Campanha #InternetSemVacilo

Campanha #internetsemvacilo

Campanha #internetsemvacilo

Olá pessoal,

a Unicef Brasil – Fundo das Nações Unidas para a Infância, atua desde 1950 com ações para defesa dos direitos básicos de crianças e adolescentes aqui no Brasil, criou recentemente uma campanha que esta sendo difundida na internet com o objetivo de sensibilizar o uso consciente de conteúdos na Rede Mundial de Computadores (Internet).

#InternetSemVacilo tem uma sequencia de vídeos que ironiza o cotidiano com o uso irresponsável de conteúdos multimídia, são temas como Difusão de imagens com pessoas em situações intimas, sem a devida autorização para essa difusão, Privacidade, Relacionamento, Preconceito e Intolerância, dentre vários outros temas, vai valer a pena se você acessar o site e conferir os videos.

A campanha traz uma nítida reflexão do modo inseguro como muitas pessoas se expõem nas redes sociais sem refletir sobre as suas consequências.

Ser Professor: Flávio Márcio

Fala, galerinha!

O episódio em destaque de hoje, do quadro Ser professor, do programa Intervalo, fala de poesia e história. Em 2003, o professor de história da rede pública de ensino, Flávio Márcio Sacramento, com o intuito de deixar suas aulas mais dinâmicas e participativas, ampliando a noção de arte, literatura e história, proporcionando a seus alunos uma visão mais ampla do que é aprender criando, pensou o projeto O Ensino da História por Meio da Poesia, que vem beneficiando, anualmente, cerca de 120 alunos do 2º e 3º ano do ensino médio, do Colégio Estadual Professora Ana Bernardes, no bairro de Cajazeiras, em Salvador.

A parceria entre o professor Flávio e os alunos fica evidente no quadro quando, juntos, recitam os versos sobre momentos históricos do Brasil, versos contextualizados e citados com o bom e típico baianês, em que as regionalidades são ingredientes a mais nessa narrativa poética. A ideia do projeto é ampliar o ensino de história para além dos fatos, possibilitando aos alunos utilizarem a poesia como ferramenta de diálogo. “Pra mim, ser professor é ser um guerreiro. É poder armar meus alunos com informações, com conceitos, com ideias (…)”.

Vamos nessa conferir? Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Professor Flávio Márcio. Foto: captura de tela feita em 31/8/2015.

Professor Flávio Márcio. Foto: captura de tela feita em 31/8/2015.

Fui!

 

Peterson Azevedo

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

Convivência democrática na Escola

Olá, pessoal! Estamos aqui novamente para falar um pouco sobre ética e cidadania, e nada melhor do que começarmos pela escola, que abriga uma grande diversidade.

Em seu sentido tradicional, a cidadania expressa um conjunto de direitos e de deveres que permite aos cidadãos e cidadãs o direito de participar da vida política e da vida pública, podendo votar e serem votados, participando ativamente na elaboração das leis e do exercício de funções públicas, por exemplo. Hoje, no entanto, o significado da cidadania assume contornos mais amplos, que extrapolam o sentido de apenas atender às necessidades políticas e sociais, e assume como objetivo a busca por condições que garantam uma vida digna às pessoas.

Entendemos que tal forma de educação deve visar, também, ao desenvolvimento de competências para lidar com: a diversidade e o conflito de ideias, as influências da cultura e os sentimentos e emoções presentes nas relações do sujeito consigo mesmo e com o mundo à sua volta.

Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Aprender a lidar com as diferenças, na perspectiva de uma sociedade que se pretende democrática e inclusiva e que traz para os espaços políticos e públicos tal preocupação, é o desafio que ronda o imaginário dos(as) profissionais da educação preocupados com a construção de uma escola de qualidade, que cumpra com seus objetivos de formação da cidadania e de preparação dos estudantes para a vida em sociedade.

O convívio com a diversidade humana e com as diferenças sociais, econômicas, psíquicas, físicas, culturais, religiosas, raciais, ideológicas e de gênero, ao mesmo tempo em que gera conflitos, pode servir de matéria prima para a construção da convivência democrática.

Um forte abraço.

