Oficina para a Produção de Mídias na Educação e Cobertura Colaborativa 2016

A última Oficina para a Produção de Mídias na Educação (PME), do ano de 2016, oferecida no período de 7 a 24 de novembro, pela Rede Anísio Teixeira (Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Rede Pública Estadual de Ensino), estimulou, mais uma vez, o uso crítico e reflexivo das tecnologias da informação e da comunicação (TICs). Estudantes da rede pública estadual de ensino fizeram uma imersão no Instituto Anísio Teixeira (IAT) a fim de saber um pouco mais sobre Softwares e Licenças Livres, Produção Textual para Multimeios, Fotografia e Produção Audiovisual, módulos que fazem parte do currículo do curso.

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil. Foto: Peterson Azevedo

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil 2016. Foto: Peterson Azevedo

Durante a oficina, os estudantes tiveram aulas teóricas com as especificidades de cada módulo e puderam colocar em prática tudo que aprenderam, ainda no processo formativo. Desse modo, já colocavam a mão na massa enquanto complementavam os conhecimentos. Ou melhor: colocavam a mão no teclado, na câmera fotográfica e nos recursos para a produção e edição audiovisual.

Como atividade final da PME, houve uma Cobertura Colaborativa Estudantil  do I Congresso Baiano de Inovação e Tecnologia na Educação (Inovatec). Na ocasião, os estudantes foram organizados em grupos de trabalho e atuaram como repórteres, fotógrafos, produtores audiovisuais e redatores para mídias digitais. A atividade, além de contribuir para que eles implementassem os conhecimentos adquiridos durante o processo formativo, foi mais um espaço para o protagonismo da comunidade escolar da rede pública estadual de ensino nas ações da Rede Anísio Teixeira.

Emili Oliveira, 16 anos, do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, atuou como fotógrafa na Cobertura Colaborativa e disse que a experiência contribuiu muito para a sua vida: “Foi uma experiência incrível, que melhorou bastante tudo que eu já tinha feito antes. Ainda me fez perceber uma coisa que eu gosto muito e desenvolver isso: o gosto pela fotografia”.

Fig. 2: A estudante Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 2: Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Nickson Teles, 18 anos, do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, destaca que a participação na Cobertura Colaborativa o auxiliou na escolha da profissão: “Atuei como cinegrafista, aprendi técnicas sobre gravação e aprimorei o que realmente quero como profissão. Tive oportunidade de desenvolver aptidões que estavam guardadas”, revela o jovem que quer trabalhar na área de comunicação.

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

A Cobertura Colaborativa Estudantil contou com produção multimídia de algumas ações do Inovatec. Tudo que foi produzido pode ser conferido neste link: oprofessorweb.wordpress.com/author/coberturaestudantil/. Além disso, neste ano, a equipe que participou da atividade teve um outro desafio: produzir um programa de TV. Quer saber no que resultou? Assista ao vídeo abaixo, compartilhe nas suas redes e deixe a sua opinião sobre o que achou. É importante para nós! Ubuntu!

Programa Cobertura Colaborativa – Inovatec – Parte 01

Café Filosófico – CPFL Cultura: A criança em seu mundo

Salve, salve, turma!

O Brasil conta atualmente com mais de 190 milhões de habitantes de acordo com o Censo Demográfico de 2010. Segundo o IBGE (PNAD 2001), estima-se que 89 % dos lares brasileiros possuem televisão, enquanto 85% possuem geladeira, demostrando a importância que as famílias brasileiras atribuem a TV.

Em um país marcado pelas desigualdades econômicas e sociais, analfabetismo e um sistema de educação carente, a maioria dos jovens, crianças e famílias tem a televisão como principal fonte de entretenimento, informação e educação. “De acordo com os dados do Ibope de 2003, as crianças ficam em média 4 horas diárias assistindo TV”¹ e antes de iniciar sua vida escolar essas crianças terão assistido cerca de 5 à 6 mil horas, tendo visto todo tipo de programação, adequada e inadequada, para sua idade.

 “A mídia como corpo docente” é um dos desafios colocados no processo de educação, pois ao tempo que apresenta programas educativos, por outro lado estimula o consumismo, o modismo, uma sexualidade precoce e tantos outros problemas.

Tendo em vista esses desafios o Café Filosófico – CPFL Cultura convidou o Professor Mario Sérgio Cortella para falar sobre “A criança em seu mundo”.

Captura de tela em 2013-03-26 12:33:28

Ótima sessão e até a próxima!

¹ http://www.aliancapelainfancia.org.br/artigos.php?id_artigo=65

Radionovelas do IRDEB

Olá turma,

É comum vermos a nossa história sendo retratada nos filmes, novelas ou radionovelas, reavivando personagens passados e resgatando a memória histórica de uma determinada comunidade.

Esse é um dos recursos midiáticos que pode ser utilizado por professores e estudantes, para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem.

Pensando nisso o IRDEB (Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia), disponibiliza no seu portal oito radionovelas que enaltecem a nossa cultura.

Eis algumas das radionovelas:

Maria Felipa

Natural de Itaparica, Maria Felipa foi uma mulher de muita coragem, eximia capoeirista e marisqueira. Lutou pela independência da Bahia comandando cerca de 40 mulheres, que enfrentaram a tropa portuguesa na ilha de Itaparica. Em sua biografia destaca-se a lendária história de quando Maria Felipa usou galhos de Cansanção para dar uma surra nos vigias portugueses Araújo Mendes e Guimarães das Uvas.

Cosme de Farias

Cosme de Farias nasceu em São Tomé de Paripe. Com apenas o curso primário tornou-se advogado provisionado (rábula), e passou a vida defendendo milhares de clientes que não possuíam condições financeiras.

Sua maior realização foi o habeas corpus em favor de Sérgia Ribeiro da Silva – a  cangaceira Dadá, viúva de Corisco, em 1942.

Em 1915 fundou a “Liga Baiana contra o Analfabetismo”, instituição que funcionou até a década de 1970, publicando cartilhas e mantendo escolas para a população mais pobre, da capital e de algumas outras cidades baianas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosme_de_Farias