Lançamento do site “A Física e o Cotidiano”

Acontece no dia 15 de julho de 2011, às 8h, na sala de videoconferência do Laboratório de Educação à Distância (LED), do IAT, o lançamento do  site “A Física e o Cotidiano”, um produto do projeto “A Física e o Cotidiano” que tem como objetivo disponibilizar conteúdos educacionais digitais, na área da física, para serem utilizados como apoio às práticas docentes no Ensino Médio visando a atualização e a melhoria da qualidade do ensino na área.
O evento será  transmitido para os 40 auditórios de videoconferência da rede de educação do Estado. São 41 softwares, 13 vídeos, 11 áudios e 30 experimentos que apoiarão o professor de física na sala de aula, além de promover a interatividade e a experimentação por parte dos alunos.
Segundo o Coordenador Geral da Rede Anísio Teixeira, Yuri Bastos Wanderley, desde 2008 que a SEC está trabalhando neste programa com o objetivo de tornar a secretaria uma produtora de mídias. “Com esse projeto, conseguimos um financiamento do MEC e do Ministério da Ciência e da Tecnologia para elaborarmos uma coleção de conteúdos digitais em física para o ensino médio”, declara Yuri.

Além disso, foi identificada, pela equipe de produção do site A Física e o Cotidiano, uma grande dificuldade para a aquisição de professores na área de física no Estado. Segundo Yuri, os professores não relacionam a física com o dia a dia dos estudantes. “O professor e o estudante não conseguem identificar como os conteúdos existentes na matéria de física são úteis em suas vidas. Para eles, essa disciplina não é muito bem vista. Então, com o intuito de se fazer uma relação dos conhecimentos da física com o cotidiano, de tornar o seu ensino mais atrativo, foi feito esse projeto, que tem uma visão mais lúdica. Todos os personagens criados estão inseridos na realidade baiana”, complementa Bastos.

O evento tem ainda, como objetivo geral, divulgar, apresentar e orientar os professores da rede pública de ensino para o uso destas ferramentas de aprendizagem e pretende alcançar, também, os coordenadores pedagógicos do ensino médio, a comunidade escolar que se interessa pela temática e as universidades que promovem cursos de licenciatura em física. O encontro estará aberto, ainda, para os professores das escolas particulares.

Outro objetivo é incentivar o uso de softwares livres nas escolas da rede pública. A transmissão do evento por videoconferência vai permitir que professores de outras localidades participem interagindo com os idealizadores do projeto.

Para complementar o conteúdo do site, estão sendo finalizados o jogo de RPG Educacional e o software mediador de pontos de vista, o Panteon Escolar. Esses conteúdos digitais estão sendo publicados no Ambiente Educacional WEB da Secretaria da Educação e no Portal do Professor do Ministério da Educação (MEC). Todos eles vêm tendo boa receptividade por parte de estudantes, professores, avaliadores da SEC e do MEC.

Além desse, a Coordenação de Conteúdos Digitais – CDE, da Rede Anísio Teixeira, vem desenvolvendo outros projetos. São pesquisas de matérias em outras disciplinas, o lançamento da rede social educacional, que irá fazer parte do portal da educação, e um curso de formação para os professores da rede, que será na modalidade à distância com alguns encontros presenciais. As inscrições do curso está prevista para começar no dia 15 de julho de 2011 no portal do IAT.

O projeto “A Física e o Cotidiano” foi desenvolvido pela  Secretaria da Educação do Estado da Bahia – SEC, em parceria com a Universidade do Estado da Bahia – UNEB e com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, o Ministério da Educação – MEC, o Ministério de Ciências e Tecnologia – MCT e o Governo Federal. Para mais informações, acesse o site http://ambiente.educacao.ba.gov.br/fisicaecotidiano/.

Fonte: http://www.iat.educacao.ba.gov.br/node/1740

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Forró do CEVA no Portal Abrantes

O Arraiá do CEVA une e eleva a estima dos alunos em Abrantes

O Colégio Estadual de Vila de Abrantes virou um Centro de Cultura Nordestino, na noite desta quinta-feira (16). Os alunos do (EJA), Educação para Jovens e Adultos, atendendo uma atividade solicitada pela escola, com  tema junino, destacando o principal produto ,o “Milho”.
As equipes surpreenderam os professores, visitantes, e diretores da escola. As salas foram transformadas num grande cenário. Instrumentos, objetos regionais, e mudas de vários tipos do referido cereal, além dos variados e deliciosos pratos confeccionados com o Milho, e seus derivados, acompanhado do amendoim, laranja. e refrigerantes.

