Educação não é privilégio! É direito!

Há algumas instituições que levam o nome de um grande filósofo e educador baiano nascido em 1900. Na sua cidade natal, Caetité é feriado dia 12 de julho. Vou te dar umas dicas pra ver se você acerta quem ele é!

O contexto histórico e os momentos mais significativos da trajetória dele em prol da educação brasileira ocorreram entre os anos de 1924 e 1964. Foi um período de profundas  transformações sociais, na ciência, na economia, na política, na educação, na moral e nos costumes. Ocorreram grandes mudanças, gerando inquietações e luta pela emancipação econômica e cultural do país. Buscavam-se as raízes da identidade e cultura brasileiras, “manifestadas através de todo um conjunto de esforços empreendidos para a superação dos problemas econômicos, educacionais e sanitários que afetavam a população de um vasto território, através de um projeto de transição para a modernidade que fosse capaz de promover a democracia social, de romper com a dependência econômica e cultural externa e de reconstruir a sociedade brasileira através da educação.” (SCHIMID, 2016)

Demerval Saviani tem uma síntese bem interessante sobre  ele:

“Educador progressista; discípulo de Dewey; admirador da cultura e educação americanas estava atento às condições brasileiras e não transplantava, simplesmente, o sistema americano e não encarava de forma romântica os princípios da educação renovada disseminadas pelo movimento conhecido por ‘escolanovismo’ (SAVIANI, 2002, p. 2).

Ele, que na adolescência pensou em seguir a vida religiosa, se formou em Direito em 1922 e revolucionou a educação nos anos 30 no Brasil. Mesmo na adversidade, pois se dependesse de seu pai, um abastado médico, fazendeiro e político, o rapaz franzino seguiria carreira político-partidária. Mas ele escolheu ir para uma área sem glamour e com poucas perspectivas de atividade profissional . Até hoje a educação tem pouco reconhecimento social e não conta com o status que deveria ter, não é mesmo?

Ele foi amigo de Monteiro Lobato e Fernando de Azevedo,  participando ativamente do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova  em defesa do ensino público, gratuito, laico e obrigatório. Foi um dos precursores da Escola Nova no Brasil, cujo foco era o desenvolvimento do intelecto e a capacidade de julgamento em detrimento da memorização.

Quando recebeu um convite para ser  Inspetor-Geral do Ensino na Bahia, um cargo que equivale hoje ao de Secretário da Educação, ele tinha apenas 24 anos! E foi aí que ele se envolveu de forma intensa e definitiva com a educação. Viajou pela Europa em 1925 para  observar os sistemas de ensino da Espanha, Bélgica, Itália e França. Também foi duas vezes aos Estados Unidos entre 1927 e 1929. O modelo da escola progressiva americana  era tido na época como altamente inovador e tinha por alicerce a teoria educacional de base científica e experimental do filósofo pragmatista  John Dewey, que o influenciou bastante. De volta ao Brasil, foi nomeado diretor de Instrução Pública do Rio de Janeiro, onde criou entre 1931 e 1935 uma rede municipal de ensino que ia da escola primária à universidade.

Ele ocupou vários cargos políticos, propôs uma reforma educacional e fundou  de escolas a universidades. Aqui em Salvador, fundou em 1950 o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, a famosa  Escola Parque. Implantou a educação em tempo integral, algo que ainda não se estabeleceu totalmente, mas serviu de modelo para os CIAC’s (Centros Integrados de Atendimento à Criança) e CIEP’s (Centros Integrados de Educação Pública) atuais.

escola parque

Fig 1. Escola Parque de Salvador, em 1950: projeto  piloto de ensino integral. Fonte: Wikipedia.

Foi perseguido pela Ditadura Vargas, acusado de ser comunista. Sua atuação no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, valorizava a pesquisa educacional, sendo considerada tão significativa quanto a Semana da Arte Moderna ou a fundação da Universidade de São Paulo. Morreu de forma misteriosa, caindo no fosso do elevador de seu prédio no Rio de Janeiro. Tinha 71 anos…

A essas alturas você já sabe de quem estamos falando?

