Fotografando Saberes

Estudante-repórter: Emili Oliveira

Olá, gente! Eu e Carol Aguiar, do núcleo de produção fotográfica da Oficina de Produção de Mídias na Educação, fizemos a cobertura colaborativa do último dia do 5º Seminário Estadual de Educação Integral, que ocorreu nos dias 24 e 25 de novembro, no Instituto Anísio Teixeira (IAT) O evento contou com muitas palestras, uma delas discutiu a atual conjuntura política da educação brasileira, enfatizando o debate sobre a escola sem partido. Confira, abaixo, o registro fotográfico que fizemos da mesa redonda e da estrutura do IAT. Foi uma experiência que abriu novos caminhos, permitindo cada vez mais novas descobertas.

 

Foto: Autorretrato
Foto: Autorretrato

Emili Oliveira tem 16 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.

 

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Como foi o 4º Encontro Estudantil. Algumas opiniões.

Olá, galera! Beleza?

Estamos no terceiro e último dia do 4º Encontro Estudantil da Rede Estadual, na Itaipava Arena Fonte Nova, evento que, nesses três dias, proporcionou oportunidades para troca de saberes, conhecimentos e experiências de todos envolvidos.

A tônica do 4º Encontro Estudantil nos conduz para uma grande celebração do protagonismo juvenil vivenciada por estudantes e professores das escolas da rede estadual de ensino durante o ano letivo de 2015” (Site do 4ºEnconto Estudantil).

No áudio a seguir, ouça um pouco da opinião dos estudantes e visitantes do 4ºEE.

Confira:

A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior

Dandara Lopes tem 14 anos, é estudante do Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

3º Feira de Tecnologias Sociais no 4º Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Dandara Lopes

Fala, pessoal! Tudo bem?

Estamos no segundo dia do 4º Encontro Estudantil, na 3º Feira de Tecnologias Sociais da Educação Profissional da Bahia.

A Educação Profissional da Bahia proporciona uma exposição como mostra dos seus projetos de Tecnologias Sociais. Reunindo estudantes e professores de cursos técnicos de todas as regiões territoriais do estado. O destaque na reportagem é a estudante, Ana Clara Xavier, do Centro de Educação Profissional do Território Sertão do São Francisco que fica na cidade de Juazeiro.

No áudio a seguir, entenda mais um pouco sobre a 3º Feira de Tecnologias Sociais.

Confira:

A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior

Dandara Lopes tem 14 anos, é estudante do Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

O ensaio é geral e o tempo das artes literarias é agora!

Estudante-repórter: Dandara Lopes

Fala, galerinha! Tudo bem?

Estamos no 4º Encontro Estudantil, no ensaio geral do TAL (Tempos de Arte Literária).

O TAL, neste ano, está com o objetivo de fazer com que as palavras “criem vida e lutem”, sejam a voz dos estudantes e jovens do Estado da Bahia.

No áudio a seguir, um pouco sobre o ensaio geral do TAL.

Confira:

A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior

Dandara Lopes tem 14 anos, é estudante do Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Diversidade étnica e cultural no 4° Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Lucicarla Lima

Uma das telas expostas na II Mostra Faces da Escola. Foto: Peterson Azevedo
Uma das telas expostas na II Mostra Faces da Escola. Foto: Peterson Azevedo

A II Mostra Fotográfica Faces da Escola traz uma exposição de pessoas, culturas e comunidades baianas, sob o olhar de educadores da rede pública de ensino. Foi necessário viajar por várias cidades do interior do estado, filmando e documentando as diversas culturas e identidades do povo baiano.

O fotógrafo e educador Peterson Azevedo conversa com a estudante-repórter Lucicarla Lima. Foto: Rodrigo Maciel
O fotógrafo e educador Peterson Azevedo conversa com a estudante-repórter Lucicarla Lima. Foto: Rodrigo Maciel

A exposição mostra uma diversidade étnica muito grande: brancos, negros e índios. A Mostra investiga um pouco da indentidade cultural desses povos. Peterson Azevedo, fotógrafo e professor da Rede Anísio Teixeira, conta a importância do Faces da Escola para a educação: A obras mostram, por meio da imagem, o protagonismo juvenil, o fazer desses estudantes; e mostra que a escola pública não é suja ,não é degradada, acabando com essa ideia de que estudante de escola pública não produz e não tem identidade. Os estudantes e professores são fundamentais para mostrar ao mundo que a escola pública é viva e se faz em qualquer lugar e em qualquer momento”, filosofou. Todas as obras expostas são de autoria do educador.

