Concurso de Vídeo Para Estudantes da Rede Estadual de Ensino

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia promove o Concurso de Vídeo Educativo, destinado a estudantes da rede estadual, que tem como tema Educação para a Saúde. O concurso, regido pelo Edital nº 001/2016, tem como objetivo promover a reflexão sobre a temática entre os estudantes e professores e estimular ações de prevenção e promoção à saúde na escola. Os vídeos em curta-metragem, com até cinco minutos de duração, deverão ser elaborados por estudantes regularmente matriculados no Ensino Fundamental e/ou Médio e em outras modalidades da Educação Básica. As inscrições serão feitas nas unidades escolares da rede estadual até o dia 23 de setembro de 2016.

Fig.1: o PW convoca toda a turma para se isncrever no concurso. Imagem: Josymar Alves
Fig.1: o PW convoca toda a turma para se isncrever no concurso. Imagem: Josymar Alves

Leia o edital na íntegra.

Cronograma:

– De 1º de março a 23 de setembro de 2016: realização dos trabalhos pedagógicos nas escolas para elaboração dos vídeos educativos (um de cada subtema proposto no edital);
– Até 06 de outubro de 2016: seleção dos vídeos (um de cada subtema proposto no edital) que irão representar a Unidade Escolar;
– Até 11 de outubro de 2016: envio ao NRE dos trabalhos selecionados nas unidades escolares;
– De 17 a 27 de outubro de 2016: formação das comissões constituídas pelos NRE e seleção dos vídeos – até 06 (seis), sendo um de cada subtema, que irão representar o regional;
– Até 04 de novembro: divulgação do resultado regional pelo NRE;
– Até 08 de novembro: prazo final para envio dos trabalhos pelos NRE à SEC/SUPED/DIREB/CEAS;
– Dias 17 e 18 de novembro de 2016: seleção pela Comissão Julgadora Estadual dos 06 (seis) vídeos educativos (um para cada subtema) encaminhados pelos NRE;
– Dia 01 de dezembro de 2016: divulgação do resultado final do Concurso no Portal da Educação;
– Até 12 de dezembro de 2016 ocorrerá a premiação
.

Para saber outras informações importantes, clique aqui.

Texto adaptado do Portal da Educação.

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Radiola PW: Socorro

Oi! Tudo bem? Hoje, a dica de música da Radiola PW é Socorro, uma composição de Arnaldo Antunes e Alice Ruiz. A canção faz parte do repertório do CD Um som, lançado por Arnaldo em 1998.

Fig. 1: Arnaldo Antunes em cena do DVD Rosa Celeste, de 2012, em que canta a música Socorro. Imagem: captura de tela feita em 31 de maio de 2015
Fig. 1: Arnaldo Antunes em cena do DVD Rosa Celeste, de 2012, em que canta a música Socorro. Imagem: captura de tela feita em 31 de maio de 2016

A letra apresenta um eu lírico bastante desolado, procurando ânimo para viver. Logo no início, ele confidencia: Socorro, não estou sentindo nada/Nem medo, nem calor, nem fogo/Não vai dar mais pra chorar/Nem pra rir”. Esses versos mostram o desespero e a agonia de uma pessoa que está psicologicamente abalada. Na segunda estrofe, essa ideia é reforçada: “Já não sinto amor nem dor/Já não sinto nada”. A música é um banquete de substantivos abstratos.

A composição dá indícios de que a pessoa está com depressão e, por isso, pede socorro. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), depressão “é um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse ou prazer, sentimentos de culpa ou baixa autoestima, distúrbios do sono ou do apetite, sensação de cansaço e falta de concentração”. A estimativa é de que, em todo o mundo, 350 milhões de pessoas sejam afetadas pelo transtorno.

Num dado momento da letra, o eu lírico, em total desânimo, clama: “Socorro, alguém me dê um coração/Que esse já não bate nem apanha/Por favor, uma emocão pequena, qualquer coisa/Qualquer coisa que se sinta/Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva”. Melancólico, não é?

Olha que interessante… 

Na linguagem informal, há casos em que o verbo ter é usado com o sentido de haver ou existir. Quando isso acontece, ele fica impessoal. Ou seja: não admite sujeito. Por isso, fica no singular. Na música Socorro, os compositores escreveram: “Tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva”. A forma “Tem” ficou no singular justamente por causa do que foi explicado acima. Vale ressaltar que a gramática normativa não reconhece o emprego do verbo ter no sentido citado aqui.

