Agora diga quem é “zica”!

Vamos combater o Aedes aegypiti, artrópode vulgarmente conhecido como “mosquito da dengue”? Esse Vetor de transmissão de arbovírus, como o vírus da dengue, do chikungunya, da febre amarela e também do zika vírus, que são doenças do tipo arboviroses (infecções virais), se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais e vem acometendo uma grande parte da população brasileira, principalmente nordestinos, indiscriminadamente.

Atender ao alerta geral para que todos os brasileiros participem dessa luta contra o vetor das doenças, é muito importante. Clicando na imagem abaixo, você terá acesso às informações da Cartilha INIMIGO N.º1.

Fig. 1 – Portal de Educação

Fig. 1 – Portal de Educação

Erradicar o mosquito é o que devemos fazer. Seja um monitor nesse processo! Seguem algumas dicas que vão auxiliar na erradicação: eliminar e ou tratar os criadouros; cuidar do saneamento domiciliar; usar larvicidas aprovados pela OMS e inofensivos aos humanos; não acumular água em pneus e garrafas; manter quintal ,jardim e terreno limpos; promover educação em saúde; avisar às autoridades da existência de possíveis criadouros,etc.

01-02

Participando desse processo contra o mosquito, através de ações educativas, de prevenção e combate ao Aedes aegypiti, as professoras : Marileide Dantas Costa e Shéfora Pina Estêves Lima estão reformulando e lançando, respectivamente, os projetos : “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue” e o “Eu e minha casa contra o AEDES AEGYPTI“, que elas coordenam nas escolas onde lecionam.

No Colégio Teotônio Vilela, localizado no Conjunto João Paulo II, em Feira de Santana – NRE 19, acontece “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue”, projeto interdisciplinar, coordenado pela Professora Marileide e os Professores da Área de Ciências Exatas (Roseane Sampaio, Kleide Ribeiro, Daiane Fernandes, Jaciene Nascimento,Claudiana Franco, Tânia Mascarenhas,Marcos Manfrine, Luciana Calazeira) e a gestora Maria da Conceição Lopes.

O projeto realiza um trabalho de visitação e limpeza das áreas da escola, visando combater os focos e a reprodução do mosquito Aedes aegypiti. A ideia é atacar a proliferação do mosquito, evitando a transmissão dos arbovírus, aprofundar o conhecimento sobre o tema, despertando no alunado a autoconsciência do seu papel social no combate à dengue, chikungunya e ao zika vírus.

04

 Fig.4: Marileide Dantas Costa

“Os alunos do 8º ano receberam bem a ideia do projeto, ficaram curiosos para descobrir focos do mosquito, apesar de ficarem meio ‘sem graça’ por coletar resíduos sólidos, mas lidaram bem com a situação. Os adultos acharam a atividade válida e importante, visto que a própria saúde está ameaçada. É uma atividade didática simples, de divulgação e controle que, infelizmente, esbarra num grave problema de falta de recursos e de possibilidade de resolvermos sozinhos, mas estamos fazendo a nossa parte. No Teotônio, são realizados diversos projetos socioambientais, visando à integração entre estudantes, conhecimento adquirido e comunidade escolar.” ( Marileide Dantas Costa)

Na Escola Irmã Rosa Aparecida, localizada à Rua Vênus, 275 – Jardim Acácia, em Feira de Santana – NRE 19, os professores, “de olho” nos dados da Secretaria de Saúde, observaram que a Bahia registrou em 2015 um aumento significativo dos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya. “Para eles, combater o mosquito é uma tarefa um tanto ‘fácil’ e, por isso, acaba caindo no esquecimento, o que tem feito com que esses números cresçam de forma alarmante”,disse a professora Shéfora Pina Estêves Lima.

Os professores do Ensino Fundamental II (Celiane Sena, Deise, Esmeralda Maia, Jeany Carvalho, Luana Carneiro e Mônica), orientados pela professora Shéfora e incentivados pela gestora Janúsia Almeida e Yara Costa, resolveram mudar essa realidade. Mostraram para a comunidade escolar o quanto é importante a prevenção contra o “mosquito da dengue” e, então, lançaram o projeto “EU E MINHA CASA CONTRA O AEDES AEGYPTI”.

