Programa Mais Cultura nas Escolas

O que é “Mais Cultura nas Escolas”?

Mais Cultura nas Escolas é o resultado da parceria MinC e MEC para promover o encontro de iniciativas culturais e escolas públicas de todo o Brasil, democratizar o acesso à cultura e ampliar o repertório cultural de estudantes, professores e comunidades escolares do ensino básico. Artistas, mestres das culturas populares, cinemas, pontos de cultura, museus, bibliotecas, arte educadores e outras iniciativas culturais agora podem elaborar Planos de Atividade Cultural em diálogo com projetos pedagógicos e com os eixos temáticos do Mais Cultura nas Escolas.

As atividades serão desenvolvidas dentro ou fora da escola por no mínimo 6 (seis) meses, valendo-se das mais diversas linguagens artísticas (música, teatro, audiovisual, literatura, circo, dança, contação de histórias, artes visuais, etc.) e manifestações da cultura (rádio, internet, jornal, culinária, mitologia, vestuário, mestre e saberes populares, etc.).

Banner para site.

Eixos Temáticos

Os eixos temáticos do Mais Cultura nas Escolas foram criados considerando a diversidade da cultura brasileira e das manifestações artísticas atuais. São 9 (nove) eixos para incentivar projetos voltados, entre outros temas, a atividades em museus, pontos de cultura, cinemas e outros espaços culturais; à criação, circulação e difusão artística; à cultura digital e comunicação; ao patrimônio material e imaterial; às tradições orais; às culturas indígenas e à cultura afrobrasileira.

Atores/ Participantes

iniciativas culturais

Pessoas física ou jurídica, indivíduos ou grupos que desenvolvem práticas e pesquisas em artes, patrimônio, cultura popular, etc. Entidades como bibliotecas, pontos de cultura, museus, cinemas e outros espaços. O melhor meio de encontrá-las é explorar territórios educativos potenciais em torno da escola, atentando aos espaços e atores da cultura.

escolas

Poderão inscrever projetos cerca de 34 mil escolas da rede pública, espalhadas por todo o Brasil, ativas nos Programas “Mais Educação” e “Ensino Médio Inovador” (MEC) até 2012. 

Como participar?

Escolas e iniciativas culturais vão criar juntas um Plano de Atividade Cultural, em diálogo com um ou mais eixos temáticos propostos pelo programa. Os projetos serão cadastrados e enviados, pelos responsáveis das escolas, via SIMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação) até o dia 30 de junho de 2013. O processo de avaliação será conduzido pelos dois Ministérios, MinC e MEC.

Recursos

Em 2013 serão investidos R$ 100 milhões para financiar 5 (cinco) mil projetos. Cada um dos contemplados vai dispor de valores entre R$ 20 e R$ 22 mil reais. Os recursos financiam, entre outros itens, a contratação de serviços culturais necessários às atividades artísticas e pedagógicas. Os valores serão repassados diretamente às escolas via PDDE/ FNDE (Programa Dinheiro Direto na Escolas/ Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação).

Para visualizar as listas com nomes, endereços, telefones e outras informações das escolas participantes do Mais Cultura nas Escolas, procure na página do programa, em cima e à direita do quadro “Saiba Mais”, um link com o nome “Documentos”. Entre os materiais disponíveis estão arquivos em formato .pdf, nomeados “Escolas Participantes – Mais Educação (MEC)” e “Escolas Participantes – Ensino Médio Inovador (MEC)”. Nesse mesmo espaço também está disponível o “Manual – Mais Cultura nas Escolas”, com informações e orientações para a construção dos Planos de Atividade Cultural.

Para tornar plenas as condições de leitura desses materiais, é recomendável que seja selecionada a opção “Baixar”, no link à direita da visualização disponibilizada pelo portal do MinC.

Mais informações, documentos e conteúdos – Cliquem aqui!

Fonte: http://www.cultura.gov.br/maisculturanasescolas

Inscrições abertas para o Seminário Internacional Independências nas Américas

Nos dias 30, 31 de julho e 1º de agosto, em Salvador -Bahia, Brasil acontecerá o Seminário Internacional Independências nas Américas. Em comemoração aos 190 anos de Independência do Brasil na Bahia pesquisadores e historiadores renomados nacionais e internacionais estarão reunidos, na Sala Walter da Silveira, no Complexo Cultural dos Barris, para debater as Independências das Américas, com atenção especial a Independência do Brasil na Bahia.

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Este é um evento realizado pela Fundação Pedro Calmon, em parceria, com a Universidade Federal da Bahia, Universidade do Estado da Bahia, Universidades Estadual do Recôncavo e do Sudoeste da Bahia, cujo objetivo é promover o diálogo sobre diferentes fatos ocorridos nas Independências de países das Américas. Nos dias 31 de julho e 1º agosto o evento irá proporcionar ao público contato com fatos das independências ocorrido no cenário internacional e nacional que ultrapassam os espaços das discussões estritamente acadêmicas.

Por meio de temas relacionados a contemporaneidade e independências; manifestações culturais das independências nas Américas; guerras de independência no Brasil e na Bahia, a Fundação Pedro Calmon, convida a sociedade a conhecer e discutir fatos importantes acerca do processo de independência de países das Américas, assim como, seus temas transversais esses contextos históricos.

Espaços de discussão serão destinados a importância dos movimentos populares, assim como, o de mulheres pela emancipação do Brasil, as diferentes comemorações e manifestações culturais da independência, as relações políticas construída entre estados e países em prol da emancipação, fatos relacionados a memória, identidade nacional e cultural, dentre vários outros temas importantes para todo esse processo, que precisa fazer parte do conhecimento popular.

Inscrições e mais informações acessem o Portal Fundação Pedro Calmon/SECULT

Cliquem aqui!

Os temas centrais das mesas redondas serão: Miradas sobre o processo de emancipação nas Américas; Entre conflitos e comemoração: história e memória da independência na América Latina; Resistência popular e consolidação da Independência no Brasil; Conflitos políticos e manifestações culturais na Bahia dos séculos XIX e XX. Para discutir esses temas palestrantes de diferentes universidades do Brasil, Cuba, México. Argentina, Perú foram convidados.

Durante o evento será realizada, uma série de atividades culturais tais como exibição de filmes, exposições, lançamento de revistas e livros, Leituras Públicas, atividades culturais que tem singular importância de proporcionar ao grande público o conhecimento sobre a história e memória da participação popular nas lutas pela emancipação, contribuindo para a formação do sentimento cívico e de identidade cultural.

Fonte: http://www.fpc.ba.gov.br/seminarioindependencias

Cine PW: Guerra de Canudos

Salve, salve turma!

Hoje, o Cine PW indica o filme “Guerra de Canudos” (1997), obra dirigida por Sérgio Rezende que retrata a situação de seca e miséria que o sertão baiano se encontrava. Através de um movimento político-religioso liderado por Antônio Conselheiro, Belo Monte, região de Canudos, fica persuadida com suas ideias libertárias. Logo é colocado como líder espiritual e, sobretudo, político. Suas transformações naquela pequena sociedade são percebidas pelo governo, que intervem no processo estrutural daquele povo. Naturalmente, por questões de divergência de poder, Canudos entra em guerra com o próprio Estado.

Guerra de Canudos” é um filme bem construído, levou quase quatro anos pra ser montado e o resultado é surpreendente, visto que não existia tantos filmes do gênero e com estrutura suficiente para rodar um filme mais complexo. Clique aqui e saiba mais sobre o filme.

Abraços e até a próxima…

[Censurado] O papel da imprensa no Brasil – O Pasquim

Olá, pessoal!

Existiu um período na história do Brasil, que os(as) filhos(as) deste solo, viveram apreensivos(as), com os rumos políticos e sociais que abruptamente estavam sendo submetidos(as) – estamos falando da Ditadura ou Regime Militar, instituída em abril de 1964, prosseguindo até 1985.

Vozes e vontades foram aprisionadas pelo medo da repressão física, moral e intelectual. O pensar e o agir eram permeados pela restrição da liberdade, onde até mesmo situações em que duas pessoas conversando na rua poderia representar perigo ou conspiração contra o governo vigente e essas em muitos casos sofreram violentas punições e, algumas, jamais retornaram aos seus lares.

Nesse contexto, o processo democrático foi sumariamente negligenciado, assim como a comunicação crítica, a literatura, a música ou outras formas de exprimir e sustentar ideologias foram barrados por meio da censura. Foi neste mesmo período que intelectuais, artistas, estudantes, jornalistas, sindicalistas e todos(as) que se opunham ao truculento direcionamento do regime sofreram desde perseguição política e exílio a tortura e cárcere.

No tenebroso ciclo da “gestão” militar, a imprensa nacional encontra-se vigiada, controlada ou aliada aos militares, as informações que eram divulgadas passavam necessariamente pelo crivo ou regras daqueles que deliberavam contra a oposição de qualquer natureza. Entretanto, em meados de 1969, surge, da inquietação e, podemos dizer, da subversão de profissionais como os cartunistas Jaguar, Henfil, os jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral – o semanário “O Pasquim”, que como colaboradores teve também figuras centrais da imprensa, a exemplo de Millôr, Ziraldo, Claudius, Marta Alencar, entre outros(as).

Abordando, em um primeiro momento, temas comportamentais, tornou-se incômodo à Ditadura, por ter, numa segunda fase, posicionamento de contestação e contrariedade ao regime vigente, alfinetando também a elite brasileira. O semanário teve como principais elementos o humor inteligente e ironia, inovando a linguagem jornalística da época, porém, essa abordagem, acabou culminando na prisão de muitos(as) de seus(uas) idealizadores(as).

Confiram, no documentário – O Pasquim – A subversão do humor, realizado pela TV Câmara, ricos depoimentos sobre os Anos de Chumbo em nosso país e a representatividade que essa mídia independente obteve junto ao povo, que se sentiu representado por esta.

Clique aqui ou na imagem abaixo:

Fonte/imagem: Portal TV Câmara

Fonte/imagem: Portal TV Câmara

Repressão, caos político e social, nada disso pode impedir o ecoar do grito pela abertura das asas da liberdade sobre nós, continuemos na luta para que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz.

Abraços!

Fonte: Wikipédia; Tv Câmara; Anos de Chumbo/Wikipédia

Secretaria lança Agenda Dez Anos da Lei nº 10.639/03 para fortalecer ensino da história e cultura africana e afro-brasileira

Um conjunto de ações articuladas para o fomento e o fortalecimento do ensino da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas da rede estadual. Este é o objetivo da Agenda Dez Anos da Lei nº 10.639/03, que foi lançada nesta quinta-feira (23/05), no Instituto Anísio Teixeira (IAT). O evento foi transmitido em videoconferência para todas as Diretorias Regionais de Educação (Direc) do Estado para professores, coordenadores pedagógicos e diretores de unidades da rede estadual.

 Para o secretário da Educação do Estado, Osvaldo Barreto, a ação é de fundamental importância para difundir a necessidade de sempre aprimorar o cumprimento da Lei nº 10.639/03. “Nós já trabalhamos estes conteúdos em nossas escolas, e é necessário reafirmar estas ações e trabalhar para que o Estado seja sempre uma referência na implementação de políticas públicas educacionais para a inclusão do ensino de história e cultura das populações negras”, afirma o secretário

 Projeto – A Agenda Dez Anos da Lei nº 10.639/03 reúne uma série de atividades. Entre as ações, está a expansão do projeto A Cor da Cultura, que também foi apresentado nesta quinta-feira pela professora Azoilda Loretto, do Canal Futura, um dos parceiros do projeto com o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Fundação Cultural Palmares e Ministério da Educação. O A Cor da Cultura, projeto educativo de valorização da cultura afro-brasileira, está implantado, hoje, em 300 escolas da rede, com perspectiva de atingir 80% até o final do ano.

A iniciativa prevê, ainda, seminários, diagnósticos de implementação da Lei nº 10.639/03, campanha de mobilização das unidades escolares, veiculação de conteúdos pedagógicos digitais na TV Anísio Teixeira, o lançamento das diretrizes curriculares estaduais para a educação escolar quilombola, programada para julho, a realização do III Fórum de Educação Quilombola, em outubro, publicação de livros, entre outras ações.

De acordo com Amélia Maraux, que esteve presente ao evento, todas as ações estão inseridas no programa pedagógico das escolas. “Este é um dos grandes focos do nosso planejamento. Uma ação como a Agenda Dez Anos reafirma o compromisso da Secretaria, de grande importância para a construção da nossa história, da nossa identidade, como brasileiro e como baianos”, considerou.

Fonte: http://institucional.educacao.ba.gov.br/noticias/secretaria-lanca-agenda-dez-anos-da-lei-n%C2%BA-1063903-para-fortalecer-ensino-da-historia-e-cul

Desde quando a saúde é promovida coletivamente?

Olá, pessoal!

Vocês já se perguntaram por que tantas pessoas, em debates sobre “saúde”, falam muito das doenças, sintomas, transmissão e como tratar, mas, pouco discutem, efetivamente, sobre a saúde?

Pode parecer uma questão de pouca relevância, mas nossa sociedade tornou-se tão medicalizada que a maioria das pessoas passou a lembrar da saúde apenas quando é identificada alguma doença ou quando é feita relação com necessidades estéticas.

Bom, em 1986, cerca de 4000 representantes, de diversos grupos sociais, reuniram-se para realizar a VIII Conferência de Saúde, em pleno período de redemocratização do Brasil. Independente das constantes investidas militares contra as mobilizações sociais, foi por força de articulação social que as conferências continuaram a acontecer e, no relatório final da VIII Conferência, é possível encontrar um trecho que define a saúde como “resultante das condições de alimentação, habitação, educação, renda, meio ambiente, trabalho, transporte, emprego, lazer, liberdade, acesso e posse da terra e acesso a serviços de saúde.” Portanto, acesso a serviços é apenas uma dimensão necessária para recuperação e proteção da saúde, mas existem outras ações de responsabilidade compartilhada por diversos setores que também devem ser colocadas nos ambientes de debate, em uma perspectiva mais ampla, da promoção da saúde. -> Conheçam publicação sobre experiências brasileiras das escolas promotoras de saúde.

A partir deste novo olhar, todas essas necessidades tornam-se básicas para o mínimo de respeito às pessoas, inclusive a educação. Por falar nisso, é importante citar que a primeira conferência de saúde foi realizada em um período em que existia o Ministério da Educação e da Saúde, portanto, eram pautas que começaram a engatinhar juntas, mas como as demandas eram muito distintas, houve uma ruptura. Infelizmente, mesmo sendo necessária essa divisão, essa ruptura foi além do que se esperava e, durante muitos anos, inviabilizou qualquer possibilidade de diálogo entre essas pastas. Hoje, a tendência dessa relação é se estreitar, afinal diversas ações são realizadas em parceria, ainda que,  mais frequentemente, ações de prevenção de doenças. Importante considerar que todos os programas de controle e prevenção de doenças precisam contar com a importante ajuda das ações de educação e comunicação, especialmente, em caráter popular/comunitário/alternativo para a efetiva participação social.

Indispensável, também, citar que a Constituição Federal Brasileira de 1988, em decorrência dos inúmeros embates sociais, acabou adotando esse conceito ampliado de saúde e a necessidade de legitimar espaços de participação. Foi então, criado um compromisso público estatal, em seu art. 196, ao considerar que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”

Como aspecto mais importante de tudo isso, é importante dizer que todas essas conquistas foram resultado de articulação social, especialmente promovida pelo movimento da Reforma Sanitária Brasileira, que atuou com estratégia e sagacidade em pleno período de ditadura militar. A participação popular, neste período, resultou em conquistas para grupos que passaram a entender a importância de levantar demandas para apresentá-las de maneira organizada e interferir diretamente na formulação das políticas públicas. Hoje, conselhos e conferências fazem parte do processo da democracia, mas é preciso que eles sejam ocupados e acompanhados por um número cada vez maior de coletivos. Isso permitirá um processo de construção coletiva e de definição de prioridades com bases nas mais importantes necessidades sociais.

