Fique ligado!

 

Olá, pessoal! Preparado?

É positivamente válido revelar experiências exitosas no cenário educacional, notadamente, quando elas vêm de sujeitos que valorizam e lutam por uma educação cada vez melhor.

O quadro “Faça Acontecer” que integra o Programa Intervalo da TV Anísio Teixeira (TVAT)/ Rede Anísio Teixeira  trata-se de um documentário em que, educandos da rede estadual de ensino, participam de atividades, seleções ou premiações incentivadas pela Secretaria Estadual de Educação e Cultura / SEC.

Atavés dos projetos que estimulam o pensar educativo, científico, cultural e tecnológico orientados pela Lei de Diretrizes e Bases (Lei 9394 de 20 de dezembro de 1996) como: Festival Anual da Canção Estudantil (FACE), Artes Visuais Estudantis (AVE),Projeto Tempos de Arte Literária (TAL),Produções Visuais Estudantis (PROVE), Feiras de Matemática, Feira de Ciências e Jogos Estudantis da Rede Pública (JERP) para o fomento de atividades socioculturais que, para além dessa proposta, são atividades que estimulam a criatividade e criticidade  dos educandos com o propósito de valorização e divulgação de um produto, sem perder de vista sobretudo, o reconhecimento das questões identitárias dos sujeitos.

A proposta do “Faça Acontecer” versa por diferentes áreas do conhecimento o que permite, portanto, um diálogo interdisciplinar. O ponto forte desse quadro é, sem dúvida, revelar as potencialidades bem como o protagonismo estudantil dando visibilidade à sua produção e criação, claramente percebido  na fala do educando Pablo de Jesus,participante do AVE 2010,de Morro do Chapéu -BA. Assista ao vídeo abaixo e confira!

video

Como fica evidente, o documentário aborda , a trajetória do estudante até a conquista da premiação, o enfrentamento e a superação de suas dificuldades revelando, consideravelmente, o papel da família e da comunidade escolar como os pilares para a realização do desejo de cada participante.  Para assistir aos demais vídeos acesse nosso ambiente!

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/tv-anisio-teixeira/programas/episodios/id/6

Por fim, o “Faça Acontecer” é uma grande oportunidade de mostrar a sociedade  as potencialidades dos educandos . A exemplo de Mirela Andrade de Jeremoabo- BA, com seu projeto “A Geografia da fome” revela  grande contribuição  para um problema bastante gritante,  não somente no nosso contexto social, mas global. Seu trabalho científico ganhou a Feira de Ciências da Bahia em 2011 e teve ainda repercussão nacional  na Feira Brasileira  de Ciências e Engenharia (FEBRACE) em 2012 .

  Então! O que está esperando? Você, como muitos e tantos outros, pode ser o protagonista do próximo “Faça Acontecer”! Portanto, fique ligado no “Encontro Estudantil” e revele seu talento!

Mônica de Oliveira Mota

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

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GREENpense

 

Hi there!

We will move ahead!” Essa foi a frase que ambientalistas de vários países apresentaram com o término da COP 22. Do inglês Conference of the Parties, (Conferência das Partes – COP22) corresponde a 22ª Conferência da ONU sobre o Clima, em Marraquexe, no Marrocos, ocorrida em novembro com 196 países, inclusive, o Brasil. A presença de líderes mundiais definiram particularidades do regulamento que regerá o Acordo de Paris, que definirá as diretrizes universais para seguir em frente no combate ao aquecimento global.

monicaFig.1 Luciano Albuquerque. Frase exposta por ambientalistas na COP 22 “Nós seguiremos adiante.”

O Brasil também promove ações e políticas voltadas às questões ambientais. Da árvore que o nomeou, foi inaugurado o Parque Nacional do Pau Brasil, área de grande concentração de biodiversidade. Localizado no sul da Bahia, região de Porto Seguro e também chamada de Costa do Descobrimento, reúne espécies da fauna e flora da Mata Atlântica, um bioma que está em constante ameaça e muitos são os que sofrem! De acordo com registros, o número mundial de assassinatos de ambientalistas chega a 200 por ano e, no Brasil, soma um total de 50.

