Caravana Digital – Embarque nessa com a gente

Olá, pessoal!

Viemos convidar vocês para um excelente evento que acontecerá no próximo sábado.

Saibam mais: Cliquem aqui

Até lá!

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Prorrogadas inscrições para 8º Prêmio sobre Igualdade de Gênero

As inscrições para o 8º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero estão prorrogadas até o dia 19 de outubro de 2012, conforme edital publicado no Diário Oficial da União, de 14 de junho. Trata-se de uma iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Educação (MEC) e da ONU Mulheres.

A coordenadora-geral de Educação e Cultura da SPM, Hildete Pereira, destaca que o prêmio tem como objetivo estimular e fortalecer a reflexão crítica e a produção científica em torno das desigualdades existentes entre homens e mulheres no Brasil.  Ele contempla as questões de gênero, raça e etnia, classe social, geração e sexualidade.
 
Podem participar estudantes do ensino médio, graduação, mestrado e doutorado; e graduadas e graduados, especialistas, mestras e mestres. A premiação também é aberta a escolas públicas e privadas de ensino médio, que realizem projetos e ações pedagógicas para a promoção da igualdade entre homens e mulheres, nas suas interseções com o enfrentamento à discriminação racial, étnica e de orientação sexual.
 
Entre as instituições que desenvolvem projetos e ações pedagógicas voltadas à promoção da igualdade de gênero, será premiada uma escola por região. O valor do prêmio é de R$10 mil, que deverá ser aplicado na ampliação e fortalecimento de ações promotoras da igualdade de gênero.
 
A categoria “Estudante de Ensino Médio” tem duas etapas: a nacional e a por unidades da federação. Ao todo, serão 27 vencedores e/ou vencedoras, sendo uma pessoa por estado e Distrito Federal, que serão contemplados com computadores, impressoras e bolsas de estudo.
 
Já nas categorias “Estudante de Graduação”, “Graduado, Especialista e Estudante de Mestrado” e “Mestre e Estudante de Doutorado” serão premiados os seis melhores artigos científicos, sendo dois selecionados em cada categoria. Nessas últimas categorias, a premiação consiste na concessão de bolsas de estudo e premiação total em dinheiro no valor de R$ 46 mil.

Para mais informações clique aqui.

Fonte: Ascom/Secretaria de Políticas para as Mulheres

Fonte: http://www.educacao.estudantes.ba.gov.br/node/3695

Surdos(as) Comemoram uma Década de Oficialização da Libras no Dia Nacional do(a) Surdo(a) em Brasília

Olá, pessoal!

Ontem, 26 de setembro, celebrou-se o Dia Nacional dos Surdos. Esta é uma data muito significativa para as pessoas surdas no Brasil porque nesse dia, no ano de 1857 no Rio de Janeiro, foi inaugurada a primeira instituição brasileira especializada em educação de não ouvintes, fundada pelo surdo francês E. Huet, com o empenho do imperador D. Pedro II (a propósito: haveria algum(a) surdo(a) na corte?). O INSM – Instituto Nacional de Surdos Mudos é atualmente o INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos, que é uma referência importante para a educação das pessoas afetadas pela surdez no País. Esta data foi instituída pelo Projeto de Lei 11.796 de 29 de outubro de 2008 através do deputado Eduardo Barbosa, no Governo do então presidente Luís Inácio Lula da Silva.

Num breve sobrevoo pela história da educação dessa população, pode-se ver que desde tempos remotos eram eliminados(as) assim que se descobria a surdez. Na Grécia, o filósofo Aristóteles recomendava o extermínio dessas pessoas por considerá-las seres desprovidos de espírito, por não serem capazes de verbalizar as palavras. A própria Bíblia diz: “No princípio era o verbo(…)”, e verbo, para os surdos não oralizados, só se for sinalizado, no caso do Brasil através da Língua Brasileira de Sinais, a Libras. Estas e outras razões levaram os(as) não ouvintes a desconhecerem os seus direitos, incluindo o de serem, simplesmente, gente!

No Brasil, a fundação do INES foi fundamental para o primeiro atendimento educacional institucionalizado a estas pessoas. Mais tarde passou a formar estudantes e professores(as) de outros Estados da Federação, inclusive da Bahia. Em 1959, um grupo de professoras soteropolitanas passou dois anos no Rio de Janeiro se especializando para formar as primeiras classes de surdos(as) da capital que funcionavam inicialmente dentro do Hospital Santa Luzia, no bairro de Nazaré. Foram os primeiros sinais de investimento por parte do poder público baiano voltado para essa população.

Longe de ser o desejável, essa iniciativa foi muito importante para que tempos depois outras conquistas fossem viabilizadas, dentre elas a oficialização da Libras em 2002, culminando com a inclusão desta nos currículos de formação de professores(as), o que fez com que a língua dos(as) surdos(as) não oralizados despertasse o interesse de não ouvintes e ouvintes em adquiri-la através de cursos cada vez mais procurados.

Neste 26 de setembro eles(as) estiveram na capital federal para comemorar os dez anos da Lei que tornou oficial a Língua Brasileira de Sinais. Uma década marcada por muitos desafios, não somente na implementação da Lei como no investimento na mudança de comportamento de ouvintes e surdos(as), em relação ao direito a terem direitos.

Parabéns a todos(as) eles(as) por tudo aquilo que arduamente conquistaram e ainda vão conquistar!

 

Texto da professora, psicopedagoga, especialista em Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Elzeni Bahia Gois de Souza, colaboradora do Programa Rede Anísio Teixeira.

Inscrições do prêmio Vivaleitura 2012 vão até 29 de setembro

Estão abertas até o dia 29 de setembro as inscrições para a sétima edição do Prêmio Vivaleitura, realizado pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN/Minc). Em 2012, a iniciativa oferecerá um total de R$ 540.000 em dinheiro a instituições comprometidas com o fomento à mediação da leitura em todo o território nacional e a valorização do hábito de ler na conquista da cidadania plena.

O Vivaleitura é dividido em três categorias. Em “Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias”, concorrem experiências desenvolvidas em bibliotecas de acesso público sem ligação com instituições de ensino. Trabalhos realizados em colégios públicos e particulares sob responsabilidade de professores, diretores, bibliotecários ou coordenadores enquadram-se na categoria “Escolas públicas e privadas”. Bibliotecas ligadas a faculdades ou universidades juntam-se a ONGs, pessoas físicas e instituições sociais em “Sociedade”, categoria que avalia iniciativas formais ou informais executadas na área da leitura, por cidadãos vinculados às ONGs e instituições sociais.

A comissão selecionará 18 projetos finalistas a serem contemplados com diploma e troféu Vivaleitura. Os seis vencedores de cada categoria receberão prêmios no valor de R$ 30 mil. Além disso, as iniciativas indicadas para a Menção Honrosa “José Mindlin” ganharão diploma e medalha. A cerimônia de premiação acontece em dezembro.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas via internet, pelo site www.premiovivaleitura.org.br, ou via postal, como carta registrada, com Aviso de Recebimento (AR) endereçado a PRÊMIO VIVALEITURA / Fundação Biblioteca Nacional, Av. Rio Branco, n° 219 – Centro, CEP 20040-008 Rio de Janeiro- RJ. Os trabalhos enviados pelos Correios deverão conter a ficha de inscrição que se encontra no site www.premiovivaleitura.org.br devidamente preenchida e anexada ao trabalho. Só serão aceitos os trabalhos com data de envio da documentação dentro do prazo estabelecido, sendo considerada a data de envio pela internet ou a postagem indicada pelo carimbo dos Correios, na data da expedição.

Com abrangência nacional, o Vivaleitura já reuniu mais de 13 mil iniciativas de incentivo à leitura desde 2006, ano da sua criação. Os números refletem o compromisso de pessoas e instituições de todo o país com a formação de leitores. A enorme coleção de trabalhos inspira políticas púbicas na área de educação e colabora no planejamento de ações do Programa Nacional do Livro e da Leitura.

O Prêmio VIVALEITURA é uma realização da Fundação Biblioteca Nacional, com a coordenação e execução da Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura – OEI, em conjunto com o Ministério da Educação, em parceria com a Fundação Santillana, a Fundação Banco do Brasil, o Conselho Nacional de Educação (CONSED) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (UNDIME).

Fonte: http://www.educacao.escolas.ba.gov.br/node/3705

Cine PW: “Macunaíma”

Olá, turma!

O Cine PW traz para vocês um clássico da literatura e do cinema brasileiro, Macunaíma.

Macunaíma é um filme brasileiro, de 1969, do gênero comédia, escrito e dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, baseado na obra de Mário de Andrade.

Macunaíma nasceu numa tribo amazônica. Lá passa sua infância, mas não é uma criança igual as outras do lugar. É um menino mentiroso, traidor, pratica muitas safadezas, fala muitos palavrões, além de ser extremamente preguiçoso. Tem dois irmãos, Maanape e Jiguê.

Vai vivendo assim a sua meninice. Cresce e se apaixona pela índia Ci, A Mãe do Mato, seu único amor, que lhe deu um filho, um menino morto. Depois da morte de sua mulher, Macunaíma perde um amuleto que um dia ela havia lhe dado de presente, era a pedra “muiraquitã”. Fica desesperado com esta perda, até que descobre que a sua muiraquitã havia sido levada por um mascate peruano, Vesceslau Pietra, o gigante Piamã, que morava em São Paulo. Depois da descoberta do destino de sua pedra, Macunaíma e seus irmãos resolvem ir atrás dela para recuperá-la. Piamã era o famoso comedor de gente, mas mesmo assim ele vai atrás de sua pedra.

A história, a partir daí, começa a discorrer contando as aventuras de Macunaíma na tentativa de reaver a sua “muiraquitã” que fôra roubada pelo Piamã, um comerciante. Após conseguir a pedra, Macunaíma regressa para a sua tribo, onde após uma série de aventuras finais, finalizando novamente na perda de sua pedra. Então, ele desanima, pois sem o seu talismã, que, no fundo, é o seu próprio ideal, o herói reconhece a inutilidade de continuar a sua procura, se transforma na constelação Ursa Maior, que para ele, significava se transformar em nada que servisse aos homens, por isso, vai parar no campo vasto do céu, sem dar calor nem vida a ninguém.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Macuna%C3%ADma

ESTUDANTES DISCUTEM SAÚDE PÚBLICA E COMUNICAÇÃO

Olá, pessoal!

Foi realizado na última quarta-feira, 19/09, mais um encontro do Quarta na Roda, espaço de discussão onde estudantes do curso de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia propõem, quinzenalmente, debates sobre temas relevantes para a área. Esta edição abordou o tema “Comunicação e participação social na Saúde”.

Esta é a segunda edição do projeto Quarta na Roda, “iniciativa dos graduandos em Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia e tem como objetivo ser um espaço propício para o diálogo sobre temas que estejam relacionados ao tema central dos Encontros Nacionais de Estudantes em Saúde Coletiva, buscando aquecer as discussões. Na nova edição do projeto, as rodas estão abertas para reunir também a comunidade acadêmica e representantes dos diversos movimentos sociais, constituindo um espaço mais diversificado e de interação entre outros segmentos da sociedade” , informa a organização do projeto.

