Indígenas mostram sua cultura

Quando falamos em índios, logo vem a imagem deles pescando e vestidos com penas, mas a cultura indígena não é apenas isso. E para nos mostrar um pouco de seus hábitos, os índios Nihoynã Pataxó e Txayhõ Pataxó vieram falar como vivem e as influências da sua cultura em nossas vidas. Na Tenda Digital, eles apresentaram ao público as orações e canções feitas na sua aldeia.

 Txayhõ pataxó e Nihoynã Pataxó . Foto : Gabriele Dias
Txayhõ pataxó e Nihoynã Pataxó . Foto : Gabriele Dias

Na FECIBA (Feira de ciências da Bahia), falaram o significado de alguns costumes, como a pintura corporal. As figuras pintadas em seus corpos têm momentos para serem usados, para cada membro da aldeia existe um tipo específico de pintura, como para os casados e solteiros, por exemplo. Através desse projeto, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer essa encantadora cultura.

Txayhõ Pataxó Foto: Joice Santos
Txayhõ Pataxó
Foto: Joice Santos

JornalistaYasmin Sales, 15 anos, estuda no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Texeira

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Tenda Digital – Lugar de Diversidade

A banda Brutos e Sensíveis foi uma das atrações do 2º dia  da Tenda Digital. Esse grande projeto que tem como objetivo mostrar a diversidade com a qual convivemos dia após dia.

Banda Brutos e Sensíveis. Foto: Leila Cruz
Banda Brutos e Sensíveis. Foto: Leila Cruz

Através desse projeto, estudantes e professores mostraram os seus talentos como: dança, música e teatro. A Tenda Digital, com grandes misturas culturais, possibilitou o conhecimento e entretenimento para todos que estiveram nos dias do 3º Encontro Estudantil, apresentando grandes taletos baianos que um dia poderão ganhar o mundo, provando que a Bahia é uma lugar que tem taleto e cultura. Segundo professor Yuri Wanderley, coordernador da Rede Anísio Texeira, a Tenda Digital é um espaço interativo, aberto no qual os estudantes e professores são protagonista deste projeto: “Fico muito feliz contribuir para que os estudantes se expressem”, afirmou.

Yuri Wanderley na Tenda Digital. Foto: Nildison Veloso
Yuri Wanderley na Tenda Digital. Foto: Nildison Veloso

A Tenda Digital oferece as seguintes atrações: Arena Jovem – Apresentações audiovisual, Palco Livre – Onde qualquer pessoa pode mostrar seu taleto, Conectados – Lugar onde os estudantes têm acesso livre à internet, Centro de Mídias Estudantis – Estudantes faz a cobertura com sua própria visão, Exposicão Fotográfica – Exposição de fotografia, do professor Peterson Azevedo.

Jornalista

Yasmin Sales, 15 anos, estuda no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira, participar da cobertura estudantil.

E as artes, você viu?

Beleza negra que encanta - Jackson Carvalho Reis
Beleza negra que encanta – Jackson Carvalho Reis ( Itororó).  Foto: Joice Santos

O Encontro Estudantil trouxe para estudantes e visitantes o AVE (Artes Visuais Estudantis). Esse projeto tem como objetivo aprimorar o conhecimento dos alunos através de produções artísticas onde os mesmos têm a oportunidade de expor suas obras.
O projeto tem caratér educativo, artístico e cultural, um dos seus objetivos é estimular a criação de obras de artes visuais nas escolas e valorizar as expressões culturais regionais.

Para a realização do projeto foram necessários os seguintes passos: 1) sensibilização dos professores, diretores e estudantes das escolas; 2) criação de obras de arte privilegiando as diversas expressões das artes visuais e as distintas manifestações socioespaciais e culturais; 3) exposições escolares, regionais e a estadual; 5) confecção do Catálogo Estudantil.

Como inspiraçao para suas obras, os estudantes usaram complexidade e diversidade cultural, onde eles retratam a beleza do mundo usando referências do mar,rios, sol, mata etc.

