Is Brazil Sunstainable?

DeforestationinBrazil

Fig. 1: Deforestation in Brazil

Olá!

Você sabia que grande parte do vocabulário da língua inglesa tem a mesma origem que as palavras do nosso português? Pois é. Na Idade Média, a Inglaterra falava francês e, por meio desse idioma, as palavras de origem latina foram incorporadas ao inglês que veio a ser falado, mais tarde, na região. É por essa razão que compreendemos muitas palavras, principalmente se o tema estiver ligado às ciências e termos técnicos.

Por exemplo, o que o texto abaixo comunica?

Environmental issues in Brazil

Environmental issues in Brazil include deforestation in the Amazon basin, illegal wildlife trade, illegal poaching, air and water pollution, land degradation and water pollution caused by mining activities, wetland degradation and severe oil spills, among others. As the home to approximately 13% of all known species, Brazil has one of the most diverse collections of flora and fauna on the planet. Impacts from agriculture and industrialization in the country threaten this biodiversity.
As a developing or newly industrialized nation, Brazil is notable for taking a lead in environmentally friendly initiatives. In the field of biofuels, Brazil is the second-largest producer of ethanol in the world. It is also home to two sustainable cities. Nevertheless, environmental issues remain a major concern in Brazil.

In Wikipedia, the free encyclopedia

Sem muito esforço, é possível reconhecer muitas palavras, apenas passando os olhos pelo texto. Eu pus algumas em negrito, para facilitar. Assim, sem recorrer ao dicionário, dá até pra descobrir o que significa a palavra environmental. Muito bem! Ambiental! O contexto ajuda a compreender as demais palavras. Desse modo, conseguimos captar o sentido do título que está tratando das questões ambientais no Brasil. Acertou?

Com a competência que temos de falantes nativos do português, podemos transferir para outras línguas o que já sabemos do funcionamento da nossa. É assim que percebemos que as palavras deforestation, pollution, degradation, nation e industrialization têm o mesmo sufixo e que este equivale ao nosso -ção. Percebemos que o sufixo -ty da palavra biodiversity é o mesmo que está em city, necessity e sustainability, equivalendo ao nosso -dade. Já o sufixo -ly, das palavras approximately, environmentally e friendly, transforma tudo em advérbio, do mesmo modo que o nosso -mente.

Em meio a tantas notícias ruins sobre o Brasil, recentemente, pelo menos o texto em inglês da Wikipédia fala que lideramos em environmentally friendly initiatives. E aí? Você arrisca a tradução? Ou compreender já é o bastante?

Agora, se ficou muito curios@, copie e cole o texto no tradutor online de sua preferência e confira o quanto você acertou sobre essas iniciativas ambientalmente amigáveis, que ainda precisam avançar (ou serem, de fato, adotadas) no Brasil.

Abraços,

Geraldo Seara

Professor da Rede Estadual de Ensino da Bahia

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Ecologia, Produção e Consumo: Como Conciliar Essas Ideias?

A satisfação das necessidades humanas é o objetivo máximo do desenvolvimento… O desenvolvimento sustentável requer que as necessidades básicas de todos sejam atendidas e que sejam estendidas a todos a oportunidade de satisfazer suas aspirações por uma vida melhor.” (CMMD, 1987, p. 43-4).

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Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Desarrollo_sostenible.svg

A ideia de desenvolvimento sustentável atualmente é usada em vários sentidos. Do ponto de vista das inter-relações entre o sistema econômico e o meio ambiente, o enfoque inicial foi essencialmente biocêntrico – era a natureza que devia ser preservada. Em contraste a essa ideia, focaliza-se o funcionamento do sistema econômico. Mas a economia é vista como dependendo fundamentalmente de recursos naturais fornecidos pelo ecossistema global, bem como da capacidade deste de suportar a agressão promovida pela humanidade e de assimilar os resíduos, a poluição resultantes dos processos de produção e de consumo. A questão central é: pode se sustentar o atual padrão de funcionamento do sistema econômico?