Jesiana Silva fala de suasimpressões sobre a II Mostra.Foto: Peterson Azevedo
Jesiana Silva fala de suasimpressões sobre a II Mostra.Foto: Peterson Azevedo

A estudante Jesiana Silva, 15 anos, do Colégio Estadual Padre Palmeira, em Salvador, achou a exposição interessante. “Mostra a identidade das pessoas. Acho que deveria ser feita em todas as escolas”.

A estudante-repórter Lucicarla Lima. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Lucicarla Lima. Foto: Raulino Júnior

Lucicarla Lima tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual José Tobias Neto, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Estudantes Totalmente Conectados

Estudante-repórter: Dandara Lopes

Fala, galera! Tudo bem?

Estamos no 4º Encontro Estudantil, na Tenda Digital, um espaço para produção, difusão e compartilhamento das midias e tecnologias educacionais da Rede Anisio Teixeira.

O “Conectados” faz parte da Tenda Digital e permite o acesso à internet, especialmente a conteúdos digitais, educacionais e livres.

No áudio a seguir, o pedagogo Eugles Junior explica um pouco sobre o “Conectados”.

Confira: 

 

A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Dandara Lopes. Foto: Raulino Júnior

Dandara Lopes tem 14 anos, é estudante do Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

“A visibilidade é uma armadilha”

Salve, turma esperta!

Hoje em dia, em praticamente todas as áreas de atuação da vida humana e em quase todos os lugares e organizações sociais, os sistemas computacionais tem sido utilizados como ferramenta para registrar e tratar dados, operacionalizar atividades e facilitar o acesso à informação, comunicação e compartilhamento de conteúdos. Os ambientes digitais, que compõem o chamado ciberespaço, possibilitam a construção de novas formas de interação e sociabilidade, sobretudo através da rapidez – quase instantaneidade – com que esse fluxo se realiza. Não podemos perder de vista, contudo, que tão importante quanto a velocidade é a forma com que nos expomos e/ou somos expostos(as) a esta enorme quantidade diária de estímulos.

O surgimento da internet está historicamente ligado à Guerra Fria, localizada entre o fim da Segunda Guerra Mundial e a extinção da União Soviética (atual Rússia), caracterizado como um período de tensões entre este país e os Estados Unidos na busca pela supremacia geopolítica e militar sobre os países em suas áreas de influência e sobre o planeta como um todo. Pesquisas inicialmente desenvolvidas pelo exército norte-americano no final da década de 1960 com o objetivo de criar um sistema de comunicação integrado entre suas agências militares e bases de pesquisa deram origem a ARPANet – sigla em inglês que pode ser traduzida como Rede de Agências para Projetos de Pesquisa Avançada – protótipo do que seria mais tarde a nossa conhecida internet.

Desde então, com a expansão do modelo para formas comerciais, as redes de troca de pacotes tem se disseminado e cada vez mais temos utilizado tal recurso. Um destes sistemas de conexão, talvez o mais conhecido da atualidade, é o World Wide Web, WWW ou simplesmente Web.

Plataformas comunicacionais com as mais variadas finalidades são hoje uma realidade relativamente acessível à maioria das pessoas: navegadores (browsers), serviços de correio eletrônico (webmails), fóruns de discussão, mensageiros ou comunicadores instantâneos (chats), redes sociais, etc.. A própria estrutura que nos permite escrever e compartilhar este texto com vocês, o blog, é uma destas. Facílimo, então, tornou-se produzir, difundir e trocar saberes e fazeres com qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo!

Infelizmente estas facilidades não parecem ter sido acompanhadas de uma reflexão mais detida, mais profunda, por parte dos(as) “navegantes” deste mar eletrônico, fundamental para uma apropriação crítica e contextualizada destes processos tecnológicos: diante da excitante novidade que nos é apresentada, que nos atiça o desejo de ver e sermos vistos, vamos comendo este melado. E nos lambuzando…

Segurança, liberdade e privacidade na internet, assim, entraram na roda como pontos estratégicos nas discussões sobre os possíveis limites éticos do ciberespaço. Escândalos envolvendo agências de informação de empresas e governos, acusadas de espionagem e mesmo invasão de dados de usuários(as) em todo o planeta, deixaram a nu a vulnerabilidade do mundo digital e a existência de interesses obscuros por trás do monitoramento das pegadas que deixamos na web. A rastreabilidade tornou-se, escancaradamente, um negócio.