O projeto propõe as seguintes ações educativas: orientar e corresponsabilizar o estudante pela sua saúde e de toda a sociedade; oficinas sobre a temática arboviroses; palestras informativas sobre o mosquito Aedes aegypiti; produção de cartazes; apresentação de vídeos educativos; identificação de possíveis focos do mosquito Aedes aegypiti nas residências e na escola, dentre outras atividades que estão sendo desenvolvidas pela unidade escolar.

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

“Considerando que o trabalho deve ser contínuo no que se refere à eliminação de criadouros e desejando alcançar a participação da comunidade de forma ativa, realizamos, no dia 18 de março, uma caminhada de conscientização da população pelas ruas do bairro, que contou com a participação da Creche Sorriso da Vovó Zeza, que pertence ao Dispensário Santana, instituição parceira da Escola Irmã Rosa Aparecida. JUNTE-SE A NÓS!” (Shéfora Pina Estêves Lima).

Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

 Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

Vamos derrotar o mosquito! Não vacile! Conte-nos o que você está fazendo! Promova em sua vizinhança, em sua escola, ações para o combate ao “mosquito da dengue”, afinal, de “zica” não temos nada!

Ana Rita Esteves Medrado
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Anúncios

Comunidade Escolar do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira no Combate ao Mosquito Aedes aegypti

Combatendo o Inimigo Número 1 é o título do projeto que professores de diversas disciplinas e estudantes do ensino médio do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira irão promover ao longo de todo o ano letivo de 2016, para exterminar com o mosquitinho da vez! O Aedes aegypti vem ocupando as páginas dos jornais de todo o país e os noticiários na TV. Tanto burburinho tem justificativa, pois esse mosquito é capaz de transmitir os vírus da zika,  da chikungunya, da febre amarela e da dengue. Segundo o portal do ministério da Saúde, esse mosquito é originário da África e se disseminou para “o continente americano por embarcações que aportaram no Brasil para o tráfico de escravos. Há registro da ocorrência da doença em Curitiba (PR) no final do século 19 e em Niterói (RJ) no início do século 20.”

Tantos milhões de brasileiros contaminados, para além das mortes relacionadas a estes vírus, e agora a microcefalia de bebês causados por mulheres contaminadas pelo vírus da zika, chamaram a atenção da comunidade escolar do Colégio de Aplicação. Por isso, não basta apenas discutir sobre o Aedes e formas de prevenção, é preciso se posicionar e atuar no seu combate. Assim sendo, o Colégio de Aplicação declarou guerra ao mosquito e nos próximos meses irá promover uma aula prática para a identificação de possíveis focos de larvas na escola e no Instituto Anísio Teixeira, em Salvador. E essa não será a única ação desenvolvida pela comunidade escolar, segundo nos informou a articuladora de linguagem Maria Ilza de Oliveira e a coordenadora Sueli Fernandes Moura. A equipe pedagógica promete incentivar pesquisas sobre o tema e, ao final de cada mês, as turmas de uma determinada série irão apresentar o resultado dos conhecimentos adquiridos através de dramatizações, paródias, apresentação de estudos e muito mais.

É isso aí, meu povo, precisamos nos movimentar! Se você gostou da iniciativa do Colégio de Aplicação, curta nossa postagem, comente, discuta na sua comunidade estratégias de combate a essa praga do século XXI e compartilhe conosco suas ideias! O combate ao Aedes depende de todos nós, incluindo as autoridades políticas locais que recebem verbas do governo federal para implementar o sistema de saneamento básico nas regiões que ainda não possui. Vamos exigir que esse dinheiro seja de fato aplicado no provimento de água potável, no manejo de água pluvial, na coleta e tratamento de esgoto, na limpeza urbana, no manejo de resíduos sólidos e no controle de pragas e qualquer tipo de agente patogênico.

Abaixo, segue o jogo da Dengue, cujo objetivo é encontrar focos do mosquito Aedes em uma residência!!!

Fig. 1: Jogo da Dengue. Imagem: AEW

Fig. 1: Jogo da Dengue. Imagem: AEW

 

Telma Santos

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Zangões contra Mosquitos

E aí, galera! Beleza?

Nos últimos dias, uma das coisas que mais têm aparecido nos meios de comunicação é o caso das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika, febre amarela e chikungunya. O Aedes é um mosquito de hábito diurno, que se reproduz onde há água limpa e parada. Por ser atraído por altas temperaturas, se propaga muito mais rápido no verão, mas devemos nos manter vigilante o ano inteiro. Para ajudar no combate ao mosquito, temos um novo aliado que já vem sendo usado em algumas cidades do Brasil:

drone-407393_1280

Fig. 1: Drone

os zangões, que em inglês significa drones, como são mais conhecidos. Trata-se de um apelido dado ao VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), que, como o próprio nome diz, é todo e qualquer veículo não tripulado controlado remotamente. Como eles podem ajudar no combate ao mosquito da dengue?

Simples! Eles podem chegar facilmente aonde os agentes da campanha de combate não podem chegar, como topos de prédios, casas abandonadas e outras áreas de difícil acesso, facilitando o mapeamento de possíveis focos de procriação do Aedes aegypti. Dessa forma, torna o combate ao mosquito muito mais preciso e eficaz, mas isso não nos isenta de fazer a nossa parte. Afinal, uma fêmea do mosquito pode colocar cerca de 450 ovos. Como podemos ajudar no combate? Não deixando água parada em garrafas destampadas; tanques destampados e piscinas descobertas; procurar manter as calhas sempre limpas para que a água não fique empoçada, evitando ao máximo deixar água parada e exposta. Caso conheça algum local que seja um possível foco de reprodução do mosquito, denuncie para o órgão responsável.

É isso aí, galera! Vamos todos juntos formar essa corrente contra o Aedes aegypti.

Gabriel Luhan

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Epidemia em Salvador (1918)

Fonte: Salvador, província da Bahia (Rodolpho Lindemann, 1875).

Fonte: Salvador, província da Bahia (Rodolpho Lindemann, 1875).

No início do século XX, a grande maioria da população soteropolitana vivia em condições mínimas de saneamento básico. Os esgotos a céu aberto eram a realidade da população carente que se aglomeravam em casas e prédios construídos de forma desordenada nos becos e vielas da cidade. A inexistência, na maior parte das casas populares, de água encanada, obrigava as famílias a ir buscá-la nos chafarizes espalhados na cidade e estocá-la em lugares impróprios, sem a devida higienização. As ruas quase nunca eram pavimentadas e raramente limpas pelas autoridades públicas, o que provocava o amontoamento do lixo nos cantos da cidade, sem que houvesse um sistema eficaz de coleta. Como se não bastasse as péssimas condições de saneamento básico, moradia e alimentação, o porto de Salvador era a porta de entrada para doenças vindas de outros países, trazidas por estrangeiros, a exemplo da gripe espanhola em 1918.

Nessa mesma época, Salvador vivia um vibrante processo de modernização dirigida pelo então governador da Bahia, José Joaquim Seabra (1912-1916). Ruas estreitas foram alargadas, como foi o caso da Avenida Sete de Setembro, em que sobrados e igrejas foram demolidas. Construiu-se um novo palácio do governo, uma biblioteca pública, um fórum, a secretária da Fazenda e o Hospital João de Deus. Na Cidade Baixa, deu-se continuidade ao aterro do mar, a derrubada de antigos prédios do século XIX e a construção do porto de Salvador[1]. Entretanto, para a melhoria das condições de vida da grande massa empobrecida, não havia recursos disponíveis, tão pouco interesse político. Dadas as condições de moradia da população carente, as doenças rapidamente se proliferavam, instalando-se nos corpos desnutridos da população pobre, cujos salários eram incapazes de fazer frente aos altos preços praticados pelos comerciantes que mercavam os gêneros de primeira necessidade. É que, com o advento da I Guerra Mundial, boa parte da produção de alimentos da Bahia tinha por destino os centros consumidores europeus, desabastecidos em razão da guerra.

A taxa de mortalidade na capital baiana era considerada alta para a época e as principais doenças relacionadas a essas mortes eram a difteria, a febre tifoide, o beribéri, a febre amarela, a gripe, a varíola, a peste, a malária, a tuberculose. Os médicos da época advertiam que, para minimizar a contaminação da população, era preciso uma ação enérgica do governo do estado, com políticas de conscientização de hábitos de higiene pessoal e doméstica. Paralelo a isso, era necessário a efetiva limpeza e drenagem dos córregos, das valas e dos riachos. Assim sendo, o ano de 1918 ficou marcado na História da Bahia em razão da epidemia da gripe espanhola. Centenas de baianos morreram sem cuidados médicos, porquanto os hospitais encontravam-se abarrotados e o contingente de médicos e enfermeiras era insuficiente para atender toda a população de enfermos. Não se sabe ao certo onde se originou a doença, ao que parece surgiu simultaneamente na América do Norte, China e Rússia e rapidamente se tornou uma pandemia, contaminando pessoas nos continentes africano, europeu e americano.

Atualmente, o Brasil vive um problema semelhante ao que acabamos de apresentar. O aedes aegypti, mosquito que ficou conhecido por transmitir o vírus da dengue, também transmite a febre chikungunya e o zika vírus. A proliferação da doença esta atrelada, dentre outros motivos, à manutenção de recipientes com água parada. Por isso, se cada um fizer sua parte e evitar esses criatórios do mosquito em sua própria casa, reduziremos muito o caso de pessoas acometidas por essas doenças!

Telma Santos

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

 

Fontes:

Souza, Christiane Maria Cruz de. A Gripe Espanhola na Bahia: saúde, política e medicina em tempos de epidemia/ Christiane Maria Cruz de Souza.– Rio de Janeiro, 2007. Tese (Doutorado em História das Ciências da Saúde) – Casa de Oswaldo Cruz – Fundação Oswaldo Cruz, 2007.

TAVARES, Luís Henrique Dias. 1987. História da Bahia, 8ª ed.,Editora Ática: São Paulo, 260p

 

 

O combate a dengue

E aê, turma esperta!!!

Com a chegada do verão as temperaturas permanecem elevadas e ocorrem períodos chuvosos que facilitam a reprodução de larvas do mosquito Aedes aegypti, e  a expansão deste mosquito ocasiona muitas vezes surtos, epidemias da dengue.

A dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti que, com as condições climáticas favoráveis somadas à falta de consciencialização da população para os cuidados com o descarte adequado do lixo e com objetos que acumulem água limpa dentro e nos arredores das casas, por exemplo, se multiplica e intensifica o problema do controle da doença.

Podemos auxiliar no combate ao mosquito vetor da dengue com pequenos atos de prevenção, seja na coleta periódica e no descarte adequado do lixo, guardando os materiais, utensílios em um local onde não possam acumular água limpa, ou ainda mantendo bem tampadas as caixas, tonéis e barris d’água.

Então turma, o que vocês acham de mobilizar os(as) seus(as) amigos(as), sua rua e mesmo o seu bairro para o combate à dengue? Entrem nessa luta!

Acessem e vejam mais dicas, informações de como proteger a sua família e comunidade contra a dengue!! http://www.combatadengue.com.br/

Abraços!!

Fonte: http://www.bahiacontraadengue.com.br/

DOCSETOQUE – DENGUE

Olá, pessoal!

Vocês já ouviram falar no projeto DOCSETOQUE***? Que tal conhecer essa proposta de utilização do audiovisual para promover discussões sobre temas relacionados à saúde e meio ambiente?

Aos interessados, desejamos boas discussões… Com a palavra, a equipe do projeto…

DOCSETOQUE

Os temas saúde e meio ambiente cada vez mais têm circundado a esfera da arte e da educação, haja vista, a quantidade de vídeos documentários que apontam desequilíbrios ambientais e crueldades proferidas aos animais. A forma com que seres humanos se relacionam com o meio ambiente e com outras espécies de animais é determinante para o estabelecimento das condições culturais, sociais e ambientais que influenciam diretamente a qualidade de vida humana e das demais espécies.

Tendo isso em mente, estruturou-se o projeto DOCSETOQUE com objetivo de criar um espaço para reflexão crítica sobre temas relacionados à Saúde e Meio Ambiente. As sessões do DOCSETOQUE têm início com a exibição de filmes documentários, seguida de debate com a participação de convidados especialistas no tema abordado pelo documentário. Na próxima sessão, que ocorre nesta quinta-feira (28/06), às 17 horas no auditório da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFBA (Av. Ademar de Barros, nº 500, Ondina, Campus da UFBA), o alvo das nossas discussões será a Dengue, doença que para ser controlada, necessita ampla discussão e envolvimento de todos os setores da sociedade, dentro e fora das nossas escolas.

Mais detalhes: http://docsetoque.blogspot.com.br

DOCSETOQUE - DENGUE


***O
DOCSETOQUE é parte das iniciativas promovidas pelo LAVSAMB – Laboratório de Audiovisual em Saúde e Meio Ambiente da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da UFBA, o qual se dedica à pesquisa na área de comunicação em saúde e meio ambiente, à produção de documentários nessas áreas, bem como, a estimular o interesse dos estudantes na utilização do audiovisual como ferramenta complementar à reflexão e difusão do conhecimento científico, fomentando uma educação que contribua para a transformação da nossa sociedade, tornando-a capaz de respeitar outras formas de vida e o ambiente que a todos abriga e alimenta.

Dengue – O que você precisa saber

Combater a dengue não é uma tarefa fácil, por isso são necessárias a mobilização e a colaboração de todos para eliminar os focos do mosquito e os riscos de epidemia no Brasil.

Medidas simples, desde que praticadas todos os dias, geram bons resultados e ajudam a proteger não só a sua família, mas toda a comunidade.

A Dengue é uma doença infecciosa aguda causada por um vírus que possui 4 sorotipos (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4). É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado. Ocorre principalmente em áreas tropicais e subtropicais do mundo, inclusive no Brasil. As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos.
O quadro clínico é amplo, apresentando desde uma síndrome febril inespecífica até quadros graves, como hemorragia, choque e, às vezes, óbito.

É uma doença de notificação compulsória, mas sua forma grave é de notificação IMEDIATA.

A forma clínica clássica caracteriza-se pelos seguintes sintomas:

  • febre alta com duração de 2 a 7 dias;
  • dor de cabeça;
  • dor no corpo e nas juntas;
  • dor atrás dos olhos;
  • manchas vermelhas pelo corpo.

Quem tem diagnóstico de dengue, deve ficar atento ao surgimento dos sintomas abaixo.

Procure imediatamente um médico em qualquer uma das situações abaixo:

  • dores fortes e contínuas na barriga;
  • vômitos persistentes;
  • sangramento por nariz, boca e gengivas;
  • sede excessiva e boca seca.

Veja que, com medidas simples, você pode combater a dengue:

  • Não deixe água acumulada sobre a laje.
  • Jogar no lixo todo objeto que possa acumular água, como embalagens usadas, potes, latas, copos, garrafas vazias etc.
  • Guardar garrafas, para retorno ou reciclagem, emborcadas e em local em que não acumulem água.
  • Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada.
  • Não jogar lixo em terrenos baldios.
  • Manter o saco de lixo bem fechado e fora do alcance dos animais até o recolhimento pelo serviço de limpeza urbana.
  • Manter a caixa d’água completamente fechada para impedir que vire criadouro do mosquito.
  • Manter bem tampados tonéis e barris d’água.
  • Encher de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta ou lavá-los com escova, água e sabão semanalmente.
  • Lavar semanalmente por dentro, com escova e sabão, os tanques utilizados para armazenar água.
  • Remover folhas e galhos e tudo o que possa impedir a passagem da água pelas calhas.
  • Se você tiver vasos de plantas aquáticas, trocar a água e lavar o vaso, principalmente por dentro, com escova, água e sabão, pelo menos, uma vez por semana.
  • Lavar semanalmente, principalmente por dentro, com escova e sabão, os utensílios utilizados para guardar água em casa, como jarras, garrafas, potes, baldes etc.

Então, vamos aprender um pouco mais sobre a dengue e testar nosso conhecimento? 

Acessem a animação DENGUE no Ambiente educacional Web e saiba mais.

Para acessar a animação clique aqui!

Compartilhem essa informação com seus familiares e amigos, combater a dengue é um dever de todos nós.

Abraços!

Fonte:http://www.combatadengue.com.br/index.php