About Patricia Nascimento

Especialista em Tecnologias na Aprendizagem, por meio do Centro Universitário SENAC/SP, graduada em Comunicação pela Universidade Jorge Amado - UNIJORGE, egressa da escola pública estadual baiana, colaboradora da Rede Anísio Teixeira/CTE-IAT - Gestão de Projetos.

Maria Felipa – A heroína negra esquecida

Olá, pessoal!

Quem aporta nas praias da Ilha de Itaparica, localizada na Baía de Todos os Santos, talvez nem possa imaginar que naquelas areias percorreu bravamente a figura que teve papel crucial nas lutas pela Independência da Bahia. Contrariando a conjuntura de sua época, que, às mulheres, sobretudo às mulheres negras, eram destinados servis papéis de subordinação na sociedade, Maria Felipa de Oliveira fez palco na história e atuou bravamente na liderança de seu território em busca de melhores tempos para o seu povo.

Diferentemente de mulheres que atuaram nas disputas que culminaram no 2 de julho, a exemplo de Maria Quitéria e Joana Angélica, a guerreira itaparicana teve o seu nome diminuído na história oficial e foi relegada ao esquecimento, principalmente por ser negra e trabalhadora braçal.

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No mês em que buscamos discutir e evidenciar a trajetória do povo negro ao longo dos tempos, termos consciência de que a memória avivada sobre os feitos de nossos ascendentes também influência os rumos da nossa caminhada e a busca por respeito e reconhecimento de direitos. A reflexão sobre os processos que destinam lugares de inferioridade aos negros, a despeito de seus esforços, é uma prática que deve ser feita constantemente e em todos os espaços de formação dos sujeitos.

A invisibilidade de Maria Felipa e de outras personalidades negras no memorial popular brasileiro é um reflexo de como milhares de mulheres negras têm suas vidas impactadas pela hegemonia de excludentes conceitos de gênero, classe e etnia.

Nesse sentido, não se pode mais ignorar o papel fundamental do processo formativo de identidade dos cidadãos e a função crítica  proporcionada pela educação. Como educadores, precisamos influir no ensino formal realizado nas escolas para termos ainda mais evidente a perspectiva da sociedade igualitária que buscamos e a inserção do contexto de educandos e educadores torna-se imprescindível para que a tão sonhada voz da igualdade seja sempre a nossa voz.

(Re) Conheçam um pouco da história de Maria Felipa

Acessem a radionovela do IRDEB – Cliquem aqui!

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Retirado do mar, o sustento cotidiano enche bacias. Mariscar, com a destreza de quem não vê tempo ruim e da natureza extrai o que lhe cabe, é a sua especialidade.                                                                                                                                                            As robustas mãos, fortalezas erguidas, impedem lusos batalhões de dominar os termos itaparicanos. Chusma negra, indígena, másculo e feminina, em seu comando, na branca areia, põe-se a espreitar a liberdade, a iminente liberdade, vindoura das lutas protagonizadas pelo extraordinário, o impensável fêmeo levante. Como a areia içada ao vento, seu nome nas memórias não protagoniza. Lembremos, em tempo ainda, a bravura da mulher heroína, saudemos a guerreira negra Maria Felipa.

Abraços!

Fontes: Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB; Tv Anísio Teixeira

Oficina Gestão de Blogs Livres – Protagonismo e colaboração

Olá, amig@!

Se está navegando nessa plataforma de conteúdos educacionais livres, certamente já refletiu sobre o potencial das tecnologias da informação e comunicação  (TICs) no contexto educacional e em como educadoras/es e educandas/os podem tornar as aulas/escolas mais significativas e atrativas com o suporte dessas tecnologias, não é mesmo?!

Essa e outras questões foram levantadas também na oficina Gestão de Blogs Livres, realizada pela Rede Anísio Teixeira, nos dias 26 e 28 de maio, em parceria com o Centro Juvenil de Ciência e Cultura – Central. A atividade difundiu no espaço escolar importantes discussões acerca do blog, que é uma mídia mundialmente utilizada, tanto por quem busca informações e conteúdos, quanto por quem deseja compartilhar suas experiências pessoais e/ou coletivas com uma maior liberdade de autoria e gestão.

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Foto: Leila Cruz

Estudantes, professoras/es e demais presentes, puderam dialogar com as/os educadoras/es da Rede Anísio Teixeira, que buscaram problematizar as questões relacionadas ao uso das tecnologias, principalmente no contexto educacional; assim como, de maneira dinâmica, por meio de um desenho pedagógico, relacionaram, desde as subjetivas necessidades de adesão a uma plataforma de compartilhamento multimídia, às estratégias a serem adotadas e a interação com o público-alvo, a fim de fortalecer, sobretudo, as construções coletivas/colaborativas e críticas na comunidade escolar.

