Como Funciona a Memória RAM?

E aí, galera! Beleza?

Vocês sabem o que é a memória RAM?

Fig.1- Alguns tipos de memórias RAM - By KB Alpha - CC BY 3.0

Fig.1- Alguns tipos de memórias RAM – By KB Alpha – CC BY 3.0

A memória RAM é um componente que auxilia diretamente o processador no gerenciamento dos softwares que são utilizados no computador. A sigla RAM significa Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório) devido ao seu método de armazenamento que é feito aleatoriamente, para que os arquivos possam ser acessados de forma mais rápida quando solicitados por outro componente.

A memória RAM é uma memória volátil, ou seja, ela perde todos os dados quando o computador é desligado. Por isso, algumas pessoas reiniciam o computador quando ele apresenta lentidões ou travamentos, que podem ser causadas por congestionamento na memória RAM.

Fig.2 - Duas memórias RAM sobrepostas - By No machine - Public Domain

Fig.2 – Duas memórias RAM sobrepostas – By No machine – Public Domain

A capacidade da memória é medida em Bytes(B). Mas ao adquirir uma memoria RAM, é preciso além da sua capacidade, considerar também a sua velocidade para carregar e descarregar os processos. Essa velocidade é medida em Hertz(Hz). Portanto, quantos maior a capacidade da memória, mais programas podem ser abertos simultaneamente e quanto mais velocidade ela tiver, menor será e perda de desempenho nesse processo.

 

Então, é isso aí, galera! Lembrem-se: antes de adquirir uma memória, pesquisem bastante, avaliem a finalidade que dará ao computador e adquiram uma memória que se encaixe melhor ao seu uso!

Bons estudos! Até a próxima!

Gabriel Luhan – Colaborador da Rede Anísio Teixeira

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Povos Indígenas e a Tecnologia

E aí, galera! Será que conhecemos mesmo os nossos povos?

Atualmente muitas pessoas ainda acreditam que os povos indígenas devem viver reclusos na mata, isolados da civilização e longe das tecnologias.

“Estar incluído nas novas tecnologias não altera em nenhum momento a identidade de nenhum povo, a identidade indígena continua viva e crescendo a cada dia. Identidade étnica não altera com sua profissão, ou com seu meio de comunicação. A identidade indígena está nos traços natos, nos ideais, na natureza está no dia a dia, está com cada um cidadão que faz parte dessa imensa família chamada indígena.” (Alex Maurício – ÍNDIO QUER SE CONECTAR E ENTRAR NA REDE, Publicado em: 28/06/2012)

Figura 1- Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil, Indígena utilizando o computador e um smartphone.

Figura 1- Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil, Indígena utilizando o computador e um smartphone.

A internet não torna os indígenas menos indígenas, ela da voz aos nossos povos a nível global, facilita a comunicação entre diversas aldeias, através da internet os povos indígenas podem ser ouvidos, podem fazer denúncias, podem compartilhar sua cultura. Não é preciso muitas pesquisas para perceber que eles já estão se apropriando das tecnologias, através de smartphones e computadores, com acesso internet, os índios perceberam que poderiam gerar seus próprios conteúdos digitais, e com isso diversos sites indígenas foram criados por eles, para que pudessem utilizar a internet para se comunicar, compartilhar a sua arte, história, música entre outros, e tudo isso sem a intervenção de terceiros, essas iniciativas devem ser incentivadas por todos nós, o conhecimento deve ser compartilhado sempre e dessa forma poderemos nos aproximar, conhecer e compartilhar cada vez mais a história dos nossos povos, contadas por eles mesmos.

Afinal a internet quando bem utilizada pode ser uma ferramenta muito poderosa de união e compartilhamento de ideias e ideais.

Alguns sites indígenas:

http://www.indioeduca.org

http://www.tupivivo.org/

http://radioyande.com

Gabriel Luhan – Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Agora diga quem é “zica”!

Vamos combater o Aedes aegypiti, artrópode vulgarmente conhecido como “mosquito da dengue”? Esse Vetor de transmissão de arbovírus, como o vírus da dengue, do chikungunya, da febre amarela e também do zika vírus, que são doenças do tipo arboviroses (infecções virais), se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais e vem acometendo uma grande parte da população brasileira, principalmente nordestinos, indiscriminadamente.

