Independence Day: 1822 or 1823?

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Fig. 1: Brazilian Army Parade

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Independence_Day_(Brazil)

Oi, Pessoal!

Encontrei um blog que ensina o nosso Português aos estrangeiros e, como os professores brasileiros explicam o funcionamento da nossa língua em inglês, percebi que dá pra aprender Inglês também. Entre as postagens do blog, encontrei muitos textos sobre nosso país, nossa cultura e nossa história. Como estamos no mês da Independência do Brasil, o trecho abaixo, me chamou a atenção:

While Dom Pedro I was shouting “Independence or death!” on the banks of the Ipiranga river in São Paulo, the war for the independence of Bahia against the Portuguese military was in full swing.

Que interessante! O texto informa que enquanto D. Pedro I gritava “Independência ou Morte”, às márgens do rio Ipiranga, aqui na Bahia a guerra pela independência contra os soldados portugueses estava em pleno andamento. O texto continua informando:

In actuality, it not only ended after Brazil was declared independent but it begun before the fight for Brazilian independence had started. The Bahian efforts, in the end, were what sent the Portuguese packing.

O texto diz que, na verdade, a guerra não só terminou depois que o Brasil foi declarado independente, mas que começou antes que a luta pela independência tivesse começado. E que foi o esforço dos baianos que fez os portugueses fazerem as malas.

Na verdade, o texto do StreetSmartBrazil começa trazendo uma decisão do Senado brasileiro, datada de 2013, que liga o 7 de setembro diretamente ao nosso 2 de julho, uma data igualmente importante para o país. Veja o trecho:

On May 8th, 2013, Bahian Independence Day, which falls on July 2nd, was officially recognized by the Senate as a date of national importance in Brazil. The recognition doesn’t mean it will become a national holiday but the date does hold an important place in the hearts of Bahians.

O texto segue explicando os motivos:

In fact, Bahian people are proud of July 2nd because it symbolizes the real fight for independence (and not just a mere proclamation of it), where they not only shed a lot of blood and tears, but where slaves and those of native indian descent (caboclos) came together to aid in the fight. It is also where they found themselves outnumbered, by three-thousand Portuguese soldiers versus one-thousand five-hundred on the Brazilian side, and still ended up victorious.

De fato, este foi o mês da proclamação, enquanto que as lutas reais aconteceram meses depois, em 1823. O trecho acima diz que o povo baiano tem orgulho do 2 e Julho porque simboliza a luta real pela independência (e não apenas uma mera proclamação), na qual não só se derramou muito sangue e lágrimas, mas também onde escravos e descendentes dos indígenas (os caboclos) se uniram para ajudar na batalha. Eles se achavam em número reduzido de mil e quinhentos contra os três mil soldados portugueses e, ainda assim, terminaram vitoriosos.

Em tempo, como o Enem está à porta, destaco desse texto uma estrutura semelhante à que temos no Português: …not only … but (also)… equivalente a …não só, mas também…
Vejamos:

It [the fight] not only ended after Brazil was declared independent but it begun before the fight for Brazilian independence had started.

O pronome it se refere à luta, lembra? Traduzido livremente, esse trecho diz que a luta não só terminou terminou depois que o Brasil foi declarado independente, mas (também) começou antes mesmo que a batalha pela independência tivesse começado.

[…] where they not only shed a lot of blood and tears, but where slaves and those of native indian descent (caboclos) came together to aid in the fight. Aqui está dito que não só derramaram muito sangue e lágrimas, mas também onde escravos e caboclos se uniram na batalha (tradução livre).

Visite os links das referências para leituras em inglês sobre a independência. É só por hoje e até a próxima vez.

Geraldo Seara

Professor da Rede Estadual de Ensino da Bahia

REFERÊNCIAS:

StreetSmart Brazil
http://streetsmartbrazil.com/bahian-independence-day-july-2nd/

Independence Day (Brazil)
https://en.wikipedia.org/wiki/Independence_Day_(Brazil)

 

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Vai de Inglês no Enem?

Fig.1: Wikipedia bunch

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:WikiProject_Wikipedia-Books

Olá, pessoal! Que tal buscarmos maiores desafios no aprendizado da língua estrangeira? Eu sei que muitos estudantes gostam de praticar as estruturas básicas da língua, através de pequenos diálogos recheados de palavras e expressões idiomáticas bastante conhecidas, que dão a sensação de domínio da língua, mas precisamos avançar mais um pouco.