Ainda segundo a comissão organizadora da ação, o Quarta na Roda “atende a necessidade de criar espaços que propiciem a interação e reflexão sobre diversas questões relacionadas ao tema central do Encontro Nacional de Estudantes em Saúde Coletiva, que este ano é sediado em Porto Alegre, de 10 a 14 de novembro, e tem como tema central a ‘Saúde enquanto Movimento Social’. É essencialmente um lugar de diálogo, de troca e de incentivo ao movimento em torno da Saúde, gerando momentos plurais onde atores sociais de diversos seguimentos compartilham seus anseios e se empoderam sobre as questoes que permeiam a Saúde”.

Confiram algumas fotos do encontro aqui.

É isso aí, pessoal: um abraço e até a próxima!

CEAP abre inscrições para curso de Produção de Vídeo

Olá!

Já pensaram em realizar as suas produções audiovisuais profissionalmente?

Então, confiram esta excelente oportunidade!

O Centro de Estudos e Assessoria Pedagógica – CEAP, está oferecendo o curso de produção de vídeo, que visa atender jovens de 16 a 24 anos, que estão cursando o ensino médio ou já concluíram.

Confiram mais detalhes e o período de inscrição no site da instituição. Ah, nós queremos conhecer as suas produções!

Acessem http://migre.me/aS3PE.

Compartilhem conosco as suas produções no Dê a ideia!.

Abraços e sucesso!

Fonte: http://ceap.tecnologia.ws/site/pag.asp?id=584

Colaborou: Mariana Machado, Relações Públicas e integrante do Programa Rede Anísio Teixeira, IAT/SEC-BA.

Estudantes prestam serviços gratuitos de informática

Você sabe como instalar um programa no seu computador? Quer saber mais sobre a Internet e as redes sociais? Então programe-se para participar, no próximo sábado (29/09), das 7h30 às 17h, da I Feira de Tecnologia do Colégio Estadual Góes Calmon, no bairro de Brotas. A Feira abordará o tema A importância da tecnologia na educação. Neste dia, os estudantes dos cursos técnicos de nível médio em Informática, Manutenção e Suporte de Informática e Rede de Computadores prestarão vários serviços gratuitos à comunidade.

Foto: Claudionor Jr. Ascom/Educação

A programação compreende atendimento personalizado e minicursos. Individualmente, os visitantes poderão receber orientações, por exemplo, de como elaborar um currículo, como baixar e imprimir contas de água e luz pela Internet, de como usar programas de computadores para criar logomarcas e sobre as possibilidades e cuidados que devem ser adotados ao se usar as redes sociais. Coletivamente, receberão instruções, via minicursos. Em um destes cursos, os estudantes falarão sobre instalação e funcionamento de sistemas operacionais como o Windows XP, fundamental para o uso de diversos programas no computador.

Em outro minicurso, os estudantes irão falar sobre lixo eletrônico. A ideia é demonstrar como é possível fazer o reaproveitamento de peças para a montagem de novos equipamentos. Trata-se de uma tecnologia social, de baixo custo e que beneficia a comunidade, inclusive, evitando o descarte deste tipo de equipamento no meio ambiente. Uma sala de entretenimento também será montada para que os visitantes possam se divertir com videogames, a exemplo do Playstation e do X-BOX, e também tenham contato com jogos em rede e jogos educacionais.

Presença da comunidade – Vinícius Barral, 20 anos, que está no 4° ano do curso técnico de nível médio em Informática, acredita que este projeto vai permitir uma maior aproximação da comunidade com a escola. “É importante essa aproximação, é uma oportunidade de conhecerem o colégio, os projetos desenvolvidos. Muitos que virão não possuem contato com a tecnologia. Será um momento em que poderão conhecer e aprender coisas novas, por exemplo, como funciona um computador por dentro ou como funciona a Internet”, disse.

Já Ian Santos, 17 anos, também estudante do curso técnico de nível médio em Informática, e estagiário do colégio, está entusiasmado com os minicursos. “Faço estágio aqui de segunda a sexta no próprio colégio, dando manutenção e suporte à rede e em microcomputadores. É o momento em que coloco em prática tudo o que aprendo em sala de aula. A Feira vai permitir que eu aprofunde ainda mais meus conhecimentos, já que terei uma maior integração com pessoas da comunidade e com colegas de outras turmas”, disse.

Para a diretora do colégio, Jeane Cerqueira, o evento é interessante por diversas razões. “A Feira é um momento de troca de conhecimentos, de aprendizado. Para os estudantes que estão se formando, é uma chance de explorar os conhecimentos adquiridos ao longo dos anos de estudo. Para os que estão começando, é a chance de conhecerem mais sobre a futura profissão”, afirma.

A diretora acrescenta que os serviços prestados pelos jovens à comunidade se configuram como “uma ação de intervenção social, fundamental para contribuir para uma maior integração entre eles e a comunidade” e que reafirmam o trabalho como princípio educativo e a intervenção social como princípio pedagógico na Educação Profissional da Bahia.

Fonte: http://www.educacao.ba.gov.br/node/3701

Planejando suas aulas? O Ambiente Educacional Web pode auxiliar!

Olá, professor(a)!

Tudo bem?

Qual o melhor conteúdo? Vídeo ou áudio? Quanto tempo de aplicação em aula? Interdisciplinar? Transversal? Esses certamente são alguns questionamentos que permeiam as nossas cabeças quando buscamos tornar cada vez mais proveitoso o tempo que passamos com os(as) estudantes e a forma que serão aplicados os conteúdos com a turma, de uma maneira geral, atentando também para suas particularidades.

Por sabermos o quanto é trabalhoso planejarmos aulas visando a interação, dinamicidade e contextualização, a dica de hoje é especialmente voltada para esse tema.

Ter ao nosso dispor um repositório multimídia, multidisciplinar, onde boa parte dos conteúdos estão acompanhados de guia pedagógico, ajuda bastante nesse processo, não é mesmo?

Então, conheçam o Ambiente Educacional Web, que é umespaço pedagógico construído para que estudantes e professores(as) tenham acesso, compartilhem e construam conhecimentos por meio das novas tecnologias da internet.”

O AEW conta também com o Ambiente de Apoio a Produção e Colaboração, onde é possível baixar também gratuitamente softwares livres, que certamente farão a diferença na produção de suas aulas.

aew

Ah, aguardem incríveis novidades no Ambiente Educacional Web! Abraços e muita produtividade, colegas!

Paulo Freire – Sensibilidade e sabedoria

Alô, galera! Tudo joia?

Ontem foi dia de homenagear um dos maiores ícones na luta em prol da educação.

Estamos falando do Patrono da Educação Brasileira, Paulo Reglus Neves Freire. Pernambucano nascido em 19/09/1921.

Referência nas transformações pedagógicas do nosso país, ele desenvolveu através de suas obras novas formas de abordagens que favorecessem o processo de aprendizagem, buscando sempre chamar a atenção para a importância do(a) educador(a) agregar prática e teoria, no sentido de possibilitar a construção do conhecimento junto com os(as) estudantes.

Para Freire, o aprendizado não é algo que se transfere de quem ensina para quem aprende,defendia que, na verdade, o(a) educador(a) deve auxiliar o(a) educando(a) no desenvolvimento dos saberes práticos somados ao senso crítico que possa resultar num efeito que vá para além do simples ato de aprender e sem o qual a teoria por si só, não passaria de discurso repetitivo.

Compreendia que o(a) educador(a) é um(a) agente transformador(a), onde suas ações podem garantir transformações positivas de forma sistematizada, no sentido de garantir uma ampla compreensão participativa que perpassasse o cotidiano da vida escolar. Sugeria que se buscassem formas de observação do exercício da educação, que conduzisse a um refletir das práticas pedagógicas no intuito de ressignificá-las.

Por tudo que foi dito acima, não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem a quem fez da educação a causa mais nobre de sua vida.

Saibam mais sobre a vida de Paulo Freire – Cliquem aqui!

Abraços e até a próxima!