Diversidade - Italo S. Silva
Diversidade – Italo S. Silva ( Irecê).Foto: Joice Santos

 Sobre a repórter: Rebeca Correia, 15, aluna do Colégio Edvaldo Brandão Correia

Alunos do CEEP apresentam projeto de Conversor Eletromagnético na FECIBA

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Os estudantes Caio Santos e Ronaldo Anunciação apresentam o projeto. Foto: Romário Santos

Estudante-repórter: Isabela Paixão

O projeto de Conversor Eletromagnético, desenvolvido pelos alunos Caio Santos e Ronaldo Anunciação, ambos de 18 anos, estudantes do Centro Estadual de Educação Profissional Pio XII, localizado na cidade de Jaguaquara, tem o objetivo de converter a energia das forças do vento em força magnética, para continuar gerando movimento e produzir o vento, de uma forma limpa e sustentável.

Os estudantes afirmam que “serem reconhecidos por esse trabalho é de grande importância, pelo fato de ser um projeto eficaz e que também poderia ser outra fonte de energia, além da hidroelétrica, que usa o autoconsumo da água, que um dia ela poderá acabar”.

Sobre a repórter

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Isabela Paixão entrevista os estudantes. Foto: Romário Santos

 

Isabela Paixão tem 15 anos, estuda no Colégio Estadual Thales de Azevedo e faz parte da equipe de cobertura jornalística do 3º Encontro Estudantil.

Escola Estadual Luiz Pinto de Carvalho cria projetos para ajudar alunos a entender o mundo da automoção

Estudante-repórter: Andresa Santos

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Estudantes da escola Luiz Pinto de Carvalho. Da esquerda para a dieita: Mauricio Teles, Adriele Alves, Everton Santos e Rodrigo Sousa. Foto: Romário Santos.

Os projetos de automoção da Escola Luiz Pinto de Carvalho, que fica em Salvador, ajudam os alunos a praticarem e aprederem sobre o mundo automotivo. Com esse projeto, os alunos têm condição de ampliar os seus conhecimentos e de buscar novos horizontes. Os estudantes se envolvem 100% nesse projeto. A vontade de aprender deles é maior do que seus obstáculos.

O professor Djalma Tavares nos conta que, entre tantos projetos que poderiam ser feitos, a turma optou pela criação de um elevador automotivo. Além desse projeto, existem outros, como um automóvel e um refrigerador didático, que fazem parte do mundo tecnológico da escola.

Os alunos Rodrigo Sousa, Adriele Alves e Mauricio Teles disseram que o projeto os ajuda a utilizar a prática e adquirir mais expêriencia, além da aquisição do conhecimento. A relação dos alunos com professores é importante e muito legal, porque são os mestres orientam os estudantes nas atividades e nos cursos.

Sobre a repórter

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A repórter Andresa Santos com a turma da Escola Luiz Pinto de Carvalho. Foto: Romário Santos.

Andresa Santos tem 16 anos, estuda no Colégio Estadual Dr. Luiz Rogério de Souza e faz parte da equipe de cobertura jornalística do 3º Encontro Estudantil.

Artes Visuais Estudantis no 3° Encontro Estudantil

Estudante-repórter: Isabela Paixão

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Herbert Nascimento com a sua obra de arte. Foto: Romário Santos

O projeto Artes Visuais Estudantis (AVE) foi criado em 2008 e seu objetivo é estimular os alunos a conhecer as artes e os seus contextos. Além disso, os estudantes que participam deste projeto mostram a sua arte e os sentimentos impostos nela; e, de um certo modo, tentam influenciar as pessoas a observar a arte do jeito que ela deveria ser. As atividades do AVE estão acontecendo no 6° nível da Arena Fonte Nova, durante o 3° Encontro Estudantil.

“Me sinto muito bem, consigo observar diversos contextos nas artes”, afirma Herbert Andrade Nascimento, estudante do 9° ano do ensino fundamental, um dos participantes do AVE. Nascimento diz que “o projeto é de muita importância, pelo fato de incentivar os alunos a gostarem de arte”.

Sobre a repórter

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Isabela Paixão entrevista Herbert Nascimento. Foto: Romário Santos

 Isabela Paixão tem 15 anos, estuda no Colégio Estadual Thales de Azevedo e faz parte da equipe de cobertura jornalística do 3º Encontro Estudantil.

Ciência e escuridão se encontram no 3º Encontro Estudantil

Estudantes-repórteres: Rebeca Correia e Yasmin Sales

A FECIBA (Feira de Ciências da Bahia) trouxe um recheado banquete de conhecimento e novidades para estudantes e professores, que tiveram a honra de estar no 1º dia do 3º Encontro Estudantil. Segundo o coordenador da Feira,  Rogério Lima, ela tem como objetivo trabalhar a iniciação científica na educação básica. Os estudantes fazem projetos voltados para atender a realidade da sua comunidade, fortalecendo a ideia de pertencimento.

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Rogério Lima, coordenador da FECIBA. Foto: Joice Santos

Os estudantes trouxeram suas ideias e mostraram que a ciência e matemática podem fazer parte do nosso dia a dia. Como, por exemplo, o projeto  de reaproveitamento

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A estudante Siele Laís. Foto: Joice Santos

da água, da estudante Siele Lais, 17 anos, do Colégio Estadual Simone Simões Neri, que nos mostra como podemos economizar a água, reaproveitando-a. Outro  projeto interessante é o do estudante Ednalvo Júnior, 16, do Colégio Estadual Nossa Senhora Auxiliadora. O projeto ECO H2O trata-se de um sistema que reaproveita a água da torneira para a descarga, no vaso sanitário.

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Estudantes do projeto ECO H2O. Foto: Joice Santos
Caixa Preta
No primeiro dia do Encontro Estudantil, a Caixa Preta atraiu um público de aproximadamente 300 pessoas.O projeto é feito com jogos de luzes: são quatro caixas, a primeira tem como objetivo brincar com as palavras aleatoriamente; a segunda tem como assunto a astronomia, onde conhecemos o nosso sistema solar, através do aplicativo Google Sky Maps; a terceira caixa tem como objetivo assustar os estudantes que visitam essa grande aventura.Na quarta e última caixa, os estudantes tiveram como experiência uma foto totalmente no escuro.
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Estudantes dentro da Caixa Preta. Foto: Joice Santos

Sobre as repórteres

Da esquerda para a direita: Yasmin Sales e Rebeca Correia. Foto: Romário Santos

Rebeca Correia tem 15 anos, estuda no Colégio Estadual Edvaldo Brandão Correia; Yasmin Sales tem 15 anos, estuda no Colégio Estadual de Aplicação Anísio Texeira. Elas fazem parte da equipe de cobertura jornalística do 3º Encontro Estudantil.

Espaço “Arena Jovem” atrai estudantes no 3º Encontro Estudantil

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Galera do CEEP na Arena Jovem da Tenda Digital. Foto: Romário Santos

Estudante-repórter: Andresa Santos

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Elizabeth Ladeira. Foto: Romário Santos

A Tenda Digital é um espaço criado especialmente para os alunos mostrarem seus talentos. É importante que cada um deles saiba que existe um potencial dentro de si, que ninguém é igual e que cada um tem seu dom. A Arena Jovem é um espaço cultural de harmonia e união entre estudantes de muitas escolas. A Arena integra a Tenda Digital.

Elizabeth Ladeira, 19 anos, estudante do Centro Estadual de Ensino Profissional Artes e Design, que fica em Salvador, avaliou o 3º Encontro Estudantil como uma iniciativa positiva: “Um encontro legal como este mostra que todos podemos nos unir. É importante também conhecer o trabalho de outros alunos.”

É o primeiro dia do 3º Encontro Estudantil e já podemos ver o potencial de estudantes e professores da Rede Estadual de Ensino.

Sobre a repórter

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Andresa Santos (à esquerda) durante a conversa com Elizabeth. Foto: Romário Santos

Andresa Santos tem 16 anos, estuda no Colégio Estadual Dr. Luiz Rogério de Souza e faz parte da equipe de cobertura jornalística do 3º Encontro Estudantil.

Programa “Intervalo” estreia amanhã

Protagonizado por estudantes e professores da rede estadual, programa vai ao ar na TVE-BA

Intervalo

Estreia, nesta terça-feira, 28 de outubro, às 18h30, na TV Educativa da Bahia – TVE (Canal 2), o Programa Intervalo, iniciativa audiovisual da Secretaria da Educação do Estado realizada por professores e técnicos da TV Anísio Teixeira, do Instituto Anísio Teixeira (IAT), e protagonizada por estudantes e docentes da rede pública estadual. A produção inédita se configura como uma inusitada maneira de disseminar e debater conteúdos pedagógicos interdisciplinares, tendo como suportes a arte, a ludicidade e o entretenimento, dentro de uma contextualização sociocultural. O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 18h30, na TVE.

O Programa Intervalo será lançado, oficialmente, na quarta-feira, 29 de outubro, às 10h, durante o 3º Encontro Estudantil Todos pela Escola: ciência, arte, esporte e cultura, que acontece na Arena Fonte Nova, de 28 a 30 de outubro. “O Intervalo é uma nova demonstração da capacidade da comunidade escolar baiana em ser autora e protagonista de sua própria história. O programa aborda conteúdos curriculares e temas transversais do ensino médio, mas vai muito além, quando relaciona estes conteúdos com o cotidiano das escolas e das suas comunidades”, destacou o coordenador da Rede Anísio Teixeira, Yuri Wanderley.

O Intervalo foi desenvolvido em formato híbrido para a internet e TV, com gravações realizadas em escolas públicas de todo o Estado. Ao todo, são 120 vídeos de quatro minutos, que compõem 40 episódios de 13 minutos. Os episódios também poderão ser acessados para visualização e download na página www.educacao.ba.gov.br/intervalo.

Na equipe pedagógica, atuam docentes da rede pública preparados para compreender, criar e realizar as séries. “Pelas nossas andanças, especialmente pelo interior do Estado, vimos o quanto os professores estão motivados, comprometidos, assim com os estudantes, sempre envolvidos e criativos, produzindo conteúdos com muita qualidade”, destacou Joalva Moraes, professora do Núcleo Audiovisual da Rede Anísio Teixeira.

Quadros

No total, o Programa Intervalo irá exibir três quadros: Minha escola, Meu lugar, o Ser professor e Cotidiano. No primeiro, o foco é a relação entre a comunidade escolar e o seu colégio. No segundo, os vídeos apresentarão práticas pedagógicas e iniciativas criativas de docentes da rede pública estadual. Já o terceiro, traz as experiências do dia a dia do estudante, relacionando-as com o conhecimento científico.

O Intervalo traz, também, a série Encenação, por meio da qual peças teatrais, protagonizadas por alunos e professores da rede, além de atores regionais, são adaptadas para a linguagem televisiva. Há, ainda, a série Faça Acontecer, que mostra documentários sobre estudantes que se destacaram em projetos artísticos, culturais, científicos e esportivos, promovidos pela Secretaria da Educação do Estado. Já as séries Gramofone e Filmei! trazem, respectivamente, os bastidores de clipes musicais e a produção audiovisual dos professores e estudantes. Em Diversidades, o expectador poderá refletir sobre temas universais e ligados ao comportamento social. Os fatos históricos da Bahia, por sua vez, estão contemplados na série Histórias da Bahia.

Adaptado de: Ascom/Educação.

OUTUBRO ROSA E O ROSA

laçoOutubro Rosa, é uma campanha de conscientização realizada por diversos órgãos no mês de outubro dirigida à sociedade e às mulheres sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

O movimento surgiu em 1990 na primeira Corrida pela Cura da doença, realizada em Nova York, e desde então é promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de outubro como epicentro das ações.

Hoje, o Outubro Rosa é realizado em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil. O ‘rosa’ remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, com o ato de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc., motivando e unindo diversos povos em torno de tão nobre causa. Isso faz com que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar do mundo e abraçado por todos aqueles que amam a vida.

A cor-de-rosa é um tema tradicional dos quartos de meninas. Representa a fantasia, o encantamento e o mundo mágico vivido pelas princesas nos contos infantis. É a cor preferida de muitas meninas e adolescentes, expressando meiguice, doçura e inocência.

Mas, será que a cor rosa existe?

“Pode parecer bobagem, mas existe um enorme debate envolvendo o rosa. Se você pesquisar, vai descobrir que a cor rosa não existe no espectro visível de cores (que é composto pelas cores vermelha, alaranjada, amarela, verde, azul, anil e violeta) e ela nem é considerada uma onda ou partícula. O problema reside no fato de que o rosa é resultado da combinação dos comprimentos de onda roxo e vermelho que, curiosamente, se encontram em extremidades opostas do espectro de cores, portanto não se misturam!”

“Evidentemente, não estamos falando aqui de pigmentos — branco e vermelho — que podem ser combinados para conseguirmos determinada coloração, e para responder à questão da inexistência da cor rosa, primeiro temos que entender um pouquinho sobre a teoria das cores e como o nosso cérebro processa as tonalidades que os nossos olhos enxergam.”

“A retina — presente nos olhos humanos — é a estrutura responsável por transmitir as informações visuais ao cérebro. Ela é composta por milhões de bastonetes, que reagem aos estímulos luminosos, e cones, que reconhecem as cores e são de três tipos diferentes, sendo que cada tipo é sensível a um comprimento de onda específico: curto, médio e longo.”

“Agora, imagine o espectro visível de cores. Os comprimentos de onda mais longos correspondem às cores que vão do vermelho ao amarelo, os médios chegam até o verde, e os comprimentos de onda mais curtos correspondem às cores azuladas, chegando até o violeta. Percebeu que não existe nada de “rosa” até aqui?”

“Basicamente, as cores que enxergamos correspondem à forma como os nossos olhos interpretam a luz refletida pelos objetos que observamos. Absorvida a luz, esses órgãos veem o tom — ou o comprimento de onda — que o objeto “rejeita”. Sendo assim, quando todas as cores são refletidas, vemos a cor branca, e quando todas são absorvidas, vemos a preta.”

“É por essa razão que vemos as bananas como sendo amarelas, por exemplo, porque essa é a cor que elas refletem, enquanto absorvem as demais. Teoricamente, de acordo com os cientistas, o rosa corresponderia à ausência da cor verde. Mas, em realidade, se pararmos para pensar, assim como o rosa, as cores só existem nas nossas cabeças, onde são processadas pelo cérebro a partir dos estímulos luminosos capturados e transmitidos pelos olhos.”

“Isso significa que as cores não são propriedades da luz nem dos objetos que a refletem, mas sim ilusões criadas em nossas cabecinhas. Portanto, embora no espectro de cores simplesmente não exista um comprimento de onda que corresponda ao rosa — e é aqui que o “cientificamente” se encaixa —, seria errado dizer que essa cor não existe, pois, se fosse assim, teríamos que admitir que nenhuma outra cor existe também.” (Texto extraído do site Mega Curioso)

MEGA CURIOSO. Disponível em < http://www.megacurioso.com.br/fisica-e-quimica/39993-voce-sabia-que-cientificamente-a-cor-rosa-nao-existe-.htm>. Acesso em 06/10/2014, 15h.

OUTUBRO ROSA. Disponível em <http://www.outubrorosa.org.br/historia.htm>. Acesso em 06/10/2014, 8h45

WIKIPÉDIA. Disponível em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Outubro_Rosa>. Acesso em 06/10/2016, 8h30.