Conheça uma pouco mais da história de mobilizações sociais da saúde no instigante e bem elaborado livro de Jairnilson Paim denominado Reforma Sanitária Brasileira: contribuição para a compreensão e crítica – Edufba. Recomendamos a entrevista dada pelo autor ao canal saúde em que são debatidos alguns detalhes dessa história…

Foi como resultado dessa efervescência que o, tão criticado, Sistema Único de Saúde foi criado. Porém, só o acompanhamento e a interferência social podem contribuir para garantir um sistema público de qualidade. Hoje, é muito comum ver reportagens que falam mal do SUS, mas vocês já pararam para analisar quem são os maiores beneficiados com o enfraquecimento do SUS? Fiquem de olho nos planos de saúde e nos hospitais privados, afinal, nada melhor que um sistema público ruim para garantir cada vez mais lucro e espaço para o particular. 

Se com saúde não se brinca, incentivem seus/suas colegas professore(a)s e estudantes a ocupar os espaços de participação social e a conhecer melhor os movimentos sociais, pois lá estão as maiores oportunidades de compartilhar outras alternativas de construção social baseadas em interesses coletivos, limitando cada vez mais, investidas individualistas…

Alguns nos fazem acreditar que política só é feita durante a eleição, mas, ao contrário, a política e a sociedade se reconfiguram diariamente… A saúde depende de participação para se tornar, verdadeiramente, coletiva. Em caso de disposição… Participe… Compartilhe… Colabore…

Forte abraço.

Fonte: Diálogos Libertários

Por uma participação mais ativa!

Olá, amig@s!

As privações ocorridas durante o processo de lutas enfrentados nos sistemas econômicos, políticos, sociais e culturais, bem como a exclusão daqueles que não tinham participação ativa e voz na sociedade foram marcantes durante séculos.

São visíveis as conquistas decorrentes da árdua luta organizada por esses membros, que no decorrer do processo histórico tiveram reconhecimento do seu espaço na sociedade. Os esforços diante dos impedimentos dos direitos violados mostra que é preciso definir quais são os direitos e deveres desses indivíduos. É possível usar como referência o texto da Organização das Nações Unidas, que estabelece no artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos do Homem queTodos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”

 É necessário ter clareza sobre o conceito de Justiça para transitar, sem muitos devaneios, por estes debates para estruturar e construir na sociedade a concepção desse instrumento, verificando as razões que influenciam e o proposito de solucionar problemas sociais no que se refere a questão ética e da liberdade, incluindo as relações com as razões humanas.

 A concepção de aplicar a justiça é instituído no sentido de se ter igualdade com base em uma cidadania plena e com o objetivo de manter uma equidade, preservando qualidades como honestidade, moral, razão e a própria justiça.

 Para tanto, houve a necessidade de incluir as relações a essas pessoas de exercer um papel mantenedor e decisivo, permeando a estabilidade e convívio, tendo eles o poder constante na formação com os seus deveres e obrigações.

No processo de construção da cidadania, os Direitos Humanos são definidos como direitos inerentes a todos os seres humanos, tendo um reconhecimento de igualdade e independente das condições sociais, nacionalidade, etnia e religião, constando uma importância na emancipação na luta pela transformação da sociedade.

Então turma, é imprescindível atentarmos para essas questões e promover discussões para termos conhecimentos dos nossos direitos quanto cidadãos, ideias e valores para tod@s termos uma sociedade igualitária e participativa.

Para um maior aprofundamento no assunto confiram um vídeo que retrata o papel da educação nos Direitos Humanos, cidadania e a importância de se discutir e implementar o tema no ambiente escolar.

Abraços e até mais!

Fonte: http://www.onu.org.br/