Esse “todos”, faz referência à nós seres humanos – não só os da atual geração como também os que virão em um futuro, que deve se estender por muito tempo. O bem-estar presente e do futuro da humanidade depende de um manejo adequado da natureza. Esta é a essência da sustentabilidade.

Então, o que é, na verdade, o desenvolvimento sustentável? O que se deseja sustentar? Uma natureza intocada? Defender tal coisa seria totalmente irrealista.

Como fazer isso e ao mesmo tempo assegurar a satisfação de aspirações e desejos humanos? Até que ponto, num prazo muito longo, se pode almejar o desenvolvimento sem que se esgotem recursos naturais básicos e sem que haja mudanças drásticas na atual estabilidade longe do equilíbrio do ecossistema global?

Os economistas consideram o funcionamento do sistema econômico focalizando dois processos básicos: o processo de produção e o de consumo, tendo por base a essência entrópica do funcionamento da economia, abrindo caminho para análises construídas sobre base mais realista das inter-relações entre o sistema econômico e o meio ambiente, que são centrais para avaliações bem fundamentadas da sustentabilidade e do desenvolvimento, pois traz para a análise econômica o conceito de Entropia, como peça fundamental na formulação da estrutura conceitual da economia ecológica.

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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Objetivos_de_Desenvolvimento_do_Mil%C3%AAnio

A discussão do desenvolvimento sustentável que pode ser derivada também acerca do processo produtivo. Isso porque análises do processo produtivo levam, não só à teoria neoclássica do capital, como ao conceito de substitutabilidade entre fatores de produção que está na essência da avaliação da sustentabilidade do desenvolvimento feitas pela corrente dominante da economia.

Referências:

Ayres, Robert U. Cowboys, cornucopians and long-run stability. Ecological Economics , v. 8, p. 189-207, 1993.

Boulding, Kenneth E. Equilibrium, entropy, development and autopoiesis: towards a disequilibrium economics. Eastern Economic Journal , v. VI, n. 3-4, p. 178- 188, ago./out. 1980.

Cohen, Avi; Harcourt, G. C. Whatever happened do the Cambridge capital theory controversies? Journal of Economic Perspectives , v. 17, n. 1, p. 199-214, Winter 2003.

Consumo e Meio Ambiente

Olá, pessoal! Muitos desejam trocar o celular por um de última geração, aquela TV digital com 1001 funções ou até mesmo, aquele carro do ano. Mas depois que trocamos, para onde vão as coisas antigas? Será que precisamos mesmo substituí-las? As coisas se deslocam através de um sistema, que vai desde a extração, produção, distribuição, consumo e teoricamente o tratamento de lixo. O conjunto de tais etapas se chama Economia de Materiais. Trata-se de um sistema linear em um planeta de recursos finitos, que interage com as pessoas que vivem e trabalham nesse sistema, onde algumas são mais importantes de que outras, ou que têm maior poder de decisão dentre elas: o governo e as grandes corporações.

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Onde a primeira etapa, a extração, é um termo errado usado para a exploração de recursos naturais que, por sua vez, serve para definir a destruição do planeta. A verdade é que cortamos árvores, destruímos nossas montanhas para extrair metais, consumimos muita água e exterminamos os animais. A matéria-prima segue para produção onde utiliza energia para misturar produtos químicos tóxicos com recursos naturais na produção de bens de consumo contaminados com materiais tóxicos. Na distribuição o significado é vender todo produto contaminado com toxina o mais rápido possível, onde o objetivo é manter os preços baixos com as pessoas comprando os produtos em constante movimento. Pagam-se salários baixos aos trabalhadores das lojas e restringem o acesso aos planos de saúde sempre que podem, tudo se resume em externalizar os custos. O verdadeiro custo da produção não se reflete no preço, em outras palavras, não compramos aquilo que pagamos. Isto nos leva ao consumo, nos tornamos uma sociedade de consumidores, nosso papel social passou a ser de consumidores, não mais mães, professores, agricultores, mas consumidores! Nosso valor é medido e demonstrado pelo quanto contribuímos para o consumo. Quanto consumimos? Não é isto que fazemos! Compramos, compramos. Manter os produtos circulando, e como circulam! Numa lógica global que  é fatídica! Quanto mais consumimos mais poluímos!

“Nossa economia enormemente produtiva exige que façamos do consumo o nosso modo de vida, que transformemos a compra e uso de bens em rituais, que busquemos a nossa satisfação espiritual e do nosso ego no consumo. Nós precisamos que as coisas sejam consumidas, gastas, substituídas e descartadas em um ritmo cada vez mais acelerado”.

Victor Lebow

Aquilo que precisamos nos livrar é da antiga mentalidade de usar e jogar fora. Precisamos sair da cultura e da geração do descartável! Há uma nova escola e pensamento desse assunto, e é baseada na: Sustentabilidade e Equidade (SE), Química Verde (QV), Zero Resíduo (ZR), Produção em Ciclo Fechado (PCF), Energia Renovável (ER) e Economia Locais Vivas (ELV), já está acontecendo. A quem diga que é irrealista, idealista, que não pode acontecer, mas eu digo que quem são irrealistas são os que querem continuar pelo velho caminho, isto que é sonhar. Lembre-se que a velha forma não aconteceu por acaso, não é como a gravidade que temos que conviver. As pessoas as criaram e nós também somos pessoas e, por isso, vamos criar algo novo.

Um forte abraço e até a próxima.

Luciano Albuquerque

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino

 Referências:

 Disponível em: <http://www.pensadormercadologico.com.br/blog_arquivos/4096>. Acesso em: 02 de mai. 2016.

 Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Q3YqeDSfdfk>. Acesso em: 02 de mai. 2016.

 Disponível em: <http://www.mma.gov.br/>. Acesso em: 03 de mai. 2016.

 

Lições Indígenas

Fig.1: Aldeia indígena – interação com a natureza. Fonte: pt.wikipedia.org

Os povos indígenas manejam os recursos naturais de maneira sustentável. Eles procuram aplicar estratégias de uso dos recursos que, mesmo transformando seu ambiente, não alteram os princípios de funcionamento e nem colocam em risco as condições de reprodução deste meio. Trocando em miúdos, eles apenas consomem para sobreviver, utilizam apenas o necessário, sem excedentes! Tomemos como exemplo a visão destes povos como homens “naturais”, defensores da natureza. Os índígenas têm consciência da sua dependência – não apenas física, mas sobretudo cosmológica – em relação ao meio ambiente. O modo como evitam a sobrecarga dos recursos ambientais ao dividir a aldeia cada vez que a população se torna excessiva “é de uma enorme sabedoria”. Desta forma, evita-se o superpovoamento. “Temos que aprender a ser indíos, antes que seja tarde”, foi essa a principal mensagem dada pelo antropólogo Eduardo Viveiros de Castro.

Os Yanomami, por exemplo, utilizam a palavra urihi para se referir à “terra-floresta”: entidade viva, dotada de um “sopro vital” e de um “princípio de fertilidade” de origem mítica. Urihi é habitada e animada por espíritos diversos, entre eles os espíritos dos pajés yanomami, também seus guardiões. A sobrevivência dos homens e a manutenção da vida em sociedade, no que diz respeito, por exemplo, à obtenção dos alimentos e a proteção contra doenças, depende das relações travadas com esses espíritos da floresta. Dessa maneira, a natureza, para os Yanomami, é um cenário do qual não se separa a intervenção humana, no entanto, esta intervenção se faz de forma sustentável.

