GREENpense

 

Hi there!

We will move ahead!” Essa foi a frase que ambientalistas de vários países apresentaram com o término da COP 22. Do inglês Conference of the Parties, (Conferência das Partes – COP22) corresponde a 22ª Conferência da ONU sobre o Clima, em Marraquexe, no Marrocos, ocorrida em novembro com 196 países, inclusive, o Brasil. A presença de líderes mundiais definiram particularidades do regulamento que regerá o Acordo de Paris, que definirá as diretrizes universais para seguir em frente no combate ao aquecimento global.

monicaFig.1 Luciano Albuquerque. Frase exposta por ambientalistas na COP 22 “Nós seguiremos adiante.”

O Brasil também promove ações e políticas voltadas às questões ambientais. Da árvore que o nomeou, foi inaugurado o Parque Nacional do Pau Brasil, área de grande concentração de biodiversidade. Localizado no sul da Bahia, região de Porto Seguro e também chamada de Costa do Descobrimento, reúne espécies da fauna e flora da Mata Atlântica, um bioma que está em constante ameaça e muitos são os que sofrem! De acordo com registros, o número mundial de assassinatos de ambientalistas chega a 200 por ano e, no Brasil, soma um total de 50.

Muitas são as organizações de reconhecimento internacional, como por exemplo,

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Fig.2 Logo Greenpeace

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Fig.3 Logo  World Wide Foundation

 

 

 

 

 

 

que estão presentes em diferentes países que assumem o compromisso de proteger reservas ecológicas e dialogar acerca de questões ambientais presentes e futuras. O Greenpeace Brasil lança a cartilha intitulada: “E agora, José? O Brasil em tempos de mudanças climáticas” durante a 22a Conferência do Clima das Nações Unidas . O documento trata de estudos referentes ao aumento da temperatura do planeta. Ações emergenciais que precisam ser tomadas para um futuro breve. E, por falar em futuro, você poderia responder tal questionamento?

Do you think these aspects are going to become big problems in the future ?

Disappearence of green areas (Desaparecimento de áreas verdes)

Excess of carbon dioxide (Excesso de dióxido de carbono )

Disposal of waste (Eliminação de resíduos)

Burning of forests (Queimada de florestas)

Global warming (Aquecimento global)

Shortage of water (Escassez de água)

Basic Sanitary (Saneamento básico)

Nuclear plants (Usinas Nucleares)

River pollution (Poluição de rios)

Deforestation(Desmatamento)

Noise (Barulho)

Aliás, falar de questões ambientais numa projeção futura é o que será feito agora!

Vejamos duas formas de expressar o FUTURE TENSE. “Will” ou “going to”? Quem já não se fez essa pergunta?

O verbo auxiliar “will” é utilizado para fazer previsões, falar de possíveis eventos e ações futuras. Veja alguns exemplos:

  • Gas emissons will increase in 2020.

  • Will temperatures and sea levels rise?

  • Will tropical diseases like malaria and zika spread?

Já a formação do futuro com going to” expressa eventos planejados,predições, intenções. Estrutura:To be + going + to + verbo (infinitivo). Veja alguns exemplos:

  • We are going to study about environmental problems.

  • Are these aspects going to become big problems in the future?

  • I’m not going to use plastic trash bags.

Fácil, não? Para saber mais, acesse nosso ambiente, veja outras sugestões e exemplos!

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/5684

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/4073

Be green!

Mônica de Oliveira Mota

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Educação a Distância no Inovatec

Estudante-repórter: Lucicarla Lima

O I Congresso Baiano  de Inovação e Tecnologia na Educação (Inovatec) ofereceu aos participantes diversas atividades. Entre  elas, o lançamento do livro Educação a Distância: Impactos nos Planos Profissional e Pessoal, da professora Letícia Machado. Na obra, a autora mostra a importância da educação a distância e de como ela pode modificar a vida profissional das pessoas, desde que elas se envolvam com responsabilidade e compromisso.

Foto- Caroline Aguiar

Fig. 1: Educação a distância em discussão. Foto: Carol Aguiar

Além disso,  o volume propõe mostrar aos leitores as diversas formas de EAD (Educação a Distância), considerando as particularidades de cada uma.

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Foto- Caroline Aguiar

Na entrevista que concedeu à nossa equipe, a professora disse: “Fui aluna de colégio público e sempre gostei muito de escrever. Trago isso como uma motivação para os alunos da rede estadual, como uma forma de ver que eles são capazes de fazer qualquer atividade”.

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Estudante-repórter: Lucicarla Lima. Foto: Carol Aguiar

Lucicarla Lima tem 18 anos e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.

 

Gestar na Escola estimula leitura e produção de texto através da intermediação tecnológica

Estudante-repórter: Esther Silva |Redator do texto desta postagem e editor do áudio: Thiago Ferreira

Olá, gente!

Mais uma temática importante foi discutida no Inovatec: a professora Enoilma Simões conversou com a gente e falou sobre uma das ações do projeto Gestar na Escola. Confira, no depoimento dela, como o uso das tecnologias da informação e da comunicação podem estimular a leitura e a produção textual.

 

Fig. 2: Esther Silva. Foto: Carol Aguiar

Estudante: Esther Silva. Foto: Carol Aguiar

Esther Silva tem 17 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.

Projeto estimula o uso das linguagens audiovisual e artística como meio de difusão de conhecimentos para estudantes da rede pública

Estudante-repórter: Roniton Fernandes

Os professores Geraldo Seara e Nildson Veloso apresentaram o pôster Curso de Interpretação e Produção de Vídeos Estudantis, durante o primeiro dia do Inovatec (I Congresso Baiano de Inovação e Tecnologia na Educação). O objetivo do curso é propiciar aos estudantes os conhecimentos básicos sobre a linguagem cinematográfica, além de incentivá-los a criar conteúdos para o uso em sala de aula.

Para realizar a atividade, os professores visitam escolas da rede pública estadual em toda Bahia. O professor Nildson avaliou o interesse dos alunos como surpreendente: “O interesse foi muito além do que a gente esperava. Quando os estudantes percebem a responsabilidade e a disciplina que o curso exige, eles vão se motivando”.

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Fig. 1: Nildson Veloso. Foto: Emili Oliveira

Com o apoio da Rede Anísio Teixeira, o curso vem gerando bons frutos e, apesar de algumas dificuldades, a expectativa é de que em 2017 ocorram novas edições da formação. O professor Geraldo Seara contou para a nossa equipe o que ele espera para o futuro do projeto: “Com fé em Deus, isso não vai parar. Inclusive, queremos ampliar. A ideia é que aumente o número de pessoas formadas, para que elas sejam assistidas diretamente e para que multipliquem o nosso trabalho”.

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Fig. 2: Geraldo Seara. Foto: Emili Oliveira

 

O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior

O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior

Roniton Fernandes tem 19 anos, é estudante do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.

Resenha PW ⇨ Riachão: o cronista do samba baiano

Oi! Tudo bem? Ontem, 27 de novembro de 2016, completaram-se cem anos do registro do samba Pelo Telephone (assim mesmo, com “ph”, respeitando a grafia da época), no Departamento de Direitos Autorais da Biblioteca Nacional. A obra, de autoria de Ernesto Joaquim Maria dos Santos, o famoso Donga, é considerada o primeiro samba brasileiro. E, no ano em que o gênero completa cem anos de existência, que tal conhecer um pouco mais sobre a vida e a obra de Riachão, um de nossos sambistas contemporâneos mais festejados?

Fig. 1: O sambista Riachão mostra vitalidade e muita alegria com seus 95 anos de vida. Foto: reprodução do site da Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia

Fig. 1: O sambista Riachão mostra vitalidade e muita alegria com seus 95 anos de vida. Foto: reprodução do site da Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia

Em 2009, a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (ALBA) publicou o livro Riachão: o cronista do samba baiano, escrito pela jornalista Janaína Wanderley da Silva. A biografia integra a coleção Gente da Bahia. Com linguagem simples e deixando evidente toda a identidade do sambista, a obra, que tem 12 capítulos, envolve o leitor do início ao fim.

Clementino Rodrigues, o Riachão, completou 95 anos no último dia 14 e aos nove já cantava em aniversários. Contudo, antes de começar a viver da música, aprendeu o ofício de alfaiate. Uma das passagens mais interessantes do livro é quando Janaína narra o motivo que o levou a compor a primeira música:

Era 1936, Riachão cantava desde os 9 anos e seu repertório era recheado de sambas do Rio de Janeiro. Num certo dia, quando saiu da alfaiataria, caminhava com destino à Ladeira da Misericórdia para comprar material de trabalho e avistou um pedaço de papel no chão. Se abaixou e pegou um pedaço de revista rasgado e com letras marrons. Ao ler, um choque misturado com desalento. O escrito “Se o Rio não escrever, a Bahia não canta”, lhe travou a garganta. Aquelas palavras não saíram da cabeça do jovem por horas. Após uma dia de trabalho, chegou em casa, jantou, deitou-se para dormir e aquela frase ainda martelava sua cabeça. No dia seguinte, registrado na sua vida como o nascimento do artista, compôs: “Eu sei que sou malandro, sei/Conheço o meu proceder/Eu sei que sou malandro, sei/Conheço o meu proceder/Deixa o dia raiar, deixa o dia raiar/A nossa turma é boa, ela é boa/Somente para batucar…”.

O que quase ninguém sabe, e é uma curiosidade presente na biografia, é que Riachão começou a carreira cantando música sertaneja. No CD Humanenochum, de 2001, ele gravou a música Vida da Semana, considerada sua obra sertaneja mais importante. Muitos outros artistas gravaram e popularizaram as composições de Riachão, como Marinês (“Terra Santa”), Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gang do Samba, Lampirônicos e Anastácia (“Cada Macaco no Seu Galho”); Trio Nordestino (“Retrato da Bahia”, “Bochechuda”, “Papuda”, “Vamos Pular, Gente”), Cássia Eller (“Vá morar com o Diabo”), banda Moinho (“Baleia da Sé”) e Terra Samba (“Vá pra Casa”).

No livro, Janaína não deixa de registrar a fase em que Riachão ingressou na Rádio Sociedade da Bahia (ele ficou lá por 26 anos) e também o lançamento do 1° LP solo, O Sonho do Malandro, de 1982. A versatilidade do artista é, o tempo todo, destaque na obra. O leitor fica sabendo que, além da música, Riachão atuou no cinema e na TV. Contudo, não é só de alegria que se vive uma vida, não é? Em janeiro de 2008, um acidente de carro causou a morte de seis membros de sua família, incluindo a mulher e dois filhos.

Janaína Wanderley da Silva conseguiu captar muito bem a alma de Riachão. O livro nos faz rir muito mais do que chorar. Assim é Riachão: a “alegria em pessoa”. Uma frase que consta na biografia, atribuída a ele, mostra como Clementino Rodrigues se define: “Eu sou o artista que me torno uma nota musical para levar alegria ao povo”. Que a alegria de Riachão esteja sempre viva!

Referência:

SILVA, Janaína Wanderley da. Riachão: o cronista do samba baiano. 2.ed. Salvador: Assembleia Legislativa, 2009. (Coleção Gente da Bahia).

Até o próximo!

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Tecnologias Educacionais e o Antirracismo

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Mural no V SERNEGRA – IF Brasília – Foto: Carlos Barros

 

No mês dedicado à Consciência Negra, o Instituto Federal de Brasília (IFB) organizou a Semana de Reflexões Sobre Negritude, Gênero e Raça – SERNEGRA. Diz respeito a um evento técnico-científico, idealizado e organizado pelo Grupo de Pesquisa Estudos Culturais Sobre Classe, Gênero e Raça.

Neste ano (2016), aconteceu a quinta edição do SERNEGRA, trazendo reflexões sobre a luta antirracista no Brasil, a teoria e a práxis decolonial, abordando os eixos: a colonialidade do poder, do saber e fazer ser, debruçada sobre questões como a Geopolítica do Poder e a possibilidade de uma arte e de uma pedagogia decolonial.

A interculturalidade é o ponto forte desse Seminário, que contou com apresentações artísticas, oficinas, debates, filmes, palestra, simpósios temáticos com algumas das principais personalidades do mundo acadêmico, artístico e político que se propõem a debater o enfrentamento das questões raciais e de gênero no Brasil, Estiveram presentes: Adolfo Alban Achinte, Universidad Del Cauca – Unicauca/ ColômbiaPatricia Hill Collins, University Professor of Sociology at the University of Maryland, College Park, Nelson Fernando Inocêncio, Universidade de Brasília, Joaze Bernardino Costa, Universidade de Brasília, Vera Maria Ferrão  Candau, Universidade Católica do Rio de Janeiro, Wanderson Flor do Nascimento, Universidade de Brasília.

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Caderno de Resumos do V SERNEGRA – Foto: Carlos Barros

As tecnologias educacionais foram temas de debates, através de apresentações de projetos que trouxeram ações que difundem o antirracismo e que podem servir de exemplos para estudantes e professores, na prática pedagógica. Foram eles: Cine NEABI: educando para a diversidade (IF Roraima); Ikoloju: cibercultura e educação antirracista (UERJ); Documentários com estudantes de escolas públicas baianas (IAT – BA); Memórias e identidades: produção formativa de vídeos educacionais (IAT/UFBA); Violência no contexto escolar e racismo: um olhar a partir de um município do entorno do Distrito Federal (Universidade Nacional da Província de Buenos Aires e Faculdade Anhanguera de Valparaíso/GO – Kroton Educacional); e Programa Intervalo como tecnologia educacional na contribuição de práticas antirracistas: o caso do Quadro Histórias da Bahia (IAT- BA).

 Momentos como esse comprovam que as tecnologias aliadas ao processo educativo podem trazer benefícios tanto para a Educação, como para a compreensão da relevância do papel do cidadão em seu grupo social, estimulando a autonomia e a criticidade dos estudantes, principalmente, acerca de questões pouco presentes nos Livros Didáticos, como é o caso da Educação para as Relações Étnico-Raciais.

Fotografando Saberes

Estudante-repórter: Emili Oliveira

Olá, gente! Eu e Carol Aguiar, do núcleo de produção fotográfica da Oficina de Produção de Mídias na Educação, fizemos a cobertura colaborativa do último dia do 5º Seminário Estadual de Educação Integral, que ocorreu nos dias 24 e 25 de novembro, no Instituto Anísio Teixeira (IAT) O evento contou com muitas palestras, uma delas discutiu a atual conjuntura política da educação brasileira, enfatizando o debate sobre a escola sem partido. Confira, abaixo, o registro fotográfico que fizemos da mesa redonda e da estrutura do IAT. Foi uma experiência que abriu novos caminhos, permitindo cada vez mais novas descobertas.

 

Foto: Autorretrato

Foto: Autorretrato

Emili Oliveira tem 16 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe da Cobertura Colaborativa Estudantil.