Atender ao alerta geral para que todos os brasileiros participem dessa luta contra o vetor das doenças, é muito importante. Clicando na imagem abaixo, você terá acesso às informações da Cartilha INIMIGO N.º1.

Fig. 1 – Portal de Educação

Fig. 1 – Portal de Educação

Erradicar o mosquito é o que devemos fazer. Seja um monitor nesse processo! Seguem algumas dicas que vão auxiliar na erradicação: eliminar e ou tratar os criadouros; cuidar do saneamento domiciliar; usar larvicidas aprovados pela OMS e inofensivos aos humanos; não acumular água em pneus e garrafas; manter quintal ,jardim e terreno limpos; promover educação em saúde; avisar às autoridades da existência de possíveis criadouros,etc.

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Participando desse processo contra o mosquito, através de ações educativas, de prevenção e combate ao Aedes aegypiti, as professoras : Marileide Dantas Costa e Shéfora Pina Estêves Lima estão reformulando e lançando, respectivamente, os projetos : “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue” e o “Eu e minha casa contra o AEDES AEGYPTI“, que elas coordenam nas escolas onde lecionam.

No Colégio Teotônio Vilela, localizado no Conjunto João Paulo II, em Feira de Santana – NRE 19, acontece “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue”, projeto interdisciplinar, coordenado pela Professora Marileide e os Professores da Área de Ciências Exatas (Roseane Sampaio, Kleide Ribeiro, Daiane Fernandes, Jaciene Nascimento,Claudiana Franco, Tânia Mascarenhas,Marcos Manfrine, Luciana Calazeira) e a gestora Maria da Conceição Lopes.

O projeto realiza um trabalho de visitação e limpeza das áreas da escola, visando combater os focos e a reprodução do mosquito Aedes aegypiti. A ideia é atacar a proliferação do mosquito, evitando a transmissão dos arbovírus, aprofundar o conhecimento sobre o tema, despertando no alunado a autoconsciência do seu papel social no combate à dengue, chikungunya e ao zika vírus.

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 Fig.4: Marileide Dantas Costa

“Os alunos do 8º ano receberam bem a ideia do projeto, ficaram curiosos para descobrir focos do mosquito, apesar de ficarem meio ‘sem graça’ por coletar resíduos sólidos, mas lidaram bem com a situação. Os adultos acharam a atividade válida e importante, visto que a própria saúde está ameaçada. É uma atividade didática simples, de divulgação e controle que, infelizmente, esbarra num grave problema de falta de recursos e de possibilidade de resolvermos sozinhos, mas estamos fazendo a nossa parte. No Teotônio, são realizados diversos projetos socioambientais, visando à integração entre estudantes, conhecimento adquirido e comunidade escolar.” ( Marileide Dantas Costa)

Na Escola Irmã Rosa Aparecida, localizada à Rua Vênus, 275 – Jardim Acácia, em Feira de Santana – NRE 19, os professores, “de olho” nos dados da Secretaria de Saúde, observaram que a Bahia registrou em 2015 um aumento significativo dos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya. “Para eles, combater o mosquito é uma tarefa um tanto ‘fácil’ e, por isso, acaba caindo no esquecimento, o que tem feito com que esses números cresçam de forma alarmante”,disse a professora Shéfora Pina Estêves Lima.

Os professores do Ensino Fundamental II (Celiane Sena, Deise, Esmeralda Maia, Jeany Carvalho, Luana Carneiro e Mônica), orientados pela professora Shéfora e incentivados pela gestora Janúsia Almeida e Yara Costa, resolveram mudar essa realidade. Mostraram para a comunidade escolar o quanto é importante a prevenção contra o “mosquito da dengue” e, então, lançaram o projeto “EU E MINHA CASA CONTRA O AEDES AEGYPTI”.

O projeto propõe as seguintes ações educativas: orientar e corresponsabilizar o estudante pela sua saúde e de toda a sociedade; oficinas sobre a temática arboviroses; palestras informativas sobre o mosquito Aedes aegypiti; produção de cartazes; apresentação de vídeos educativos; identificação de possíveis focos do mosquito Aedes aegypiti nas residências e na escola, dentre outras atividades que estão sendo desenvolvidas pela unidade escolar.

