Cine PW: “Macunaíma”

Olá, turma!

O Cine PW traz para vocês um clássico da literatura e do cinema brasileiro, Macunaíma.

Macunaíma é um filme brasileiro, de 1969, do gênero comédia, escrito e dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, baseado na obra de Mário de Andrade.

Macunaíma nasceu numa tribo amazônica. Lá passa sua infância, mas não é uma criança igual as outras do lugar. É um menino mentiroso, traidor, pratica muitas safadezas, fala muitos palavrões, além de ser extremamente preguiçoso. Tem dois irmãos, Maanape e Jiguê.

Vai vivendo assim a sua meninice. Cresce e se apaixona pela índia Ci, A Mãe do Mato, seu único amor, que lhe deu um filho, um menino morto. Depois da morte de sua mulher, Macunaíma perde um amuleto que um dia ela havia lhe dado de presente, era a pedra “muiraquitã”. Fica desesperado com esta perda, até que descobre que a sua muiraquitã havia sido levada por um mascate peruano, Vesceslau Pietra, o gigante Piamã, que morava em São Paulo. Depois da descoberta do destino de sua pedra, Macunaíma e seus irmãos resolvem ir atrás dela para recuperá-la. Piamã era o famoso comedor de gente, mas mesmo assim ele vai atrás de sua pedra.

A história, a partir daí, começa a discorrer contando as aventuras de Macunaíma na tentativa de reaver a sua “muiraquitã” que fôra roubada pelo Piamã, um comerciante. Após conseguir a pedra, Macunaíma regressa para a sua tribo, onde após uma série de aventuras finais, finalizando novamente na perda de sua pedra. Então, ele desanima, pois sem o seu talismã, que, no fundo, é o seu próprio ideal, o herói reconhece a inutilidade de continuar a sua procura, se transforma na constelação Ursa Maior, que para ele, significava se transformar em nada que servisse aos homens, por isso, vai parar no campo vasto do céu, sem dar calor nem vida a ninguém.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuna%C3%ADma

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Dica de Leitura: Semana de Arte Moderna

Artes plásticas, literatura e música. Em 2012, o Brasil comemora os 90 anos da Semana de Arte Moderna, que deu início a uma revolução contra a  linguagem artística da época através de apresentações e exposições que quebraram os ideais estéticos vigentes desde o século XIX.
Nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, artistas como Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Pagu, Oswald de Andrade e Heitor Villa-Lobos apresentaram o Modernismo a uma sociedade conservadora, no Teatro Municipal de São Paulo, efervescente ponto de cultura do país. Na produção dos novos artistas, o nacionalismo aparece como forma de expressão aliada à arte, além da mistura de novos elementos que foram recebidos com desprezo pela população.
A Biblioteca Pública do Estado da Bahia disponibiliza obras de escritores modernistas para consulta pública. No Setor de Artes, que funciona de segunda à sexta-feira, das 8h30 às 18h , é possível encontrar livros que falam sobre a Semana de 22 ou exemplares de autoria dos participantes do evento histórico. Veja algumas das obras disponíveis:
 
– Pequena História da Música (Mário de Andrade)
– A Semana de Arte Moderna (Neide Rezende)
– Teatro: A Morta, O Rei da Vela, O Homem e o Cavalo (Oswald de Andrade)
– Desenhos de Di Cavalcanti na Coleção do MAC
– Tarsila do Amaral (Fundação Finambrás)