Muitas são as organizações de reconhecimento internacional, como por exemplo,

indice
Fig.2 Logo Greenpeace
logo_da_world_wide_fund_for_nature
Fig.3 Logo  World Wide Foundation

 

 

 

 

 

 

que estão presentes em diferentes países que assumem o compromisso de proteger reservas ecológicas e dialogar acerca de questões ambientais presentes e futuras. O Greenpeace Brasil lança a cartilha intitulada: “E agora, José? O Brasil em tempos de mudanças climáticas” durante a 22a Conferência do Clima das Nações Unidas . O documento trata de estudos referentes ao aumento da temperatura do planeta. Ações emergenciais que precisam ser tomadas para um futuro breve. E, por falar em futuro, você poderia responder tal questionamento?

Do you think these aspects are going to become big problems in the future ?

Disappearence of green areas (Desaparecimento de áreas verdes)

Excess of carbon dioxide (Excesso de dióxido de carbono )

Disposal of waste (Eliminação de resíduos)

Burning of forests (Queimada de florestas)

Global warming (Aquecimento global)

Shortage of water (Escassez de água)

Basic Sanitary (Saneamento básico)

Nuclear plants (Usinas Nucleares)

River pollution (Poluição de rios)

Deforestation(Desmatamento)

Noise (Barulho)

Aliás, falar de questões ambientais numa projeção futura é o que será feito agora!

Vejamos duas formas de expressar o FUTURE TENSE. “Will” ou “going to”? Quem já não se fez essa pergunta?

O verbo auxiliar “will” é utilizado para fazer previsões, falar de possíveis eventos e ações futuras. Veja alguns exemplos:

  • Gas emissons will increase in 2020.

  • Will temperatures and sea levels rise?

  • Will tropical diseases like malaria and zika spread?

Já a formação do futuro com going to” expressa eventos planejados,predições, intenções. Estrutura:To be + going + to + verbo (infinitivo). Veja alguns exemplos:

  • We are going to study about environmental problems.

  • Are these aspects going to become big problems in the future?

  • I’m not going to use plastic trash bags.

Fácil, não? Para saber mais, acesse nosso ambiente, veja outras sugestões e exemplos!

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/5684

http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/4073

Be green!

Mônica de Oliveira Mota

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Alimento Seguro x Segurança Alimentar: ter o alimento pode não ser seguro, não tê-lo é inseguro

Olá pessoal,

Hoje nós vamos pensar sobre a diferença entre alimento seguro e segurança alimentar.

Segurança alimentar é um conceito relacionado à quantidade de alimento disponível para a população no sentido de que seja garantida a quantidade necessária para que não haja fome em um país, continente ou mundo.

brasil_celeiro

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Agricultura_no_Brasil#/media/File:Brasil_celeiro.png

Algumas questões para refletirmos: Onde estes alimentos são plantados? E a proximidade de plantações de outras culturas? A contaminação de lençóis freáticos? A utilização de adubos “pseudoorgânicos” de animais alimentados com hormônios e outras fontes contaminantes até mesmo bioextratos?

Já o alimento seguro está relacionado a qualidade fitossanitária das frutas, verduras, produtos oriundos tanto de origem animal ou vegetal. No caso dos alimentos produzidos através do cultivo em lavouras, o alimento seguro deve ser cultivado dentro das diretrizes técnicas dos órgãos reguladores, no caso do nosso país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.

Para que um alimento seja considerado seguro ele deve atender a dois critérios importantes que são:

a utilização da quantidade de princípios ativos de agrotóxicos dentro dos Limites Máximos de Resíduos – LMR para cada tipo determinado de cultura e a autorização dos mesmos com registro no país.

A segurança de alimentos relacionada ao consumo de hortifrutes é uma temática importante na medida em que a ingestão diária esteja acima dos valores regulamentados levantam-se os riscos à saúde pública devido à exposição dos mesmos na alimentação. O incentivo para o consumo saudável de alimentos tem sido maior em todas as idades dado o entendimento de que existe uma relação direta do surgimento de câncer associada ao consumo de agrotóxicos . Os alimentos produzidos mesmo sem a utilização de nenhum tipo de agrotóxico ou qualquer contaminante de elementos químicos e tóxicos a saúde atendendo aos protocolos técnicos desde o seu plantio, a colheita e pós colheita, ainda assim, existe a possibilidade de contaminação através dos recursos naturais como: solo e água.