De fato, usamos muitos termos estrangeiros no nosso cotidiano que vão desde o “xis” do X-men ao wifi do vizinho. Assim, vamos surfando na vida e na net e, se pintar dificuldade, um tradutor online pode resolver. Mas esse fato – o de vivermos rodeados dessas palavras (algumas aportuguesadas) –, não nos garante um bom desempenho na prova de inglês. Algumas delas nos darão pistas, mas é preciso muito mais.

Na verdade, precisamos, mesmo, é praticar leituras no idioma alvo. Pra começar, podemos partir de notícias sobre fatos conhecidos ou temas da atualidade, tais como ciências, meio-ambiente, economia e política. É uma boa ideia ficarmos atentos às informações divulgadas nos diversos meios de comunicação. Para exemplificar, lembro da alegria que senti, ao ver na minha prova do vestibular um texto sobre um assunto que eu tinha lido, dias antes. Embora o inglês da prova estivesse em um nível mais avançado, pude identificar o tema já pelo título: Sudden Infant Death Syndrome. A transparência das palavras cognatas e a lembrança do assunto ajudaram bastante, mas outros conhecimentos e habilidades foram decisivos nas questões que seguiam o texto. Na ocasião, eu não conhecia muitas palavras, mas reconhecia infant, death e syndrome. Essas informações somadas ao que eu sabia da síndrome me levaram a inferir o significado de sudden. Logo, só podia se tratar da Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI).

Não foi difícil interpretar o texto, nem algumas das questões voltadas para o conhecimento gramatical, pois sabendo que, em inglês, o adjetivo vem antes do substantivo, pude deduzir que a síndrome era de morte (death syndrome) e que era de criança (infant). E a palavra sudden? Bem, só podia ser “súbita”, “repentina”, com base na notícia que eu tinha visto. Mas é muito importante prestar atenção na ordem em que as palavras aparecem, em inglês. Repetindo, não era apenas uma syndrome. Era uma death syndrome. E, como há várias síndromes mortais, era preciso especificar que era uma infant death syndrome e que ocorria de modo repentino. Portanto, uma sudden infant death syndrome. Notem que cada palavra destacada modifica o trecho que vem depois.

Encontrei um texto parecido com o do meu vestibular, na Wikipedia. Destaquei o trecho que trata de possíveis soluções para se evitar a referida síndrome. Ao mesmo tempo, o referido parágrafo nos permite ver o uso de duas formas da língua: gerund (ing form) e infinitive. ATENÇÃO: nem sempre ing indica o present continuous.

Muitas vezes, os textos vêm acompanhados de gravuras que podem ajudar na compreensão. Nesse caso, o que a gravura sugere? A frase que acompanha a imagem está de acordo com uma possível solução para o problema?

Safe_Sleep_logo

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Sudden_infant_death_syndrome

[…] The most effective method of preventing SIDS is putting a child less than one year old on their back to sleep. Other measures include a firm mattress separate from but close to caregivers, no loose bedding, a relatively cool sleeping environment, using a pacifier, and avoiding exposure to tobacco smoke.  […]

Não se assuste se o texto pareceu muito estranho. Esta é uma boa oportunidade para saber se você está se enganando, estudando sempre as mesmas estruturas, ou se está, de fato, buscando desafios maiores.

Veja como ficam traduzidos os verbos na forma ing:

The most effective method of preventing SIDS is putting a child less than one year old on their back to sleep. Tradução livre: A melhor maneira de evitar a SMSI é botar a criança de menos de um ano de idade para dormir de barriga para cima.

Mas quando usar o infinitivo com to? E quando usar a ing form?

Sobre esse assunto indico o site https://www.englishclub.com/grammar/verbs-m_infinitive-ing.htm (em inglês) e também uma das aulas de Inglês do Emitec:

Bons estudos e até a próxima vez!

Geraldo Seara

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Fontes:

https://en.wikipedia.org/wiki/Sudden_infant_death_syndrome

https://www.englishclub.com/grammar/verbs-m_infinitive-ing.htm

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/emitec/disciplinas/exibir/id/4667

 

Is Brazil Sunstainable?

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Fig. 1: Deforestation in Brazil

Olá!

