Os Tuxá na TV Anísio Teixeira

Olá, turma!

Vocês sabem que existem várias etnias  indígenas, não é?

Então, hoje, vamos falar um pouco sobre a etnia Tuxá. Os Tuxá vivem na cidade de Rodelas, norte do estado, em Ibotirama, Vale do São Francisco e no município de Inajá, em Pernambuco. Com a construção da Barragem da Hidroelétrica de Itaparica, por volta de 1988, as famílias que habitavam as áreas inundadas foram transferidas para essas regiões.

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Fig. 1: Cacique Manoel e Ana Beatriz Padilha – Aldeia Tuxá – Ibotirama – Blog dos Educadores TV Anísio Teixeira

 

Visitamos, em 2012, os Tuxá, de Ibotirama, e conversamos muito com o cacique Manoel. Uma vez que não precisam mais lutar pela ocupação de terras, pois já estão em condições de assentados, os Tuxá brigam por preservar sua cultura e tradições.

O ritual do Toré, por exemplo, é praticado sempre, para que os membros mais jovens da comunidade não percam o contato com elementos de suas raízes. Nessa manifestação cultural, pública e coletiva, todos os indígenas, sem distinção de idade e sexo, participam, cantando e dançando, para atrair boas energias.

Em nossa visita à aldeia Tuxá, conhecemos também Ana Beatriz Padilha, na época, estudante do Centro Territorial de Educação Profissional  do Velho Chico. Ana foi destaque no Festival Anual da Canção Estudantil – FACE, de 2011, como melhor intérprete e melhor música e, por isso, foi personagem do Faça Acontecer, produção da TV Anísio Teixeira.

Os Tuxá desejam, exatamente, isso: o reconhecimento da sua identidade e a valorização das potencialidades, do talento, da força e da competência dos povos indígenas.  Que tal pesquisar mais sobre os Tuxá e outras etnias indígenas que vivem em nosso estado? Mãos à obra!

 

Joalva Moraes
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

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Escrita Estudantil

Olá, pessoal!

Vocês já escreveram alguma poesia? Já conhecem o TAL – Tempo de Arte Literária?

Pois é, os estudantes das escolas públicas baianas podem participar do TAL, um festival que valoriza a produção literária estudantil, desenvolvendo a autoestima e a autonomia dos discentes.

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Fig. 1: Estudantes participantes do TAL 2011 – Portal da Educação

O projeto acontece nas esferas escolares, municipais, regionais e, por fim, a estadual, através de saraus que ocorrem nas escolas, em bairros/municípios e nos Núcleos Regionais de Educação – NRE.

Mas o que é mesmo um sarau? Sarau é um evento que reúne grupos de pessoas para realizar atividades lúdicas e recreativas (dança, música, poesia, prosa, por exemplo). A palavra vem do latim seranus/serum, que significa entardecer ou pôr do sol, período do dia  em que, geralmente, ocorrem os saraus.

No TAL, as obras que se destacam, nas primeiras etapas, participam do Sarau Estadual, aqui em Salvador.  Os principais critérios se baseiam na originalidade, criatividade, estética, técnica e clareza textual, segundo os organizadores.

O regionalismo também está presente nesses textos. Em 2011, o destaque foi Ênio Ribeiro que, na época, estudava no Colégio de Paramirim, sudoeste baiano. Seu sotaque, suas influências familiares e o ambiente rural no qual vive impõem uma peculiaridade nas poesias que ele produz. Vocês podem conferir um pouco do talento de Ênio no Faça Acontecer, da TV Anísio Teixeira.

E aí? Vamos tentar escrever uma poesia? Participar de algum Sarau do TAL? Vamos lá, tudo começa a partir de uma tentativa. A arte da escrita precisa de prática. Conversem com seu professor, leiam muito e conheçam o prazer de colocar suas ideias num papel.

Joalva Moraes
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Cine PW – A Febre do Rato

 

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Olá, cinéfilos!

Hoje, iniciaremos a Semana da Poesia aqui no nosso blog. Já pensaram se o cinema pode ser considerado poesia?

Claro que, metaforicamente, teríamos a liberdade de concluir isso, mas podemos ir um pouco mais além. No filme, “A Febre do Rato”, dirigido por Cláudio Assis e lançado em 2012, o cinema e a poesia se mesclam de forma muito interessante. Como exemplo disso, podemos apreciar belos poemas que Zizo, poeta e personagem principal da obra, declama várias vezes durante a película. Isso nos faz pensar que é possível consumir uma determinada arte ainda que ela não esteja na plataforma que lhe foi categorizada, nesse caso, a literatura.

Falando sobre a obra, “A Febre do Rato” é a história de Zizo, um literato que produz seu próprio jornal como trabalho rentável. Inquieto e provocador, o personagem principal passa por diversas realidades em sua cidade, Recife. Seja na relação com inúmeras pessoas ou nos problemas e paradigmas sociais. Zizo é sempre ativo na história ou na situação em que se encontra, e uma das armas que ele usa é a poesia.