O formato de sustentabilidade – um conceito sistêmico, ou seja, correlaciona e integra de forma organizada os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. A palavra-chave é continuidade e como essas vertentes podem se manter em equilíbrio ao longo do tempo. Segundo Luiz Carlos Cabrera (FGV) a norueguesa Gro Brundtland, publicou um livreto chamado Our Common Future, que relacionava meio ambiente com progresso. Nele, escreveu-se pela primeira vez o conceito: “Desenvolvimento sustentável significa suprir as necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades”. Os povos indígenas não só preservam o meio cuidando da natureza, como atendem as necessidades de gerações sem esgotar seus recursos. As sociedades indígenas são inspiradoras e sofisticadas!

(…) Amantes da natureza

Eles são incapazes

Com certeza

De maltratar uma fêmea

Ou de poluir o rio e o mar

Preservando o equilíbrio ecológico

Da terra,fauna e flora

Pois em sua glória,o índio

Era o exemplo puro e perfeito

Próximo da harmonia

Da fraternidade e da alegria (…)

(Letra de Jorge Ben Jor)

 

Fontes Consultadas:

http://brasileiros.com.br/2014/08/temos-que-aprender-a-ser-indios-diz-antropologo/

http://pib.socioambiental.org/pt/c/no-brasil-atual/modos-de-vida/Indios-e-o-meio-ambiente

http://www2.unifesp.br/centros/cedess/CD-Rom/ativprati2.htm

http://pib.socioambiental.org/pt/povo/yanomami/581

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_474382.shtml

Josenir Hayne Gomes

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino

 

 

Agora diga quem é “zica”!

Vamos combater o Aedes aegypiti, artrópode vulgarmente conhecido como “mosquito da dengue”? Esse Vetor de transmissão de arbovírus, como o vírus da dengue, do chikungunya, da febre amarela e também do zika vírus, que são doenças do tipo arboviroses (infecções virais), se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais e vem acometendo uma grande parte da população brasileira, principalmente nordestinos, indiscriminadamente.

Atender ao alerta geral para que todos os brasileiros participem dessa luta contra o vetor das doenças, é muito importante. Clicando na imagem abaixo, você terá acesso às informações da Cartilha INIMIGO N.º1.

Fig. 1 – Portal de Educação

Fig. 1 – Portal de Educação

Erradicar o mosquito é o que devemos fazer. Seja um monitor nesse processo! Seguem algumas dicas que vão auxiliar na erradicação: eliminar e ou tratar os criadouros; cuidar do saneamento domiciliar; usar larvicidas aprovados pela OMS e inofensivos aos humanos; não acumular água em pneus e garrafas; manter quintal ,jardim e terreno limpos; promover educação em saúde; avisar às autoridades da existência de possíveis criadouros,etc.

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Participando desse processo contra o mosquito, através de ações educativas, de prevenção e combate ao Aedes aegypiti, as professoras : Marileide Dantas Costa e Shéfora Pina Estêves Lima estão reformulando e lançando, respectivamente, os projetos : “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue” e o “Eu e minha casa contra o AEDES AEGYPTI“, que elas coordenam nas escolas onde lecionam.

No Colégio Teotônio Vilela, localizado no Conjunto João Paulo II, em Feira de Santana – NRE 19, acontece “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue”, projeto interdisciplinar, coordenado pela Professora Marileide e os Professores da Área de Ciências Exatas (Roseane Sampaio, Kleide Ribeiro, Daiane Fernandes, Jaciene Nascimento,Claudiana Franco, Tânia Mascarenhas,Marcos Manfrine, Luciana Calazeira) e a gestora Maria da Conceição Lopes.

O projeto realiza um trabalho de visitação e limpeza das áreas da escola, visando combater os focos e a reprodução do mosquito Aedes aegypiti. A ideia é atacar a proliferação do mosquito, evitando a transmissão dos arbovírus, aprofundar o conhecimento sobre o tema, despertando no alunado a autoconsciência do seu papel social no combate à dengue, chikungunya e ao zika vírus.

