Febre Amarela

Olá pessoal! Como vão vocês?

Hoje abordaremos um assunto de suma importância! Uma epidemia de febre amarela doença provocada por um vírus que começa a se espalhar pelo país. E já chegou aqui, pertinho de nós. Este fato tem  deixado  os órgãos de saúde em alerta máximo, pois é uma doença infecciosa aguda de curta duração e transmitida pela picada dos mosquitos infectados não ocorrendo,portanto,   a transmissão direta de pessoa para  pessoa.febre amarela 01Importante saber que a  vacina é a principal ferramenta de prevenção e controle da doença.

O vírus apresenta dois ciclos distintos  epidemiológicos  de transmissão : ciclo silvestre (espaço rural) e  e ciclo urbano, como podem ser claramente visualizados na imagem.(Fig.01) No ciclo silvestre da febre amarela, os primatas não humanos (macacos) são os principais hospedeiros e amplificadores do vírus e os vetores são mosquitos com hábitos estritamente silvestres, sendo os gêneros Haemagogus e Sabethes os mais importantes na América Latina. No ciclo urbano, o homem é o único hospedeiro com importância epidemiológica e a transmissão ocorre a partir de vetores urbanos (Aedes aegypti) infectados. Mosquito este, que é responsável não só pela transmissão da febre amarela urbana, mas também dos vírus da chikungunya, zika e dengue, cria-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Quaisquer recipientes como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, tornar-se -ão novos mosquitos.

Portanto, devemos evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além dismapablogso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente, para aqueles que moram ou vão viajar para áreas Fig. 02 com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

Espero que tenha ajudado! Saber das medidas profiláticas e cumpri-las são ações positivas para  combater a febre amarela.

 

Luciano Albuquerque

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

 

REFERÊNCIAS

COSTA, Z. G. A. et al. Evolução histórica da vigilância epidemiológica e do controle da febre amarela no Brasil. Revista Pan-Amazônica de Saúde, Ananindeua, PA, v. 2, n. 1, mar. 2011

TAUIL, P. L. Aspectos críticos do controle da febre amarela no Brasil. Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 44, n. 3, p. 555-558, 2010.

SESAB. [Mapa vacinação da Bahia] .2017. Disponível em :http://www.saude.ba.gov.br/novoportal/index.php?option=com_content&view=article&id=11595:perguntas-e-respostas-febre-amarela&catid=103:febre-amarela. Acesso em 23 de março de 2017.

Comunidade Escolar do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira no Combate ao Mosquito Aedes aegypti

Combatendo o Inimigo Número 1 é o título do projeto que professores de diversas disciplinas e estudantes do ensino médio do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira irão promover ao longo de todo o ano letivo de 2016, para exterminar com o mosquitinho da vez! O Aedes aegypti vem ocupando as páginas dos jornais de todo o país e os noticiários na TV. Tanto burburinho tem justificativa, pois esse mosquito é capaz de transmitir os vírus da zika,  da chikungunya, da febre amarela e da dengue. Segundo o portal do ministério da Saúde, esse mosquito é originário da África e se disseminou para “o continente americano por embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de escravos. Há registro da ocorrência da doença em Curitiba (PR) no final do século 19 e em Niterói (RJ) no início do século 20.”

Tantos milhões de brasileiros contaminados, para além das mortes relacionadas a estes vírus, e agora a microcefalia de bebês causados por mulheres contaminadas pelo vírus da zika, chamaram a atenção da comunidade escolar do Colégio de Aplicação. Por isso, não basta apenas discutir sobre o Aedes e formas de prevenção, é preciso se posicionar e atuar no seu combate. Assim sendo, o Colégio de Aplicação declarou guerra ao mosquito e nos próximos meses irá promover uma aula prática para a identificação de possíveis focos de larvas na escola e no Instituto Anísio Teixeira, em Salvador. E essa não será a única ação desenvolvida pela comunidade escolar, segundo nos informou a articuladora de linguagem Maria Ilza de Oliveira e a coordenadora Sueli Fernandes Moura. A equipe pedagógica promete incentivar pesquisas sobre o tema e, ao final de cada mês, as turmas de uma determinada série irão apresentar o resultado dos conhecimentos adquiridos através de dramatizações, paródias, apresentação de estudos e muito mais.

É isso aí, meu povo, precisamos nos movimentar! Se você gostou da iniciativa do Colégio de Aplicação, curta nossa postagem, comente, discuta na sua comunidade estratégias de combate a essa praga do século XXI e compartilhe conosco suas ideias! O combate ao Aedes depende de todos nós, incluindo as autoridades políticas locais que recebem verbas do governo federal para implementar o sistema de saneamento básico nas regiões que ainda não possui. Vamos exigir que esse dinheiro seja de fato aplicado no provimento de água potável, no manejo de água pluvial, na coleta e tratamento de esgoto, na limpeza urbana, no manejo de resíduos sólidos e no controle de pragas e qualquer tipo de agente patogênico.

Abaixo, segue o jogo da Dengue, cujo objetivo é encontrar focos do mosquito Aedes em uma residência!!!

Fig. 1: Jogo da Dengue. Imagem: AEW

Fig. 1: Jogo da Dengue. Imagem: AEW

 

Telma Santos

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Zangões contra Mosquitos

E aí, galera! Beleza?

Nos últimos dias, uma das coisas que mais têm aparecido nos meios de comunicação é o caso das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika, febre amarela e chikungunya. O Aedes é um mosquito de hábito diurno, que se reproduz onde há água limpa e parada. Por ser atraído por altas temperaturas, se propaga muito mais rápido no verão, mas devemos nos manter vigilante o ano inteiro. Para ajudar no combate ao mosquito, temos um novo aliado que já vem sendo usado em algumas cidades do Brasil:

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Fig. 1: Drone

os zangões, que em inglês significa drones, como são mais conhecidos. Trata-se de um apelido dado ao VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), que, como o próprio nome diz, é todo e qualquer veículo não tripulado controlado remotamente. Como eles podem ajudar no combate ao mosquito da dengue?

Simples! Eles podem chegar facilmente aonde os agentes da campanha de combate não podem chegar, como topos de prédios, casas abandonadas e outras áreas de difícil acesso, facilitando o mapeamento de possíveis focos de procriação do Aedes aegypti. Dessa forma, torna o combate ao mosquito muito mais preciso e eficaz, mas isso não nos isenta de fazer a nossa parte. Afinal, uma fêmea do mosquito pode colocar cerca de 450 ovos. Como podemos ajudar no combate? Não deixando água parada em garrafas destampadas; tanques destampados e piscinas descobertas; procurar manter as calhas sempre limpas para que a água não fique empoçada, evitando ao máximo deixar água parada e exposta. Caso conheça algum local que seja um possível foco de reprodução do mosquito, denuncie para o órgão responsável.

É isso aí, galera! Vamos todos juntos formar essa corrente contra o Aedes aegypti.

Gabriel Luhan

Colaborador da Rede Anísio Teixeira