Escola viva

Que tal fazermos o exercício de pensar cada escola como um organismo, tipo o conceito que aprendemos nas aulas de Ciências? Mas vamos fazer isso a partir de um poema, combinado?

Escola viva

A escola é viva?

Ela respira, transpira, inspira,  excreta?
Ela se nutre, demanda energia?
De que forma? Com que meios?
Ela se reproduz, produz, cerceia?
Escasseia, esperneia, executa?
Ela é sinônimo de avanço? De luta?

Fig 1. Homem vitruviano. Leonardo da Vincci

Labuta, acorda, adormece
Empobrece, enriquece, esquece…
Ela reage, interage, disciplina?
Ou ela se esquiva, se esvai e discrimina?

Ela mantém a homeostase?
É laica, é ímpar?
Ou ela é arcaica, tradicional e simplista?
A escola é viva?
É núcleo, é sítio, é plasma?
É recreio, intervalo e adrenalina?

E o que somos? Célula?
Ser, cidadão ou o tijolo da construção?

Juntos somos saberes, sabidos e aprendentes

E essa engrenagem em plena harmonia
Funciona e fomenta

O conhecimento, o discernimento

E o cimento da democracia…

Creio que já temos elementos suficientes pra pensarmos sobre esse organismo que nos abriga. Anos e anos a fio. Lá temos uma coisa que muitas vezes nem nos damos conta: a oportunidade! A oportunidade de conhecer, explorar, reconhecer, compreender e, acima de tudo, transformar.
A escola é poder! A educação é um meio eficaz de mobilidade social, de revolução e de intervenção! Mas, você, estudante, professor, gestor e funcionário, como se sente dentro desse organismo vivo, pulsante e real?

Conheça os episódios da série “Minha Escola, meu lugar” e saiba mais sobre os projetos desenvolvidos em escolas públicas baianas

 

 

Guel Pinna

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

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A Arte Pop

pwpopart

Fig. 01

Sabe aquele aplicativo que edita sua foto em várias cópias menores e coloridas, ou que transforma seu rosto em um personagem de revista em quadrinhos cheia de pontos?

Você sabia que estes efeitos são baseados em um movimento artístico do pós-guerra, surgido entre as décadas de 1950 e 1960, chamado Pop Art?

Pois é. O movimento nasceu na Inglaterra e se popularizou principalmente nos Estados Unidos. Com o objetivo de repensar a arte moderna de um modo que ela atingisse a grande massa, um grupo de artistas ingleses fundou, em 1952, o Institute of Contemporary Arts (Londres). A intenção era agregar o maior número de público possível sem excluir ninguém.

E o que significa Pop Art? A tradução é arte popular, mas isso não quer dizer que era feita pelo povo. Fazia crítica ao consumismo e à sociedade de consumo, seu principal objetivo era aproximar a arte da vida comum. Torná-la popular, consumível, e de baixo custo. É uma arte jovem, espirituosa, sexy, chamativa, cheia de glamour e um grande negócio. Sempre fazendo critica à produção capitalista em massa, utilizando-se de signos massificados da indústria e do consumo. Revistas em quadrinhos, personalidades hollywoodianas e embalagens de produtos industrializados eram utilizadas como base nas criações dos artistas.

A grande sacada desse movimento foi chamar a atenção da população comum para um entendimento de arte, inspirado por elementos que não são compreendidos como arte. Gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, as obras eram criada a partir de imagens retiradas do seu contexto original e remexida, esticada, colada, duplicada, ampliada, se tornando um novo objeto , mas sem perder as características do original. A intenção era mostrar e até mesmo criticar as falhas do sistema de consumo compulsivo dos anos pós-guerra.

pop_art_sylia_by_botmaster2005

Fig.02

Ainda hoje estamos cercados por imaginário popular, o consumismo em massa, e do pensamento homogeneizado. A constante batalha entre o indivíduo e as instituições de consumo fez a continuação da Pop Art mais relevante do que nunca. O movimento evoluiu com o tempo e as mensagens são corajosas e vem se tornando mais ousadas do que nunca. Com a grande variedade de mídias, especialmente digitais, e com um alcance global maior, a arte pop atual inspira e incentiva o pensamento em consumidores modernos com a mesma energia contagiante, a pensar sobre como eles são afetados pelo entendimento da cultura e para reconhecer e manter a sua própria identidade contra todas as probabilidades consumistas.

 

 

Principais nomes: Andy Warhol, Roy Lichtenstein, James Rosenquist, Allen Jones, Peter Blake e Richard Hamilton.

Referências:

The Power of Pop Art

http://botmaster2005.deviantart.com/art/Pop-Art-Sylia-72511594

http://www.auladearte.com.br/#axzz43knMf4HW

Geize Gonçalves

Professora da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Olimpíadas, competição e cooperação

 

Podium

Fig. 1 commons.wikimedia.org 

O Brasil está vivendo um momento ímpar de sua história, sediando os jogos olímpicos de 2016. É importante aproveitarmos essa oportunidade para refletirmos sobre os valores e subjetividades que participam da nossa cultura e que estão espelhados nessas competições. A sensação de vencer, ser o melhor, nos dá prazer e é, ao final, a mola mestra do nosso sistema econômico. Nildo Viana[1] afirma que “a competição é apontada como um produto social e histórico que gera uma sociabilidade e mentalidade competitivas cujo resultado é a naturalização desse fenômeno social”. Os jogos, de modo geral, são reforçadores desse processo.

A sociedade capitalista dá excessivo valor à concorrência, disputa e superação do outro e a “competição é seu elemento estrutural”[2].  Até pouco tempo atrás, era o vestibular quem definia quais os melhores estudantes do Brasil; hoje, é o Enem, mas a tônica é a mesma: preparar-se a vida inteira para competir por uma vaga nas melhores universidades, depois de formado vem a disputa por um emprego. Só existe lugar para os vencedores, no mercado de trabalho. Todo ano são divulgados hankings dos melhores alunos e universidades, muitas espalham outdoors pela cidade com fotos dos seus alunos campeões: é um pódio, quem não passa por essa seleção é taxado como perdedor. Os americanos têm um termo bem jocoso para designar essas pessoas: “loser”. A tradução é perdedor, derrotado. Não há lugar no topo para todos, logo, todos acham normal  que existam excluídos.

A semelhança com os jogos olímpicos não é mera coincidência, já que a Grécia é o país em que essas competições nasceram. A cultura grega influencia a nossa em diversos aspectos, os heróis e seus mitos de superação inspiravam os jovens a lutar e vencer seus adversários, consequentemente morriam cedo e eternizavam seu nome na história. Aos que tombavam nos campos de batalha, nenhuma glória: “losers”. O propósito desse texto é, ao final, provocar uma reflexão a respeito da ideologia que os jogos trazem. A TV mostra medalhas de ouro no peito dos vencedores, explora as características daqueles que superam seus  limites e batem recordes, quer que nossos jovens aprendam a vencer; mas o que sustenta essas vitórias é a derrota infringida ao outro, humilhar o adversário, fazê-lo tombar em campo. É, sim, a analogia de uma batalha em que, ao final, se estabelece uma hierarquia entre vencedores e vencidos  e tudo fica acomodado pelo “espírito esportivo”. Ora, saiba perder, eles  dizem.

Como professor, você já ouviu falar em jogos cooperativos? Isso mesmo! Trata-se de  uma prática esportiva que se preocupa em reforçar os valores sociais humanos, tais como reciprocidade  e solidariedade entre os membros do jogo. Conheça essa proposta e reflita sobre a necessidade de equilíbrio entre competitividade e cooperação na educação dos nossos jovens.

Assista ao GINGA, uma produção da TV Anísio Teixeira que explora a relação entre educação física, cultura corporal  e humanização.

Valdineia Oliveira

Professora da rede pública estadual de ensino

 

FONTES

[1] VIANA, Nildo. Educação Física, Competição e Sociabilidade Capitalista. Revista Sul-Americana de Filosofia e Educação – RESAFE. 2011.

[2] Idem 1.

BLANCO, M. R. Jogos cooperativos e educação infantil: limites e possibilidades. 181 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.

CORREIA, M. M. Trabalhando com jogos cooperativos: em busca de novos paradigmas na Educação Física. Campinas: Papirus, 2006

ORLICK, T. Vencendo a competição. São Paulo: Círculo do Livro, 1989

Quem está estudando para o ENEM?

O Exame Nacional do Ensino Médio está se aproximando e, a partir da próxima segunda-feira, 22 de agosto, o nosso blog intensificará as discussões que podem auxiliar os estudantes durante a preparação para o exame.

Fig.1: Ilustração do Enem. Fonte: INEP

Fig.1: Ilustração do Enem. Fonte: INEP

Começaremos com uma semana temática (de 22 a 26 de agosto), que trará informações de todas as áreas do conhecimento (Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias). Nesse sentido, vamos problematizar e discutir assuntos que sempre figuram na prova. Em seguida, na segunda semana de setembro, voltaremos ao tema, fazendo uma associação entre o Enem e a Independência do Brasil.

De 19 a 23 setembro, abordaremos aspectos de nossa pluralidade cultural e como eles aparecem no Exame Nacional do Ensino Médio. Tudo isso, obviamente, levando em consideração outros temas transversais, como história e cultura africana e gênero e sexualidade. Para finalizar, dedicaremos o mês de outubro todo para falar de Enem e de temáticas voltadas para a saúde. Como elas aparecem na prova? Quais são as mais frequentes?

Quer saber? Então, não perca o nosso calendário! Acompanhe tudo por aqui e utilize os conteúdos do Ambiente Educacional Web para ter ainda mais sucesso no Enem!

Só para lembrar: o exame está marcado para acontecer nos dias 5 e 6 de novembro de 2016!

Até o próximo!

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

Um Ser de Luz…

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Fonte: Wikipedia

Num universo com turbilhões de informações e acontecimentos se torna cada vez mais desafiador ser estudante, ao tempo em que se torna mais e mais necessária a compreensão do mundo em que vivemos através do conhecimento construído no espaço escolar. O aluno,  (do latim alumnus, alumnié) ou discente é o indivíduo que recebe formação e instrução de um ou vários professores ou mestres para adquirir ou ampliar seus conhecimentos. No entanto, se estamos querendo dizer de alguém capaz de guiar seus passos para sua construção pessoal (quiçá profissional) podemos chamar este ser de Estudante. Ele é, sim, um ser de luz, pois, através dele, fatos e coisas são elucidados pela sua curiosidade e vontade de desbravar outros mundos. Como chamar   esse ser de pessoa sem luz? Como disse Paulo Freire

O aluno não é uma folha de papel em branco onde o professor irá escrever novos conteúdos”, ele traz consigo o interesse pelas coisas e nós professores devemos agir como mediadores para que essa busca da aprendizagem se dê de forma significativa. 

Existe uma esperança de que um dia esse 11 de agosto, quando se comemora o dia do Estudante, seja de celebração na escola e que o estudante esteja lá mesmo, no seu espaço de trabalho e convivência, faça questão de lá estar, comemorando um dia de mais aprendizado e não que se faça deste um dia de “bônus” por não estar ali dentro do espaço onde aguça a sua curiosidade que é a Escola ou qualquer outro lugar que traga essa experiência. O espaço do conhecimento tem que ser um local acolhedor e atrativo fazendo com que este estudante queira estar ali da mesma forma que queria estar numa praia, cinema, festa por exemplo. É equivocado o pensamento de descanso da escola, pois, se é um local alegre não pode ser motivo de distanciamento.

Salve o Estudante!!!

Que esse ser sempre nos ilumine com suas ideias e descobertas

Nildson B. Veloso

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia

A Influência da Matemática na Revolta dos Búzios

Oi, galera do PW! Tudo beleza? Você sabia que a Conjuração dos Alfaiates foi a nossa mais importante revolta anticolonial? E que as motivações que levaram ao seu estopim podem ser explicadas pelas atuais Leis de Mercado? E que a lei da oferta e da procura tem seus princípios explicados pela matemática? Pois é! Vamos mergulhar no túnel do tempo para entender como isso ocorreu.

A Conjuração Baiana, também conhecida como Revolta dos Búzios, Revolta dos Alfaiates ou Revolta dos Argolinhas, ao contrário de outras revoluções que tiveram como protagonistas a elite da época, foi idealizada, principalmente, pelos brancos, pobres, mulatos, negros livres e escravos. Teve como principal líder o médico, político e filósofo baiano Cipriano Barata, o soldado Luís Gonzaga das Virgens e os alfaiates Manuel Faustino dos Santos Lira e João de Deus do Nascimento.

A Conjuração ocorreu em virtude de fatores econômicos e sociais. Elementos como a escassez de alimentos, a alta nos preços dos principais gêneros alimentícios e a influência dos ideais de igualdade , liberdade e fraternidade difundidos pela Revolução Francesa, foram os principais fatores.

Economicamente, a situação da Bahia no final do século XVII  não era muito favorável, pois  a cana-de-açúcar entrara em decadência. No entanto, no final do século XVIII, houve uma recuperação em virtude da Revolta dos Canaviais, em que os engenhos da Ilha de São Domingos foram queimados, desorganizando assim uma das principais potências açucareiras da época. Este fato, levou o açúcar produzido pela Bahia a se valorizar  e fez com que os engenhos retomassem a cultura da cana-de-açúcar.  No entanto, essa prosperidade teve um preço muito alto para as camadas mais pobres, pois os senhores de engenho passaram a ocupar quase toda a extensão de suas terras produtivas com a cultura da cana-de-açúcar, fato que levou em curto prazo o desabastecimento e consequente encarecimento de itens como a farinha de mandioca e carne, um dos principais itens da mesa do povo.

Analisando esses fatos nos dias de hoje, podemos explicar a alta nos preços dos alimentos naquele momento histórico utilizando a lei da oferta e procura. Segundo ela, em períodos nos quais a demanda passa a superar a oferta, a tendência é o aumento dos preços. A curva a seguir mostra esse comportamento e como essas grandezas se relacionam.