Luciano Albuquerque

Professor de Biologia da Rede Pública Estadual

REFERÊNCIAS

Convivência Democrática: inclusão e exclusão social.MEC.Disponível em: https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&cad=rja&uact=8&ved=0CCMQFjABahUKEwj6tO2QrsTHAhWDeT4KHXjED1Y&url=http%3A%2F%2Fportal.mec.gov.br%2Fseb%2Farquivos%2Fpdf%2FEtica%2Fliv_etic_cidad.pdf&ei=ZnDcVfrpK4Pz-QH4iL-wBQ&usg=AFQjCNGsCoMOma8HAkYnT3m5LYu_me8k6A&sig2=i7CJUh8QWV0wDf-tm_H2RQ. Acessado em 24/08/2015, 10 h 32m.

Convivência Democrática: Relações étnico-raciais e de gênero.MEC.Disponível em: https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0CB0QFjAAahUKEwj6tO2QrsTHAhWDeT4KHXjED1Y&url=http%3A%2%2Fportal.mec.gov.br%2Findex.php%3Foption%3Dcom_docman%26task%3Ddoc_download%26gid%3D2176%26Itemid%3D&ei=ZnDcVfrpK4Pz-QH4iL-wBQ&usg=AFQjCNHDuFkpB0jISUCRunO_U3xmPdvKQw sig2=UzXeplUzuMKHaw9dWqxCAA. Acessado em 24/08/2015, 11 h 02m.

Ética e Cidadania Construindo Valores na Escola e na Sociedade.MEC.Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Etica/liv_etic_cidad.pdf. Acessado em 24/08/2015, 11 h 15m.

Convivência Democrática na Escola.MEC.Disponível em: http://univesptv.cmais.com.br/etica-valores-e-cidadania/evc-convivencia-democratica-na-escola. Acessado em:23/08/2015, 22h 21m.

Lançamento do Experimente Com Ciência

Imagem: Ródnei Souza

Imagem: Ródnei Souza

 

Olá! Tem novidade no AEW!

Você conhece aqueles vídeos de experimentos que fazem sucesso nas redes sociais? Pois agora saiba que professores e estudantes da rede pública produzem esses vídeos e disponibiliza-os com licença livre para que qualquer pessoa interessada possa usá-los livremente na sala de aula, celular ou em outro dispositivo móvel.

No ultimo dia 20 de agosto foram catalogados no AEW – Ambiente Educacional WEB – os três primeiros vídeos do projeto Experimente com Ciência da Rede Anísio Teixeira.

Experimente com Ciência é um projeto de produção audiovisual experimental que tem como proposta desenvolver conteúdos digitais e complementar para as áreas da matriz curricular estabelecidas pela Secretaria da Educação no Ambiente Educacional Web.

Consiste na produção de vídeos de experimentos que priorizam o uso de materiais de baixo custo e fácil aquisição, comuns ao cotidiano da maioria das pessoas. Os vídeos são produzidos por estudantes e professores da Rede Pública Estadual e podem ser apresentados em sala de aula, utilizando recursos audiovisuais ou colocados em prática na sala de aula, visando a aprendizagem significativa de conteúdos que podem ser relacionados à interpretação dos fenômenos presentes em cada vídeo. Os vídeos do projeto não explicam os fenômenos, mas, os reproduzem e podem servir como base para que o professor demonstre o experimento em sala.

As características da experimentação que são destacadas no projeto direcionam sua utilização para a interatividade entre o professor e os estudantes e entre estes, transpondo a ideia de um mero recurso audiovisual para um recurso problematizador, contextualizador e interdiscipinar.

O três primeiros vídeos foram produzidos com a parceria de discentes do curso de Licenciatura em Química da UNEB – Universidade do Estado da Bahia, através de uma iniciativa que propicia ao futuro professor de química a prática da experimentação em sala de aula e a produção de conteúdo digital educacional livre. Portanto, o tripé no qual se fundamenta a universidade (ensino, pesquisa, extensão) está representado neste projeto. O projeto pretende fazer parcerias com outros cursos de licenciatura das Instituições de Ensino Superior da Bahia para que mais vídeos sejam produzidos, contemplando assim mais disciplinas e áreas do conhecimento e proporcionando aos futuros professores a vivência na produção de conteúdo digital educacional livre.

Todos os discentes da disciplina Contéudos de Química para o Ensino Médio do curso de licenciatura, ministrada no segundo semestre de 2014, participaram do projeto. Entretanto, os três primeiros episódios apresentam experimentos pesquisados, analisados e executados por Adnaildo Miranda, Matheus Carvalho e Paula Jade, respectivamente. Mais episódios estão em fase de edição e contam com a participação dos demais discentes da disciplina e dos professores do Comitê Gestor do AEW.

Assista, no AEW, aos três primeiros vídeos:

Experimente com Ciência – Episódio 1: Bateria de Esquimó

Clique na imagem para assistir ao vídeo.

Clique na imagem para assistir ao vídeo. Crédito: Ródnei Souza.

Experimente com Ciência – Episódio 2: O que faz a água subir?

Clique na imagem para assistir ao vídeo. Crédito: Ródnei Souza.

Clique na imagem para assistir ao vídeo. Crédito: Ródnei Souza.

Experimente com Ciência – Episódio 3: A água que pega fogo!

Clique na imagem para assistir ao vídeo. Crédito: Ródnei Souza.

Clique na imagem para assistir ao vídeo. Crédito: Ródnei Souza.

Todos os vídeos são acompanhados de um Guia Pedagógico que discute os fenômenos relacionando-os com o conhecimento científico que pode explicá-los.

Se você faz experimentos simples em sua sala de aula, no laboratório ou mesmo em casa e gostaria de compartilhá-los com a rede pública de ensino, entre em contato através do “Fale Conosco” do AEW, indicando a sua proposta. Teremos prazer em ajudar na produção, edição e compartilhamento do seu experimento. Com licença livre, é claro!

E então? Gostou, tem crítica ou sugestões? Comente esta postagem e contribua para o sucesso do projeto.

Ródnei Souza

Professor da Rede Pública de Ensino da Bahia

O Hino e os Virunduns: “o virundum Ipiranga às margens plácidas”

Você já ouviu falar em Virunduns? Será esta uma palavra iorubá ou indígena? Não! Virundum é um neologismo cuja origem é uma leitura auditiva incorreta da primeira estrofe do Hino Nacional Brasileiro, quando se produz a homofonia “ovirundum Ipiranga às margens plácidas”. Em grande parte das torcidas esportivas, em movimentos políticos ou em outros gestos cívicos, certamente é possível ouvir este verso em vozes convencidas e entoadas.

Há também quem cante “Na madrugada a vitrola, rolando um blues ,tocando de biquíni sem parar”, quando a música é para seguir  “…cantando B. B. King sem parar. Este é apenas mais um virundum entre tantos que se pode colecionar e se divertir. Já o Hino Nacional repete muitos outros virunduns, basta que prestemos mais atenção.

Pela proximidade do Sete de Setembro, dia em que se comemora a Independência do Brasil e que se convencionou como um dia-de-ouvir-o-hino, fica oportuno trazer aqui uma conversa sobre a aprendizagem do hino nas nossas escolas. Observamos que atualmente jovens e adultos não conseguem cantá-lo nos contextos em que ele se adequa, e isso nos remete à uma reflexão sobre as práticas tradicionais de ensino, sobre as novas práticas e sobre o projeto de lei 5319/09, que obrigou escolas públicas e privadas do ensino fundamental e médio a hastear a bandeira e executar solenemente o hino, uma vez a cada semana. O projeto foi reafirmado em 2012 e, apesar disso, grande parte das instituições não realiza essa atividade regular e não há, pelo que podemos compreender, nenhuma sanção para este descumprimento.

