30ª dica Professor Web: a Física e o Cotidiano – Lançamento ao Alvo (Jogo)

lançamento ao alvo - a fisica e o cotidianoOlá amigos e amigas,

Estudar Física de uma forma muito divertida! Essa é a dica de hoje.
Lançamento ao Alvo é um jogo,  no qual um piloto está próximo a uma ilha remota e é convocado pela Base, recebendo a missão de lançar ali uma carga de mantimentos e suprir o biólogo que pesquisa efeitos de um desastre natural. Para o lançamento ele deverá levar em conta as velocidades do avião e do vento, além da localização do biólogo na areia, para não perder pontos com a Base que monitora a operação. É possível alterar as velocidades do avião e do vento, ambas horizontais, e controlar o instante de lançamento. Durante a queda, a trajetória descrita pela carga será mostrada e também a sua pontuação, de acordo com o ponto do alvo atingido.

Durante o jogo é possível aprender conteúdos como Movimento,  Velocidade e Lançamento Horizontal. Este tipo de lançamento é comum em diversas situações diárias: uma moeda que rola sobre a mesa e cai no chão; cargas e bombas que caem de aviões em movimento; água lançada de um tubo horizontal, de uma cachoeira e muito mais.Deu para perceber como a Física pode estar presente em diversas situações da nossa vida?

Se jogar e não conseguir atingir o alvo de primeira, pode-se tentar novamente quantas vezes quiser!

Voltarei com novas dicas para vocês aprenderem se divertindo!

Nos vemos no OrkutTwitterFacebook ou no meu blog!

(Originalmente publicado no Portal da Educação da SEC-BA)

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Visita ao Colégio Estadual de Vila de Abrantes (18/02/11)

A visita ao Col. Est. De Vilas de Abrantes foi a primeira apresentação da minha equipe no ano letivo de 2011.

Col.Est. Vila de Abrantes

Pela manhã, tivemos um grande público de estudantes e professores desse colégio. Inicialmente, apresentamos a equipe, o objetivo do evento e o Rap do PW. Outros pontos abordados foram o Portal da Educação e o Ambiente Educacional Web.

Do Projeto “A Física e o Cotidiano”, o desafio lançado aos estudantes foi vencer o jogo Atravessando o Mar.

desafio lançado aos estudantes foi vencer o jogo Atravessando o Mar

O meu blog e as minhas redes sociais também foram apresentadas. Um dos desafios do blog , o Jogo do Mapa foi lançado aos estudantes Mateus (1o-M1), Ruan (1o- M2) e Hélio (1o- M2).

desafios

A Profa. Tereza (vice-diretora do colégio) apresentou o contexto sócio histórico e ambiental de Vila de Abrantes.

Prof. Teresa - vice diretora

Os estudantes Raul e Diego participaram do evento, apresentando o RAP criado por eles.

estudantes cantam seu rap

A Cartilha Safernet sobre Segurança na Internet também foi apresentada e distribuída.

Um momento de grande descontração em nossos encontros tem sido a troca de recadinhos de amor entre os estudantes. São os torpedos no velho modelo analógico e que divertem a todos.

Outra novidade são os brindes distribuídos para os estudantes vencedores dos desafios. São camisas, livros, bottons e canetas dos projetos FACE, TAL , AVE e Cinemação.

brindes

À tarde, com um público também grande, seguimos com as mesmas atividades.

Do Projeto “A Física e o Cotidiano”, participaram dos desafios os estudantes Daniele (2o-V2) com o Jogo Lançamento ao Alvo.

desafios

Tamires (1o-V1), Olívia (3o-V3) e Jau (2o-V1) com o Experimento O Salto do Carro.

desafios aos estudantes

desafios

Seguimos com a apresentação do Blog do PW e das redes sociais, em que participou do desafio Onde está o PW? a estudante Manoele (1o-V3).

apresentação do blog e redes so PW

A Prof. Tereza resgatou mais uma vez a História de Vila de Abrantes.

prof. tereza - história de vila de abrantes

A Prof Dione (vice-diretora do colégio) também participou fazendo algumas intervenções durante os desafios.