Ainda que não garantam segurança total, os softwares livres são, por exemplo, uma excelente alternativa para quem se preocupa com estas questões. Por conterem em um dos seus princípios éticos/técnicos o acesso aberto ao código fonte – a arquitetura do programa ou sistema operacional – permitem, entre outras possibilidades, que os softwares sejam estudados, que se aprenda como foram construídos e que sejam, por assim dizer, “fiscalizados” por qualquer pessoa com algum conhecimento em programação.

Mas atenção, pessoal: o aspecto mais importante para entendermos este tema talvez seja a necessidade de recuperarmos a consciência de que a internet é uma rede mundial de usuários(as) de computadores conectados entre si e não meramente uma rede mundial de computadores, recolocando o ser humano em seu lugar de protagonista, artífice original deste processo, tornando-nos a todos(as) responsáveis pelos rumos, belos ou terríveis, que o mundo virtual possa tomar.

Abaixo deixamos, para reforçar esta reflexão, um trecho da obra Vigiar e Punir: nascimento da prisão, do filósofo Michel Foucault:

O princípio é conhecido: na periferia uma construção em anel; no centro, uma torre; esta é vazada de largas janelas que se abrem sobre a face interna do anel; a construção periférica é dividida em celas, cada uma atravessando toda a espessura da construção; elas têm duas janelas, uma para o interior, correspondendo às janelas da torre; outra, que dá para o exterior, permite que a luz atravesse a cela de lado a lado. Basta então colocar um vigia na torre central, e em cada cela trancar um louco, um doente, um condenado, um operário, um escolar. Pelo efeito da contraluz, pode-se perceber da torre, recortando-se exatamente sobre a claridade, as pequenas silhuetas cativas nas celas da periferia. Tantas jaulas, tantos pequenos teatros, em que cada ator está sozinho, perfeitamente individualizado e constantemente visível. O dispositivo panóptico organiza unidades espaciais que permitem ver sem parar e reconhecer imediatamente. (…) A visibilidade é uma armadilha.”

Até a próxima!

REFERÊNCIAS:

Guerra Fria: acesso em <http://www.quickiwiki.com/pt/Guerra_Fria>, aos 31/07/2014;

ARPANet: acesso em <http://www.quickiwiki.com/pt/ArpaNET>, aos 31/07/2014;

World Wide web: acesso em <http://www.quickiwiki.com/pt/World_Wide_Web>, aos 31/07/2014;

Software Livre: acesso em <https://oprofessorweb.wordpress.com/2010/10/05/9%C2%AA-dica-professor-web-fala-sobre-software-livre/>, aos 31/07/2014;

Pan-óptico: acesso em <http://www.quickiwiki.com/pt/Pan-%C3%B3ptico>, aos 31/07/2014;

FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Editora Vozes, 1987;

Tem boi na linha? Guia prático de combate à vigilância na internet. Acesso em <https://temboinalinha.org/>, aos 31/07/2014.

Exposição de Peterson Azevedo homenageia o músico baiano Cacau do Pandeiro

Abertura da mostra Permanências Percussivas, nesta segunda, 19/8, será marcada por oficina ministrada pelo próprio Cacau do Pandeiro, que faz shows com Lia Chaves e Orquestra de Pandeiros Itapuã

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Homenageando o músico Cacau do Pandeiro, a exposição Permanências Percussivas, do geógrafo e fotógrafo Peterson Azevedo, será aberta nesta segunda-feira, 19 de agosto, às 18 horas, na Casa da Música, no Parque Metropolitano do Abaeté. A mostra foi uma das selecionadas pelo edital Portas Abertas para as Artes Visuais 2013, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), entidade vinculada à Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (SecultBA), em parceria com a Superintendência de Desenvolvimento Territorial da Cultura (Sudecult), através de sua Diretoria de Espaços Culturais (DEC). A visitação poderá ser feita até 1º de novembro, de terça a sábado, das 9 às 17 horas, e domingo, das 9 às 16 horas. Entrada franca.