Nessa perspectiva, os aspectos agroecológicos estão relacionados à Saúde Pública dos consumidores para o estabelecimento de hábitos alimentares saudáveis.

Algumas questões para refletirmos: Onde estes alimentos são plantados? E a proximidade de plantações de outras culturas? A contaminação de lençóis freáticos? A utilização de adubos “pseudoorgânicos” de animais alimentados com hormônios ou com outras fontes contaminantes?  Podem ser pulverizados com bioextratos?

O termo alimento seguro está relacionado a qualidade fitossanitária das frutas, verduras, produtos oriundos tanto de origem animal ou vegetal. No caso dos alimentos produzidos através do cultivo em lavouras, o alimento seguro deve ser cultivado dentro das diretrizes técnicas dos órgãos reguladores, no caso do nosso país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA.

Para que um alimento seja considerado seguro ele deve atender a dois critérios importantes que são:a utilização da quantidade de princípios ativos de agrotóxicos dentro dos Limites Máximos de Resíduos – LMR para cada tipo determinado de cultura e a autorização dos mesmos com registro no país.

A segurança de alimentos relacionada ao consumo de hortifrutes é uma temática importante na medida em que a ingestão diária esteja acima dos valores regulamentados levantam-se os riscos à saúde pública devido à exposição dos mesmos na alimentação. O incentivo para o consumo saudável de alimentos tem sido maior em todas as idades dado o entendimento de que existe uma relação direta do surgimento de câncer associada ao consumo de agrotóxicos . Os alimentos produzidos mesmo sem a utilização de nenhum tipo de agrotóxico ou qualquer contaminante de elementos químicos e tóxicos a saúde atendendo aos protocolos técnicos desde o seu plantio, a colheita e pós colheita, ainda assim, existe a possibilidade de contaminação através dos recursos naturais como: solo e água.

Essa reflexão está relacionada à garantia dos aspectos agroecológicos relacionados à Saúde Pública dos consumidores para o estabelecimento de hábitos alimentares saudáveis no cotidiano.

Ana Cristina Rangel

Professora de Biologia da Rede Pública de Ensino

Consumo e Meio Ambiente

Olá, pessoal! Muitos desejam trocar o celular por um de última geração, aquela TV digital com 1001 funções ou até mesmo, aquele carro do ano. Mas depois que trocamos, para onde vão as coisas antigas? Será que precisamos mesmo substituí-las? As coisas se deslocam através de um sistema, que vai desde a extração, produção, distribuição, consumo e teoricamente o tratamento de lixo. O conjunto de tais etapas se chama Economia de Materiais. Trata-se de um sistema linear em um planeta de recursos finitos, que interage com as pessoas que vivem e trabalham nesse sistema, onde algumas são mais importantes de que outras, ou que têm maior poder de decisão dentre elas: o governo e as grandes corporações.

texto

Onde a primeira etapa, a extração, é um termo errado usado para a exploração de recursos naturais que, por sua vez, serve para definir a destruição do planeta. A verdade é que cortamos árvores, destruímos nossas montanhas para extrair metais, consumimos muita água e exterminamos os animais. A matéria-prima segue para produção onde utiliza energia para misturar produtos químicos tóxicos com recursos naturais na produção de bens de consumo contaminados com materiais tóxicos. Na distribuição o significado é vender todo produto contaminado com toxina o mais rápido possível, onde o objetivo é manter os preços baixos com as pessoas comprando os produtos em constante movimento. Pagam-se salários baixos aos trabalhadores das lojas e restringem o acesso aos planos de saúde sempre que podem, tudo se resume em externalizar os custos. O verdadeiro custo da produção não se reflete no preço, em outras palavras, não compramos aquilo que pagamos. Isto nos leva ao consumo, nos tornamos uma sociedade de consumidores, nosso papel social passou a ser de consumidores, não mais mães, professores, agricultores, mas consumidores! Nosso valor é medido e demonstrado pelo quanto contribuímos para o consumo. Quanto consumimos? Não é isto que fazemos! Compramos, compramos. Manter os produtos circulando, e como circulam! Numa lógica global que  é fatídica! Quanto mais consumimos mais poluímos!

“Nossa economia enormemente produtiva exige que façamos do consumo o nosso modo de vida, que transformemos a compra e uso de bens em rituais, que busquemos a nossa satisfação espiritual e do nosso ego no consumo. Nós precisamos que as coisas sejam consumidas, gastas, substituídas e descartadas em um ritmo cada vez mais acelerado”.

Victor Lebow

Aquilo que precisamos nos livrar é da antiga mentalidade de usar e jogar fora. Precisamos sair da cultura e da geração do descartável! Há uma nova escola e pensamento desse assunto, e é baseada na: Sustentabilidade e Equidade (SE), Química Verde (QV), Zero Resíduo (ZR), Produção em Ciclo Fechado (PCF), Energia Renovável (ER) e Economia Locais Vivas (ELV), já está acontecendo. A quem diga que é irrealista, idealista, que não pode acontecer, mas eu digo que quem são irrealistas são os que querem continuar pelo velho caminho, isto que é sonhar. Lembre-se que a velha forma não aconteceu por acaso, não é como a gravidade que temos que conviver. As pessoas as criaram e nós também somos pessoas e, por isso, vamos criar algo novo.

Um forte abraço e até a próxima.

Luciano Albuquerque

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino

 Referências:

 Disponível em: <http://www.pensadormercadologico.com.br/blog_arquivos/4096>. Acesso em: 02 de mai. 2016.

 Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Q3YqeDSfdfk>. Acesso em: 02 de mai. 2016.

 Disponível em: <http://www.mma.gov.br/>. Acesso em: 03 de mai. 2016.

 

Agora diga quem é “zica”!

Vamos combater o Aedes aegypiti, artrópode vulgarmente conhecido como “mosquito da dengue”? Esse Vetor de transmissão de arbovírus, como o vírus da dengue, do chikungunya, da febre amarela e também do zika vírus, que são doenças do tipo arboviroses (infecções virais), se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais e vem acometendo uma grande parte da população brasileira, principalmente nordestinos, indiscriminadamente.

Atender ao alerta geral para que todos os brasileiros participem dessa luta contra o vetor das doenças, é muito importante. Clicando na imagem abaixo, você terá acesso às informações da Cartilha INIMIGO N.º1.

Fig. 1 – Portal de Educação
Fig. 1 – Portal de Educação

Erradicar o mosquito é o que devemos fazer. Seja um monitor nesse processo! Seguem algumas dicas que vão auxiliar na erradicação: eliminar e ou tratar os criadouros; cuidar do saneamento domiciliar; usar larvicidas aprovados pela OMS e inofensivos aos humanos; não acumular água em pneus e garrafas; manter quintal ,jardim e terreno limpos; promover educação em saúde; avisar às autoridades da existência de possíveis criadouros,etc.

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Participando desse processo contra o mosquito, através de ações educativas, de prevenção e combate ao Aedes aegypiti, as professoras : Marileide Dantas Costa e Shéfora Pina Estêves Lima estão reformulando e lançando, respectivamente, os projetos : “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue” e o “Eu e minha casa contra o AEDES AEGYPTI“, que elas coordenam nas escolas onde lecionam.

No Colégio Teotônio Vilela, localizado no Conjunto João Paulo II, em Feira de Santana – NRE 19, acontece “O CETEVERDE e o Teotônio no Combate a Dengue”, projeto interdisciplinar, coordenado pela Professora Marileide e os Professores da Área de Ciências Exatas (Roseane Sampaio, Kleide Ribeiro, Daiane Fernandes, Jaciene Nascimento,Claudiana Franco, Tânia Mascarenhas,Marcos Manfrine, Luciana Calazeira) e a gestora Maria da Conceição Lopes.