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 Fig.4: Marileide Dantas Costa

“Os alunos do 8º ano receberam bem a ideia do projeto, ficaram curiosos para descobrir focos do mosquito, apesar de ficarem meio ‘sem graça’ por coletar resíduos sólidos, mas lidaram bem com a situação. Os adultos acharam a atividade válida e importante, visto que a própria saúde está ameaçada. É uma atividade didática simples, de divulgação e controle que, infelizmente, esbarra num grave problema de falta de recursos e de possibilidade de resolvermos sozinhos, mas estamos fazendo a nossa parte. No Teotônio, são realizados diversos projetos socioambientais, visando à integração entre estudantes, conhecimento adquirido e comunidade escolar.” ( Marileide Dantas Costa)

Na Escola Irmã Rosa Aparecida, localizada à Rua Vênus, 275 – Jardim Acácia, em Feira de Santana – NRE 19, os professores, “de olho” nos dados da Secretaria de Saúde, observaram que a Bahia registrou em 2015 um aumento significativo dos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya. “Para eles, combater o mosquito é uma tarefa um tanto ‘fácil’ e, por isso, acaba caindo no esquecimento, o que tem feito com que esses números cresçam de forma alarmante”,disse a professora Shéfora Pina Estêves Lima.

Os professores do Ensino Fundamental II (Celiane Sena, Deise, Esmeralda Maia, Jeany Carvalho, Luana Carneiro e Mônica), orientados pela professora Shéfora e incentivados pela gestora Janúsia Almeida e Yara Costa, resolveram mudar essa realidade. Mostraram para a comunidade escolar o quanto é importante a prevenção contra o “mosquito da dengue” e, então, lançaram o projeto “EU E MINHA CASA CONTRA O AEDES AEGYPTI”.

O projeto propõe as seguintes ações educativas: orientar e corresponsabilizar o estudante pela sua saúde e de toda a sociedade; oficinas sobre a temática arboviroses; palestras informativas sobre o mosquito Aedes aegypiti; produção de cartazes; apresentação de vídeos educativos; identificação de possíveis focos do mosquito Aedes aegypiti nas residências e na escola, dentre outras atividades que estão sendo desenvolvidas pela unidade escolar.

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

“Considerando que o trabalho deve ser contínuo no que se refere à eliminação de criadouros e desejando alcançar a participação da comunidade de forma ativa, realizamos, no dia 18 de março, uma caminhada de conscientização da população pelas ruas do bairro, que contou com a participação da Creche Sorriso da Vovó Zeza, que pertence ao Dispensário Santana, instituição parceira da Escola Irmã Rosa Aparecida. JUNTE-SE A NÓS!” (Shéfora Pina Estêves Lima).

Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

 Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

Vamos derrotar o mosquito! Não vacile! Conte-nos o que você está fazendo! Promova em sua vizinhança, em sua escola, ações para o combate ao “mosquito da dengue”, afinal, de “zica” não temos nada!

Ana Rita Esteves Medrado
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

AFRObetizando: abadá ou abatá?

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Imagem: http://outraspalavras.net

Axé, mano!

? Calma, xará! Falta pouco! Carnaval está chegando! A propósito, já comprou seu abadá? Nem só de português vive o português! Se você é tagarela, então vamos bater um papo! Você sabia que, muito do que falamos tem sua origem em línguas africanas e falamos “africanglês”? Talvez, nem precise andar com um dicionário na mochila!

Pra ninguém mangar de você e achar que você é um babaca, é melhor se informar! E se alguém te chamar de dengoso, ligue não! Só não dê uma de nenê! Você não precisa mais de nenhuma babá. Também não vale xingar, ficar ranzinza ou se encher de cachaça!

Anda meio borocoxô? Está com calundu porque não achou ainda um xodó? Fique não! Precisa de um cafuné? Pare de dengo! Está com fome? Prefere quiabo, maxixe ou jiló? Quer farofa, canjica ou mungunzá ? Humm! Um acarajé fritinho num dendê virgem vai bem. Tem que comer, senão fica com cara de zumbi! Pra não ficar zonzo com tanta indagação, vai aqui uma informação.