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

“Considerando que o trabalho deve ser contínuo no que se refere à eliminação de criadouros e desejando alcançar a participação da comunidade de forma ativa, realizamos, no dia 18 de março, uma caminhada de conscientização da população pelas ruas do bairro, que contou com a participação da Creche Sorriso da Vovó Zeza, que pertence ao Dispensário Santana, instituição parceira da Escola Irmã Rosa Aparecida. JUNTE-SE A NÓS!” (Shéfora Pina Estêves Lima).

Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

 Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

Vamos derrotar o mosquito! Não vacile! Conte-nos o que você está fazendo! Promova em sua vizinhança, em sua escola, ações para o combate ao “mosquito da dengue”, afinal, de “zica” não temos nada!

Ana Rita Esteves Medrado
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

O Olhar Digital

Fig1: Binary-World

Fig1: Binary-World

E aí, galera! Será que estamos a sós na internet?

…Pois, em algum lugar,
Há sempre alguém a nos observar com atenção
Mesmo sem a gente saber
Ou sequer perceber, querer
Ou notar,
Diante de alguma tela indiscreta de observação!

Porque somos todos deuses e seus filhos
E independentes de escuridão ou brilhos,
Estamos todos numerados, rastreados,
Cadastrados,
fotografados…”

(trecho da poesia “Olhares Vigilantes do Sisttema” – Patrício Franco)

A poesia de Patrício Franco serve de alerta para as pessoas que utilizam a internet no seu cotidiano, de que “Há sempre alguém a nos observar com atenção, mesmo sem sequer perceber, ou notarpara no mostrar que, a cada link clicado, página acessada e conteúdo compartilhado, sem sequer notarmos, estamos sempre sendo observados. Nenhum dos anúncios e propagandas que aparecem para você são por acaso, todas são com base nos seus conteúdos acessados e é preciso ter muito cuidado e fazer um uso consciente da internet. Há sempre olhos curiosos nos observando a todo momento e tudo com a nossa autorização através de uma assinatura digital conhecida por muitos: “Li e aceito”. Muitas pessoas, simplesmente, ignoram o contrato e o assinam sem sequer ler, dando autorização ao uso indiscriminado de suas fotos, sua localização atual, a ativação da câmera do seu celular, entre outros, isso fica claro no trecho “independente de escuridão ou brilhos, estamos todos numerados, rastreados, cadastrados, fotografados…”

Independentemente da plataforma, seja através de um computador, smartphone ou tablet, basta uma conexão com a internet para cair na “grande teia mundial” e sermos observados a todo instante.

É preciso ler os termos de contrato para saber exatamente com o que estamos lidando. Precisamos ser mais criteriosos com o uso da internet, para mantermos nossas informações seguras.

É isso aí, galera! Todos juntos por uma internet mais segura e consciente.

Acessem também:

Dia Mundial da Internet Segura

Cartilhas da SaferNet

Gabriel Luhan

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Zangões contra Mosquitos

E aí, galera! Beleza?

Nos últimos dias, uma das coisas que mais têm aparecido nos meios de comunicação é o caso das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, transmissor das doenças dengue, zika, febre amarela e chikungunya. O Aedes é um mosquito de hábito diurno, que se reproduz onde há água limpa e parada. Por ser atraído por altas temperaturas, se propaga muito mais rápido no verão, mas devemos nos manter vigilante o ano inteiro. Para ajudar no combate ao mosquito, temos um novo aliado que já vem sendo usado em algumas cidades do Brasil:

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Fig. 1: Drone

os zangões, que em inglês significa drones, como são mais conhecidos. Trata-se de um apelido dado ao VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado), que, como o próprio nome diz, é todo e qualquer veículo não tripulado controlado remotamente. Como eles podem ajudar no combate ao mosquito da dengue?