Ao passo que foram apresentados vídeos e explanações sobre os conteúdos e as licenças livres, diversas dúvidas foram surgindo, principalmente partidas de algumas(uns) estudantes, que demonstraram bastante interesse em (re)inciar blogs pessoais e coletivos na unidade em que estudam. As/os participantes refletiram sobre o dinamismo das múltiplas conexões na sociedade atual e como esta influencia e é influenciada pela escola, assim com o  debate relacionado ao “virtual”, “real”, significação das informações obtidas na web, com e sem a mediação pedagógica. As imprescindíveis discussões sobre normas de segurança digital deixaram o debate intenso e bastante produtivo.

E por falar em conteúdos livres, você sabe o que são ou utiliza licenças livres nos seus estudos, pesquisas, entretenimento ou em outras atividades?                                                                                                                        Confira no vídeo disponível no Ambiente Educacional Web, um pouco mais sobre essa importante questão que envolve os direitos autorais e a liberdade de uso e compartilhamento.

Clique aqui ou na imagem abaixo.

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Ações como essas, fazem reverberar as palavras de Freire (1996, p. 86) ao declarar que, “o fundamental é que professor e alunos saibam que a postura deles, do professor e dos alunos, é dialógica, aberta, curiosa, indagadora e não apassivada, enquanto fala ou enquanto ouve. O que importa é que professor e alunos se assumam epistemologicamente curiosos.” No contato com as pessoas que diretamente atuam nas escolas, se tem a certeza de que as diversas contribuições realizadas nesses ambientes, são necessárias para que suas/seus autoras/es reconheçam-se a cada dia mais como protagonistas das intervenções geradas neles, deem sentido prático ao uso pedagógico das novas tecnologias e  suscitem outras mediAções.

Até o próximo encontro!

Fontes:

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

Conheça a licença creative commons – Disponível em: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/3986

Oficina Gestão de Blogs Livres

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Imagem: Josymar Alves

A fim de colocar em prática algumas de suas premissas básicas (divulgar, realizar formação de docentes e estudantes e dá apoio técnico e pedagógico ao uso de tecnologias da informação e da comunicação), o Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais – Rede Anísio Teixeira, em parceria com o Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), promove a oficina Gestão de Blogs Livres.

Com carga horária de 8h, a oficina é voltada para docentes e estudantes de escolas públicas, tem como objetivos apresentar os conceitos de criação de blogs, a partir de um desenho pedagógico minucioso, que apontará quais estratégias serão aplicadas às necessidades do(a) publicador(a), a fim de divulgar informações e conteúdos pertinentes para alcançar o público-alvo. Serão discutidos temas relevantes relacionados ao uso das TCI no contexto educacional, assim como o foco da oficina também será a gestão das funções administrativas da plataforma, busca e publicação de conteúdos multimídia livres, produção textual para blogs, além da experiência dos(as) editores(as) do blog educacional Professor Web e Professora Online.

A oficina ocorrerá na unidade do Centro Juvenil de Ciência e Cultura, em Salvador (Avenida Joana Angélica – Nazaré), nos dias 26/05 e 28/05, das 13h às 17h. Interessados(as) em participar podem enviar email(constando nome completo, unidade escolar e telefone) para o endereço: professorweb2010@gmail.com.

*Vagas limitadas

Oficina “Migração para o Uso de Software Livre”

Arte: Josymar Alves

Arte: Josymar Alves

A fim de colocar em prática algumas de suas premissas básicas (divulgar, realizar formação de docentes e estudantes e dá apoio técnico e pedagógico ao uso de tecnologias da informação e da comunicação), o Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais – Rede Anísio Teixeira, em parceria com o Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC),  promove a oficina Migração para o Uso de Softwares Livres.

 A oficina tem carga horária de 8h e é voltada para docentes e estudantes de escolas públicas, tendo como principais objetivos conscientizar os/as participantes da importância dos softwares livres no contexto socioeducativo e do trabalho, mobilizá-los/as para a construção coletiva proposta nessa perspectiva, assim como capacitar para o uso nas atividades diárias com as principais ferramentas e aplicativos disponíveis.

 Para realizar a inscrição o/a candidato/a deve solicitar a ficha de inscrição, por meio do endereço de e-mail: professorweb2010@gmail.com, colocando no campo “assunto” do e-mail o título “Solicitação de Inscrição”. Somente através da ficha de inscrição devidamente preenchida que a vaga será garantida, respeitando a ordem de inscrição. As vagas são limitadas e o prazo de inscrição é até o dia 23/04. A oficina ocorrerá na unidade do Centro Juvenil de Ciência e Cultura, em Salvador (Avenida Joana Angélica – Nazaré), nos dias 28/04 e 29/04, das 13h às 17h.

Espaço Aberto – A rede social da educação

Olá, educadores(as)!

Atualmente, é impossível ignorar a grande influência que as mídias digitais exercem em nosso cotidiano, bem como o auxílio que elas trazem em diversos aspectos, viabilizando ações que antes demandavam maior tempo ou limitavam a comunicação e interação com o mundo.

 O que antes era visto como um obstáculo, pois alguns resistiam à ideia de que fosse possível utilizar a internet e seus múltiplos recursos tecnológicos para fins educacionais, hoje a realidade mostra o potencial da rede e que quando suas ferramentas são aplicadas e agregadas ao uso pedagógico trazem avanços significativos.

