo escultor Mário Cravo, em memória da destruição do histórico edifício.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9_da_Bahia_(antiga)