Cine PW – Bichas, o documentário

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Fig. 1: Divulgação

Olá, cinéfilos! Tudo bem?

Estamos na semana de Gênero e Sexualidade e, para fomentar essa discussão, o Cine PW traz a obra “Bichas, o documentário”, um filme que retrata a vivência de seis jovens e as barreiras sociais que são encontradas no dia a dia. Dirigido por Marlon Parente, esse documento propõe uma revisão no olhar sobre a palavra “bicha”, que é comumente usada de forma ofensiva para ser tomada como um elogio, através da afirmação e do orgulho de ser homossexual.

O documentário, que foi lançado dia 20 de fevereiro de 2016, apresenta também um diálogo sobre a violência e a intolerância, através das histórias que são contadas. As falas dos entrevistados provocam uma reflexão sobre os efeitos da heteronormatividade na construção sociocultural, nas relações familiares e nos diversos ciclos sociais.

Os crimes causados por homofobia ainda são alarmantes no Brasil e no mundo. E tudo isso é simplesmente causado pelo não entendimento sobre a diversidade no mundo. E é para isto que as discussões devem existir: para normalizar a diversidade, colocar luz sobre um mundo plural e múltiplo e desconstruir a mentalidade de que não é possível conviver com as diferenças.

Daí a necessidade de trazer essas reflexões para todas as esferas da sociedade. Para que os erros de hoje não aconteçam amanhã, e que o ódio deliberado seja trocado pelo respeito mútuo, acreditando que o avanço social depende da compreensão ampla de mundo.

Vamos assistir!

 

Vitor Moreira

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

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Cobertura Colaborativa – Abertura do 4° Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Tayline Alves

Olá, pessoal!

Na reportagem de hoje, falamos sobre a participação dos 10 jovens dentro da Cobertura Colaborativa do 4º Encontro Estudantil. Eles expressaram suas expectativas sobre a participação no Encontro e o que estão achando de tudo que está acontecendo neste primeiro dia.

Apertem o play e confiram:

 

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A estudante-repórter Tayline Alves. Foto: Raulino Júnior

Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

 

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, no bairro de Itapuã.

Itapuã localiza-se no litoral norte, distanciando-se 25 Km do Centro de Salvador. A palavra itapuã tem origem indígena e significa “pedra inclinada ou de ponta”, segundo Oliveira (2009). Entretanto, seus moradores costumam dizer que esse significado corresponde à “pedra que ronca”. Nesse bairro, a miscigenação é muito presente. Anualmente, ocorre a Lavagem de Itapuã, onde adeptos do candomblé e da igreja católica reverenciam nossa Senhora da Conceição. O grupo afro Malê Debalê, criado em 23 de março de 1979 e instalado no Parque Metropolitano do Abaeté, representa a forte influência afrodescendente.

O Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior foi fundado em 07 de março de 1964, através da portaria 19.140, exatamente na gestão do então governador da Bahia, Antônio Lomanto Júnior. Inicialmente, a escola funcionava na sede provisória do Clube Pinaúna (atual Clube Cassas), entre os anos de 1964 e 1965. Nessa época, possuía 134 alunos matriculados e teve como primeira diretora a professora Candolina Rosa de Carvalho Cerqueira.

Quer conhecer mais da história de Colégio Lomanto Júnior e do bairro de Itapuã? Então, assista ao Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Lomanto Júnior. Professores, dirigentes escolares, estudantes, ex-alunos e antigos moradores participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca do colégio e de sua relação com a cultura e educação dessa localidade.

Aprecie e até a próxima!

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Fonte:

OLIVEIRA, O. J. R. Turismo, Cultura e Meio Ambiente – estudo de caso da Lagoa do Abaeté em Salvador – Bahia.  Brasília – DF: Centro de Desenvolvimento Sustentável. Universidade de Brasília, 2009.

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar em Cachoeira

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual da Cachoeira e essa cidade do Recôncavo Baiano.

Cachoeira está localizada a 120 Km de Salvador, às margens do Rio Paraguaçu. Lá, a história é viva em suas ruas calçadas com paralelepípedo, na arquitetura de seus prédios e igrejas, na ponte imperial D. Pedro II e do próprio Colégio Estadual da Cachoeira, primeira instituição de ensino desse município.

Pois é! Este é um convite para você conhecer um pouco dessa história e da relação entre o Colégio da Cachoeira e sua cidade. Aprecie e até a próxima!

Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual da Cachoeira

Clique na imagem para assistir ao vídeo
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Ser Professor: Urânia Viana

Fala, galerinha!

Foto: Peterson Azevedo
Foto: Peterson Azevedo

O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de literatura e música. Apresentaremos o projeto da Professora Urânia Vianna – De onde vêm…Grandes Ideias? As muitas faces de Vinícius de Moraes.

A professora Urânia é uma inovadora no que se refere à metodologia de projetos. Professora do Colégio Estadual Rotary, localizado no bairro artístico de Itapuã, Urânia propõe a prática de leitura e criação de trovas e cordéis, com o objetivo de familiarizar o aluno do 1º. Ano do Ensino Médio com a arte da poesia, bem como estabelecer ligação com a poesia medieval portuguesa.

Foto: Peterson Azevedo
Foto: Peterson Azevedo

O projeto tem como foco a criação de trovas e cordéis a partir da leitura e estudo dos poemas e crônicas de Vinícius de Moraes, bem como a audição de suas músicas e a abertura de uma exposição com a produção dos alunos, numa forma criativa, lúdica e divertida de homenagear esse grande poeta brasileiro.

 

 

 

Foto: Peterson Azevedo
Foto: Peterson Azevedo

“Ser professor, pra mim, é ser capaz de encantar o aluno em sala de aula, através de novas ideias (…)”

Fui!

 

 

 

 

 

 

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo.

Imagem: captura de tela
Imagem: captura de tela

 

Texto e Fotos: Professor Peterson Azevedo

Ser Professor: Flávio Márcio

Fala, galerinha!

O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de poesia e história. Em 2003, o professor de história da rede pública de ensino, Flávio Márcio Sacramento, com o intuito de deixar suas aulas mais dinâmicas e participativas, ampliando a noção de arte, literatura e história, proporcionando a seus alunos uma visão mais ampla do que é aprender criando, pensou o projeto O Ensino da História por Meio da Poesia, que vem beneficiando, anualmente, cerca de 120 alunos do 2º e 3º ano do ensino médio, do Colégio Estadual Professora Ana Bernardes, no bairro de Cajazeiras, em Salvador.

A parceria entre o professor Flávio e os alunos fica evidente no quadro quando, juntos, recitam os versos sobre momentos históricos do Brasil, versos contextualizados e citados com o bom e típico baianês, em que as regionalidades são ingredientes a mais nessa narrativa poética. A ideia do projeto é ampliar o ensino de história para além dos fatos, possibilitando aos alunos utilizarem a poesia como ferramenta de diálogo. “Pra mim, ser professor é ser um guerreiro. É poder armar meus alunos com informações, com conceitos, com ideias (…)”.

Vamos nessa conferir? Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Professor Flávio Márcio. Foto: captura de tela feita em 31/8/2015.
Professor Flávio Márcio. Foto: captura de tela feita em 31/8/2015.

Fui!

 

Peterson Azevedo

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

Radiola PW – Gramofone

Por: Geize Gonçalves

Olá!

A estudante do Colégio Estadual Carlina Barbosa de Deus, Damilly Freires, participou da 5ª edição do FACE, onde apresentou a música de composição própria, Negro Menino. Por ser amante de poesia Damilly sempre gostou de participar dos projetos literários na escola. Após participar e ser premiada no TAL (Tempos de Artes Literárias), foi incentivada pelos professores e diretores da sua unidade escolar a se inscrever no FACE. E assim ela o fez. Vencendo as etapas Escolar e Regional, tornando-se uma das finalistas do festival em 2012. Apreciem! Cliquem na imagem para assisitir ao vídeo!

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Videoclipe de Jornada Pedagógica mostra força do protagonismo estudantil da rede estadual da Bahia

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MC Feijão (no centro), estudantes e equipe da Rede Anísio Teixeira durante a gravação do clipe: protagonismo juvenil. Foto: Vitor Moreira

O videoclipe O Saber de Transformar, feito especialmente para ser exibido na Jornada Pedagógica 2015 das unidades de ensino da rede pública estadual da Bahia, contou com a participação de estudantes e moradores do bairro Praia Grande, em Salvador, e foi produzido pelos profissionais e educadores da Rede Anísio Teixeira. O Saber de Transformar é fruto de um trabalho conjunto, em que a relação da comunidade escolar e da sociedade civil se fortalece.

Da composição da música à finalização do videoclipe, tudo teve como base enaltecer e considerar as especificidades da cultura baiana. “A musicalidade e a batida que estão no rap são bastante autênticas. É um rap da terra, não americanizado. Tem identidade. É um rap com dendê”, brinca Harrison Araújo, diretor do videoclipe. O rap a que Harrison se refere foi composto por Josenildo Almeida, o MC Feijão, estudante da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Dr. Luiz Rogério de Souza e morador do bairro Praia Grande, que fica no subúrbio de Salvador. Esse foi um dos objetivos da produção. Ou seja, mobilizar a comunidade escolar para participar mais da vida da escola. “Foi uma experiência boa”, afirmou  MC Feijão, sobre a sua participação no videoclipe.

Estudantes em ação: "A escola é aberta/ O saber de transformar". Foto: Vitor Moreira
Estudantes em ação: “A escola é aberta/ O saber de transformar”. Foto: Vitor Moreira

Cerca de 50 pessoas (sendo 30 estudantes) foram mobilizadas para a produção do audiovisual. O trabalho, óbvio, foi feito com muito prazer e com responsabilidade. Nesse sentido, detalhes como figurino, direção de arte, locação, escolha de figurantes e preparação de elenco foram considerados com atenção. A gravação do vídeo foi feita no dia 29 de janeiro. As cenas foram gravadas na casa de MC Feijão, no Colégio Estadual Dr. Luiz Rogério de Souza e nas ruas e praças dos bairros Praia Grande e Plataforma.

O Saber de Transformar é uma mensagem motivacional que propõe uma simbiose entre a sociedade civil e a comunidade escolar da rede pública, afirmando que é através da união e de ações colaborativas que a escola e a Educação podem se fortalecer. E, assim, contribuir efetivamente para construção de um mundo melhor. “Junta aqui, somos nós/ E vamos batalhar/A escola é aberta/O saber de transformar…”. (versos do rap O Saber de transformar­, de Josenildo Almeida, MC Feijão).

Asssita ao videoclipe e diga o que achou da produção:

Você também tem a opção de baixar o áudio, através do nosso canal no SoundCloud:

 

No Flickr, você pode ver mais fotos dos bastidores da gravação do videoclipe: www.flickr.com.

Cine PW: Samba Riachão

O documentário Samba Riachão (2001), de Jorge Alfredo, é uma obra bastante significativa para quem quer saber e entender um pouco sobre a história do samba, principalmente o da Bahia. Ao colocar o sambista Riachão como protagonista, o cineasta produziu uma narrativa em que fica evidente o quanto Clementino Rodrigues, verdadeiro nome de Riachão, se confunde com o samba. E vice-versa. O nome do documentário já evidencia isso. É como se Jorge batizasse uma vertente do samba como sendo “Riachão”, para contrapor à samba-canção, samba de roda, samba-reggae e etc. Por isso, não há vírgula no título. O “Riachão”, no caso, não é vocativo; é adjetivo. Ou seja, o nome do filme não remete a um comando para que Riachão sambe (com a vírgula: “Samba, Riachão”), mas traz a ideia de que Riachão é o próprio samba. Boa sacada!

A obra

Os oitenta e nove minutos do filme trazem depoimentos de pessoas famosas do cancioneiro brasileiro, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Armandinho, Daniela Mercury e Tom Zé. Todos falam sobre samba e sobre Riachão. Estudiosos da área também depõem sobre o ritmo e fazem elogios ao cronista do samba baiano, como Riachão é conhecido.

A obra adentra na intimidade de Clementino, com locações na casa dele, no Pelourinho, onde Riachão sempre aparece cercado de amigos, fazendo uma roda de samba, e no bairro do Comércio. Numa das tomadas, o documentário mostra Riachão se preparando para sair de casa. Nesse sentido, todas as atenções se voltam para o emblemático e já folclórico figurino do artista, em que uma toalha está sempre no pescoço.

Um pouco mais de Riachão

Clementino Rodrigues nasceu em 14 de novembro de 1921, na Fazenda Garcia, em Salvador, onde continua morando atualmente. Ele tem mais de 500 composições criadas, sendo as mais conhecidas Cada Macaco no Seu Galho (que já foi gravada por Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gang do Samba, Lampirônicos e Anastácia), Retrato da Bahia (gravada por Trio Nordestino) e Vá Morar com o Diabo (que se popularizou na gravação feita por Cássia Eller, em 2001). Riachão costuma dizer o seguinte sobre sua própria arte: “Eu sou o artista que me torno uma nota musical para levar alegria ao povo”.

Em 2009, a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia publicou o livro Riachão: o cronista do samba baiano, de autoria da jornalista Janaína Wanderley da Silva. A biografia integra a coleção Gente da Bahia, que é distribuida gratuitamente. Quem tiver interesse em adquirir o livro sobre Riachão (e os outros títulos da coleção!), basta enviar um e-mail para cerimonialba@gmail.com e solicitar. Há poucos exemplares no acervo. Então, corra!

#FicaADica: o vocativo é uma palavra ou expressão utilizada para se referir a um interlocutor. Ou seja, a alguma pessoa com a qual a gente conversa. A ideia é expressar um chamado. O vocativo é acompanhado de uma pausa e, quando vem no interior de uma oração, deve vir acompanhado de vírgula. Exemplos: “Canta aí, Riachão!”, “Senhor, que horas são?”, “Não adianta disfarçar, professora, a gente já percebeu que a senhora está chorando”.

Programa “Intervalo” estreia amanhã

Protagonizado por estudantes e professores da rede estadual, programa vai ao ar na TVE-BA

Intervalo

Estreia, nesta terça-feira, 28 de outubro, às 18h30, na TV Educativa da Bahia – TVE (Canal 2), o Programa Intervalo, iniciativa audiovisual da Secretaria da Educação do Estado realizada por professores e técnicos da TV Anísio Teixeira, do Instituto Anísio Teixeira (IAT), e protagonizada por estudantes e docentes da rede pública estadual. A produção inédita se configura como uma inusitada maneira de disseminar e debater conteúdos pedagógicos interdisciplinares, tendo como suportes a arte, a ludicidade e o entretenimento, dentro de uma contextualização sociocultural. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 18h30, na TVE.

O Programa Intervalo será lançado, oficialmente, na quarta-feira, 29 de outubro, às 10h, durante o 3º Encontro Estudantil Todos pela Escola: ciência, arte, esporte e cultura, que acontece na Arena Fonte Nova, de 28 a 30 de outubro. “O Intervalo é uma nova demonstração da capacidade da comunidade escolar baiana em ser autora e protagonista de sua própria história. O programa aborda conteúdos curriculares e temas transversais do ensino médio, mas vai muito além, quando relaciona estes conteúdos com o cotidiano das escolas e das suas comunidades”, destacou o coordenador da Rede Anísio Teixeira, Yuri Wanderley.

O Intervalo foi desenvolvido em formato híbrido para a internet e TV, com gravações realizadas em escolas públicas de todo o Estado. Ao todo, são 120 vídeos de quatro minutos, que compõem 40 episódios de 13 minutos. Os episódios também poderão ser acessados para visualização e download na página www.educacao.ba.gov.br/intervalo.

Na equipe pedagógica, atuam docentes da rede pública preparados para compreender, criar e realizar as séries. “Pelas nossas andanças, especialmente pelo interior do Estado, vimos o quanto os professores estão motivados, comprometidos, assim com os estudantes, sempre envolvidos e criativos, produzindo conteúdos com muita qualidade”, destacou Joalva Moraes, professora do Núcleo Audiovisual da Rede Anísio Teixeira.

Quadros

No total, o Programa Intervalo irá exibir três quadros: Minha escola, Meu lugar, o Ser professor e Cotidiano. No primeiro, o foco é a relação entre a comunidade escolar e o seu colégio. No segundo, os vídeos apresentarão práticas pedagógicas e iniciativas criativas de docentes da rede pública estadual. Já o terceiro, traz as experiências do dia a dia do estudante, relacionando-as com o conhecimento científico.

O Intervalo traz, também, a série Encenação, por meio da qual peças teatrais, protagonizadas por alunos e professores da rede, além de atores regionais, são adaptadas para a linguagem televisiva. Há, ainda, a série Faça Acontecer, que mostra documentários sobre estudantes que se destacaram em projetos artísticos, culturais, científicos e esportivos, promovidos pela Secretaria da Educação do Estado. Já as séries Gramofone e Filmei! trazem, respectivamente, os bastidores de clipes musicais e a produção audiovisual dos professores e estudantes. Em Diversidades, o expectador poderá refletir sobre temas universais e ligados ao comportamento social. Os fatos históricos da Bahia, por sua vez, estão contemplados na série Histórias da Bahia.

Adaptado de: Ascom/Educação.