Até o próximo!

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Os Aspectos da Interculturalidade da Saúde Indígena: Uma Questão de Participação e Interdisciplinaridade

Vamos pensar na saúde dos povos indígenas?

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Fig.1: Mãe e filho índios. Fonte: Wikipedia

Abrimos o mês temático em homenagem aos povos indígenas fazendo uma problematização a respeito dos aspectos interculturais, participação e interdisciplinaridade na assistência à saúde pública das etnias indígenas. Nesse contexto, podemos entender quão importante se faz a compreensão da organização na prestação dos serviços de acesso à saúde. Então, de acordo com os dados do IBGE publicados em 2010, a presença de índios no Brasil, está mapeada e distribuída em área urbana e rural com 897 mil indivíduos em todas as unidades federativas do Brasil com variados aspectos de diversidade cultural exigindo especificidade e diferenciação de elaboração e implantação de políticas públicas.

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Fig.2: médico pediatra em atendimento. Fonte: Ytimg

O Direito à Atenção Básica deve ser assegurado a todos os brasileiros e pautada aos povos indígenas, através da Política Nacional de Atenção Básica aos Povos Indígenas :

(…) garantir aos povos indígenas o acesso à atenção integral à saúde, de acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, contemplando a diversidade social, cultural, geográfica, histórica e política de modo a favorecer a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde de maior magnitude e transcendência entre os brasileiros, reconhecendo a eficácia de sua medicina e o direito desses povos à sua cultura (…).”

                                                                                                                                                   (POLÍTICA …, 2002)

A política nacional de atenção básica aos povos indígenas preconiza uma organização desses serviços na forma de Distritos Sanitários Especiais e Pólos-Base, no nível local, respeitando a área ocupada pela etnia cujo atendimento seja formado por equipe multidisciplinar onde a atenção primária e os serviços de referência se situam:

  • preparação de recursos humanos para atuação em contexto intercultural;
  • monitoramento das ações de saúde dirigidas aos povos indígenas;
  • articulação dos sistemas tradicionais indígenas de saúde;
  • promoção do uso adequado e racional de medicamentos;
  • promoção de ações específicas em situações especiais;
  • promoção da ética na pesquisa e nas ações de atenção à saúde envolvendo comunidades indígenas;
  • promoção de ambientes saudáveis e proteção da saúde indígena;
  • controle social.

    Os serviços de atenção básica devem atentar para ações de prevenção de doenças como vacinação e profilaxia odontológica; realização de pré natal nas mulheres grávidas; realização de exames oftalmológicos e tratamento odontológico.

 

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Fig. 3: Aplicação de vacinas. Fonte: Commons Wikimedia
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Fig.4: Recém nascida em fase de amamentação.

Viram quanta informação relacionada à saúde pública dos povos indígenas para garantia e promoção da qualidade de vida dos nossos irmãos?

 

Saiba Mais:

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/secretaria-sesai

http://6ccr.pgr.mpf.mp.br/institucional/grupos-de-trabalho/saude/cartilha-sobre-saude-indigena-cimi

Relato de Experiência: http://congressoanterior.org.br/RE0911-1.pdf

 

Ana Cristina Mateus

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino do Estado da Bahia

 

 

Hello, folks!

Fonte: https://pixabay.com/pt/compras-carrinho-gr%C3%A1fico-loja-650046/.

Vamos aprender sobre clothes? Antes, daremos um giro para entender duas palavras que têm tudo a ver. Que tal falarmos sobre consumo? Ou melhor, consumismo? Oxente! E não é a mesma coisa?

Bem… No consumo, as pessoas compram somente o necessário e está relacionado à sobrevivência presente ou futura. Ao passo que o consumismo é caracterizado pela aquisição daquilo que não é necessário ou não está intimamente ligado à sobrevivência.

Hoje vivemos numa aldeia global, onde o consumismo é a palavra de ordem para muita gente. Depois da Revolução Industrial, o mundo nunca mais foi o mesmo. A forma como as pessoas se vestiam foi alterada. Com o surgimento do capitalismo, a aquisição de produtos também foi modificada.