Simples! Eles podem chegar facilmente aonde os agentes da campanha de combate não podem chegar, como topos de prédios, casas abandonadas e outras áreas de difícil acesso, facilitando o mapeamento de possíveis focos de procriação do Aedes aegypti. Dessa forma, torna o combate ao mosquito muito mais preciso e eficaz, mas isso não nos isenta de fazer a nossa parte. Afinal, uma fêmea do mosquito pode colocar cerca de 450 ovos. Como podemos ajudar no combate? Não deixando água parada em garrafas destampadas; tanques destampados e piscinas descobertas; procurar manter as calhas sempre limpas para que a água não fique empoçada, evitando ao máximo deixar água parada e exposta. Caso conheça algum local que seja um possível foco de reprodução do mosquito, denuncie para o órgão responsável.

É isso aí, galera! Vamos todos juntos formar essa corrente contra o Aedes aegypti.

Gabriel Luhan

Colaborador da Rede Anísio Teixeira

Cem anos de Relatividade Geral

Olá, galera do PW! Vocês já ouviram falar sobre a Teoria da Relatividade Geral? Pois bem, neste ano de 2015, ela completa 100 anos! Concebida  pelo  físico alemão Albert Einstein, ela revolucionou a Física e a forma como idealizamos a natureza e o Universo.

A Relatividade pode ser pensada como uma interpretação da força da gravidade, até então, explicada pela Teoria da Gravitação Universal de Isaac Newton. Segundo este, duas partículas quaisquer do Universo se atraem por meio de uma força que é diretamente proporcional ao produto de suas massas e inversamente proporcional ao quadrado da distância. No entanto, a velha Física Clássica não explicava uma série de fenômenos associados a luz, incluindo aí, o desvio que ela sofre ao passar por campos gravitacionais muito intensos.

A ideia principal da Teoria da Relatividade Geral reside no fato de que a matéria distorce o espaço (malha espaço-tempo) ao seu redor e esta distorção é percebido por nós, sob a forma de força. Uma  analogia bacana, para entendermos como isto ocorre,  seria imaginarmos um grande lençol esticado com uma bola de boliche no centro e uma série de bolas de gude arremessadas sobre esta malha. Como consequência, teremos essas pequenas esferas rodando em torno da bola de boliche, fruto da depressão que esta provocou sobre o lençol. É assim que a nossa estrela, o Sol, mantém os planetas presos a sua órbita e é assim também que a Terra mantém a Lua orbitando ao seu redor.

 

Essa distorção na malha espaço-tempo não é só responsável pela alteração da trajetória dos planetas, o próprio Einstein, previu que a luz sofreria o mesmo efeito ao se aproximar de astros muito grandes, tal como o Sol. Somente em 1919, Einstein teria a confirmação dessa previsão através de um eclipse total do Sol que ocorreu na ilha de Príncipe, na África, e outro em Sobral, no Ceará. Segundo suas previsões, a luz de uma estrela, na ocasião, deveria sofrer um desvio de 1,7” ao passar bem perto do Sol. O astrônomo inglês Artur Eddington conseguiu confirmar essas previsões, comparando as posições desta estrela em fotografias obtidas à noite, longe do Sol, com fotografias da mesma estrela na presença do Sol, durante o eclipse. Os desvios observados levaram à confirmação da Teoria da Relatividade e das previsões de Einstein sobre o desvio da luz,  tornando-o uma das figuras mais conhecidas da ciência.

 

 

E aí, galerinha do PW, quer aprender um pouco mais sobre a Teoria da Relatividade Geral? Então, não perca tempo! Acesse agora mesmo o AEW e bons estudos!

Referências:

Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Relatividade_geral, acessado em 28/12/2015

Disponível em http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-e-a-teoria-da-relatividade acessado em 28/12/2015

Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein acessado em 28/12/2015

 

André Soledade

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

 

 

 

Festival de Capoeira dos Jogos Estudantis da Rede Pública (Jerp)

Estudante-repórter: Tayline Alves

Olá, galera!

Neste vídeo, você vai conferir o Festival de Capoeira que faz parte dos Jogos Estudantis da Rede Pública (Jerp). O objetivo do Festival é divulgar, democratizar e qualificar a inserção da capoeira na Rede Estadual de Ensino.

 

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A estudante-repórter Tayline Alves. Foto: Raulino Júnior

 

Tayline Alves tem 17 anos, é estudante do Colégio Estadual Polivalente do Cabula, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil