Compartilhando Saberes, Olhares e Fazeres…

Fala, rede!

No mês de agosto, foi finalizada a 2ª formação de Produção de Mídias Estudantis, realizada pela Rede Anísio Teixeira (Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Rede Pública Estadual de Ensino).

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Fig. 1: Professor Raulindo em plena produção textual. Captura Rodrigo Maciel

Essa formação é ofertada a estudantes e professores da rede pública estadual de ensino, o que possibilita uma vivência compartilhada entre esses atores, ampliando as relações professor-aluno. A formação em mídias estudantis é mais uma iniciativa de se discutir e problematizar as diversas metodologias educacionais mediadas pelas tecnologias, em especial a produção de  textos para blogs, a leitura e interpretação de imagens como novas formas de letramentos e a produção audiovisual como elemento de construção crítica e contextualizada de conteúdos curriculares.

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Fig. 2: A turma na aula de roteiro como Professor Marcus Leone. Captura Rodrigo Maciel

A escola contemporânea deve possibilitar novos diálogos com as diversas formas de ler o mundo e suas transformações. O multiletramento possibilita que vejamos e interpretemos a dinâmica no espaço por meio de diversos instrumentos de leitura. O ato de ler está relacionado a diversas modalidades de leitura (s), seja ela um texto, uma música, uma imagem. A educação mediada pelas tecnologias, de forma colaborativa e livre, pode ser um caminho viável para esse nosso novo percurso. É com essa filosofia metodológica que os formadores da Rede Anísio Teixeira conduzem a formação, sempre procurando o “fazer junto, fazer com”.

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Fig. 3: Aula de fotografia e leitura e interpretação de imagem com o Professor Peterson Azevedo. Captura Rodrigo Maciel

A professora de história, Sandra Barbosa, do Colégio Estadual de Vilas de Abrantes, no município de Camaçari, apontou a importância “de trabalhar e valorizar o uso das tecnologias na sala de aula, visando a ética e o respeito […] para mostrar aos nossos alunos que isso é importante, vai gerar autonomia, que vai gerar a possibilidade de novos olhares”. Comentou ainda sobre a metodologia de estarmos juntos, professores e alunos, como aprendizes: “Não poderia deixar de falar sobre a importância de trabalhar junto com os alunos. Eu aprendi muito com os fazeres tecnológicos deles”.

O estudante Nickson Lima, do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, de Salvador, enfatizou: “Nunca imaginei que uma escola pública poderia me proporcionar uma formação que trabalhasse a tecnologia, como foi ofertado aqui. Meu intuito é aprender e levar para os meus colegas essa nova alfabetização”.

Um dos maiores objetivos da formação é estimular o empoderamento dos nossos professores e estudantes, principalmente no uso das tecnologias da informação e da comunicação; não como enfeites para as aulas, mas como processos na construção do conhecimentos para além da sala de aula, para a autonomia e protagonismos desses atores. Como relatou o professor e formador da Rede Anísio Teixeira, Raulino Júnior, “o mais importante desta formação é a possibilidade de dar autonomia para os participantes”.

É possível fazer com o estudante e não apenas para o estudante.

Até a próxima.

Peterson Azevedo

Fotógrafo e Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Rede AT em Ação!

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No dia 16 de maio,  no Instituto Anísio Teixeira, foi ministrada pelos educadores da Rede AT a sexta Formação em Apropriações Tecnológicas no Ensino e na Aprendizagem, durante a VIII Etapa Intermediária da LICEEI/UNEBLicenciatura Intercultural em Educação Escolar Indígena, com o objetivo de contribuir para a melhoria da educação básica.

A formação contou com um público muito especial de 65 participantes, todos licenciandos do curso interdisciplinar da UNEB e pertencentes a diversas etnias indígenas como: Kantareré, Pankararé, Kaimbé, Tupi,Tumbalalá, Xucuru Kariri, Tuxá ,Kiriri, Tupinambá de Olivença, Pataxó dentre outras.

A Rede AT valida um movimento que  luta contra a exclusão e busca fomentar o conhecimento democrático e solidário na tentativa de ampliar alternativas para novos aportes no contexto educacional do Estado da Bahia, cuja  iniciativa está  na fusão da aquisição do conhecimento e da informação aliada à apropriações tecnológicas críticas, lúdicas, contextualizadas e colaborativas.

Na ocasião foram desenvolvidos estudos epistemológicos sobre a Teoria da Aprendizagem Significativa (TAS) – David Paul Ausubel; REA – Recursos Educacionais Abertos; Licenças Livres e apresentação do  AEW – Ambiente Educacional WEB, Blog do Professor WEB  e TV Anísio Teixeira.

Foram apresentados: o AEW , bem como sua utilização nos processos de busca , pesquisa e catalogação de conteúdos digitais; o Blog do PW, onde são  compartilhados  conteúdos educacionais e realizadas publicações diárias com assuntos direcionados à comunidade escolar, divididos em temas transversais e áreas do conhecimento, além de notícias relacionadas à educação e ao cenário cultural da Bahia e do Brasil; a TV AT, formação e produção de mídias educacionais.

A Formação foi desenvolvida através de uma atividade lúdica, tendo como mote o conhecimento inter e transdisciplinar, balizado pelos PCNs, a partir de uma dinâmica que ampliou esse diálogo gerando interação entre educadores e participantes.

Os participantes mostraram-se bem receptivos durante todas as discussões, por compreender a dimensão dessa ação para o processo democrático e equitativo na busca da  informação e do conhecimento.

Assista ao vídeo do Cacique Ramón, da etnia Tupinambá de Olivença.

 

A Rede Anísio Teixeira fechou com chave de ouro o primeiro semestre de 2016,com a Formação em  Apropriações Tecnológicas no Ensino e na Aprendizagem, ocorrida no dia 09 de junho, no Colégio Estadual de Praia Grande/Periperi( Subúrbio Ferroviário de Salvador) , onde foram atendidos 22 cursistas, lotados nas seguintes unidades escolares: Colégio Estadual de Praia Grande, Colégio Estadual Nelson Mandela, Colégio Estadual Sete de Setembro, Colégio Estadual Barros Barreto, Colégio Estadual Professor Carlos Barros, Colégio Estadual Maria Odete, Colégio Estadual Professora Maria Anita.

Outras formações foram realizadas pela Rede Anísio Teixeira em 2016, através do grupo de trabalho de Formação em  Apropriações Tecnológicas no Ensino e na Aprendizagem. Foram atendidos os Projetos Estruturantes: Pacto , Gestar , PCE – Programa Ciência na Escola; a SUPED – Superintendência de Educação Básica; o CJCC – Centro Juvenil de Ciência e Cultura. O grupo de trabalho ministrou palestra no Encontro com os articuladores do JERP – Jogos Estudantis da Rede Pública.

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Fotos – Vítor Moreira

 

Até o próximo!

Ana Rita Esteves Medrado

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia.

Caravana Digital Formação em Apropriações Tecnológicas no processo de ensino-aprendizagem

Olá, amig@s!

A Rede Anísio Teixeira compreende que a apropriação tecnológica é condição importante à formação de todos os atores educacionais. Não se trata tão somente do empoderamento na utilização dos recursos tecnológicos, mas, sobretudo, de um movimento político, socialmente efetivo à fomentação intelectual de produção, apropriação e compartilhamento de Mídias e Tecnologias Educacionais cuja promoção está em defender a tecnocultura livre.


Diante do exposto, nos dias 10 e 13 de novembro, ocorreram as “Caravanas Digitais”, movimento idealizado pela Rede AT, em parceria com as escolas públicas da Rede Estadual de Ensino da Bahia. Dessa vez, a equipe de educadores esteve no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira e no Colégio Estadual Mestre Paulo dos Anjos. O propósito da atividade é dar visibilidade às produções que acontecem nas unidades escolares por parte de educadores e educandos, bem como difundir as produções desenvolvidas pelos projetos da Rede AT: Ambiente Educacional Web, Blog do Professor Web e da Professora OnLine e TV Anísio Teixeira.

Foto: Samuel Oliveira

Foto: Samuel Oliveira

A “Caravana Digital” chegou às unidades escolares com duas propostas de atividades que ocorreram de forma paralela: lúdica, tendo como público-alvo os educandos; e de formação, para os educadores.

A formação buscou trabalhar a relação, sociedade, tecnologia e educação, no sentido de refletir como esses três pilares tornam-se elementos fundantes, que interferem direta e indiretamente no cotidiano escolar, em que educandos e educadores, cada vez mais, se apropriam das novas tecnologias.

Foto: Eugles Oliveira

Foto: Eugles Oliveira

O debate foi bastante proveitoso, bem como a participação dos educadores nas atividades propostas. Eles trouxeram exemplos do seu dia a dia, das suas relações com as tecnologias disponíveis na unidade escolar e da relação com os educandos que utilizam aparelhos tecnológicos em sala. Apontaram as reais dificuldades no tocante ao acesso à internet em seu locus de trabalho e a insuficiência de equipamentos disponíveis.

Foto: Ródnei Souza

Foto: Ródnei Souza

 

Eugles Oliveira

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior, no bairro de Itapuã.

Itapuã localiza-se no litoral norte, distanciando-se 25 Km do Centro de Salvador. A palavra itapuã tem origem indígena e significa “pedra inclinada ou de ponta”, segundo Oliveira (2009). Entretanto, seus moradores costumam dizer que esse significado corresponde à “pedra que ronca”. Nesse bairro, a miscigenação é muito presente. Anualmente, ocorre a Lavagem de Itapuã, onde adeptos do candomblé e da igreja católica reverenciam nossa Senhora da Conceição. O grupo afro Malê Debalê, criado em 23 de março de 1979 e instalado no Parque Metropolitano do Abaeté, representa a forte influência afrodescendente.

O Colégio Estadual Governador Lomanto Júnior foi fundado em 07 de março de 1964, através da portaria 19.140, exatamente na gestão do então governador da Bahia, Antônio Lomanto Júnior. Inicialmente, a escola funcionava na sede provisória do Clube Pinaúna (atual Clube Cassas), entre os anos de 1964 e 1965. Nessa época, possuía 134 alunos matriculados e teve como primeira diretora a professora Candolina Rosa de Carvalho Cerqueira.

Quer conhecer mais da história de Colégio Lomanto Júnior e do bairro de Itapuã? Então, assista ao Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Lomanto Júnior. Professores, dirigentes escolares, estudantes, ex-alunos e antigos moradores participam dessa produção, mostrando suas impressões acerca do colégio e de sua relação com a cultura e educação dessa localidade.

Aprecie e até a próxima!

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Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Fonte:

OLIVEIRA, O. J. R. Turismo, Cultura e Meio Ambiente – estudo de caso da Lagoa do Abaeté em Salvador – Bahia.  Brasília – DF: Centro de Desenvolvimento Sustentável. Universidade de Brasília, 2009.

Cine Documental – Minha Escola, Meu Lugar em Cachoeira

Olá, pessoal!

O quadro Minha Escola, Meu Lugar, do programa Intervalo, apresenta a influência histórica e sociocultural de uma Unidade Escolar baiana com seu município ou seu bairro. Neste episódio, a escola evidenciada é o Colégio Estadual da Cachoeira e essa cidade do Recôncavo Baiano.

Cachoeira está localizada a 120 Km de Salvador, às margens do Rio Paraguaçu. Lá, a história é viva em suas ruas calçadas com paralelepípedo, na arquitetura de seus prédios e igrejas, na ponte imperial D. Pedro II e do próprio Colégio Estadual da Cachoeira, primeira instituição de ensino desse município.

Pois é! Este é um convite para você conhecer um pouco dessa história e da relação entre o Colégio da Cachoeira e sua cidade. Aprecie e até a próxima!

Minha Escola, Meu Lugar – Colégio Estadual da Cachoeira

Clique na imagem para assistir ao vídeo

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Ser Professor: Urânia Viana

Fala, galerinha!

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de literatura e música. Apresentaremos o projeto da Professora Urânia Vianna – De onde vêm…Grandes Ideias? As muitas faces de Vinícius de Moraes.

A professora Urânia é uma inovadora no que se refere à metodologia de projetos. Professora do Colégio Estadual Rotary, localizado no bairro artístico de Itapuã, Urânia propõe a prática de leitura e criação de trovas e cordéis, com o objetivo de familiarizar o aluno do 1º. Ano do Ensino Médio com a arte da poesia, bem como estabelecer ligação com a poesia medieval portuguesa.

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

O projeto tem como foco a criação de trovas e cordéis a partir da leitura e estudo dos poemas e crônicas de Vinícius de Moraes, bem como a audição de suas músicas e a abertura de uma exposição com a produção dos alunos, numa forma criativa, lúdica e divertida de homenagear esse grande poeta brasileiro.

 

 

 

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

“Ser professor, pra mim, é ser capaz de encantar o aluno em sala de aula, através de novas ideias (…)”

Fui!

 

 

 

 

 

 

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo.

Imagem: captura de tela

Imagem: captura de tela

 

Texto e Fotos: Professor Peterson Azevedo

A Matemática Inclusiva

Nos últimos anos, temos percebido uma mudança muito grande nas repartições e meios urbanos  no que se refere à promoção da acessibilidade. Lembro-me como se fosse hoje:  eram raros  os espaços atentos a esta  questão, o  que dificultava ou mesmo inviabilizava a circulação de cadeirantes ou indivíduos com mobilidade reduzida nesses espaços. Há pouco tempo, não era difícil encontrarmos escolas com corredores muito estreitos, caixas eletrônicos com altura inacessível a cadeirantes, espaços urbanos  sem rampa de acesso, sinaleiras sem sinais sonoros e etc.

Na verdade, de lá pra cá, todas as mudanças ocorridas nestes últimos anos, teve uma motivação fundamentada em eventos históricos. As primeiras discussões sobre o tema só surgiram nos Estados Unidos, fruto dos heróis de guerras que sofreram mutilação na Segunda Guerra Mundial e Vietnã. De lá pra cá, muitas mudanças ocorreram. Em 1981, a Organização das Nações Unidas publicou as Normas sobre a Igualdade de Oportunidades para as Pessoas com Deficiência. No Brasil, em 1985, através da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, foi lançada a Norma Técnica NBR9050, que trata sobre acessibilidade às edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos.

O processo de projetar ambientes cada vez mais abrangentes e menos restritivos é um desafio para os arquitetos e engenheiros. É através da Matemática que os profissionais da área conseguem tornar esses projetos uma realidade. Ela é utilizada para determinar a largura e declividade dos passeios, dimensões e área de vagas em estacionamentos públicos, ângulos de rotação para manobra de cadeiras de rodas, altura ideal para manipulação de comandos, controles de elevadores, sinalizações de trânsitos e etc.

 Para facilitar o trabalho destes profissionais, a NBR 9050 possui um conjunto de determinações e normas, referentes à acessibilidade, nos projetos de arquitetura, urbanismo e transporte, assim como no planejamento de equipamentos, acessórios, comunicações e serviços. Para aplicar essas normas, o arquiteto utiliza uma série de conceitos matemáticos, que envolvem desde o simples ato de mensurar, até o de cálculos mais complexos, como o de áreas e inclinações de rampas.

 O projeto desses espaços requer alguns cuidados, especialmente, para os cadeirantes. A dificuldade que eles enfrentam para se deslocar demanda corredores de circulação que tenham largura mínima de 0,90m, uma vez que o módulo de referência (projeção de 0,80m por 1,20m no piso, ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de rodas) tem largura de 0,80m.

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As áreas destinadas para manobra de cadeiras de rodas sem deslocamento devem ter medidas que permitam que o cadeirante efetue giros de 90°, 180° e 360°. Para efetuar um giro de 90°, a área deverá ter medidas de 1,20m x 1,20m; para rotação de 180°, a área deverá ter medidas de 1,50m x 1,20m e para rotação de 360°, a circunferência deverá ter diâmetro de 1,50m.

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Outro cuidado importante refere-se à ergonomia dos mobiliários e equipamentos. Itens como mesa de trabalho e estudos, caixas eletrônicos, bilheteria, telefones públicos, dentre outros, devem estar adequados aos cadeirantes. A ilustração a seguir reúne uma série de medidas e ângulos que devem ser observados na adequação desses equipamentos e mobiliários:

André2As vagas de estacionamento destinadas aos cadeirantes também devem atender a uma série de normas. A área destinada ao estacionamento de cadeirantes, sejam eles condutores ou não, deve facilitar seu embarque e desembarque. Assim, o primeiro item a ser observado, é a sinalização horizontal e vertical, indicando que se trata de uma vaga especial, além disso, a vaga deve contar com uma área lateral, destinada ao desembarque e circulação de cadeirantes. Para que essa área de circulação atenda às normas técnicas, ela deverá ter no mínimo 1,20m de largura, e deverá estar devidamente sinalizada por faixas transversais amarelas pintadas no chão, para que não sejam obstruídas; impedindo, assim, a circulação de cadeirantes.

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Não podemos deixar de fazer referência ao acesso aos banheiros e vestiários,  que devem obedecer aos parâmetros da norma  no que diz respeito à instalação de bacia, mictório, lavatório, boxe de chuveiro, acessórios e barras de apoio, além das áreas de circulação, transferência, aproximação e alcance, ou seja, todos os itens tratados nesse texto deverão ser observados, agregados a elementos como barras de apoio que, segundo a norma, devem suportar a resistência a um esforço mínimo de 1.500N, em qualquer sentido e estar firmemente fixados na parede.

Todos esses exemplos nos mostram a importância da Matemática na viabilização e construção de espaços inclusivos. Todavia, sem esses conhecimentos elementares dessa área do conhecimento, arquitetos e engenheiros teriam muita dificuldade para executar esses projetos.

Quer aprender mais sobre o tema? Não perca tempo, acesse agora, o Ambiente Educacional Web, AEW,  e tenha acesso a uma grande variedade de objetos educacionais que tratam da inclusão.

André Soledade

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino

 

Referência:

Portal Ambiente Educacional Web. Disponível em:<http://bit.ly/1plsrD2> Acesso em 25 de julho de 2015.

Portal vida mais livre. Disponível em:<http://www.vidamaislivre.com.br/colunas/post.php?id=479&/quando_e_onde_comecaram_a_falar_em_acessibilidade> Acesso em 25 de julho de 2015.

Portal da Associação Brasileira de Normas Técnicas. Disponível em:<http://www.abnt.org.br/> Acesso em 25 de julho de 2015.

Todas as figuras foram retiradas da NBR 9050.