 Com o objetivo de fortalecer ainda mais a apropriação e construção de novos saberes nos meios interativos, sugerimos, para @s professor@s da Rede Estadual de Educação da Bahia, que conheçam o Espaço Aberto, a rede social da educação. Este ambiente está integrado ao AEW, que pode ser acessado por qualquer visitante e disponibiliza sugestões de conteúdos e softwares livres para uso educacional.

O Espaço Aberto é uma Rede Social Educacional que tem como objetivo potencializar a construção e a troca de conhecimentos, estimulando a socialização e a colaboração no ambiente escolar.”

Dia 16/07/13 ocorre o lançamento desta Rede durante o Seminário de Educação e Tecnologias. – Assista pela internet.

Clique aqui e confira essa novidade!

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Para se cadastrar, basta clicar aqui.

Ao atentarmos para a importância do convívio escolar na formação social, concluímos que este é o espaço ideal para que, desde o despertar da curiosidade às experimentações, conduza à construção e fortalecimento da consciência crítica em cada envolvido nesta relação.

 Abraços!

 Fonte: ambiente.educacao.ba.gov.br

Criatividade não tem preço – Softwares e tutoriais livres

Olá, pessoal!

Atualmente, vivenciamos um avanço tecnológico e o uso cada vez mais acelerado das novas tecnologias. Isso nos faz pensar sobre algumas perspectivas e formas de contribuirmos, afinal o crescimento de toda a sociedade seja ela tecnológica ou não, depende da contribuição de cada um de seus indivíduos ou coletivos organizados.

O surgimento dos Softwares de licenças Livres rompeu com a lógica perversa de mercado no seguimento, que delimita o acesso dos usuários por meio de exigências econômicas, e, temos, na alternativa oferecida pelas licenças livres, além da construção colaborativa, liberdade de uso, bem como de compartilhamento, pois grande parte desses programas têm seus códigos abertos para que todos possam apontar e fazer melhorias.

Pensando em tudo isso e no quanto queremos e buscamos igualdade de acesso aos bens e serviços, compartilhamos uma série de tutorias que auxiliarão no uso e apropriação de programas livres que possibilitam a edição de áudios, vídeos e imagens. Usá-los pode significar o fortalecimento de relações justas de trabalho e partilhamento do conhecimento.

A série de vídeos em formato de tutorial foi desenvolvida com objetivo de fomentar a produção de mídias e contribuir com a comunidade escolar e demais interessados.”

Para começar, vamos aprender um pouco sobre o editor de vídeo Kdenlive, que está disponível para download no Ambiente de apoio, do repositório multidisciplinar Ambiente Educacional Web (AEW).

Confiram o tutorial  – Cliquem aqui!

kdnlive

É responsabilidade de cada um de nós a propagação dos saberes, o que precisamos considerar é, de que forma o faremos e com que propósito estamos fazendo.

Abraços!

Fonte: ambiente.educacao.ba.gov.br 

Cine PW – O veneno está na mesa

Olá, amig@s!

A relação de necessidade humana com os alimentos, passa além das questões biológicas.

Para atender e fomentar demandas do setor alimentício, produtores lançam mão de formas de produção que geram destruição da natureza e, consequentemente, trazem danos aos consumidores, um exemplo alarmante é o uso dos agrotóxicos na produção agrícola.

Embora o ideário de alimentação saudável esteja ganhando cada vez mais espaço em nossa cultura – o que é um grande passo, se pensarmos que grande parte da qualidade de vida está diretamente ligada a esse fator – nos vemos em uma verdadeira cilada no que se relaciona à qualidade dos alimentos que vão para as nossas mesas diariamente.

Estamos sendo vitimados por uma forma de produção criminosa, que em sua cadeia também enlaça os pequenos produtores, obrigando aos adeptos da agricultura familiar adequarem-se ao “esquema” de produção em larga escala, e, por conta da falta de políticas públicas, créditos financeiros, assim como amparo legal, acabam entrando nesse inescrupuloso negócio.

Para um melhor entendimento sobre esse assunto sugerimos no Cine PW desta semana o documentário – O Veneno está na mesa – que nos mostra relatos impressionantes sobre o uso desses compostos químicos nas plantações brasileiras e as consequências danosas à saúde de todos os envolvidos, bem como soluções viáveis para reversão desse quadro.

 

Nada melhor que, no dia de celebramos o Meio Ambiente, amadureçamos as discussões acerca das formas que interagimos neste.

[ SAIBAM MAIS] Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida (vários movimentos sociais e instituições públicas estão inseridos).

Acessem: http://www.contraosagrotoxicos.org

Confiram abaixo na entrevista com o cineasta Sílvio Tendler importantes recomendações do uso deste documentário para enriquecer o entendimento nos estudos para o Enem, ou clique aqui!


Abraços, pessoal!

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Agrot%C3%B3xico