O projeto realiza um trabalho de visitação e limpeza das áreas da escola, visando combater os focos e a reprodução do mosquito Aedes aegypiti. A ideia é atacar a proliferação do mosquito, evitando a transmissão dos arbovírus, aprofundar o conhecimento sobre o tema, despertando no alunado a autoconsciência do seu papel social no combate à dengue, chikungunya e ao zika vírus.

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 Fig.4: Marileide Dantas Costa

“Os alunos do 8º ano receberam bem a ideia do projeto, ficaram curiosos para descobrir focos do mosquito, apesar de ficarem meio ‘sem graça’ por coletar resíduos sólidos, mas lidaram bem com a situação. Os adultos acharam a atividade válida e importante, visto que a própria saúde está ameaçada. É uma atividade didática simples, de divulgação e controle que, infelizmente, esbarra num grave problema de falta de recursos e de possibilidade de resolvermos sozinhos, mas estamos fazendo a nossa parte. No Teotônio, são realizados diversos projetos socioambientais, visando à integração entre estudantes, conhecimento adquirido e comunidade escolar.” ( Marileide Dantas Costa)

Na Escola Irmã Rosa Aparecida, localizada à Rua Vênus, 275 – Jardim Acácia, em Feira de Santana – NRE 19, os professores, “de olho” nos dados da Secretaria de Saúde, observaram que a Bahia registrou em 2015 um aumento significativo dos casos suspeitos de dengue, zika e chikungunya. “Para eles, combater o mosquito é uma tarefa um tanto ‘fácil’ e, por isso, acaba caindo no esquecimento, o que tem feito com que esses números cresçam de forma alarmante”,disse a professora Shéfora Pina Estêves Lima.

Os professores do Ensino Fundamental II (Celiane Sena, Deise, Esmeralda Maia, Jeany Carvalho, Luana Carneiro e Mônica), orientados pela professora Shéfora e incentivados pela gestora Janúsia Almeida e Yara Costa, resolveram mudar essa realidade. Mostraram para a comunidade escolar o quanto é importante a prevenção contra o “mosquito da dengue” e, então, lançaram o projeto “EU E MINHA CASA CONTRA O AEDES AEGYPTI”.

O projeto propõe as seguintes ações educativas: orientar e corresponsabilizar o estudante pela sua saúde e de toda a sociedade; oficinas sobre a temática arboviroses; palestras informativas sobre o mosquito Aedes aegypiti; produção de cartazes; apresentação de vídeos educativos; identificação de possíveis focos do mosquito Aedes aegypiti nas residências e na escola, dentre outras atividades que estão sendo desenvolvidas pela unidade escolar.

Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima
Fig.5 : Shéfora Pina Estêves Lima

“Considerando que o trabalho deve ser contínuo no que se refere à eliminação de criadouros e desejando alcançar a participação da comunidade de forma ativa, realizamos, no dia 18 de março, uma caminhada de conscientização da população pelas ruas do bairro, que contou com a participação da Creche Sorriso da Vovó Zeza, que pertence ao Dispensário Santana, instituição parceira da Escola Irmã Rosa Aparecida. JUNTE-SE A NÓS!” (Shéfora Pina Estêves Lima).

Fig. 6 : Letícia Estêves Lima
 Fig. 6 : Letícia Estêves Lima

Vamos derrotar o mosquito! Não vacile! Conte-nos o que você está fazendo! Promova em sua vizinhança, em sua escola, ações para o combate ao “mosquito da dengue”, afinal, de “zica” não temos nada!

Ana Rita Esteves Medrado
Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Com ciência Negra

Olá, galerinha do PW! No mês passado, celebramos o Dia da Consciência Negra e nada mais justo que falarmos dos afro-americanos que colaboraram no campo das ciências. Infelizmente, a escola e os próprios livros não destacam a importância e as descobertas desses pesquisadores, mas este panorama já vem mudando! Os movimentos negros vêm numa trajetória de resgate desta história e na luta por igualdade de oportunidades e direitos, e de lá pra cá, muita coisa tem mudado. Vamos conhecer um pouco mais sobre a vida e as realizações feitas por esses cientistas. Vamos Lá!