Existe uma despreocupação no filme em firmar uma história de início, meio e fim. O foco maior é mostrar Zizo como um personagem que tem um posicionamento político e ideológico e que enfrenta determinadas normas sociais com muita personalidade.

A Febre do Rato” é um belo filme para quem gosta de poesia e cinema. Sua narrativa é bem fluida e leve, fazendo com que o tempo seja algo irrelevante. Uma obra que resgata o sentido reflexivo que toda arte deve ter, em contraponto à avalanche de filmes brasileiros que estão muito mais preocupados em gerar renda.

 

Vitor Moreira

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Cine PW – Bichas, o documentário

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Fig. 1: Divulgação

Olá, cinéfilos! Tudo bem?

Estamos na semana de Gênero e Sexualidade e, para fomentar essa discussão, o Cine PW traz a obra “Bichas, o documentário”, um filme que retrata a vivência de seis jovens e as barreiras sociais que são encontradas no dia a dia. Dirigido por Marlon Parente, esse documento propõe uma revisão no olhar sobre a palavra “bicha”, que é comumente usada de forma ofensiva para ser tomada como um elogio, através da afirmação e do orgulho de ser homossexual.

O documentário, que foi lançado dia 20 de fevereiro de 2016, apresenta também um diálogo sobre a violência e a intolerância, através das histórias que são contadas. As falas dos entrevistados provocam uma reflexão sobre os efeitos da heteronormatividade na construção sociocultural, nas relações familiares e nos diversos ciclos sociais.

Os crimes causados por homofobia ainda são alarmantes no Brasil e no mundo. E tudo isso é simplesmente causado pelo não entendimento sobre a diversidade no mundo. E é para isto que as discussões devem existir: para normalizar a diversidade, colocar luz sobre um mundo plural e múltiplo e desconstruir a mentalidade de que não é possível conviver com as diferenças.

Daí a necessidade de trazer essas reflexões para todas as esferas da sociedade. Para que os erros de hoje não aconteçam amanhã, e que o ódio deliberado seja trocado pelo respeito mútuo, acreditando que o avanço social depende da compreensão ampla de mundo.

Vamos assistir!

 

Vitor Moreira

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Cobertura Colaborativa – Abertura do 4° Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Tayline Alves

Olá, pessoal!

Na reportagem de hoje, falamos sobre a participação dos 10 jovens dentro da Cobertura Colaborativa do 4º Encontro Estudantil. Eles expressaram suas expectativas sobre a participação no Encontro e o que estão achando de tudo que está acontecendo neste primeiro dia.

Apertem o play e confiram:

 

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A estudante-repórter Tayline Alves. Foto: Raulino Júnior

Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

 

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, no bairro de Itapuã.

Itapuã localiza-se no litoral norte, distanciando-se 25 Km do Centro de Salvador. A palavra itapuã tem origem indígena e significa “pedra inclinada ou de ponta”, segundo Oliveira (2009). Entretanto, seus moradores costumam dizer que esse significado corresponde à “pedra que ronca”. Nesse bairro, a miscigenação é muito presente. Anualmente, ocorre a Lavagem de Itapuã, onde adeptos do candomblé e da igreja católica reverenciam nossa Senhora da Conceição. O grupo afro Malê Debalê, criado em 23 de março de 1979 e instalado no Parque Metropolitano do Abaeté, representa a forte influência afrodescendente.

O Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior foi fundado em 07 de março de 1964, através da portaria 19.140, exatamente na gestão do então governador da Bahia, Antônio Lomanto Júnior. Inicialmente, a escola funcionava na sede provisória do Clube Pinaúna (atual Clube Cassas), entre os anos de 1964 e 1965. Nessa época, possuía 134 alunos matriculados e teve como primeira diretora a professora Candolina Rosa de Carvalho Cerqueira.

Quer conhecer mais da história de Colégio Lomanto Júnior e do bairro de Itapuã? Então, assista ao Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Lomanto Júnior. Professores, dirigentes escolares, estudantes, ex-alunos e antigos moradores participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca do colégio e de sua relação com a cultura e educação dessa localidade.

Aprecie e até a próxima!

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Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Fonte:

OLIVEIRA, O. J. R. Turismo, Cultura e Meio Ambiente – estudo de caso da Lagoa do Abaeté em Salvador – Bahia.  Brasília – DF: Centro de Desenvolvimento Sustentável. Universidade de Brasília, 2009.

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar em Cachoeira

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual da Cachoeira e essa cidade do Recôncavo Baiano.

Cachoeira está localizada a 120 Km de Salvador, às margens do Rio Paraguaçu. Lá, a história é viva em suas ruas calçadas com paralelepípedo, na arquitetura de seus prédios e igrejas, na ponte imperial D. Pedro II e do próprio Colégio Estadual da Cachoeira, primeira instituição de ensino desse município.

Pois é! Este é um convite para você conhecer um pouco dessa história e da relação entre o Colégio da Cachoeira e sua cidade. Aprecie e até a próxima!

Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual da Cachoeira

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