Consumir, na atualidade, tem sido um ato político, porque é preciso questionar sobre o que está comprando. Requer um posicionamento reflexivo sobre a origem do produto, a mão de obra que está por trás, se é resultado de um trabalho escravo ou até mesmo o impacto ambiental que ele causa.

Estamos sempre querendo algo novo! Um tênis novo, um jeans novo, uns shorts da moda! E por falar nisso, o que você acha de darmos uma revisada no vocabulário de clothes? Inclusive, existem muitos sites na Internet para venda de produtos dessa natureza. Be careful! Muitos sites não são confiáveis e exigem cadastros com informações pessoais! A internet tem seu lado perigoso também! E, às vezes, isso dá uma headache danada! A propósito, você é shopaholic? More or less?

A expressão shopaholic é um termo em inglês para designar uma pessoa altamente compulsiva em compras. Isso é caracterizado como um transtorno! Uma compulsão em que as pessoas precisam buscar ajuda. Que tal finalizarmos, então, com a nossa revisão sobre clothes?

Mônica Mota

Professora da Rede Estadual de Ensino

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Fonte: https://pixabay.com/pt/compras-carrinho-gr%C3%A1fico-loja-650046/.

 

OUTUBRO ROSA E O ROSA

laçoOutubro Rosa, é uma campanha de conscientização realizada por diversos órgãos no mês de outubro dirigida à sociedade e às mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

O movimento surgiu em 1990 na primeira Corrida pela Cura da doença, realizada em Nova York, e desde então é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações.

Hoje, o Outubro Rosa é realizado em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil. O ‘rosa’ remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, com o ato de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc., motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz com que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar do mundo e abraçado por todos aqueles que amam a vida.

A cor-de-rosa é um tema tradicional dos quartos de meninas. Representa a fantasia, o encantamento e o mundo mágico vivido pelas princesas nos contos infantis. É a cor preferida de muitas meninas e adolescentes, expressando meiguice, doçura e inocência.

Mas, será que a cor rosa existe?

“Pode parecer bobagem, mas existe um enorme debate envolvendo o rosa. Se você pesquisar, vai descobrir que a cor rosa não existe no espectro visível de cores (que é composto pelas cores vermelha, alaranjada, amarela, verde, azul, anil e violeta) e ela nem é considerada uma onda ou partícula. O problema reside no fato de que o rosa é resultado da combinação dos comprimentos de onda roxo e vermelho que, curiosamente, se encontram em extremidades opostas do espectro de cores, portanto não se misturam!”

“Evidentemente, não estamos falando aqui de pigmentos — branco e vermelho — que podem ser combinados para conseguirmos determinada coloração, e para responder à questão da inexistência da cor rosa, primeiro temos que entender um pouquinho sobre a teoria das cores e como o nosso cérebro processa as tonalidades que os nossos olhos enxergam.”

“A retina — presente nos olhos humanos — é a estrutura responsável por transmitir as informações visuais ao cérebro. Ela é composta por milhões de bastonetes, que reagem aos estímulos luminosos, e cones, que reconhecem as cores e são de três tipos diferentes, sendo que cada tipo é sensível a um comprimento de onda específico: curto, médio e longo.”

“Agora, imagine o espectro visível de cores. Os comprimentos de onda mais longos correspondem às cores que vão do vermelho ao amarelo, os médios chegam até o verde, e os comprimentos de onda mais curtos correspondem às cores azuladas, chegando até o violeta. Percebeu que não existe nada de “rosa” até aqui?”

“Basicamente, as cores que enxergamos correspondem à forma como os nossos olhos interpretam a luz refletida pelos objetos que observamos. Absorvida a luz, esses órgãos veem o tom — ou o comprimento de onda — que o objeto “rejeita”. Sendo assim, quando todas as cores são refletidas, vemos a cor branca, e quando todas são absorvidas, vemos a preta.”

“É por essa razão que vemos as bananas como sendo amarelas, por exemplo, porque essa é a cor que elas refletem, enquanto absorvem as demais. Teoricamente, de acordo com os cientistas, o rosa corresponderia à ausência da cor verde. Mas, em realidade, se pararmos para pensar, assim como o rosa, as cores só existem nas nossas cabeças, onde são processadas pelo cérebro a partir dos estímulos luminosos capturados e transmitidos pelos olhos.”