Na manhã desta sexta-feira (17), a tão esperada Quadrilha abriu o festejo junino da escola brilhando no salão do CEVA, animada pelo “Coroné” Herculano, representado pelo diretor Adriano, vestido a rigor, com chapéu de cangaceiro, e gibão de couro. O animado diretor agitou a sincronizada quadrilha.
Segundo Mariana, aluno do 3º M1, pela primeira vez em escola pública.“O meu conceito de escola mudou aqui no CEVA, nem parece escola pública pela forma pedagógica, pela interação entre os alunos e professores, que a cada dia se fortalece como vemos nessa festa”,disse.
Uma banda formada pelos alunos da escola, encerrou o evento que teve apoio da Prefeitura de Camaçari, através da (SEGOV), Secretaria de Governo, que cedeu o equipamento de som, e a (SESP), Secretaria de Serviços Públicos, que emprestou as barracas, dando mais brilho e caracterização ao evento.

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Tradições e costumes – A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A “quadrille” francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da “contredanse”, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A “contredanse” se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

Quadrilha Junina da Festa do São Pedro de Belém (Paraíba)

A “quadrille” veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.

O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.

No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.

Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:

  • “Quadrilha Caipira” (São Paulo)
  • “Saruê”, corruptela do termo francês “soirée”, (Brasil Central)
  • “Baile Sifilítico” (Bahia)
  • “Mana-Chica” (Rio de Janeiro)
  • “Quadrilha” (Sergipe)
  • “Quadrilha Matuta”

Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.

Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.

Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um “noivo” e uma “noiva”, já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João europeias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa e outros paises na minha cidade de almenar atanbem é muito populosa com qrandes festas de quadrilha.

Saiba mais, Clique aqui.

Tradições e costumes – O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil, e ele se mantém em ambos lados do Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidência. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, em outras partes do Brasil e em Portugal. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.

Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.

Obs: Galerinha, Soltar balões é crime.  A Lei  9.605 de 12 de  dezembro de  1998  dispõe sobre  os  diversos crimes ambientais e, sobre a  prática de soltar  balões,  determina que:

Art.  41.   Provocar incêndio em mata ou floresta: 
Pena –   reclusão,  de dois a quatro anos,  e multa. 
Parágrafo único.  Se o crime é culposo, a pena é de detenção de seis meses a um ano,  e multa.  

Art. 42.  Fabricar,  vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano: 
Pena –  detenção,  de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente. 

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9605.htm

Dica do Professor Web – Rede TV Jovem

Olá amigos e amigas,

O que acham de ter acesso a uma TV com programação jovem, divertida e cultural, com a cara da Bahia e, ainda, produzida por jovens baianos?

A Rede TV Jovem possui estas características e muito mais! É uma idealização da ONG Ação Pela Cidadania, “entidade sem fins lucrativos, cuja principal missão é implementar ações artísticas e sociais  que combatam as desigualdades e promovam a inclusão.  Está situada na Rua das Laranjeiras, N.16, Pelourinho, Centro Histórico de Salvador, ocupa um sobrado de dois andares em estilo colonial”.

Este projeto é composto por três núcleos: TV Pelourinho, TV Irecê e TV Itamarajú. Os núcleos desenvolvem um trabalho voltado para a produção de áudio, audiovisual, computação gráfica, edição, direção de fotografia, comunicação em rádio, web design e interpretação para TV, por meio de oficinas.

Possui também a Produtora Social da Rede TV Jovem, composta exclusivamente por ex-alunos do projeto, que desenvolvem serviços do audiovisual como, por exemplo, documentários, elaboração de roteiros, produção, edicação de vídeos, finalização de filmes, clips e matérias informativas sobre temas variados, entre outros.

O conteúdo produzido pelos alunos do projeto é veiculado diariamente na TV-E, sempre as 12:15h e 19:00h.

Confiram algumas fotos e vídeos!

Podem participar do projeto, através de seleção anual, jovens com idade entre, 16 e 24 anos, com renda per capita familiar de até meio salário mínimo mensal, estudantes de escolas públicas.

Cadastrem-se! Façam sua Pré-Inscrição

Compartilhem esta dica com seus colegas e professores.

Nos vemos no Orkut, Twitter, Facebook ou no blog!

Tradições e costumes- Origem da fogueira

De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde” em árvore de natal, a fogueira do dia de “Midsummer” (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

Fonte: Clique aqui.

Exposição no MAB conta a história de Salvador

Exposição no MAB conta a história de Salvador

O Museu de Arte da Bahia apresenta a exposição “A Memória da Cidade da Bahia no Acervo do Museu de Arte da Bahia”, que ficará aberta à visitação até o dia 03 de julho (2011). A mostra recorta o que há de mais importante na sua coleção permanente relacionada com a cidade do Salvador do século XVII ao XXI.

Data e Horário
Até 03 de julho, sempre às quinta-feiras 14 às 19 horas de terça a sexta, e das 14:30 às 18:30 nos finais de semana.
Local
Museu de Arte da Bahia
Valores
Gratuito
Fonte: http://www.atarde.com.br/agendacultural/exposicao/index.jsf