Anísio-Teixeira

Fig 2. Anísio Teixeira. Fonte: Wikipedia

Anísio Teixeira foi um missionário da educação! E seu pensamento, mesmo nos dias de hoje ainda é revolucionário. Pense nos desvios de dinheiro público e no sucateamento das escolas públicas na atualidade…. Agora leia o que ele disse no passado: “Choca-me ver o desbarato dos recursos públicos para educação, dispensados em subvenções de toda natureza a atividades educacionais, sem nexo nem ordem, puramente paternalistas ou francamente eleitoreiras”. É claro que ele incomodou muita gente, desde a sociedade tradicional e oligárquica do Brasil até a igreja católica, que nos anos 50 exercia pressão sobre o governo. Afinal, ele era “contra a educação como processo exclusivo de formação de uma elite, mantendo a grande maioria da população em estado de analfabetismo e ignorância. “

Ele acreditava na utopia “que não aceita seres humilhados, diminuídos, amputados. A pedagogia mais próxima da utopia é a que coloca à disposição do ser humano toda a cultura humana.” (TEIXEIRA apud NUNES, 2001, p.15) Percebia a escola enquanto espaço democrático, capaz de promover “uma educação em mudança permanente, em permanente reconstrução”.  Para ele a escola deveria ser como uma réplica e miniatura da sociedade democrática, capaz de produzir indivíduos orientados para a democracia, e não para a dominação ou subordinação; para a cooperação, em vez da competição; para a igualdade, e não para a diferença. “A escola tem de se fazer prática e ativa, e não passiva e expositiva, formadora e não formalista. Não será a instituição decorativa pretensamente destinada à ilustração dos seus alunos, mas a casa que ensine a ganhar a vida e a participar inteligente e adequadamente da sociedade.” (TEIXEIRA, 1953)

E ele realizou  mudanças e conduziu uma grande reforma educacional a partir dos anos 30. Defendia uma escola para todos. Com espaços escolares modernos, com laboratórios, bibliotecas, espaços de lazer, com uma carga horária integral e uma formação abrangente para a vida. Também  defendia a pesquisa e melhores condições de trabalho para os professores. O papel político e social da escola era bastante destacado em seu pensamento. E essa escola nova precisava acompanhar as mudanças dessa sociedade em constante mutação. Assim, ele afirmou que : “Dada a extensão e a desigualdade de ritmo das mudanças que sofre a nossa sociedade, a escola deverá ser flexível e adaptável, a fim de poder tomar conhecimento de todos os aspectos dessas mudanças e de obter o maior grau possível de consciência – condição primária para a integração e coesão sociais.” (TEIXEIRA, 1952)

A importância da obra e ações de Anísio Teixeira são imensuráveis! Sugerimos que leia seus escritos, conheça seu pensamento revolucionário. Estão todos disponíveis na Biblioteca Virtual Anísio Teixeira.

Quer um cordelito sobre ele e também sobre a Rede Anísio Teixeira? Vou só colocar umas estrofes pra você conhecer!

O senhor Anísio Teixeira
Cabra retado vou te contar
Nascido em Caetité
A educação quis transformar
Professor, doutor e jurista
Sem ter fama de artista
Na Bahia fez seu lugar

 Para saber mais, recomendamos os seguintes vídeos:

Fig. 3 Instituto de Educação Anísio Teixeira – Caetité

Escola Parque – Caixa D’Água http://ambiente.educacao.ba.gov.br/tv-anisio-teixeira/programas/exibir/id/3818
Anísio Teixeira: educação não é privilégio http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/2830
Educadores – Anísio Teixeira http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/3968

E para acessar na integra os textos que consultamos é só se ligar na bibliografia!

Anísio Teixeira. Notas sobre a educação e a unidade nacional. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Rio de Janeiro, v.18, n.47, jul./dez. 1952. p.33-49.

Anísio Teixeira. Romper com a simulação e a ineficiência do nosso ensino. Formação. Rio de Janeiro, v.16, n.176, 1953. p.11-16.”Romper com a simulação e a influência do nosso ensino”¨

Clarice Nunes. Anísio Teixeira: a poesia da ação. In: Revista Brasileira de Educação. São Paulo: Ed. Autores Associados, nº 16, jan., fev., mar., abr. 2001,

Demerval Saviani. Sobre a atualidade de Anísio Teixeira. In: SMOLKA, Ana Luiza Bustamante e MENEZES, Maria Cristina (orgs.). Anísio Teixeira – 1900- 2000: provocações em educação. Campinas-SP: Ed. Autores Associados, 2000.

Ireneu Aloisio Schmid. ANÍSIO TEIXEIRA E SUA FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO Disponível em: http://revistas.fw.uri.br/index.php/revistadech/article/viewFile/253/464.Acesso em: 06 jul 2016.

Lucita Brisa. Anísio Teixeira. Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/anisio-teixeira-306977.shtml. Acesso em: 06 jul 2016.

 

Guel Pinna

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

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Parabéns Anísio Teixeira – “Educar é crescer. E crescer é viver”.

Olá, pessoal!