George Washington foi um filho de escravos que nasceu no Missouri. Aprendeu a ler e escrever com seus proprietários, pois as escolas da época não aceitavam negros. Mais tarde, formou-se no Iowa State Agricultural College e tornou-se mestre. George, destacou-se na área da botânica e foi responsável pelo desenvolvimento de vários métodos de colheita alternativa. Ele também criou várias invenções para tornar o trabalho no campo menos árduo, porém nunca patenteou nenhum deles.

Já século XXI, a Dra. Mae C. Jemison torna-se a primeira mulher negra a viajar para o espaço. Com notável talento para os estudos, conclui o ensino médio com apenas 16 anos de idade, entrando na Universidade de Stanford, onde graduou-se em Engenharia Química e Estudos Africanos. Impulsionada por seus ideais, frequentou a Universidade Cornell, onde formou-se em medicina e passou a trabalhar como voluntária no Peace Corps (Corpo da Paz), na África Ocidental. Mesmo diante do pessimismo de todos que afirmavam que ela não conseguiria ser astronauta, Jemison entra na NASA e cinco anos depois foi ao espaço, onde realizou experimentos com células ósseas. Hoje, Jemison montou sua própria empresa, onde realiza trabalhos na área de ciências e tecnologia.

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Dra. Mae C. Jemison: primeira mulher negra a viajar para o espaço

No campo da medicina, destacam-se Charles R. Drew, pioneiro no desenvolvimento do banco de sangue; e Patricia Era Bath, oftalmologista, que criou o primeiro tratamento a laser para cataratas. Drew destacou-se nos seus estudos a respeito do plasma e o desenvolvimento de técnicas para a sua armazenagem, o que favoreceu a criação dos primeiros bancos de sangue nos Estados Unidos. Já Bath quebrou duas grandes barreiras, a primeira por ser mulher e a segunda por ser negra. Antes dela, nenhuma mulher havia trabalhado no Instituto Oftalmológico Jules Stein, onde acabou liderando várias pesquisas, tornando-se a primeira mulher negra a receber uma patente médica.

Por fim, não poderíamos deixar de citar Neil Degrasse Tyson, famoso astrofísico e divulgador científico. Tyson nasceu em Manhattan, em Nova York, estudou Bronx High School of Science, com ênfase em astrofísica. Como cientista, se dedicou na pesquisa sobre a formação e evolução estelar, bem como cosmologia e astronomia galáctica. É autor de vários livros e artigos, dentre eles “The Perimeter of Ignorance” (), em que expõe sua opinião sobre temas polêmicos a respeito da religião e a ciência.

fig 02
Neil Degrasse Tyson: famoso astrofísico e divulgador científico

Legal, não é? Vamos conhecer mais sobre o movimento negro no mundo? Acesse agora o AEW e aprenda mais!

 

Referências:

Disponível em http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-cientistas-negros-que-voce-deveria-conhecer/, acessado em 29/12/2014

Disponível em http://www.planalto.gov.br/seppir/20_novembro/apres.htm, acessado em 29/12/2014

Disponível em http://www.prela.nexus.ao/Pag/alguna_vez_un_negro.htm, acessado em 29/12/2014

Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Neil_deGrasse_Tyson, acessado em 29/12/2014

 

André Soledade

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

 

 

Pobre Mariana!

acidente Mariana
Fonte: https://farm1.staticflickr.com

A chuva chega e leva gente

Mata, bicho, afluente…

É desastre, é natural

Afinal, como prevenir o temporal?

Mas quando da barragem escapa a lama

Matando o Rio Doce , o povo, o chão

Quem enxerga, não se engana não

Não é culpa de Mariana

E sim dos humanos defeitos

Que não fizeram direito a lição

E transbordaram os rejeitos

Do ferro da mineração

Samarco é a empresa

Que não monitorou os sinais

Economizou nas represas

E evitar não foi capaz

Agora chama de desastre

Porém é muito mais

É crime contra a natureza

É um golpe contra a nação

Que também se debate

Na lama da corrupção

Lema, limo, lona…

Luta, lenta, luto…

Escorre para o mar

Escoa, escória, escuta!

Nenhuma á toa, multa

Fará o ecossistema

Se recuperar

E que não esqueçamos

Desse triste acontecimento

Que não mereceu uma capa de revista

E na mídia não teve a merecida repercussão

Já que os atentados na França terrorista

Parecem chamar mais atenção

Ou será um caso de manipulação?

Onde o jogo nojento e escapista

Decide não enfrentar a situação?

E rica era a diversidade

Em quantidade, qualidade

Famílias, que não estão mais lá

Pobres, peixes, podres

De uma  Mariana

Invadida, explorada,

Arruinada, degradada

Na tóxica lama….

Guel Pinna

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

Salvador, 27/11/15    17:46h

Matemática e suas diversas funções

Estudante-repórter: Érica de Jesus

Olá, galerinha!

A Feira Baiana de Matemática visa implementar melhorias para problemas no cotidiano estudantil e educacional. Nessa edição, a Secretária da Educação do Estado promove a 5° Feira de Ciências da Bahia ( Feciba) e a 10° Feira Baiana de Matemática ( FBM), expondo de 240 trabalhos de estudantes de diversos municípios do Estado.

Alberto Amorim Filho, 49 anos, é professor e orientador da disciplina geografia e do Projeto “ Planetário na escola : Uma proposta para popularizar a astronomia e o software livre na sala de aula ”, Colégio Estadual Teotônio Vilela ( CETV), Feira de Santana. O professor também orientou os subprojetos: Astro engenharia , Luar do Sertão, Matemática e Astronomia e Telescópios na Escola, desenvolvidos pelas estudantes Aline Santana e Ana Vitória Santos .

O intuíto do projeto foi de mostrar a possibilidade em criar possibilidades, utilizando as Feira Baiana de Matemática e recursos básicos existentes na escola, como a internet, sala de laborátotio e o projetor, transformando-os no trabalho de Astronomia. Realizamos uma pesquisa sobre como seria o desenvolvimento com software livre, obtendo um resultado positivo, quebrando o olhar negativo acerca desse tipo de software”, afirma Alberto Amorim Filho.

 

Entrevista com o professor Alberto Filho. Foto : Bira Mendes
Entrevista com o professor Alberto Filho. Foto : Bira Mendes

Ana Vitória Santos, 17 anos , estudante, 2° ano do Ensino Médio , ( CETV)  afirma; O projeto que confeccionamos foi simples, utilizamos um projetor e um programa que baixamos da Internet, já estamos colocando em prática na escola. Na teória, deveriamos ter acesso ao software livre em sala de aula, infelizmente, muita  vezes os professores não possuem suporte suficiente para desenvolver uma atividade que seja produtiva para que os alunos compreendam sobre determinado assunto”.

 

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Ana Vitória e Alana Santana, participantes da FBM. Foto : Bira Mendes.

Geiziane Dantas , 16 anos , 3° ano do Ensino Médio , Colégio Estadual Ernesto Ribeiro, do munícipio Saúde , trouxe o tema: “ Acessibilidade e inclusão social : uma análise sobre a cidade de Saúde – Ba ”. Em depoimento, Geiziane relata o motivo da temática abordada na Feira, devido às grandes dificuldades de locomoção das pessoas deficientes físicas e/ou visuais, dentro da cidade, em especial, o Centro da cidade, onde se encontra o maior número de pessoas transitando. “O nosso maior objetivo é sensibilizar o Prefeito e Vereadores, para que eles reorientem a nossa cidade, visando também a locomoção de todos,  incluindo os comerciantes que, infelizmente, encontram-se nas calçadas. Assim, esse projeto seria de grande importância para todos, pois os deficietes já sofrem muito preconceito devido às suas condições físicas” conclui ela.

Geiziane Rosa, participante da FBM. Foto : Bira Mendes.
Geiziane Rosa, participante da FBM. Foto : Bira Mendes.

 

A estudante-repórter Érica de Jesus. Foto: Raulino Júnior
A estudante-repórter Érica de Jesus. Foto: Raulino Júnior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Érica de Jesus tem 21 anos, é estudante do Centro Estadual de Educação Profissional da Bahia, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

Estudantes apresentam projetos na Feciba

Estudante-repórter: Roniton Fernandes

A Feira de Ciências da Bahia (Feciba) é promovida pelo programa Ciência na Escola e tem como objetivo apresentar projetos de estudantes baianos com propostas de intervenção em causas sociais. Nesta quinta feira, 3 de dezembro, foram abordados diversos temas, como coleta seletiva e padrão de beleza.

Os estudantes
Os estudantes Ian Kauê Soares e Drielle Naiara apresentam o projeto “O lixo escolar, a coleta seletiva e o aluno”, na Feciba. Foto: Bira Mendes

Os estudantes Ian Kauê Soares, 17 anos; e Drielle Naiara Rodrigues, 16 anos, orientados pela professora Adja Batista, 36 anos, todos do Colégio Estadual Professora Maria Olímpia, no município de Aurelino Leal, exploram em seu estande informações e pesquisas sobre lixo escolar e coleta seletiva. “Observamos, no nosso colégio, que os alunos não têm utilizado os coletores seletivos para o descarte do lixo” afirmou Drielle, explicando a escolha do tema.

O padrão de beleza e os distúrbios alimentares foi o foco da pesquisa das estudantes
O padrão de beleza e os distúrbios alimentares foram o foco da pesquisa das estudantes Maria Eduarda Araújo e Natália Cardoso. Foto: Bira Mendes

Outro tema discutido na Feciba foi o padrão de beleza atual, apresentado pelas alunas Maria Eduarda Araújo, 13 anos, e Natália Cardoso, 13 anos, do Colégio Estadual Coriolano Carvalho, da cidade de Feira de Santana. “Estamos tentando concientizar as garotas de que um corpo perfeito pode causar muitos problemas, como os distúrbios alimentares. Fizemos uma pesquisa em nosso colégio e 20% das meninas falaram que odiavam seu corpo”, disse a estudante Maria Eduarda, revelando um dado da pesquisa feita na sua escola.

O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior
O estudante-repórter Roniton Fernandes. Foto: Raulino Júnior

Roniton Fernandes tem 18 anos, é estudante do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, que fica em Salvador, e faz parte da equipe de Cobertura Colaborativa Estudantil.

E você, vai de Rosa?

Imagem: Wikipedia
Imagem: Wikipedia

A campanha Outubro Rosa começou nos Estados Unidos e tomou proporções mundiais. O movimento tem o objetivo de esclarecer as causas, as prevenções e os tratamentos para o câncer de mama, pois quando detectado em em fases iniciais, em grande parte dos casos, existem chances de cura. O tratamento pode ser por meio cirúrgico e complementado com técnicas de radioterapia e quimioterapia.

O câncer de mama nem sempre apresenta causa específica, mas algumas medidas podem ser tomadas como ações profiláticas. Um das principais formas de prevenir é adotar uma alimentação bastante saudável, além da prática de  atividades físicas.

Novidade! Três cientistas acabam de receber o Prêmio Nobel de Química neste ano. A pesquisa revela sobre o funcionamento das células e possibilitará novas descobertas para o tratamento contra o câncer. E vai aí, a dica!

Qual sua Flor?

Imagem: Wikimedia Commons
Imagem: Wikimedia Commons

Atenção, mulherada

Rosa ,Jasmim ou simplesmente Vera

a campanha é sincera

Outubro Rosa chegou

e o mundo alcançou

pra avisar a população

campanha de conscientização

merece atenção

Desde 1990

fique atenta!

qualquer alteração

precisa observação

primeira orientação é a

autopalpação

busque logo avaliação

com periodicidade, não importa sua idade

diminua mortalidade

Imagem: Wikipedia
Imagem: Wikipedia

Não importa seu tom

rosa magenta ou rosa-choque

pra não levar um choque

faça logo seu exame

em qualquer espaço geográfico

ele é mamográfico

com todo respeito,

vamos todos ter peito

Rede Anísio vem avisar

que o melhor é se informar

maridos, namorados, namoridos

vamos todos ser amigos

Seja qual FLOR sua flor : Acácia, Gardênia ou Hortência,

tenham sempre consciência

prevenção é a melhor opção

busque sempre informação

porque câncer de mama pode ter cura, mana!

Mônica Mota

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia