diferENTES!

Olá, pessoal!

A melhor forma de aprender os costumes e a história de qualquer civilização é conhecendo sua diversidade cultural, pois permite uma amplitude de conhecimentos. Fazer uma viagem por esses saberes, trilhando caminhos que perpassam pela história, geografia, arte e muitos outros da cultura, não somente brasileira, é reafirmar, antropologicamente, nossa condição humana.

A pluralidade cultural possibilita conhecer a origem, a diferença, a marca identitária de cada povo e está intrinsecamente ligada à multiculturalidade, porque reúne uma variante de fatores ligados à definição de cultura, diferentes manifestações e características peculiares.

O processo cultural vai se formando historicamente ao longo do tempo e se transformando no encontro da fusão de diferentes povos. O antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro (1922-1997) afirma:

Preste atenção! O mais importante é inventar o Brasil que nós queremos. Surgimos da confluência, do entrechoque, do caldeamento do invasor português com índios silvícolas e com negros africanos. Somos uma cultura sincrética …” (RIBEIRO, 1995), trecho do livro “O Povo Brasileiro”, obra traduzida para o inglês (Brazilian People), que relata a formação histórica, étnica e cultural da nossa gente.

É partindo dessa ótica que os PCNs propõem educar numa lógica diferente, que busque um modelo que fomente o diálogo sobre Pluralidade Cultural como Tema Transversal, para a valorização de características étnicas e culturais de diferentes grupos sociais.

Dada a importância de considerar tais questões e de reconhecer o valor étnico dos diferentes povos que contribuíram,significativamente, para a formação do nosso país onde tiveram seus direitos negligenciados, violados e que se mostram ainda no palco de lutas foram instituídos dias que marcam o traçado histórico, como se pode observar:

O I Congresso Indigenista Interamericano ocorrido no México em 1940 instituiu “O Dia do Índio embora, deva ser considerado todos os dias. No Brasil, somente em 1943, por determinação do presidente Getúlio Vargas, do Marechal Cândido Rondon, um dos pioneiros na luta pela causa indígena no país.

O Dia da Consciência Negra no Brasil que foi instituída em 2003 e em 2011 foi sancionada a lei que permite que algumas cidades decretem feriado. A lei 10.639/03 deixa claro ainda, a obrigatoriedade do ensino da história africana, afro-brasileira e indígena no país.

Viver em sociedade é uma negociação permanente com a diversidade e quem se nega a essa dinâmica provoca ações discriminatórias ou promove o Etnocentrismo, gerando o separatismo cultural. Qual o princípio que valida o que é certo ou o que é errado? É aí que entra o Relativismo cultural , que defende a ideia de que o bem e o mal, o certo e o errado são relativos a cada cultura o que faz valer um princípio essencial ao bom convívio: Respeito. Respectu. Respeto. Rispetto. Respect. Portanto, não importa qual idioma porque todo mundo,no mundo todo quer mesmo é PAZ! Porque o maior desafio está em possibilitar a harmonia entre os povos indígenas, os povos negros e os imigrantes europeus e asiáticos que contribuíram para uma formação miscigenada. E viva o POVO BRASILEIRO!

Mônica Mota

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

Imagem, Corpo e Tecnologia

Imagem: Josymar Alves

Imagem: Josymar Alves

 

 Imagem, uma das artes primárias e o início de uma técnica inacabada.

Mantendo a comunicação desde os primórdios.

A existência de uma realidade é assim representada, e no mito da caverna demonstração de uma

Geração que uma arte também

Explorava.  Manualmente, nada digital e o

Mundo hoje, ora é real, ora virtual, e a imagem segue essa trilha na chamada era das tecnologias.

 

Corpo, resultado de uma evolução, agilidade, criatividade, revolução.

O humano tudo isso conquistou, mas sempre diz que algo faltou, e assim passa por uma

Reconfiguração, transformação, meio natural, meio artificial.

Psicologicamente são afetados por essas tecnologias e

O mundo hoje vive não mais com os homo sapiens, com os homens modernos, se assim podemos chamar, vivemos com os homo tecnologias.

 

Tecnologia, “remédio e veneno”, assim caracteriza Pierre Lévy.

Encantamento, relações virtuais, novas formas de produzir, a inteligência passa ser

Coletiva e a vida mais interativa.

Novos corpos, novas imagens, novo mundo.