“Isso significa que as cores não são propriedades da luz nem dos objetos que a refletem, mas sim ilusões criadas em nossas cabecinhas. Portanto, embora no espectro de cores simplesmente não exista um comprimento de onda que corresponda ao rosa — e é aqui que o “cientificamente” se encaixa —, seria errado dizer que essa cor não existe, pois, se fosse assim, teríamos que admitir que nenhuma outra cor existe também.” (Texto extraído do site Mega Curioso)

MEGA CURIOSO. Disponível em < http://www.megacurioso.com.br/fisica-e-quimica/39993-voce-sabia-que-cientificamente-a-cor-rosa-nao-existe-.htm>. Acesso em 06/10/2014, 15h.

OUTUBRO ROSA. Disponível em <http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm>. Acesso em 06/10/2014, 8h45

WIKIPÉDIA. Disponível em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Outubro_Rosa>. Acesso em 06/10/2016, 8h30.

Cine PW: Sem Censura- Especial Acessibilidade

Oi, pessoal! Tudo bem? Hoje, a minha dica para o Cine PW é a edição especial do programa Sem Censura, da TV Brasil, cujo tema em destaque é a acessibilidade. A apresentadora Leda Nagle reúne pessoas que nasceram com limitações físicas ou sofreram acidentes que ocasionaram tal situação, bem como interessados pela causa. Durante o debate, os convidados refletem e discutem sobre políticas de inclusão no Brasil e em outros lugares do mundo.

O atleta paraolímpico Fernando Fernandes, o músico Marcelo Yuka, a arquiteta Silvana Cambiaghi (especialista em acessibilidade e autora do livro Desenho Universal), o consultor e especialista em acessibilidade, Marco Antonio Queiroz (criador dos sites Bengala Legal e Acessibilidade Legal), e a coordenadora do Projeto Cão-Guia de Cegos, Maria Lúcia Campos, falam sobre dificuldades e avanços acerca da temática. Mesmo o programa sendo de 2012, vale muito a pena conferir e tentar transformar a sociedade em que vivemos!

Nosso outubro também será rosa!

Diga aí, turma!

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Outubro começando e com ele as atividades do Outubro Rosa na luta pela prevenção e combate ao câncer de mama. Por isso, durante este mês, algumas atividades específicas, como a iluminação de monumentos em todo país, a exemplos do Elevador Lacerda; são ações que integram a programação do Ministério da Saúde, da Cultura e de outros órgãos; entre eles a Sesab, Uneb, SPM, MPF ; com o objetivo de alertar sobre os riscos e pelos cuidados com a saúde da mulher.

De acordo com o Programa Nacional de Controle de Câncer de Mama, do Instituto Nacional do Câncer – Inca, estima-se que com uma alimentação saudável, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver o câncer de mama. Pensando nisso, durante o mês, algumas unidades de saúde aumentam seu efetivo no atendimento e na realizarão exames, consultas e palestra que alertam sobre os riscos, como prevenir e sobre a importância do autoexame.

O Campus I da Universidade do Estado da Bahia, em Salvador, é um dos roteiros da ação, que tem como objetivo realizar mamografias gratuitamente. O projeto funciona por meio de três unidades móveis, cada uma com capacidade para realizar 140 exames por dia. Além do campus da UNEB, a primeira etapa do projeto também está realizando exames nos hospitais João Batista Caribé, no subúrbio ferroviário, e no Especializado Dom Rodrigo de Menezes, em Cajazeiras, até esta sexta-feira (5)

Veja outras atividades programadas para o outubro rosa:

  • De 01 à 13/outubro: Projeto Repartir Stand para ações de conscientização, Shopping Iguatemi;

  • 27/Outubro: Caminhada Outubro Rosa, no Dique do Tororó;

  • 28 e 29 /Outubro: Programa Mamógrafo Móvel (SESAB) no NASPEC.

  • Além das ações de conscientização durante os jogos de futebol do campeonato brasileiro;

Valeu, galera e até mais!