Lá no cafundó da África, no Quênia, uma ONG chamada “Ocean Sole”, situada em Nairóbi, as pessoas estão colocando a mão na massa, ou melhor, na água. Elas recolhem abatás, quer dizer, chinelos e outros materiais abandonados no mar. O volume desses objetos nas águas as transformam em verdadeiros “ Oceanos de Plástico” e provocam catástrofes à vida de aves e animais marinhos. Os objetos são transformados em brinquedos e peças gigantes de decoração que já conquistaram vários lugares no mundo, como em zoológicos, parques e lojas. Além de limpar as praias, o projeto impulsiona o desenvolvimento econômico e local da região. Para mais informações, assista ao vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=OzHUwmrOpFE.

chinelos

Captura de tela do site www.feac.org.br. Acesso em 19/11/2015.

Mas, tem novidade por aqui! O Novembro é Negro e o colorido vem Bahia. Outra iniciativa, ecologicamente correta, são os livros de plástico. A coleção “Eu Vim da Bahia”, lançada recentemente, reúne seis livros ilustrados com celebridades baianas. Feitos de embalagens de chocolate e salgadinho pós-consumo que, segundo idealizadores, a impressão consome 20% menos de tinta e não rasga. No tema educação, o homenageado foi Anísio Teixeira . Sem lenga-lenga, a cultura afrobaiana foi também homenageada na pessoa de Tia Ciata, figura ilustre da nossa cultura. Assista ao vídeo no nosso portal: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/2642. Essa sambista deixou o seu legado: num batuque de um samba, caia… caia na gandaia!

Um muxongo !

Para mais informações, acesse:

http://www.brasil.gov.br/cultura/2014/11/linguas-africanas-exercem-influencia-direta-no-portugues

http://resgatedenossasraizes.blogspot.com.br/2008/11/frica-est-em-nosso-portugus-palavras-de.html

Mônica Mota

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

 

Hello, folks!

Fonte: https://pixabay.com/pt/compras-carrinho-gr%C3%A1fico-loja-650046/.

Vamos aprender sobre clothes? Antes, daremos um giro para entender duas palavras que têm tudo a ver. Que tal falarmos sobre consumo? Ou melhor, consumismo? Oxente! E não é a mesma coisa?

Bem… No consumo, as pessoas compram somente o necessário e está relacionado à sobrevivência presente ou futura. Ao passo que o consumismo é caracterizado pela aquisição daquilo que não é necessário ou não está intimamente ligado à sobrevivência.

Hoje vivemos numa aldeia global, onde o consumismo é a palavra de ordem para muita gente. Depois da Revolução Industrial, o mundo nunca mais foi o mesmo. A forma como as pessoas se vestiam foi alterada. Com o surgimento do capitalismo, a aquisição de produtos também foi modificada.

Consumir, na atualidade, tem sido um ato político, porque é preciso questionar sobre o que está comprando. Requer um posicionamento reflexivo sobre a origem do produto, a mão de obra que está por trás, se é resultado de um trabalho escravo ou até mesmo o impacto ambiental que ele causa.

Estamos sempre querendo algo novo! Um tênis novo, um jeans novo, uns shorts da moda! E por falar nisso, o que você acha de darmos uma revisada no vocabulário de clothes? Inclusive, existem muitos sites na Internet para venda de produtos dessa natureza. Be careful! Muitos sites não são confiáveis e exigem cadastros com informações pessoais! A internet tem seu lado perigoso também! E, às vezes, isso dá uma headache danada! A propósito, você é shopaholic? More or less?

A expressão shopaholic é um termo em inglês para designar uma pessoa altamente compulsiva em compras. Isso é caracterizado como um transtorno! Uma compulsão em que as pessoas precisam buscar ajuda. Que tal finalizarmos, então, com a nossa revisão sobre clothes?

Mônica Mota

Professora da Rede Estadual de Ensino