Cobertura Colaborativa – Estudantes da rede pública realizam enquete sobre expectativa da Campus Party Bahia

A Arena de Drones é uma das atrações da Campus Party Bahia. Os estudantes da rede pública Breno e Rodrigo entrevistaram Ricardo Yamamoto, que veio a Salvador mostrar suas criações no mundo dos Drones.

Aqui, uma entrevista com Ricardo Yamamoto!

Cobertura Colaborativa – Estudantes da rede pública realizam enquete sobre expectativa da Campus Party Bahia

A Campus Party Bahia é um evento que reúne gent que curte diversas formas de tecnologias. Entre 09 e 13 de agosto, ela acontece em Salvador, na Arena Fonte Nova.

Os estudantes da escola pública estão fazendo a cobertura colaborativa do evento nos formatos Blog, TV e Rádio e aqui você escuta uma edição especial do Programa Nas Ondas da Rede com uma enquete sobre as expectativas dos campuseiros para o evento.

A enquete foi produzida por Thiago, Breno e Jefferson.

 

Onda Digital promove curso de extensão para professores da educação básica

Professores da educação básica terão mais uma chance de aprimorar os conhecimentos acerca do uso pedagógico da computação: trata-se do curso Desenvolvimento de competências interdisciplinares no currículo escolar por meio do raciocínio computacional, promovido pelo Grupo de Pesquisa e Extensão em Informática, Educação e Sociedade (Onda Digital), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A atividade de extensão tem carga horária total de 80 horas, dividida em 38 horas presenciais e 42 on-line. Serão 11 encontros semanais, durante quatro meses, das 18h30 às 22h10, no campus da UFBA, em Ondina.

O objetivo do curso é mostrar como os conceitos do Raciocínio Computacional podem ser utilizados de forma interdisciplinar nas práticas da educação básica. Todos os participantes receberão certificados emitidos pela UFBA. As inscrições podem ser feitas até o dia 6 de agosto de 2017, pelo site www.ondadigital.ufba.br, e as aulas estão previstas para começar no dia 15. São 24 vagas disponíveis.

“Tudo muda/O tempo todo/No mundo”

O mundo está em constante transformação. Você olha para o lado e, quando volta para a posição original, a cena já não é mais a mesma. As coisas mudam. Mudanças acontecem. Como você as encara? Alguns clichês foram usados aqui, de forma proposital, para mostrar que quando a coisa não muda, muitas vezes, ela começa a ser rechaçada. Assim acontece com os clichês. Agora, chegou a nossa vez de mudar.

Fig. 1: …e vai mudar para melhor. Aguarde as novidades! Imagem: Josymar Alves

O Blog do Professor Web iniciou as suas atividades em 2010, com os projetos A Física e o Cotidiano, Ambiente Educacional Web (AEW) e Produção de Conteúdos Digitais nas Escolas. Atualmente, todos eles são desenvolvidos pela Rede Anísio Teixeira (Rede AT) e os resultados das ações são compartilhados por meio do AEW. Mas isso vai mudar. E para melhor!

Desde o começo, o blog teve como objetivo estimular o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) na educação. Cumprimos com esse intuito através de nossas produções multimídia, tutoriais e formações com a comunidade escolar. E isso vai continuar! Contudo, vamos fazer parte de uma outra plataforma, que, em breve, será anunciada para todas as pessoas.

O nosso compromisso com a rede estadual pública de ensino permanece o mesmo. Ou seja: vamos continuar nos esforçando, em parceria com toda a comunidade escolar, para promover uma educação de qualidade. Isso se faz respeitando todos os agentes desse universo, inovando, contextualizando as produções de acordo com as necessidades do nosso estado e convidando todo mundo para fazer parte da nossa rede. Você, que está lendo este texto, é parte importante dessa mudança. Afinal, “…há tanta vida lá fora/Aqui dentro, sempre”. Continue com a gente, pois a gente vai continuar produzindo com (e para) você!

Diversidade Ideológica e Educação Escolar

A palavra diversidade na versão dicionarizada de Abbaganano (2007), é tratada como alteridade, diferença ou dessemelhança. Ainda segundo esse autor, ideologia é entendida como um “conjunto de ideias, convicções e princípios filosóficos, sociais e políticos que caracterizam o pensamento de um indivíduo, grupo, movimento, época, sociedade”.

Como se pode notar, compreender a diversidade ideológica é conceber que ideias, valores e crenças que circulam na sociedade são diferentes e até radicalmente opostas. Cada uma com a sua verdade, vai construindo o corpo de valores humanos com suas contradições e conflitos.

Ao buscar despertar o interesse da comunidade escolar, este texto pretende provocar reflexões a respeito das posições políticas e ideológicas que, a priori, são denominadas de direita, de esquerda ou de centro, compreendendo o tema como relevante a ser pesquisado e debatido no referido espaço.

Para autores como Tarouco e Madeira (2013) e Arraes (2004), os termos direitistas e esquerdistas surgiram durante a Revolução Francesa, quando no parlamento, os gerundinos representantes da alta burguesia passaram a sentar à direita do presidente da assembleia, enquanto que os jacobinos, da pequena burguesia, se posicionavam à esquerda. Entre os dois extremos, havia o grupo de centro conhecido como pântanos que priorizavam os interesses financeiros. Os lugares escolhidos tinham relações estreitas com os objetivos de cada grupo.

As noções políticas de direita e esquerda não se fazem no espaço da neutralidade. Por estarem vinculadas à interesses como: religião, dinheiro, status e outras formas de obtenção e manutenção de poder, não raro, despertam defesas acaloradas e até mesmo apaixonadas. Não obstante, o embate entre diferentes grupos podem resultar em debates multiculturais em torno de questões relacionadas à diversidade de religiões, gêneros, classes sociais, orientações sexuais, condições socioeconômicas, etnicorraciais, corporais dentre outras.

Entretanto, independentemente do posicionamento de cada pessoa (de direita, de centro ou de esquerda), é imprescindível ter consciência das origens e implicações de cada escolha. A não ser que em alguma época, os humanos tenham desenvolvido pensamentos iguais, a pluralidade de ideias é uma realidade que sempre existiu. Todavia, o seu reconhecimento é por demais conflituoso, razão pela qual, dificilmente foi respeitada. Apesar dos discursos cada vez mais inflamados e, por vezes acusatórios entre esses grupos no Brasil contemporâneo, direitas e esquerdas envolvem uma multiplicidade de interesses. Esses posicionamentos são tão complexos, que não raro, fica até difícil perceber as fronteiras entre um grupo e outro.

Neste sentido, cabe situar o papel da educação escolar como um espaço organizador da cultura de cada sociedade, devendo planejar ações de pesquisas, reflexões, debates e produções de diversas atividades, visando descortinar um universo de saberes que historicamente se conservam adormecidos. Afinal, provocar questionamentos é lidar com interesses e oposições. Está longe de ocorrer harmonicamente. Quando o direito de um começa, o do outro acaba. Quem nasceu na esfera dos privilégios não precisa lutar por direitos, e claro, não aceitará perdê-los, nem mesmo dividi-los tranquilamente.

Uma das formas de provocar uma discussão na escola, seria pesquisar sobre as funções de profissionais, como vereadores, deputados federais, estaduais e dos senadores brasileiros, identificando nas bancadas político-partidárias das quais eles fazem parte: os seus principais pontos de interesses; os projetos desenvolvem; os grupos sociais que defendem; os interesses desses grupos e como foram financiadas as suas campanhas. Enfim, o que fazem e a quem de fato servem na fragilizada democracia brasileira?

Afinal, se direitistas são conservadores, quais as causas que realmente estão conservando? Se os esquerdistas são questionadores, radicais e vândalos (no sentido pejorativo do termo), o que estão vandalizando? Que questões estão radicalizando? Questionar a enorme concentração de poder por parte de poucos privilegiados é um problema social ou pode ser um dos caminhos para a redução das desigualdades sociais?

Elzeni Bahia

Professora da Rede Estadual de Ensino da Bahia

REFERÊNCIAS

ABBAGNANO Nicola. Dicionário de Filosofia. Martins Fontes. São Paulo, 2007.

ARRAES, Roosevelt Quais as diferenças entre a direita e a esquerda?

http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/mergulhando-na-politica/quais-as-diferencas-entre-a-direita-e-a-esquerda/

Bancada dos Partidos. Disponível em: www.camara.leg.br/Internet/Deputado/bancada.asp. Acessado em: 04/06/2017.

As bancadas da Cãmara dos Deputados. http://apublica.org/wp-content/uploads/2016/02/Bancadas.html

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa. Positivo. Curitiba, 2004.

História de Tudo. Disponível em: http://www.historiadetudo.com/revolucao-francesa. Acessado em: 05/06/2017.

IZIQUE. Cláudia. O perfil partidário brasileiro. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2002/05/01/o-perfil-partidario-brasileiro/. Acessado em: 03/06/2017.

TAROUCO, Gabriela da Silva e MADEIRA Rafael Machado. Partidos, Programas e o Debate sobre Esquerda e Direita no Brasil Revista de Sociologia e Política V. 21, Nº 45: 149-165 Mar. 2013.

Duas faces de uma mesma prática

A leitura é muito mais

do que decifrar palavras.

Quem quiser parar pra ver

pode até se surpreender:

vai ler nas folhas do chão,

se é outono ou se é verão;

nas ondas soltas do mar,

se é hora de navegar;

e no jeito da pessoa,

se trabalha ou se é à-toa…”

O trecho acima, do poema Aula de Leitura, do escritor, ilustrador e pesquisador paulista Ricardo Azevedo, mostra como a leitura é uma prática que nos enche de possibilidades de ver o mundo. Através dela, a gente decifra tudo, até as coisas consideradas mais difíceis. Por mais clichê que pareça, para quem lê, a vida tem outra face e várias facetas. Quem lê, de fato, se torna possível e passível; porque leitura é sentimento.

Fig. 1: Família “Leitura e Escrita” (da esquerda para a direita): Rodrigo de La Rocha, Diego Santoro, Elaine Camacã, Alex Simões, Mariângela Nogueira (sentada), Larissa Kharkevitch, Anderson Shon, Nana de Carvalho e Armando Almeida. Foto/Edição: Peterson Azevedo.

A Fundação Pedro Calmon (FPC), através da Diretoria do Livro e da Leitura (DLL), levou essa afirmativa ao pé da letra e criou o projeto Memórias de Leitura, com o objetivo de estimular a leitura. Quinze vídeos foram publicados, com pessoas falando sobre as suas primeiras experiências com a prática de ler. O resultado pode ser visto na programação da TV Educativa da Bahia (TVE-Bahia), nos sites e mídias sociais do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), da Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA) e da própria FPC.

A fim de saber um pouco mais sobre o projeto e discutir o papel da escola nesse estímulo à leitura, a equipe do Blog do Professor Web e da Professora Online conversou com Mariângela Nogueira, 58 anos, diretora da DLL. Veja, no vídeo a seguir, o que ela disse:

O projeto Memórias de Leitura foi produzido, como afirmou Mariângela, durante a Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), em outubro de 2016. O poeta Alex Simões, 43 anos; o tradutor, poeta e escritor Rodrigo de La Rocha, 28 anos; e o professor e escritor Anderson Shon, de 29 anos, foram algumas das pessoas que compartilharam as memórias. A convite do nosso blog, eles falaram como foi essa experiência e opinaram sobre a importância da iniciativa:

O Memórias de Leitura foi gravado por jovens integrantes da Cipó Comunicação Interativa e a produção teve apoio da DLL. Por curiosidade, você gostaria de saber quais são as memórias de leitura de quem idealizou a iniciativa? Nós também! Por isso, perguntamos à equipe que compõe a Diretoria do Livro e da Leitura, da Fundação Pedro Calmon: quais são as memórias de leitura de vocês? Neste vídeo, você confere os depoimentos:

IV Concurso de Escritores Escolares

Outra ação da DLL (FPC) que tem a leitura como mote é o Concurso de Escritores Escolares. Isso porque todo ato de escrita pressupõe o de leitura. Na sua 4ª edição, o concurso é voltado para estudantes regularmente matriculados no Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio, das redes pública e particular da Bahia. Cada estudante só pode se inscrever em uma das categorias (redação ou poesia), com texto inédito, ficcional ou não. O tema das produções é livre. No vídeo a seguir, Armando Almeida, 60 anos, coordenador de Leitura da DLL, fala como se deu a adesão das escolas ao concurso, durante todo esse tempo, e sobre o estímulo à escrita:

O professor Anderson Shon, que participa há dois anos do concurso, estimulando os seus alunos, diz que faz a sensibilização focando na escrita criativa: “Eu sempre trabalhei redação longe de qualquer objetivo de passar no ENEM, de passar em vestibular. Eu sempre foquei em escrita criativa. Quando eu soube do concurso, lá na 2ª edição, para mim, era a ideia de validar os meus conhecimentos e os conhecimentos deles. Porque a gente escrevia, a gente gostava, mas a gente nunca tinha passado por uma avaliação. Na primeira vez que eu participei, tive sete alunos premiados. No ano passado, tive Beatriz Vieira em primeiro lugar. A gente já trabalhava a escrita de uma forma extremamente criativa. Minha ideia de trabalhar a escrita com eles é no conceito de que a escrita é viva. Nas nossas aulas, não existe nada que esteja extremamente errado. Para mim, estimular os alunos, é sempre desafiá-los, mostrar que eles são capazes, criativos e com condições de virarem escritores no futuro”, pontua.

As inscrições para participar do IV Concurso de Escritores Escolares poderão ser feitas até 14 de junho, na sede da FPC, que fica na Avenida Sete de Setembro, Edifício Brasilgás, 4º andar, sala 01, Centro, Salvador-BA, CEP.: 40060-001. Quem não mora na capital, pode fazer a inscrição pelo correio, com Aviso de Recebimento (AR). Dezoito candidatos serão contemplados, com prêmios como notebook, tablet, e-book e kits de 50, 40 ou 30 livros. Para saber mais informações sobre o concurso, acesse o site www.fpc.ba.gov.br. Sucesso! E não esqueça: a leitura te leva para qualquer lugar. Basta você querer!

Texto/Produção: Raulino Júnior

Imagens: Peterson Azevedo

Edição/Finalização: Keops Maciel

Agradecimentos à equipe da Diretoria do Livro e da Leitura, da Fundação Pedro Calmon, e a todas as pessoas que participaram desta reportagem.

Oficina para a Produção de Mídias na Educação e Cobertura Colaborativa 2016

A última Oficina para a Produção de Mídias na Educação (PME), do ano de 2016, oferecida no período de 7 a 24 de novembro, pela Rede Anísio Teixeira (Programa de Difusão de Mídias e Tecnologias Educacionais Livres da Rede Pública Estadual de Ensino), estimulou, mais uma vez, o uso crítico e reflexivo das tecnologias da informação e da comunicação (TICs). Estudantes da rede pública estadual de ensino fizeram uma imersão no Instituto Anísio Teixeira (IAT) a fim de saber um pouco mais sobre Softwares e Licenças Livres, Produção Textual para Multimeios, Fotografia e Produção Audiovisual, módulos que fazem parte do currículo do curso.

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil. Foto: Peterson Azevedo

Fig. 1: Equipe que participou da Oficina para a Produção de Mídias na Educação e da Cobertura Colaborativa Estudantil 2016. Foto: Peterson Azevedo

Durante a oficina, os estudantes tiveram aulas teóricas com as especificidades de cada módulo e puderam colocar em prática tudo que aprenderam, ainda no processo formativo. Desse modo, já colocavam a mão na massa enquanto complementavam os conhecimentos. Ou melhor: colocavam a mão no teclado, na câmera fotográfica e nos recursos para a produção e edição audiovisual.

Como atividade final da PME, houve uma Cobertura Colaborativa Estudantil  do I Congresso Baiano de Inovação e Tecnologia na Educação (Inovatec). Na ocasião, os estudantes foram organizados em grupos de trabalho e atuaram como repórteres, fotógrafos, produtores audiovisuais e redatores para mídias digitais. A atividade, além de contribuir para que eles implementassem os conhecimentos adquiridos durante o processo formativo, foi mais um espaço para o protagonismo da comunidade escolar da rede pública estadual de ensino nas ações da Rede Anísio Teixeira.

Emili Oliveira, 16 anos, do Centro Estadual de Educação Profissional em Controle e Processos Industriais Newton Sucupira, atuou como fotógrafa na Cobertura Colaborativa e disse que a experiência contribuiu muito para a sua vida: “Foi uma experiência incrível, que melhorou bastante tudo que eu já tinha feito antes. Ainda me fez perceber uma coisa que eu gosto muito e desenvolver isso: o gosto pela fotografia”.

Fig. 2: A estudante Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 2: Emili Oliveira atuou como fotógrafa durante a Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Nickson Teles, 18 anos, do Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, destaca que a participação na Cobertura Colaborativa o auxiliou na escolha da profissão: “Atuei como cinegrafista, aprendi técnicas sobre gravação e aprimorei o que realmente quero como profissão. Tive oportunidade de desenvolver aptidões que estavam guardadas”, revela o jovem que quer trabalhar na área de comunicação.

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

Fig. 3: Nickson Teles foi um dos cinegrafistas da Cobertura Colaborativa 2016. Foto: Raulino Júnior

A Cobertura Colaborativa Estudantil contou com produção multimídia de algumas ações do Inovatec. Tudo que foi produzido pode ser conferido neste link: oprofessorweb.wordpress.com/author/coberturaestudantil/. Além disso, neste ano, a equipe que participou da atividade teve um outro desafio: produzir um programa de TV. Quer saber no que resultou? Assista ao vídeo abaixo, compartilhe nas suas redes e deixe a sua opinião sobre o que achou. É importante para nós! Ubuntu!

Programa Cobertura Colaborativa – Inovatec – Parte 01