A Aids não acabou

Desde o primeiro caso de Aids identificado no Brasil, em 1980, até hoje, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é conhecida a doença,  tem crescido de forma vertiginosa no país. De acordo com dados do Ministério da Saúde, até junho de 2012, o Brasil tinha 656.701 casos registrados. A Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico e é causada pelo HIV, o vírus da imunodePWAidsficiência adquirida. Um indivíduo pode ser acometido pelo HIV através de relações sexuais desprotegidas, compartilhando agulhas e seringas contaminadas ou na chamada transmissão vertical (da mãe para o bebê durante a gravidez, na hora do parto e na amamentação).

O fato de o país ter uma política eficaz de tratamento da síndrome, com a distribuição gratuita de medicamentos antirretrovirais, que evitam o enfraquecimento do sistema imunológico e aumentam o tempo e a qualidade de vida de quem tem a Doença Sexualmente Tramsmissível (DST), faz com que algumas pessoas, ilusoriamente, achem que a Aids já tenha cura; mas isso não é verdade. Com o tratamento, o tempo de sobrevida das pessoas aumentou, principalmente quando se compara com os pacientes acometidos pela doença no início da epidemia no Brasil, na década de 80; mas a cura ainda é uma busca incessante da ciência.

No vídeo abaixo, do Canal Saúde, emissora de televisão pública sediada na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, você vai ter mais informações sobre o panorama da Aids no Brasil. No nosso estado, o Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia- GAPA Bahia desenvolve trabalhos de proteção e promoção da saúde, bem como a promoção de direitos dos soropositivos (pessoas contaminadas pelo HIV). Até o nosso próximo encontro!

“Vida longa, com SAÚDE e sem racismo!” Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra 2012

Com novo lema, ação busca estimular a sociedade ao enfrentamento do racismo e a discriminação, de modo a garantir que crianças, jovens, adultos (as) e idosos (as) tenham o acesso adequado aos serviços de saúde

Com intuito de garantir a efetivação dos direitos à saúde da população negra brasileira, sobretudo o direito humano à saúde, são intensificadas entre os meses de outubro e novembro, em todas as regiões do Brasil, atividades que fazem parte da Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra 2012.

Com o lema “Vida longa, com SAÚDE e sem racismo!” a ação, liderada pela Rede Nacional de Controle Social e Saúde da População Negra, em parceria com a Articulação de Mulheres Negras Brasileiras – AMNB, Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde, Rede Lai Lai Apejo – População Negra e AIDS, Rede Nacional Afro-Atitudes, Rede Sapatá – Promoção e Controle Social em Saúde das Lésbicas Negras, traz como eixo de diálogo a saúde integral em todas as etapas do ciclo de vida, e pretende estimular a sociedade ao enfrentamento do racismo e à discriminação, de modo a garantir que crianças, jovens, adultos (as) e idosos (as) tenham o acesso adequado à saúde, colaborando em especial para redução dos altos índices de mortes entre a população negra.

A agenda contínua será intensificada entre os dias 27 de outubro, marco da Mobilização, e o 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra e data em que o país celebra a imortalidade de Zumbi dos Palmares. Serão promovidos em todo território nacional debates e outras ações estratégicas nas comunidades, unidades de saúde, unidades hospitalares, praças e ruas, envolvendo especialistas, gestores/as, profissionais de saúde, lideranças comunitárias, bem como sociedade civil organizada, focadas no enfrentamento do racismo institucional no SUS e no processo de implantação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) nos estados e municípios. Assuntos como esse, discutidos durante o Ano Internacional dos Afrodescendentes, motivaram a ONU, Organização das Nações Unidas, a estabelecer o período de 2012 a 2022, como a Década Internacional dos Povos Afrodescendentes. O objetivo é debater avanços obtidos e lições aprendidas, mas, principalmente, superar os desafios.

PNSIPN – A Política, aprovada em 2006 pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), publicada em Portaria nº 992/GM (13/05/2009) e convertida em lei pelo Estatuto da Igualdade Racial – Lei 12.288/10, tem como objetivos: – Garantir e ampliar o acesso da população negra residente em áreas urbanas, do campo e da floresta às ações e aos serviços de saúde; Incluir o tema étnico-racial, nos processos de formação e educação permanente dos trabalhadores e trabalhadoras da saúde e no exercício do controle social; Garantir a utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; Identificar as necessidades de saúde da população negra e utilizá-las como critério de planejamento e definição de prioridades. “É preciso pensar que a efetivação da política é instrumento para garantir vida à população negra que, em todas as faixas etárias, apresenta maior índice de mortalidade, seja juvenil ou não podendo gozar da velhice com dignidade”, destaca a psicóloga Crisfanny Souza Soares, articuladora nacional da Mobilização.