Imagem: Josymar Alves

Imagem: Josymar Alves

O que vemos? Há uma clara desvalorização desses símbolos cívicos? Reconhecemos o desafio dos professores diante da tarefa de educar e, ao mesmo tempo,  desenvolver em seus alunos interesse cívico e sentimento de pertença (a este país em plena crise política), importantes para o bom exercício da cidadania.  Formar cidadãos é trabalho grandioso e exigente, envolve diversas ações mas para ensinar o Hino Nacional, atividade incomparavelmente mais simples, nos cabe, talvez, apenas pensar modos tantos de apresentá-lo aos alunos, nas situações em que possam compreender seu significado. O hino foi escrito e idealizado em 1831, tem uma linguagem arcaica e isso, claro, dificulta a compreensão das crianças e jovens. Contextualizar nos parece, portanto, fundamental para tornar acessível cada estrofe e a história que o texto traz. Quem hoje se arrisca a cantar o hino publicamente, com balbucio em um ou outro verso, talvez o faça sem ainda saber que “as margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico”. A ordem indireta da versão original, autoria de Joaquim Osório Duque Estrada, dificulta a compreensão clara e objetiva da mensagem. Trazê-lo em ordem direta, por exemplo, pode ser uma boa estratégia para atividade com este belo texto.

Sabemos que o desafio não é apenas de natureza didática e as escolas constantemente repensam seus tempos, espaços e função social dedicando-se ao objetivo de educar para a cidadania. Pode se considerar que ensinar e cantar o hino nas escolas perdeu a importância diante de tantos outros projetos e objetivos escolares e, sobretudo, diante da crise política que vivemos. Há, por isso, falta de canto e há um inegável desencanto pela terra-mãe. Apele-se, então, para a emoção de ouvir o Hino Nacional em voz brasileira e perceber que ali onde isso acontece, mesmo com tropeços na letra original e produção de virunduns, ele – o hino – nos diz que somos de uma mesma nação. Gerar a idéia de pertencimento é um dos seus sentidos.

 

Lilia Rezende

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

NOW: marcha das mulheres por direitos iguais

O dia 26 de agosto de 1970 foi um dia memorável! Milhares de mulheres de distintas etnias e classes sociais saíram às ruas em diversos estados da América do Norte para protestar por direitos iguais. O movimento ganhou ampla divulgação na imprensa ocidental. Mas o que essas mulheres queriam? A resposta é simples e complexa ao mesmo tempo:. elas queriam poder frequentar as instituições de ensino livremente, receber os mesmos salários que os homens para executar trabalhos semelhantes, poder colocar seus filhos em creches de tempo integral e decidir sobre o direito ao aborto. Essas mulheres não queriam mais esperar para que seus anseios fossem atendidos. Daí o surgimento do movimento que passou a ser denominado NOW, palavra que em português significa AGORA! Desde então ficou estabelecido que o dia 26 de agosto se tornaria o Dia Internacional da Igualdade da Mulher.

Em 1971, Betty Friedan, fundadora do movimento NOW veio ao Brasil para lançar seu livro Mística Feminina. O movimento pelo direito das mulheres no Brasil, nesta mesma época ocorria de forma privada, nas casas de algumas mulheres, posto que a Ditadura Militar proibia a aglomeração de pessoas, bem como as passeatas e qualquer outro tipo de protesto.

Para saber mais sobre o movimento das mulheres e a luta  por direitos aqui no Brasil e no mundo, acesse o site do Ambiente Educacional Web e veja o episódio “Diversidade de Gênero”!

Telma Santos

Professora da Rede Pública de Ensino da Bahia

Radiola PW – Festival Anual da Canção Estudantil

marcaface2013

Olá, turma!

Vocês conhecem o Festival Anual da Canção Estudantil? Esse evento foi criado em 2008 com o intuito de promover a diversidade artística dos alunos da rede pública de ensino. É no FACE que os alunos mostram todo o talento com a música, transformando o festival numa interessante plataforma que dá visibilidade ao estudante-artista.

Em 2012, o FACE percorreu mais de mil escolas da rede estadual, prestando homenagem a diversos artistas regionais e tendo a participação de mais de 5.000 estudantes.

Mas se você ainda não teve a oportunidade de acompanhar o festival, a Radiola PW te dá uma ajuda. No soundcloud da Rádio Educação Bahia, você consegue ouvir uma playlist dos artistas que passaram pelo evento. Acesse: soundcloud.com/radioeducacaobahia/sets/face.

Melhor que uma indicação de um bom artista, é poder ouvir e ver o nascimento de vários deles. A Radiola PW faz um convite não só para prestigiar nossos artistas, mas também para acompanhar o festival até a calorosa final, que atualmente acontece no Encontro Estudantil.