Olhos atentos, mentes brilhantes para novas descobertas, se antes era

Loucura, sonho, projetos experimentais,

O projeto hoje recebe o status de consolidação.

Ganhamos, perdemos? Essa não é mais a questão!

 Inteligentes mentes hoje discutem sobre

A melhor forma para sua apropriação.

Lendo a TV

Para você, tudo que passa na TV é, de fato, verdadeiro? Quantas vezes nos deparamos com afirmações do tipo: “Claro que é verdade! Eu vi passando isso na TV”? Pois é. Interpretar de forma crítica aquilo que é veiculado numa emissora de TV é um passo importante para que a gente não se deixe levar por ideologias que, muitas vezes, estão implícitas num discurso sedutor.

Fonte da imagem: https://pixabay.com

Fonte da imagem: https://pixabay.com

Se hoje, quando se fala em tela, a referência das pessoas é o celular ou o computador; no Brasil, na década de 50 do século passado, a televisão foi o principal símbolo. Por aqui, a primeira transmissão de TV aconteceu em 18 de setembro de 1950. Amanhã, portanto, faz 65 anos de presença da TV na sociedade brasileira. No artigo Um olhar histórico na formação e sedimentação da TV no Brasil, o jornalista Plínio Marcos Volponi Leal traz um breve panorama sobre o assunto, destacando como o veículo se consolidou no nosso país. Vale muito a pena ler!

Público crítico

Todos os canais de TV, quando colocam a sua grade no ar, têm um propósito que vai muito além de apenas informar e entreter. Todo programa de TV é pensado para atingir um público e “vender” uma ideia, um argumento. Quem quiser, compra. O público nunca foi um simples receptor das informações passadas pela TV. Ele sempre refletiu. Hoje, mais do que antes, essa reflexão é feita de forma mais crítica, porque o poder de interferência dos telespectadores é muito maior também. Com o advento da internet, o público pôde botar o dedo na ferida com mais frequência.

Devido a essa apropriação das tecnologias da informação e da comunicação e, obviamente, com a sua própria leitura de mundo, o telespectador conheceu os meios que levam aos fins de um produto veiculado na TV. Ele está conectado a tudo e reflete com mais atenção sobre todas as informações que recebe. Ficar prostrado diante da TV, numa atitude passiva, é um comportamento cada vez mais raro. Ninguém hoje assiste a um único telejornal, por exemplo. A busca pelo que está nas entrelinhas daquilo que é oferecido pela TV contribui para formar o nosso senso crítico.

A partir do momento que as pessoas buscaram se informar, aprender, comparar e criticar, a presença da TV na sociedade foi se tornando menos manipuladora. Ou melhor: as pessoas foram percebendo as estratégias de manipulação de forma mais evidente. Isso quer dizer que a TV só existe para enganar a população? Não. Isso quer dizer que a população está mais vigilante e consciente de sua importância nesse processo.

Não existe TV que engana quando o telespectador está bem informado. Nesse sentido, ler sobre tudo, adotando uma postura crítica, é um bom caminho para não cair em armadilhas.

Raulino Júnior

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

Referência:

LEAL, Plínio Marcos Volponi. Um olhar histórico na formação e sedimentação da TV no Brasil. Artigo apresentado no VII Encontro Nacional de História da Mídia: mídia alternativa e alternativas midiáticas. 19 a 21 de agosto de 2009. Fortaleza, Ceará. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1>. Acesso em: 16 de setembro de 2015.

História da Independência x Subjetividades Humanas

Olá, galera!

Você sabia como se deu a construção do processo de independência, organização e formação do estado brasileiro? Que iniciou-se com duas revoltas ocorridas no Brasil fortemente influenciada por movimentos contrários ao julgo imposto pela colonização portuguesa? As que foram mais expressivas que defendiam o rompimento do pacto colonial brasileiro: uma ocorrera em Minas Gerais (1789), a CONJURAÇÃO MINEIRA; e, a outra na Bahia (1798), Conjuração Baiana. Portanto, as exigências portuguesas e a falta de vontade pelo crescimento da economia interna aceleravam a inconformidade de mineiros e baianos ao ponto de os levarem a se rebelar contra o domínio lusitano. Então, como se deu esse processo?

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

É preciso relembrar a história das Revoluções Burguesas que ocorreram no mundo cujos ideais foram inspiradores para nossa independência. Tudo começou com inspiração dos ideais da Revolução Francesa: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, que construíram um discurso de frente ideológico anti-português, que somado às construções ideologicamente de caráter iluministas trazidas pelos intelectuais brasileiros abrindo caminho para nossa INDEPENDÊNCIA.