Hoje prestaremos homenagem a um educador que dedicou sua vida e trajetória em prol da melhoria da educação. Ele foi pioneiro na defesa da escola pública, gratuita, de qualidade e acessível para tod@s. Estamos falando do baiano de Caetité, Anísio Teixeira,  um grande intelectual que revolucionou a educação brasileira.

Anísio Teixeira foi um dos idealizadores da Escola Nova,que trazia como proposta medidas para democratizar a educação numa ideia de renovação do ensino básico. Para Anísio, a educação é considerada o elemento chave para promover a democratização popular.

 Confiram a série EDUCADORES – ANÍSIO TEIXEIRA sobre a vida e trajetória de um educador que contribuiu com o processo democrático da educação pública no país.

anisioteixeira

Confiram outra postagem da trajetória do educador: “Anísio Teixeira: Educação não é Privilégio

Só existirá democracia no Brasilno dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a escola pública.”

Anísio Teixeira

Fonte:http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=7019

Exposição do AVE homenageia os 10 anos da lei que garante o ensino da história e cultura afro-brasileira

Aberta à comunidade em geral, a exposição do projeto Artes Visuais Estudantis (AVE), criado pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, pode ser visitada até sexta-feira (05/04), na Escola Parque (Caixa D´Água). A mostra marca a abertura do ano letivo 2013 na rede pública e faz uma homenagem aos dez anos da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante a obrigatoriedade da História e Cultura Afro-brasileira no currículo oficial da rede de ensino.

As 31 obras de arte que compõem a mostra foram elaboradas por alunos das escolas estaduais da Bahia, por meio do AVE, em 2012, e têm em comum o tema da cultura afro-brasileira. Temas como mulher negra, africanidade baiana, diversidade brasileira, grito étnico e orixás são traduzidos, em tintas e pincéis, nas telas dos estudantes.

Essa exposição é um fragmento da VI mostra do AVE e traz os olhares dos estudantes sobre a cultura afro. A partir dessas obras, abre-se a discussão sobre questões fundamentais, como a beleza negra, o preconceito racial e a infância perdida”, ressalta a coordenadora de Projetos Especiais da Secretaria da Educação, Nide Nobre.

 

Fonte: http://estudantes.educacao.ba.gov.br/noticias/exposicao-do-ave-homenageia-os-dez-anos-da-lei-que-garante-o-ensino-da-historia-e-cultura-a

Cine PW – Educadores do Brasil – Educação não é privilégio

Olá, pessoal!

Conhecer a vida e obras de educadores(as) que fizeram a diferença em nosso país é sempre norteador e proveitoso, pois, através de suas histórias podemos compreender o quanto as lutas pessoais e coletivas influcine pwenciaram (e influenciam) os rumos da educação e consequentemente da nossa sociedade. 

Desta forma, no Cine PW de hoje indicamos a série Educadores Brasileiros, realizada pelo canal TV Escola, que neste episódio, nos presenteia com a biografia de uma das figuras centrais da educação brasileira, que durante toda a sua vida empenhou-se para que o direito de todos(as) à uma educação pública e de qualidade fosse assegurado – o grande educador e escritor baiano, Anísio Teixeira.

Confiram em: ANÍSIO TEIXEIRA: EDUCAÇÃO NÃO É PRIVILÉGIO a razão de nós, brasileiros(as) tê-lo com um exemplo a ser seguido.

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Abraços!

Fonte: http://tvescola.mec.gov.br/tve/video/educadores-brasileiros-anisio-teixeira-educacao-nao-e-privilegio; https://oprofessorweb.wordpress.com/2012/07/12/uma-voz-em-defesa-da-educacao-parabens-anisio/

Escola Parque comemora 62 anos com homenagem a Luiz Gonzaga

O Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, localizado no bairro da Caixa D´Água, em Salvador, completa 62 anos nesta sexta-feira (21/9) e celebra o aniversário com a encenação da peça O Amanhecer de 1912-1989, uma homenagem a Luiz Gonzaga, que, se estivesse vivo, completaria 100 anos em 2012. A montagem conta com a participação de estudantes, professores e funcionários. A peça, aberta à comunidade, vai ser encenada em dois horários: 10h e 15h.

O Amanhecer de 1912-1989 vai ser encenada pelo grupo de teatro do próprio Centro Educacional, Parque em Cena. “Resolvemos falar sobre a vida e a obra de Luiz Gonzaga, a partir de personagens reais e um ficcional, extraído da letra da canção O cheiro da Carolina. Realizamos laboratórios com o elenco para que todos descobrissem o tom correto dos seus personagens. Está sendo uma experiência muito gratificante ver todo este trabalho desenvolvido, com a participação e empenho de todos”, disse o professor de teatro da Escola Parque, João Alberto Santhana.