Na noite de estreia (19), o Sarau de Itapuã, que é realizado há seis anos e acontece quinzenalmente às segundas, celebra a abertura da exposição. A programação conta com uma oficina ministrada pelo próprio Cacau do Pandeiro e apresentações musicais do homenageado, Cacau do Pandeiro, ao lado de Lia Chaves e Orquestra de Pandeiros Itapuã, além de performance de Viviane Souto Maior e convidados. Na área externa da Casa, estarão presentes empreendedores da economia solidária, reunidos na tradicional feira.

Com produção de Joalva Moraes, a mostra reúne 15 fotografias que retratam o homem e o músico Carlos Lázaro da Cruz ou, simplesmente, Cacau do Pandeiro. Nascido e criado no bairro do Rio Vermelho, ele aprendeu a tocar pandeiro com os irmãos mais velhos e começou sua carreira profissional como baterista de orquestras de baile em Salvador, na década de 1940. Passou a tocar em casas noturnas como Rumba Dancing e Tabaris. Era músico contratado da Rádio Sociedade da Bahia, na orquestra do maestro Carlos Lacerda. Depois, se apresentou durante muitos anos no Clube Português da Bahia. Há 40 anos, faz parte do grupo de chorinho Os Ingênuos, criado juntamente com seu saudoso amigo Edson 7 Cordas. Aos 84 anos, Cacau do Pandeiro continua ativo na arte da música.

Sobre Peterson Azevedo– Geógrafo e fotógrafo, foi o still do documentário Cacau do Pandeiro – O Mundo na Palma da Mão, dirigido por Márcio Santos; premiado com o primeiro lugar no Concurso Fotográfico da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), 2012; segundo lugar no prêmio da Secretaria Nacional de Combate às Drogas (SENAD), 2010; recebeu Menção Honrosa no 10º Concurso Leica – Fotografe 2013; e também já teve séries publicadas na revista Diversos Afins e na portuguesaInComunidade.

Portas Abertas para as Artes Visuais 2013– Com objetivo de apoiar a difusão da produção de Artes Visuais da Bahia, bem como dinamizar e qualificar a ocupação de espaços culturais públicos, o edital Portas Abertas para as Artes Visuais 2013contabilizou 74 propostas inscritas, das quais 14 foram selecionadas: quatro de exposições a serem montadas na Galeria do Conselho, e dez de intervenções em Artes Visuais nos ambientes da Casa da Música, Centro Cultural Plataforma, Cine-Teatro Solar Boa Vista, Espaço Cultural Alagados e Espaço Xisto Bahia. Os trabalhos são de temática livre e levam aos espaços diferentes modalidades das artes visuais.

Tendo edições realizadas em 2008 e 2009, restritamente para exposições, o edital, em seu último ano, disponibilizou um total de R$ 36 mil, com prêmios de R$ 1,5 mil. Agora, são R$ 57 mil para conceder R$ 3,8 mil para cada selecionado. Durante este intervalo, a FUNCEB manteve uma chamada pública anual, também apenas para exposições, para conferir pautas gratuitas em galerias, sem o apoio financeiro que volta a ser oferecido.

Permanências Percussivas, de Peterson Azevedo
Abertura: 19 de agosto (segunda-feira), às 18 horas
Visitação:20 de agosto a 1º de novembro, terça a sábado, 9 às 17 horas, e domingo, 9 às 16 horas
Onde: Casa da Música (Parque Metropolitano do Abaeté)
Quanto: Gratuito
Informações: 71 3116-1511
Realização: Dirart/ FUNCEB/ DEC/ Sudecult/ SecultBA

Fonte: http://www.fundacaocultural.ba.gov.br/noticias/exposicao-de-peterson-azevedo-homenageia-o-musico-baiano-cacau-do-pandeiro

Exposição do AVE homenageia os 10 anos da lei que garante o ensino da história e cultura afro-brasileira

Aberta à comunidade em geral, a exposição do projeto Artes Visuais Estudantis (AVE), criado pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, pode ser visitada até sexta-feira (05/04), na Escola Parque (Caixa D´Água). A mostra marca a abertura do ano letivo 2013 na rede pública e faz uma homenagem aos dez anos da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante a obrigatoriedade da História e Cultura Afro-brasileira no currículo oficial da rede de ensino.