Do “Dia do Fico” até o “Grito do Ipiranga”, para se chegar em 7 de setembro de 1822 foi um processo longo e poderíamos considerar que até os dias atuais, não no sentido literal de independência em relação a um colonizador, no sentido de subjetividade ideológico de conquistas e reafirmação de direitos já alcançados.

O príncipe regente português, ao receber uma carta da Corte Portuguesa que exigia imediatamente seu retorno, devido à exigência de sua família. Caso voltasse a Portugal provocaria o enfraquecimento de sua autonomia e autoridade. Portanto, ele decide ficar em atendimento ao pedido feito pelo Partido Brasileiro que lhe enviara documento com assinaturas. O partido recém-formado era composto por aristocratas, comerciantes e indivíduos favoráveis à INDEPENDÊNCIA e contrários às medidas recolonizadoras de Portugal buscaram o apoio diante da possível recolonização e mediante ameaça de sua autonomia.

Em 09 de janeiro, o príncipe regente português, D. Pedro, declara sua decisão: “Diga ao povo que fico.” Por que ele decidiu ficar, você sabe? E onde?

Ao receber a segunda carta da corte de Lisboa exigindo novamente seu retorno a Portugal, D. Pedro, tem a reação imediata de recusar à proposta e toma a iniciativa de fazer as reformas que culminariam com a INDEPENDÊNCIA do Brasil da exploração colonizadora. Entre outras medidas iniciais dessa reforma, destacam-se duas: Convocação de uma assembleia constituinte, e a exigência da saída das tropas portuguesas da colônia. E foi assim que D. Pedro decide-se por proclamar a independência bradando aos plenos pulmões: “Independência ou Morte”, naquele momento, às margens do RIACHO IPIRANGA, registrado na história como o “Grito do Ipiranga”.  A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL é declarada, oficialmente, aos 7 de setembro de 1822, em São Paulo, mas o príncipe D. Pedro I recebe a coroação como Imperador no Rio de Janeiro, em 1º de dezembro de 1822.

 “Ou ficar a Pátria livre, Ou morrer pelo Brasil

Frase do Hino da Independência do Brasil.

Legenda: Wikimedia Commons

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

Que o 7 de setembro seja sempre uma celebração de triunfo sobre o domínio português mas também uma oportunidade como um momento reflexivo cuja inspiração consignada pelos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade que serviram de base para a chamada Revolução Francesa e que geraram o liberalismo clássico, sejam novamente a chave motivacional de novas conquistas.

Liberdade, Liberdade, abre as asas sobres nós…”

O que refletir, então? A liberdade política, em relação ao fim da colonização portuguesa, decerto, sem dúvida, que ocorreu; mas a emancipação humana continua em constante processo de ressignificação de independência, pois homens e mulheres continuam em determinadas condições de subserviência ou de exploração, seja de ordem sexual, trabalho infantil ou desigualdade social. Decerto que, a igualdade que inspirou os movimentos de independência se deu mais no sentido de que todos nós somos iguais perante a lei. A existência da busca da igualdade econômico-social para todos, efetivamente ainda está em contínua construção. PORTANTO, esse processo de conquista da cidadania emancipatória, libertadora e plena alcance a todos os brasileiros.

Viu quanta coisa a gente pode aprender com a história da nossa independência? E como os ideais que nortearam esse processo podem nos inspirar ainda nos dias atuais?

Fonte da imagem: Wikipedia

Fonte da imagem: Wikipedia

Isso é que história, hein!

“Terra adorada. Entre outras mil. És tu, Brasil, Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada Brasil!”

 

Ana Cristina Rangel

Professora de Biologia da Rede Pública Estadual da Bahia

 

Saiba mais:

http://www.brasil.gov.br/governo/2015/01/dia-do-fico-foi-passo-importante-para-a-independencia-do-brasil

As Revoluções Burguesas no século XVIII. Disponível em:

http://www.algosobre.com.br/historia/revolucoes-burguesas-no-seculo-xviii-as.html
MARINHO, Jailson. Revoluções Burguesas. Disponível em:

<http://www.mundovestibular.com.br/articles/4380/1/REVOLUCOES-BURGUESAS/Paacutegina1.html

Quando menos é mais

Há mais de dez anos foi divulgado um escrito da argentina Ana Maria Shua, considerado o menor conto do mundo, com exatas trinta e três letras:
Fujamos! Os caçadores de letras estão aq…”.

Antes dele, era conhecido o menor e mais famoso conto, de Augusto Monterroso, escritor hondurenho, com apenas trinta e sete letras:
Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá”.

Na versão em espanhol, o mesmo conto tem quarenta e três letras:

Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí.”

Foto: Lilia Rezende

Foto: Lilia Rezende

As particularidades destes textos podem interessar bastante a pesquisadores da área de linguagens, mas sem dúvida aguça a curiosidade de muitos leitores; são, afinal, referências sobre a possibilidade de se revelar uma história inteira com poucos caracteres. Neles impressiona a possibilidade de produzir uma narrativa com começo, meio e fim e propriedades preservadas em espaço tão exíguo. Não se trata, naturalmente, do mesmo tipo de conto breve da metade do século XX, também chamado de miniconto, mas podemos considerá-los como um tipo de reinvenção que desafia seus limites.

Neste século das mensagens abreviadas da Internet, das senhas e dos códigos, a literatura vem revelando que pode se renovar, acompanhando a velocidade dos tempos. Estamos aprendendo uma nova forma de comunicação, pois a conectividade altera o nosso modo de ler e escrever. O Twitter, rede social de largo uso, tem o limite de 140 caracteres e de alguma forma faz lembrar os microcontos. Apareceu como uma herança de antigos sistemas de comunicação escrita imediata; seus criadores queriam que os microblogs fossem compatíveis com os celulares mais básicos e adotaram os 140 pro tweet, mais 20 para o nome do usuário. Já o WhatsApp, aplicativo à disposição de muitos usuários, apela para uma espécie de subversão da língua: permite o uso de expressões coloquiais, ícones e símbolos figurativos de um estado de humor momentâneo, entre outros artifícios.  O Facebook, outro caso, é uma plataforma na qual  textos e imagens circulam livremente e vem, aliás, se configurando como um espaço carente de consistência; sobram palavras, faltam sentidos. De todo modo, o contato com textos de leitura breve e promessa de fruição tem sido o mais costumeiro nestes novos tempos. Podemos  pensar que o microconto, assim como os textos do Twitter ou a conversa escrita do WhatsApp, tem uma estética própria da contemporaneidade.

Aqui compartilhamos a ideia do livro “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século”, organizado pelo pernambucano Marcelino Freire, que convidou cem autores contemporâneos para produzir histórias de até cinquenta letras (sem contar título e pontuação). Fernando Bonassi, Manoel de Barros, Glauco Mattoso, Adriana Falcão e Millôr Fernandes são alguns dos que participaram dessa brincadeira inteligente. O resultado é uma coletânea de soluções inusitadas e divertidas.

FIM

Corpos se separam.

Ofegantes ainda.

E distantes para sempre.

(Alberto Guzik)

Uma vida inteira pela frente.

O tiro veio por trás.

(Cíntia Moscovich)

Se eu soubesse o que procuro

com esse controle remoto

(Fernando Bonassi)

AMOR

Maria,

quero caber todo

em você.

Agora escreva um conto. E, se quiser, aumente um ponto. Só um ponto. Final.

Lilia Rezende

Professora da Rede Estadual de Ensino

Novos desafios e exigências no mercado de trabalho

Olá!

Conforme a Constituição Federal de 1988, o direito ao trabalho é assegurado como direito social fundamental. Lívia Mendes Moreira Miraglia, mestre em Direito do Trabalho,pela PUC de Minas, no seu trabalho “Em O Direito do Trabalho Como Instrumento de Efetivação da Dignidade Social da Pessoa Humana no Capitalismo”, diz que: “No que cinge ao direito ao trabalho, tem-se o direito individual subjetivo de todo homem de acesso ao mercado de trabalho e à capacidade de prover a si mesmo e à sua família,mediante seu próprio trabalho, que deve ser digno.”

Fotos: Ana Rita Medrado

Fotos: Ana Rita Medrado

Recepcionista

 

Então?Acredito que você conheça a frase :“o trabalho dignifica o homem”. Mas, não seria o homem que dignifica o trabalho? O próprio trabalhador, através de sua postura ética , participa, constrói e transforma a sociedade que ele pertence. E você, como cidadão, tem feito sua parte?

Fotos: Ana Rita Medrado

Fotos: Ana Rita Medrado

Recep_entrada

Em tempos de crise, é necessário estar atento às possibilidades de trabalho que podem “pintar”. Inserir-se no mercado de trabalho não é coisa fácil. Prepare-se! Estamos passando por um momento difícil, muitos postos de trabalho estão fechando no país e o índice de desemprego vem aumentando, visivelmente, conforme dados publicados pelo IBGE. No entanto, é possível preparar-se para a busca de oportunidade no mercado de trabalho.

Transforme o momento de crise em possibilidades e oportunidades. Torne-se competitivo! Aproveite o tempo livre para se qualificar. Faça cursos ligados a sua área de atuação e/ ou aos seus interesse profissionais.Prepare seu currículo .Em uma entrevista de emprego, seja objetivo e sincero. Através dela as informações contidas em seu currículo serão testadas e avaliadas pelo entrevistador. Evite constrangimentos.

Como anda a sua empregabilidade? Sua capacidade de conquistar e manter-se no mercado de trabalho? Hoje em dia, apenas o capital intelectual já não basta, é necessário ter capital emocional e capital ético. Lembre-se: “Você não vale apenas o quanto sabe”,mas vale o quanto “é”.

O desafio do momento é o que chamamos de trabalhabilidade.Capacite-se para trabalhar e gerar renda, assim ,você estará apto no tocante à trabalhabilidade.A maneira como se relaciona com o mundo do trabalho é muito importante. Enxergue-se produzindo e não apenas como um trabalhador. .

Ser dotado de inteligência emocional no trabalho, lhe deixa em vantagem na disputa de um vaga de trabalho. Já pensou nisso? Aprenda a gerir suas emoções, assim você será capaz de superar concorrentes, até mesmo, de maior intelecto.

Se você nasceu entre 1981 e 1994, período de relativa prosperidade econômica, Alfredo Motta, coautor do Livro “Código Y – Decifrando a geração que está mudando o país” diz que , “ certamente, você faz parte de uma geração bem educada e bem informada,a geração Y; é mais tolerante do que seus pais e avós e abraça conceitos como sustentabilidade e diversidade”. No entanto, “traz desvantagem no ponto de vista comportamental”.Tal fato o deixa em desigualdade na acirrada conquista por uma vaga de trabalho. Não investir em inteligência emocional pode ser uma barreira para o seu acesso e permanência no mercado de trabalho.Pense nisso!

Essas são algumas dicas! Busque outras e esteja preparado para ingressar e manter-se no mercado de trabalho.

Até a próxima!

Ana Rita Medrado.

Professora de Sociologia da Rede Pública de Ensino da Bahia.

Referências:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/o-que-e-empregabilidade/31256/ .Acessado em 25/08/2015.
http://www.trt3.jus.br/escola/download/revista/rev_79/livia_mendes_moreira_miraglia.pdf . Acessado em 25/08/2015.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/desemprego-salta-a-7-5-maior-nivel-em-mais-de-5-anos .Acessado em 25/08/2015.
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-piores-armadilhas-de-carreira-para-quem-e-da-geracao-y . Acessado em 25/08/2015.

 

 

 

 

 

 

 

Ser Professor: Urânia Viana

Fala, galerinha!

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de literatura e música. Apresentaremos o projeto da Professora Urânia Vianna – De onde vêm…Grandes Ideias? As muitas faces de Vinícius de Moraes.

A professora Urânia é uma inovadora no que se refere à metodologia de projetos. Professora do Colégio Estadual Rotary, localizado no bairro artístico de Itapuã, Urânia propõe a prática de leitura e criação de trovas e cordéis, com o objetivo de familiarizar o aluno do 1º. Ano do Ensino Médio com a arte da poesia, bem como estabelecer ligação com a poesia medieval portuguesa.

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

O projeto tem como foco a criação de trovas e cordéis a partir da leitura e estudo dos poemas e crônicas de Vinícius de Moraes, bem como a audição de suas músicas e a abertura de uma exposição com a produção dos alunos, numa forma criativa, lúdica e divertida de homenagear esse grande poeta brasileiro.

 

 

 

Foto: Peterson Azevedo

Foto: Peterson Azevedo

“Ser professor, pra mim, é ser capaz de encantar o aluno em sala de aula, através de novas ideias (…)”

Fui!

 

 

 

 

 

 

Clique na imagem abaixo para assistir ao vídeo.

Imagem: captura de tela

Imagem: captura de tela

 

Texto e Fotos: Professor Peterson Azevedo