Curva da Procura (D1 e D2) e Curva da Oferta S

220px-Supply-demand-right-shift-demand.svgFonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_oferta_e_da_procura

  Assim, naquele momento com a escassez dos alimentos houve  uma redução da oferta, e de acordo com a curva, isso levará a um aumento na demanda, e segundo a lei de mercado, a tendência é que os preços aumentem. Com a elevação dos preços, a fome se agravou em Salvador, levando os soldados e populares a saquearem armazéns em busca de farinha e carne.

Com todo esse clima, a revolta era inevitável, porém, o ferreiro José da Veiga, integrante do movimento, delatou para o governador, a revolta que já tinha data e hora para ocorrer.

 Como consequência, o governo baiano debelou o movimento antes mesmo que ele ocorresse, resultando na prisão de vários revoltosos e na execução em praça pública dos seus líderes, findando, assim, a revolta.

Fontes:

História Viva. Disponível em:<http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/revolucao_negra.html> Acesso em 04 de agosto de 2016.

Instituto Búzios. Disponível em:<http://www.institutobuzios.org.br/documentos/MCLS_CONJURACAO%20BAIANA%20OU%20DOS%20ALFAIATES.pdf> Acesso em 04 de agosto de 2016.

Histórias. Disponível em:<http://historiasylvio.blogspot.com.br/2013/07/revolta-dos-buzios.html> Acesso em 04 de agosto de 2016.

Wikipedia, A enciclopédia Livre. Disponível em:<https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_da_oferta_e_da_procura> Acesso em 04 de agosto de 2016.

 

I Encontro Baiano de Mídia Livre segue com programação até o dia 13

A palavra de ordem é liberdade. Liberdade para criar. Liberdade para interferir. Liberdade para comunicar. É com essa certeza que os participantes do I Encontro Baiano de Mídia Livre acompanham o evento, promovido pela rede de mídia livre Bahia 1798. O encontro, que se estenderá até 13 de agosto, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Biblioteca dos Barris), em Salvador, conta com uma programação que inclui atividades de formação, painéis, oficinas e trocas de experiência entre midialivristas.

Fig. 1: Pedro Caribé, coordenador geral do I Encontro Baiano de Mídia Livre, fala sobre os princípios do midialivrismo. Foto: Vitor Moreira

Fig. 1: Pedro Caribé, coordenador geral do I Encontro Baiano de Mídia Livre, fala sobre os princípios do midialivrismo. Foto: Vitor Moreira

Ontem, com o objetivo de estimular isso de forma efetiva, o evento já começou dando espaço para as pessoas falarem de suas iniciativas de mídia. A Roda de Apresentação, como foi denominado o momento, permitiu que coletivos de todos os lugares do estado, e de outras regiões do Brasil, expusessem os seus projetos, enfatizando os objetivos e planos de ação.

Em seguida, foi a vez do painel Revolta dos Búzios e Liberdade de Expressão tomar conta das discussões. Antonio Olavo (historiador e cineasta) e Samuel Vida (advogado e professor de direito da Universidade Federal da Bahia e da Universidade Católica do Salvador) foram os debatedores. A jornalista Alana Reis, da Revista Afirmativa e do Coletivo de Cinema Tela Preta, fez a mediação.

Antonio Olavo (esquerda), Samuel Vida (centro) e Alane Reis durante o painel Revolta dos Búzios e Liberdade de Expressão. Foto: Vitor Moreira

Fig. 2: Antonio Olavo (esquerda), Samuel Vida (centro) e Alane Reis durante o painel Revolta dos Búzios e Liberdade de Expressão. Foto: Vitor Moreira

Antonio Olavo deu um depoimento exclusivo para o Blog do Professor Web e da Professora Online e reforçou o que discutiu durante o encontro, ao falar sobre a importância da Revolta dos Búzios para a nossa história:

Já Samuel Vida destacou a importância do debate sobre a democratização dos meios de comunicação:

Educação

Profissionais da educação e toda a comunidade escolar devem, mais do que nunca, se apropriar dos recursos da tecnologia da informação e da comunicação, a fim de interferir criticamente nos processos de discussão sobre a grande mídia e produzir seus próprios conteúdos.

Para o jornalista e pesquisador Pedro Caribé, coordenador geral do I Encontro Baiano de Mídia Livre, essa apropriação contirbui para um novo modelo de educação:

 A Rede Anísio Teixeira endossa o discurso de Pedro e oferece, com frequência, oficinas de produção de mídias. Até amanhã (12/8), por exemplo, estão abertas as inscrições para mais uma turma. Se você tem vontade de participar, não perca tempo! Leia com atenção a Chamada Pública e venha compartilhar o seu mundo com a gente. Quem sabe você não vira um (a) midialivrista?

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública Estadual de Ensino da Bahia