27 de Outubro – Dia da Mobilização
No marco da Mobilização Nacional, as Redes destacam a vida como eixo central, e denunciam o alto índice de mortalidade entre a população negra, apresentando os avanços, mas também relembram que ainda existem práticas e comportamentos discriminatórios nos serviços. “Estamos em crescente de atividades realizadas. Em 2010 foram 92, 2011 tivemos êxito em nossas ações 115 iniciativas desenvolvidas nos diversos estados brasileiros. E permaneceremos com essa iniciativa estratégica de luta por direitos”, ressalta Crisfanny. A Mobilização Nacional Pró-Saúde da População Negra é agora! Use sua criatividade e faça parte! As atividades podem ser desde repasse de informações em salas de espera, encontros, seminários, tendas temáticas, rodas de conversa com gestores/as e conselheiros/as de saúde de sua cidade ou estado, entre outros.

A partir de 2012, a Mobilização está de “cara nova”, com novo projeto gráfico, apoiado pelo UNFPA, Fundo de População das Nações Unidas, por meio do Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia.

Realize e promova ações em saúde da População Negra na sua região
Seja mobilizador(a) em sua região – envie e-mail para redesaudenegra@gmail.com Registre sua atividade – http://zip.net/bfhK27
Encontre a atividade mais próxima e participe – //goo.gl/maps/WY9mZ Acompanhe – http://redesaudedapopulacaonegra.org Curta – facebook.com/MobilizacaoSaudeNegra
Siga – @redesaudenegra
Assista – http://www.youtube.com/user/saudenegra

Rede de Controle Social e Saúde da População Negra

Fonte: http://www.seppir.gov.br/noticias/ultimas_noticias/2012/10/201cvida-longa-com-saude-e-sem-racismo-201d-mobilizacao-nacional-pro-saude-da-populacao-negra-2012

Com a saúde não se brinca: Ginga – Corpo e Cultura!

Olá, turma! Tudo bem?

Hoje falaremos de um assunto muito sério!

O cuidado com a alimentação não é uma questão de moda ou desnecessária como alguns ainda pensam, mas sim de saúde pública.

Inúmeras são as doenças provocadas por hábitos alimentares inadequados, e a principal delas é a obesidade, que é o acúmulo excessivo de gordura corporal. Se fizermos uma breve reflexão sobre o que comemos e quais as consequências de nossas escolhas, certamente concluiremos que poderíamos ter mais qualidade de vida se fossemos mais atentos a elas.

Na atual sociedade o alimento, mais que uma necessidade (pois são eles que nos mantêm nutridos e nos dão a energia que precisamos), tornou-se também uma forma de criar conceitos do que é bom ou não consumir, como nas propagandas de fast food, que atraem com estratégias muito “bem” elaboradas, tais como distribuição de brindes e similares a consumidores que, em geral, são crianças, e aí é onde está o perigo.

Ao crescer com uma educação alimentar desregrada, tanto em casa como nos diversos núcleos de convivência, estas crianças não têm a oportunidade de obtenção da consciência do que favorece ou não a sua qualidade de vida.

Visto que esse é um tema de extrema importância, precisando ser discutido por todos(as) nós, a TV Anísio Teixeira disponibiliza para a comunidade escolar no Ambiente educacional Web, o programa Ginga – Corpo e Cultura”, que aborda esse e outros temas importantes, fornecendo “informações sobre anatomia e fisiologia humana, além de dicas de qualidade de vida. A série defende a cultura corporal e esportiva como uma prática que colabora para a saúde.”

Confiram o episódio especial sobre a obesidade e distúrbios alimentares: clique aqui!

Esperamos, então, que tais conteúdos colaborem para uma plena tomada de consciência: corpos e mentes sãs, pessoal!

Abraços!

Fonte: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/