Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

Olá, pessoal!

O Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, foi criado pela Organização Mundial de Saúde em 1987 e, desde então, 1º de dezembro é marcado por uma série de ações que visam chamar a atenção da sociedade para a necessidade do tratamento adequado das pessoas infectadas pelo vírus HIV, causador da AIDS – erradicação do preconceito e uma forma de salientar sua prevenção.

As principais formas de contágio com o vírus HIV são: através de relações sexuais sem proteção(camisinha), objetos perfurocortantes contaminados ( seringas, alicates, lâminas de barbear), leite materno e transfusões sanguíneas.

É importante lembrarmos que ainda não existe cura para essa síndrome e que a reflexão e ação sobre esse tema faz-se necessária não apenas nesse dia, mas sim, em todo tempo.

Saibam um pouco mais sobre as DSTs e AIDS nos links abaixo:

Campanhas Educativas – Saúde e Sexualidade: 5- DST’s e AIDS

Educação Sexual – Informação, Conscientização e Saúde!

Síndrome da imunodeficiência adquirida

pw-DIA-MUNDIAL-COMBATE-AIDS-2012

Abraços!

Fonte: http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos-digitais/conteudo/exibir/id/1565; http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_da_imunodefici%C3%AAncia_adquirida; https://oprofessorweb.wordpress.com/2012/01/09/educacao-sexual-informacao-conscientizacao-e-saude

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Uma renovação na geografia – Milton Santos

Olá, amig@s!

A geografia do Brasil passou por uma grande renovação, pois teve como representante um dos maiores intelectuais do século XX: estamos falando de Milton Santos, o geógrafo baiano.

Natural do município de Brotas de Macaúbas, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e destacou-se com o seu trabalho para a geografia. Em sua trajetória de vida foi professor, ativista politico e sempre se posicionou com os princípios de mudança na estrutura da globalização e no desenvolvimento do meio urbano nos países subdesenvolvidos.

Lecionou em diversas universidades, tais como Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) entre outras, e recebeu o título de Doutor honoris causa e o prêmio Internacional de Geografia Vautrin Lud.

Então galera, revejam o vídeo que publicamos no Cine PW: Encontro com Milton Santos: O mundo global visto do lado de cá. Esperamos que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre a vida dessa personalidade de suma importância para a história do nosso país!

Saibam mais sobre a sua biografia em: http://miltonsantos.com.br/site/biografia/.

Abraços!!

Cine PW: “Kirikú”

Olá, turma!

O Cine PW apresenta hoje a saga do pequeno Kirikú, um recém-nascido superdotado que sabe falar, andar e correr muito rápido e que é incumbido de salvar a sua aldeia de Karabá, uma feiticeira terrível que deu fim a todos os guerreiros da aldeia, secou a sua fonte d’água e roubou todo o ouro das mulheres.

Kiriku é tratado de forma ambígua pelas pessoas de sua aldeia por ser um bebê: é desprezado pelos mais velhos quando tenta ajudá-los, porém quando realiza atos heroicos é muito festejado, embora logo em seguida voltem a desprezá-lo. Apenas a sua mãe lhe trata de acordo com sua inteligência.

Kirikú e a Feiticeira

Kirikú – Os animais selvagens

Fonte: Wikipédia

Documentário Janelas do Curuzu estreia em novembro no Cine Teatro do Irdeb/TV Educativa da Bahia

Como se sente um aluno negro ou afrodescendente que — ao abrir o seu livro didático, não se vê ali representado? Essa é uma das reflexões propostas pelo curtametragem Janelas do Curuzu, com argumento da jornalista e videomaker Isana Pontes, que estreia no dia 28 de novembro, às 19h30, no Cine Teatro do Irdeb, com entrada franca para convidados, imprensa e instituições de educação. O documentário foi patrocinado por edital de concurso de 2009 para apoio a três projetos de curtametragens de realizadores baianos, numa concorrência que movimentou 44 participantes. Tem o apoio financeiro do Irdeb e das secretarias estaduais da Fazenda, da Cultura e da Comunicação (por meio do Fundo de Cultura da Bahia).

O cenário do filme é a Rua do Curuzu, no bairro da Liberdade, em Salvador, o mais negro do Brasil. A rua é considerada o coração cultural da Liberdade, por sua identidade, sua história e pelo estreitamento das relações com o primeiro bloco afro do país, o Ilê Aiyê.

Por meio de janelas — literais e simbólicas — usadas no filme como metáforas dos olhos, o documentário revela a formação dos seus moradores: valores, autoestima, sonhos e algumas frustrações. Entre elas, a apropriação da mídia e dos políticos sobre a visibilidade do território apenas no verão, no carnaval e nas eleições.

Após a estreia Janelas do Curuzu será divulgado na TVE e em festivais de cinema pelo Brasil. Além disso, o vai ser usado como ferramenta pedagógica em escolas estaduais, por intermédio de instituições de fomento à cultura, meio ambiente e educação.

Vejam o trailer aqui

Para acompanhar as novidades do filme, saber quem foi a equipe técnica e outras informações e imagens, confira a fanpage de Janelas do Curuzu no link http://www.facebook.com/pages/Janelas-do-Curuzu/280303122016927?fref=ts.

Fonte: http://www.cultura.ba.gov.br/2012/11/13/documentario-janelas-do-curuzu-estreia-em-novembro-no-cine-teatro-do-irdebtv-educativa-da-bahia/

Palavras Cruzadas – Novembro Negro

Salve, turma esperta!

Que tal aprender brincando? Então testem os seus conhecimentos nas Palavras Cruzadas do PW.

  1. Pastor norte-americano grande defensor da resistência não violenta contra a opressão racial. Por sua militância em defesa da vida, recebeu, em 1964, a mais alta honraria internacional concedida aos pacifistas: o Prêmio Nobel da Paz.
  2. Dramaturgo, poeta e pintor, atuou também como deputado federal, senador e secretário de Estado, autor das obras Sortilégio, Dramas para Negros e Prólogo para Brancos e O Negro Revoltado. Suas grandes conquistas foram a contemplação da natureza pluricultural e multiétnica do país na Constituição de 1988, a criminalização do racismo e os primeiros processos de demarcação das terras de quilombos.
  3. Ícone da resistência negra à escravidão, liderou o Quilombo dos Palmares, comunidade livre formada por escravos fugitivos das fazendas no Brasil Colonial.
  4. Autor das obras Recordações do escrivão Isaías Caminha, Triste fim de Policarpo Quaresma. Destacou-se como jornalista e foi dos mais importantes escritores e militantes negros pós-abolição.
  5. No ano de 1910, sua liderança levou a tripulação da embarcação Minas Gerais se revoltar contra seu comandante, que castigara um dos homens da tripulação com 25 chibatadas. O marinheiro passou a reivindicar o fim dos maus-tratos psicológicos e das punições corporais, liderando assim a Revolta da Chibata.
  6. Principal representante do movimento anti-apartheid, tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. Foi o primeiro presidente Negro da Africa do Sul e comandou o fim do regime apartheid.

    Confiram as respostas:

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    Continue Lendo “Palavras Cruzadas – Novembro Negro”

Faça Acontecer – TV Anísio Teixeira no I Encontro Estudantil de Ciência, Arte e Cultura

Olá, galera!

Entre as muitas novidades que estão sendo apresentadas por estudantes e professores da rede pública estadual no I Encontro Estudantil de Ciência, Arte e Cultura durante essa semana, hoje quem estiver presente no evento poderá conferir uma prévia do “Faça Acontecer” documentário da TV Anísio Teixeira que apresentará a história da estudante de Jeremoabo,Mirela de Jesus Andrade, premiada na FEBRACE este ano com o projeto “Geografia da Fome, que identifica os problemas que contribuem para a manutenção de pessoas abaixo da linha de pobreza, e tem o intuito de alertar a sociedade sobre os males que esses fatores vêm causando ao desenvolvimento educacional”

Então vamos juntos ver de perto essa excelente demonstração de capacidade e conhecimento estudantil!

Abraços!

Evento: Apresentação do documentário Faça Acontecer – TV Anísio Teixeira

Data: 27/11/2012

Horário:16h30

Local: Passeio Público, Salvador

Quanto: Grátis

Fonte: http://www.iat.educacao.ba.gov.br/node/2808

A cor da pele: uma visão multicor da Física na prática pedagógica

Olá, turma!

Em nosso dia-a-dia em sala de aula não temos “tempo” para olhar ao nosso redor e enxergar além de fórmulas de Física e de Química, que para os nossos(as) estudantes são tão abstratas em um mundo repleto de informações concretas. Talvez seja um bom momento para abordamos as diferentes cores de pele que existem em um Estado repleto de grupos étnicos, como a Bahia, a partir de uma prática pedagógica menos tradicional.

A origem das diferenças de cor da pele nos humanos tem sido alvo de muitos estudos gerando, entretanto, incertezas e a desconstrução de antigos paradigmas. Essas pesquisas levam a crer que quando o homem moderno, o Homo sapiens, surgiu na África há cerca de 150 mil anos, a cor de pele predominante era a preta. Tinham a pele mais escura em resposta ao clima: o excesso de raios ultravioletas das zonas que habitavam levou a este efeito, ou seja, produziu maior quantidade de pigmentos (melanina), mera adaptação biológica.

Do ponto de vista da Física, a dispersão da luz branca (luz solar) é decomposta em sete cores: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Nós podemos ver esse fenômeno na formação do arco-íris, por exemplo. A cor de um objeto é dada pela cor que ele reflete, ou seja, quando uma luz branca incide sobre ele todas as cores são absorvidas exceto a dele, por isso quando a luz branca incide sobre uma flor vermelha, todas as cores são absorvidas, exceto a cor vermelha que é refletida. Assim, podemos dizer que, segundo as leis físicas, a cor da pele é apenas um fenômeno de reflexão da luz, onde as pessoas tem a mesma cor na falta de luz e na luz refletem o espectro de acúmulo de seus pigmentos pardos de melanina.

Talvez não exista um ramo da Física que explique tanto sofrimento, desigualdade e preconceito sobre as populações de pele escura, porém podemos utilizá-la como base para desenvolvermos, junto com nossos(as) educandos(as), um olhar critico, ético e atuante diante da sociedade em que vivemos e tentar, desta forma, minimizar as mazelas sociais criadas pelo simples olhar diferente a um raio de luz sobre a pele.

Acessem também os nossos ambientes de aprendizagem A Física e o Cotidiano e o Ambiente Educacional Web, aproveitem muitos outros conteúdos relacionados e aprofundem as suas pesquisas!

Até a próxima, pessoal!

Texto de Luciano Albuquerque, professor e colaborador da Rede Anísio Teixeira, Programa de difusão de linguagens e Tecnologias da Informação e da Comunicação da Rede Pública Estadual de Ensino.

História e Cultura Afro-Brasileira – Conteúdos didáticos

Olá, amig@s!

No mês em que as atenções estão ainda mais voltadas para as reflexões e diálogos sobre questões relacionadas aos/as afrodescendentes, suas contribuições na sociedade brasileira, bem como a sua representatividade e condições atualmente, torna-se ainda mais oportuno que professores/as levantem discussões em sala de aula, visando a interação, enriquecimento cultural e inferência por parte dos(as) alunos(as).

De acordo com a Lei federal 10.639, a abordagem da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” em disciplinas curriculares como história, arte e literatura é obrigatória nos ensinos fundamental e médio, de escolas públicas e particulares. Sendo assim no planejamento das aulas, contar com conteúdos didáticos que podem ser utilizados como interfaces educacionais que auxiliam no processo de ensino/aprendizagem de estudantes e professoras/es  é pertinente e proveitoso, não mesmo?

Pensando na importância desse tema tanto para educadoras/es/educandas/os quanto para tod@s aquelas/es que buscam conhecer mais sobre história, cultura, etc;a nossa indicação de hoje é que conheçam o Portal “A cor da cultura” que“é resultado de parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Fundação Cultural Palmares (FCP), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o Canal Futura, a Petrobras, o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan) e a Fundação Roberto Marinho.

O portal que abriga notícias, entrevistas e arquivos, disponibiliza para download o kit A cor da cultura e para visualização a série de interprogramas Heróis de todo mundo, que mostra a vida e obras de personalidades negras que deram consideráveis contribuições para a nossa sociedade.

kit A cor da cultura – Cliquem aqui e Heróis de todo mundo – Cliquem aqui

Então pessoal, esperamos que essa dica seja útil para tod@s e que a mediação em sala de aula ou fora dela contribua para construção de uma consciência que não depende de um mês ou data e sim de pessoas dispostas ao diálogo e mudanças.

Saibam mais sobre o projeto e como adquirir o material físico: cliquem aqui

Abraços!

Fonte:http://www.palmares.gov.br/2011/04/baixe-aqui-o-pacote-didatico-a-cor-da-cultura/, http://www.palmares.gov.br/2011/04/pacote-do-projeto-a-cor-da-cultura-e-disponibilizado-na-internet/, http://www.acordacultura.org.br/

Convite Especial – I Encontro Estudantil de Ciência, Arte e Cultura

Olá, amig@!

Que tal participar do I Encontro Estudantil de Ciência, Arte e Cultura?

Então agende-se, pois a abertura oficial é hoje, dia 26 de novembro, com “a inauguração do Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), no Colégio Central (Nazaré). O encerramento será no dia 30, com a grande final do Festival Anual da Canção Estudantil (Face), na Concha Acústica do TCA, quando são esperados cerca de 5 mil estudantes vindos de todos os territórios da Bahia. O Encontro conta, ainda, com a II Feira de Ciências da Bahia, VII Feira Baiana de Matemática, os projetos Tempos de Arte Literária (TAL), Artes Visuais Estudantis (AVE), Educação Patrimonial e Artística (EPA) e Produção de Vídeos Estudantis (Prove), todos desenvolvidos pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia nas escolas públicas estaduais.

As atividades do I Encontro Estudantil de Ciência, Arte e Cultura acontecem em espaços como o Palácio da Aclamação, Passeio Público, Largo do Pelourinho, Centro de Cultura da Câmara Municipal, Praça Thomé de Souza e Concha Acústica do Teatro Castro Alves. Além de demonstrar seus conhecimentos, expressões, criatividade e talentos, os estudantes participam de expedições a museus, ateliês de arte, monumentos históricos e compartilham ideias e experiências em conferências, palestras e debates.”

Mais informações no hotsite do evento : clique aqui!

Fonte: http://www.educacao.ba.gov.br/encontroestudantil

A beleza negra em evidência

Olá, turma esperta!

É provável que você, professor(a) de química, física ou de biologia, já tenha se questionado sobre como relacionar sua área de conhecimento interdisciplinarmente com a história e a cultura afro-brasileira e indígena, resgatando a identidade dos povos que formam a base da nossa cultura. A lei 11645 – Cultura Negra e Indígena Brasileira, altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Nesse sentido, uma abordagem interessante é resgatar a identidade negra através da reflexão da estética no mundo atual, buscando a pesquisa das propriedades dos produtos destinados a população negra.

Os conhecimentos que se pode abordar em disciplinas como química, física e biologia podem contribuir para identificar as características dos produtos destinados à beleza negra. Por exemplo, você pode levantar quais as características dos produtos cosméticos e de higiene específicos para a pele negra (composição, tipos) e pesquisar se existe uma especificidade ou se são produtos que servem a qualquer tipo de pele e, portanto, pode haver uma estratégia comercial para atingir essa parcela crescente economicamente da população. A abordagem sugerida é a da problematização cujas possíveis soluções podem ser construídas a partir de pesquisas na vasta fonte de informações que é a internet. Transformando o exemplo citado em questão de pesquisa, podemos ter: os produtos de beleza e de higiene para a pele negra são específicos para esse tipo de pele ou constituem uma estratégia de mercado voltada para essa parcela de consumidores?

Através do link http://www.qmc.ufsc.br/qmcweb/artigos/cabelo.html você pode saber mais sobre a química do cabelo e poderá diferenciar os tipos de cabelo e os produtos e processos para alterar sua aparência. Outras pesquisas sobre os componentes presentes nos produtos de higiene e nos cosméticos podem ajudar na compreensão da função de cada componente.

Uma abordagem mais próxima da biologia pode ser constatada em http://www.portaleducacao.com.br/estetica/artigos/4654/dermatologia-na-pele-negra. Trata-se de um artigo bem referenciado que traz aspectos dermatológicos da pele negra. Existe uma versão mais completa deste estudo disponível em www.cilad.org/archivos/Rondon/Rondon2009/pelenegra.pdf. Como exemplo de uma abordagem crítica sobre os produtos específicos para a pela negra é recomendável a leitura do artigo “Discurso e identidade: a mulher no novo Lux Luxo”, disponível no link http://www.fflch.usp.br/dlcv/enil/pdf/67_Carina_Aparecia_LS.pdf.

Outras questões podem surgir dessa problematização. Como exemplo, a questão da padronização estética que impõe o consumo de determinados produtos de acordo com a moda. Ou ainda, identificar os impactos do uso constante de determinados produtos de beleza para a saúde e para o meio ambiente. Destacam-se, nesse sentido, o uso do formol em alisamentos de cabelos e a necessidade de intercalar hidratações a processos de alisamento.

É isso aí, pessoal: precisamos estar sempre atentos(as) a estas questões, pois é perfeitamente possível construir e afirmar as nossas identidades sociais e históricas sem cair nas armadilhas da economia de mercado e seus estímulos ao consumismo desenfreado e predatório!

Novembro Negro: recontando a nossa história!

Texto de Ródnei Souza, professor e colaborador da Rede Anísio Teixeira, Programa de difusão de linguagens e Tecnologias da Informação e da Comunicação da Rede Pública Estadual de Ensino.