As 31 obras de arte que compõem a mostra foram elaboradas por alunos das escolas estaduais da Bahia, por meio do AVE, em 2012, e têm em comum o tema da cultura afro-brasileira. Temas como mulher negra, africanidade baiana, diversidade brasileira, grito étnico e orixás são traduzidos, em tintas e pincéis, nas telas dos estudantes.

Essa exposição é um fragmento da VI mostra do AVE e traz os olhares dos estudantes sobre a cultura afro. A partir dessas obras, abre-se a discussão sobre questões fundamentais, como a beleza negra, o preconceito racial e a infância perdida”, ressalta a coordenadora de Projetos Especiais da Secretaria da Educação, Nide Nobre.

 

Fonte: http://estudantes.educacao.ba.gov.br/noticias/exposicao-do-ave-homenageia-os-dez-anos-da-lei-que-garante-o-ensino-da-historia-e-cultura-a

Exposição comemora aniversário de Castro Alves

Em 14 de março, Dia da Poesia e aniversário de Castro Alves (14.03.1847 – 06.07.1871), a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) e a Fundação Pedro Calmon (FPC), unidades da Secretaria de Cultura do Estado (Secult/BA), promovem uma comemoração festiva para marcar a passagem dos 166 anos de nascimento do trovador baiano. A atividade será realizada no Parque Histórico Castro Alves, unidade vinculada à DIMUS/IPAC situada na fazenda onde nasceu o poeta, em Cabaceiras do Paraguaçu, e tem como um de seus destaques a reabertura da exposição do acervo do museu. O evento conta com o apoio da prefeitura do município.

A mostra é dividida em quatro salas e apresenta objetos pessoais, como fotografias, cartões-postais, manuscritos, livros e indumentárias que levam o público a mergulhar no universo do mestre do romantismo brasileiro. No primeiro espaço, o visitante terá um panorama da vida e obra do poeta a partir do texto do professor Edivaldo Boaventura e de objetos que pertenceram a ele em vida. Dentre eles, se destaca o livro Espumas Flutuantes, única edição publicada com Castro Alves ainda vivo, em 1870. Suas musas inspiradoras também estão presentes na mostra, que traz fotografias de Eugênia Infante da Câmara, grande amor da vida do poeta baiano, e de Agnese Trinci Murri, sua última paixão.

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Um ambiente descontraído, climatizado e confortável compõe a segunda sala, que tem a poesia como tema. O visitante poderá ler e ouvir alguns dos principais versos sociais e românticos de Castro Alves. Em outra sala, que também conta com um espaço para exibição de vídeos, a família do ilustre poeta é apresentada através da árvore genealógica, fotografias e objetos pessoais. O último espaço é uma homenagem póstuma, com releituras de poemas feitas em linguagem plástica por pintores da Geração 70 e telas produzidas em comemoração aos 150 anos de nascimento de Castro Alves. Condecorações, livros raros e um busto do trovador completam o ambiente.

A Festa – Durante as comemorações do dia 14, serão premiados os cinco primeiros colocados no 12º Festival de Declamação de Poemas de Castro Alves, que acontece no Parque Histórico no dia 09 de março, a partir das 13h. O evento reúne crianças, adultos e idosos que se deslocam de diferentes regiões do estado para fazer uma homenagem ao poeta baiano. Em 2013, os prêmios variam entre R$ 1.500 e R$ 600. A programação inclui ainda lançamento e distribuição do livreto comemorativo Tragédia no lar, de Castro Alves, publicado pela FPC, e a edição especial do Projeto Leituras Públicas com o poeta Marcos Peralta, que fará a leitura da publicação.

Ao longo do dia, os visitantes também poderão assistir a uma missa festiva, participar da maratona do poeta, uma realização da prefeitura do município, e se divertir com apresentações de grupos culturais. O FeiraMóvel, ônibus biblioteca da FPC, instalará, em frente ao Parque, uma pequena feira de livros que serão vendidos a preços módicos; promovendo, assim, a democratização do acesso ao livro. O cantor, compositor e sanfoneiro Gerri Cunha, que também integra o Bando do Velho Chico, encerra a festa cantandoconsagrados xotes e baiões de Luiz Gonzaga, a exemplo de Xote das Meninas, Asa Branca e Baião da Penha

Leia matéria completa e programação aqui.

Fonte: http://estudantes.educacao.ba.gov.br/noticias/exposicao-comemora-aniversario-de-castro-alves