Você sabia que grande parte do vocabulário da língua inglesa tem a mesma origem que as palavras do nosso português? Pois é. Na Idade Média, a Inglaterra falava francês e, por meio desse idioma, as palavras de origem latina foram incorporadas ao inglês que veio a ser falado, mais tarde, na região. É por essa razão que compreendemos muitas palavras, principalmente se o tema estiver ligado às ciências e termos técnicos.

Por exemplo, o que o texto abaixo comunica?

Environmental issues in Brazil

Environmental issues in Brazil include deforestation in the Amazon basin, illegal wildlife trade, illegal poaching, air and water pollution, land degradation and water pollution caused by mining activities, wetland degradation and severe oil spills, among others. As the home to approximately 13% of all known species, Brazil has one of the most diverse collections of flora and fauna on the planet. Impacts from agriculture and industrialization in the country threaten this biodiversity.
As a developing or newly industrialized nation, Brazil is notable for taking a lead in environmentally friendly initiatives. In the field of biofuels, Brazil is the second-largest producer of ethanol in the world. It is also home to two sustainable cities. Nevertheless, environmental issues remain a major concern in Brazil.

In Wikipedia, the free encyclopedia

Sem muito esforço, é possível reconhecer muitas palavras, apenas passando os olhos pelo texto. Eu pus algumas em negrito, para facilitar. Assim, sem recorrer ao dicionário, dá até pra descobrir o que significa a palavra environmental. Muito bem! Ambiental! O contexto ajuda a compreender as demais palavras. Desse modo, conseguimos captar o sentido do título que está tratando das questões ambientais no Brasil. Acertou?

Com a competência que temos de falantes nativos do português, podemos transferir para outras línguas o que já sabemos do funcionamento da nossa. É assim que percebemos que as palavras deforestation, pollution, degradation, nation e industrialization têm o mesmo sufixo e que este equivale ao nosso -ção. Percebemos que o sufixo -ty da palavra biodiversity é o mesmo que está em city, necessity e sustainability, equivalendo ao nosso -dade. Já o sufixo -ly, das palavras approximately, environmentally e friendly, transforma tudo em advérbio, do mesmo modo que o nosso -mente.

Em meio a tantas notícias ruins sobre o Brasil, recentemente, pelo menos o texto em inglês da Wikipédia fala que lideramos em environmentally friendly initiatives. E aí? Você arrisca a tradução? Ou compreender já é o bastante?

Agora, se ficou muito curios@, copie e cole o texto no tradutor online de sua preferência e confira o quanto você acertou sobre essas iniciativas ambientalmente amigáveis, que ainda precisam avançar (ou serem, de fato, adotadas) no Brasil.

Abraços,

Geraldo Seara

Professor da Rede Estadual de Ensino da Bahia

Qual a pronúncia do Aedes?

Fig. 1: Speech

Recentemente, jornalistas de rádio e de TV passaram a pronunciar o nome do mosquito transmissor da dengue, febre amarela, febre zika e chikungunya  de forma diferente da que alguns de nós estávamos acostumados a ouvir. Outros ainda pronunciam do mesmo jeito que se escreve, sem o devido alofone.

A razão para a junção das letras, transformando o trissílado /a-e-des/ em um dissílabo /e-des/, remonta ao latim, língua usada para nomear, cientificamente, a maioria dos seres vivos do planeta. Mas há uma certa confusão aqui, porque, na verdade, a palavra aedes vem do grego, com a junção da partícula “a” (negação) com a palavra “édus” (agradável), resultando em “desagradável”, “odioso”. Já aedes, em latim, significa “casa”, “templo”. Ou seja, nada a ver com a fama do inseto. Entretanto, o nome do mosquito foi grafado, assim mesmo, no latim do século XIX. A meu ver, estão corretas ambas as pronúncias. Se pelo lado grego, trissílabo, ou pelo latim, dissílabo, juntando as letras ae da mesma maneira que fazemos com aegypti.

Sobre isso, enquanto em muitas línguas os dois caracteres ae se fundiram, graficamente, em um só æ, os romanos seguiram fazendo uso deles como um ditongo, mas que acabou evoluindo para um único fonema.

O que o rádio e a TV estão fazendo é uma correção para a pronúncia correta da palavra em latim. Por comparação, podemos ver, por aí, nomes tais como Cæsar e cællum, grafados assim mesmo, com as letras agarradinhas. Isso sinaliza que as 2 são uma única coisa. Deste modo, se pronunciamos Cæsar como c[ɛ]zar e se a palavra cællum evoluiu para céu, em português, estas pistas, somadas a outras de mesma natureza, como o próprio nome aegypti sinalizam como devemos chamar o famigerado Aedes.

Em Linguística, usamos barras e colchetes para indicar os fonemas e os alofones. As barras são usadas para as transcrições fonológicas, enquanto os colchetes sinalizam as transcrições fonéticas. Para exemplificar, a palavra mosquito, tem 8 letras, mas apenas 7 fonemas. Transcrevemos, fonemicamente /moskito/, sinalizando um único fone para duas letras, enquanto, foneticamente, podemos registrar uma série de variações na pronúncia da palavra, a depender da região geográfica e de alguns outros fatores. A essas variações, chamamos alofones. Assim, podemos ouvir [mɔs’kitu], [mus’kitu], [mɔʃ’kitu], [mos’kito], [moʃ’kito] e por aí vai. Os símbolos fonéticos [ɔ] e [ʃ] correspondem, respectivamente, ao “ó” aberto, como na palavra “cópia” e ao som do “ch”, como na palavra Chikungunya.

Quanto ao Aedes, seja a pronúncia [a’ɛdis], como no grego, ou [‘ɛ dis], como no latim, precisamos, mesmo, é nos livrar do bicho!

Geraldo Seara
Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

O Enem e os recursos naturais

Olá, pessoal!

Parece-me notório, que a humanidade sempre fez uso da natureza, inicialmente para seu próprio sustento, depois para produzir excedente, “principalmente depois da Revolução industrial”.

Tudo que o homem necessita e que se encontra na natureza, como: a água, o petróleo, o solo, a água, o oxigênio, as florestas, energia oriunda do sol e do vento, os animais, dentre outros, são considerados recursos naturais e estes são classificados em dois grupos distintos: os recursos naturais não renováveis e os recursos naturais renováveis. Quer saber quais são? Clique aqui.

Ai você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com o Enem 2014?

Não vamos falar aqui das condições que os candidatos são submetidos nas salas de realização das provas, que levam, inclusive, muitos à reprovação: falta de ventilação, mobiliários inadequados, salas depredadas, iluminação precária, mobilidade deficiente, sanitários horríveis, enfim, uma completa falta de estrutura. Não vamos nos ater a isso, mas, como já disse, aos recursos naturais utilizados na realização desse concurso. Antes, porém, vejamos alguns números gigantescos daquele que, parece ser o maior concurso do mundo – o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Segundo o INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, em 2014 foram 8.721.946 inscritos no Enem, contra 7.173.914 em 2013, um crescimento de 21,6%. A Bahia foi o terceiro estado em número de inscritos: 665.056 (7,63%). São Paulo (15,19%) e Minas Gerais (11,23%) encabeçam a lista. 55,5% tinham menos de 21 anos de idade. 2.310.176 (26,5%) pagaram inscrição no valor de R$ 35,00, gerando uma arrecadação de R$ 80.856.160,00 (oitenta milhões, oitocentos e cinquenta e seis mil, cento e sessenta reais), enquanto os outros 6.411.770 (73,5%) foram isentos.

Com relação às características físicas da prova: cada uma tinha 16 folhas de papel, o que dá um total de 32 folhas por candidato, pesando 149,69 gramas. No total foram utilizadas somente para as provas 279.102.272 folhas pesando 1.305.570,65 quilogramas ou 1.305,6 toneladas, somente para as provas (já que são utilizados papéis para listar os candidatos, bem como para o cartão de informações, e outros documentos indiretos como listas das escolas, das localidades de realização das provas e etc.). Além disso, muita tinta para impressão disso tudo.

Segundo a revista eletrônica Galileu, um eucalipto rende de 20 a 24 mil folhas de papel A4 (75g/m2 de gramatura), aquele comum, usado na prova do Enem, em casa e nos escritórios. Ainda segundo a revista, são necessárias 11 árvores para produzir uma tonelada de papel, e o consumo do brasileiro é de 44 quilogramas por ano, cada um de nós consome em média meia árvore por ano. Podia ser pior. Os finlandeses, primeiros no ranking, consomem 341 quilogramas.

Com esses dados, concluímos, estarrecidos, que são necessárias 14.361,6 árvores. Isso mesmo! Quatorze mil, trezentos e sessenta e um eucaliptos são derrubados para a realização do Enem, e isso para confeccionar somente as provas. Para você ter uma ideia do frondoso número, segundo o site GE, na matéria ‘Copa do Mundo 2014’, 24.442 mudas de árvores corresponde a 22 campos de futebol reflorestados. Logo, nossas 14.361,6 árvores do Enem correspondem a 13 Arenas como a Fonte Nova (numa regra de três simples), seria toda a área do Dique do Tororó (de cima e de baixo) e o Campo da Pólvora.

Árvores são imprescindíveis na manutenção da vida no nosso planeta: elas produzem sombra, frutos, flores, protegem o solo, nascentes de rios, lagoas e lagos, filtram o ar que respiramos, absorvem os sons produzidos durante o dia, sem as quais enlouqueceríamos. Por isso, a derrubada de uma árvore representa a redução da qualidade de vida, a menos que se coloque outra árvore no lugar da que foi derrubada. É o uso responsável dos recursos naturais.

Nem sempre o papel foi feito a partir da madeira, mas sim de fibras de algodão extraídas de roupas velhas, panos e trapos. Apesar de o francês René Antoine de Reaumour ter dado a ideia de usar fibras extraídas da madeira em 1719, foi só a partir de 1850 que diversos inventores tornaram isso viável. Quer saber como é feito o papel? Clique aqui.

Poderíamos pensar na realização das provas em dispositivos eletrônicos, como por exemplo, tablets. Além dos benefícios ao meio ambiente, os gabaritos poderiam ser transmitidos imediatamente para o Inep e o resultado informado ao candidato em questão de minutos. Isso ainda, talvez, pouparia, em curto prazo, uma enorme gama de recursos financeiros.

Um abraço.

Samuel Oliveira de Jesus

Professor de Matemática da Rede Anísio Teixeira e Membro do Comitê Gestor do AEW.

FONTES:

BRASIL ESCOLAS. Disponível em http://www.brasilescola.com/geografia/os-recursos-naturais.htm. Acessado em 10/11/2014, às 10h.

GALILEU. Disponível em < http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87237-7946-221,00-QUANTAS+FOLHAS+DE+PAPEL+DA+PRA+FAZER+COM+UMA+ARVORE.html>. Acessado em 10/11/2014, às 15h55.

GE – COPA DO MUNDO 2014. Disponível em < http://globoesporte.globo.com/ba/copa-do-mundo/noticia/2014/06/fonte-nova-arvores-se-multiplicam-e-driblam-ate-fifa-no-estadio-dos-gols.html>. Acessado em 10/11/2014, às 16h50.

INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Disponível em < http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/downloads/2014/balanco_inscricoes_enem_2014.pdf>. Acessado em 10/11/2014, às 10h.

INFOENEM. Disponível em < http://www.infoenem.com.br/provas-anteriores/>. Acessado em 10/11/2014, às 16h12.

MUNDO ESTRANHO. Disponível em http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-e-feito-o-papel>. Acessado em 14/11/2014, às 13h25.

PRINTE. Disponível em < http://www.printi.com.br/peso-papel>. Acessado em 10/11/2014, às 10h.

VOLUNTARIOSONLINE. Disponível em < http://www.voluntariosonline.org.br/noticia/179-Conheca-mais-sobre-a-arvore-e-os-beneficios-que-ela-traz-para-a-humanidade>. Acesso em 12/11/2014, às 11h25.

YOUTUBE. Disponível em < http://www.youtube.com/watch?v=3sHYKJSq26w>. Acessado em 14/11/2014, às 14h40.

 

UNEB inicia inscrições para Vestibular 2015; 6.572 vagas presenciais e EaD

Uneb

 

Núcleo de Jornalismo

Assessoria de Comunicação/UNEB

Por Henrique Soares (Adaptação: Blog do PW)

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) abriu, no dia 8 de setembro, as inscrições para o Vestibular UNEB 2015, exclusivamente pela internet, no endereço www.vestibular.uneb.br.

Estão sendo disponibilizadas 3.647 vagas distribuídas em mais de 100 opções de cursos de graduação presenciais, oferecidos nos campi de Salvador e outras 23 cidades baianas, além de 2.925 vagas em cursos a distância (EaD).

Os interessados terão até o dia 2 de outubro para garantir participação no certame, que este ano teve a taxa de inscrição reduzida para R$ 70. Segundo a coordenação do Centro de Processo Seletivo (CPS), o valor da inscrição caiu 28% em comparação ao vestibular anterior cujo custo para o candidato foi de R$ 98.

Pioneira no país na implantação do sistema de cotas, a UNEB reserva 40% das vagas para candidatos negros da rede pública de ensino e 5% para indígenas, desde que atendam aos critérios de ter cursado todo o Ensino Fundamental II (5º ao 9º ano) ou equivalente (5ª a 8ª série) e todo o Ensino Médio única e exclusivamente em Escola Pública e possuir renda bruta familiar mensal inferior ou igual a 04 salários mínimos.

Para a reserva de 40% das vagas para negros é necessário que o candidato seja negro e se autodeclare como tal, conforme opções de autoclassificação étnico-racial constantes do formulário de inscrição deste Processo Seletivo.

Os candidatos indígenas precisam especificar a que comunidade étnica pertencem, conforme opções constantes do formulário de inscrição deste Processo Seletivo e comprovem a sua vinculação étnica por meio de declaração expedida por organização indígena devidamente reconhecida, ou seja, instituições civis de natureza formal, como associações, conselhos e outras, devidamente constituídas e registradas, e definidas em seus estatutos como indígenas, sejam de linhagem étnica, supra-étnica ou de caráter local e regional.

As provas estão previstas para serem aplicadas nos dias 14 e 15 de dezembro. A relação de cursos, quadro de vagas, provas, normas e cronograma da seleção constam no edital do certame.

Solicitação de isenção da taxa

O Centro de Processo Seletivo (CPS) da UNEB abriu, no dia 8, o período para solicitação de isenção do pagamento da taxa de inscrição do Vestibular 2015.

Os interessados em pleitear o benefício têm até o dia 14 de setembro para se inscrever no site www.vestibular.uneb.br, disponível a partir da data de início da inscrição.

O pedido de isenção será efetivado após o pagamento do valor de R$ 5 (referente a custeio operacional), que deve ser realizado até a data de vencimento. Os candidatos que solicitarem o benefício, mas não forem contemplados, podem descontar os R$ 5 da taxa de inscrição do vestibular.

A relação dos candidatos beneficiados com a isenção no Vestibular 2015 será divulgada até o dia 30 de setembro.

De acordo com o edital, têm direito ao benefício estudantes de baixa renda oriundos da rede pública de ensino.

Na UNEB, têm direito à isenção funcionários do quadro efetivo e contratados pelo Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), ocupantes de cargo temporário, terceirizados, independente do nível de instrução e seus dependentes (cônjuge e filho), além de servidores à disposição que não sejam portadores de diploma de curso superior. Servidores de outras universidades estaduais da Bahia também podem fazer a solicitação.

Informações: 0800 071 3000 ou e-mail vestibular@listas.uneb.br.

PRÉ-VESTIBULAR GRATUITO

Aí galera do PW!

As inscrições para o cursinho pré-vestibular gratuito Universidade para Todos foram iniciadas na terça-feira (25/03), e seguem até o dia 1º de abril. Para se candidatar a uma das 21.785 vagas, o interessado deve se inscrever exclusivamente pela internet. O projeto, da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, é desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual da Bahia (Uneb) e com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

Acesse a página do Universidade para Todos, clicando aqui e se inscreva.

Pode participar da iniciativa o estudante que estiver regularmente matriculado no 3º ano do ensino médio regular seriado, ou no 4º ano da educação profissional integrada ao ensino médio da rede pública estadual e/ou municipal da Bahia, tenha cursado, em escola pública municipal e/ou estadual da Bahia, o ensino fundamental (5ª a 8ª séries, atual 6º ao 9º ano ou modalidades correspondentes, e 1ª e 2ª séries do ensino médio regular ou modalidades correspondentes), egresso da rede pública estadual e/ou municipal da Bahia e tenha cursado, em escola pública municipal e/ou estadual da Bahia, o ensino fundamental e médio, regular seriado ou modalidades correspondentes. O candidato poderá esclarecer as dúvidas referentes à sua inscrição por meio do telefone 0800 285 8000, que funcionará de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 12h e das 13h30 às 18h, ou pelo e-mail: upt@educação.ba.gov.br.

Um abraço e até logo!