A montagem também apresenta ao público canções como Asa Branca e Respeita Januário. “O texto é amparado em depoimentos do próprio artista e das pessoas que se relacionam artisticamente e afetivamente com Gonzagão. Tentamos, de maneira natural, resgatar a vida e a obra do grande Lua, sem grandes pretensões”, explica o professor.

Tempo integral – A Escola Parque conta, no total, com 3.300 estudantes e é caracterizada especialmente pela educação em tempo integral. O Centro também tem como característica o envolvimento da comunidade nas ações e atividades. “O nosso desafio é dar mais para a comunidade do que ela nos oferece. Precisamos sempre manter este vínculo forte de cooperação”, afirma Gedean Ribeiro, diretor da Escola Parque.

Fonte: http://www.educacao.escolas.ba.gov.br/node/3669

“Uma voz em defesa da educação” – Parabéns Anísio Teixeira!

Olá, galera!

Hoje é um dia muito especial.

Queremos prestar uma carinhosa homenagem a quem mudou os rumos da educação no Brasil.

Estamos falando do educador Anísio Teixeira, (Caetité, 12 de julho de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de março de 1971). Um dos precursores do movimento da Escola Nova no Brasil, trazia uma proposta inovadora de reforma na relação ensino-aprendizagem na Bahia e no Rio de Janeiro.

Como secretário da Educação realizou o sonho de fomentar a educação integrada, através da Escola Parque.

Conseguiu criar a primeira célula – o modelo de Salvador – e a denominou de Centro de Educação Popular. Para ele, este Centro deveria ser a primeira demonstração da passagem da escola de poucos para a escola de todos”.

Saiba mais sobre a Escola Parque: Clique aqui!

Sempre preocupado com o ensino público de qualidade, implantou mudanças significativas no sistema educacional do ensino fundamental ao nível superior, bem como na formação de professores.

Anísio deixou um importante legado para a educação de nosso país. Em Salvador o Centro de capacitação de professores da rede estadual de ensino comunga de seus ideais e leva o seu nome como forma de homenageá-lo.

Saiba mais sobre o Instituto Anísio Teixeira – IAT: Clique aqui

No dia em que se comemora seu aniversário, queremos deixar nosso muito obrigado a esse ilustre intelectual, que tão bem representou as necessidades educacionais da nossa sociedade.

Valeu, pessoal!!

Centenário de Luiz Gonzaga é homenageado por estudantes da Escola Parque

Estudantes do Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, no bairro da Caixa D’Água, em Salvador, homenageiam neste mês o centenário de nascimento do cantor e compositor Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Uma variedade de peças artesanais produzidas nas oficinas de corte e costura, cerâmica, biscuit, serigrafia, metal, madeira e papel decoram a escola, que está sempre aberta ao público para visitação. Barracas, bandeirolas, bonecos e instrumentos musicais estampam o apreço dos estudantes pela cultura nordestina e pelo legado musical deixado pelo mestre Gonzagão.

Na quarta-feira (20), os estudantes e educadores realizam o Tributo a ao Rei do Baião. A atividade acontece às 15h, no ginásio de esportes da unidade escolar.

Confira as fotos da homenagem

Além disso, os estudantes participam de um grande arraiá no dia 20 de junho. A festa vai acontecer no próprio Centro Educacional e terá apresentações de quadrilhas em ambientações juninas. A coordenadora pedagógica do Núcleo de Artes Visuais da Escola Parque, Eliete Ribeiro, explica que “a produção inspirada nos 100 anos de Luiz Gonzaga foi conduzida com base no planejamento pedagógico para cada oficina, e dá sequência à aprendizagem da escola regular”.

O estudante do 3º ano do ensino médio da Escola Classe IV, Uilton Rocha Conceição, não esconde a alegria ao ver o resultado do trabalho. “Foi feito com prazer, alegria e amor no coração. Não teve aquela obrigação, todo mundo fez porque quis. Estou feliz de ajudar a colocar tudo no lugar. Sou fã de Luiz Gonzaga, da história e da música dele. Foi um marco na história brasileira”, declarou Uilton, que fez questão de registrar em vídeo a exposição do trabalho.

Referência – Natural de Pernambuco, Gonzagão nasceu em 13 de dezembro de 1912. O artista é uma das maiores referências da música popular nordestina e responsável por introduzir no cenário nacional ritmos como xotes, xaxados, marchinhas e emboladas.

Além do músico pernambucano, as ações desenvolvidas na Escola Parque, neste ano, privilegiam a vida e a obra de Jorge Amado. O escritor baiano também completaria 100 anos em 2012.