Prof Dione

Como atividade artística, desta vez tivemos três estudantes recitando uma poesia.

Alunas recitam poesia

Também houve distribuição dos brindes e a troca de recadinhos entre os estudantes que mais uma vez foram um sucesso. Destaque para o aluno Jorginho, do 1V1, que foi um dos campeões de recados.

jorge

Jorginho

Vejam também o relato feito no blog do Col. de Vila de Abrantes sobre esta visita.

Aguardem novas visitas e novos relatos aqui no blog!

Brasão do Estado da Bahia

O brasão de armas do Estado da Bahia “representa as figuras do trabalho e da República, de mãos enlaçadas sobre um escudo do qual se vê na proa de uma embarcação, um marinheiro apontando para a terra próxima (alusão ao descobrimento do Brasil) e tem por timbre uma estrela aureolada em cima da inscrição ‘Estado da Bahia’, por baixo do escudo, numa fita, a legenda Per ardua surgo e mais abaixo a palavra Brasil.” Esse brasão figura na coleção das leis do estado referente ao ano de 1891.

Constitui-se dos seguintes elementos:

  • Timbre com uma estrela, que simboliza o Estado.
  • Escudo com uma embarcação com a vela içada, onde um marinheiro acena com um lenço branco e, ao fundo, vê-se o Monte Pascoal, local do primeiro registro visual de terra pela esquadra de Cabral.
  • Insígnia com dois tenentes sobre listel com o lema:
Per ardua surgo – que significa, numa tradução literal: “Pela dificuldade venço” ou, no sentido real: vencer apesar das dificuldades.
  • Tenentes: à esquerda, um homem semi-nu, com uma marreta, uma bigorna e uma roda, representando a indústria local; à direita, uma mulher com barrete frígio (alusivo à liberdade), carregando a bandeira da Bahia atrás do triângulo maçônico.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bras%C3%A3o_da_Bahia

01/02/2011 as 12:18

Mais de um milhão de alunos da rede estadual recebem o Kit Básico do Estudante

Kit básico do estudante - BA

(Notícia retirada do Portal da Educação SEC-BA)

A estudante da 7ª série do Colégio Professora Candolina, no bairro do Pau Miúdo, Stefane Teles, 16 anos, trocou a farda desbotada por uma nova. E ela não foi a única a ganhar o fardamento novo. A economia no orçamento das famílias só foi possível graças à iniciativa da Secretaria da Educação (SEC), que distribuiu o Kit Básico do Estudante.

Ouça a matéria

Composto por duas camisas e uma mochila, o kit foi adquirido por meio de um investimento de R$ 19,2 milhões. Este ano, a distribuição será feita nas escolas estaduais até março. Mais de um milhão de alunos da rede pública estadual foram beneficiados.

Na 5ª série do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, no Pero Vaz, Natália Souza, dez anos, ficou satisfeita com a ação. “Nos outros anos, a gente tinha que comprar a farda. Hoje, esse dinheiro pode ser gasto com outra coisa”.

Dona Ellildes de Jesus, 49 anos, representante do Colegiado dos Pais do Centro Educacional Carneiro Ribeiro/Classe I, luta para oferecer o melhor e aprova a iniciativa. “Este é um incentivo para os filhos e para muitos pais. Muitas crianças deixam de frequentar a escola por não ter dinheiro para comprar a farda”.Para a diretora do Carneiro Ribeiro, Carla Dias, a ação fortalece a noção de pertencimento do aluno da rede pública. “Há uma identificação direta do aluno com a escola. E a colaboração do governo permite que as reservas antes comprometidas na compra destes itens sejam alocadas em outras áreas”. Ela disse que é a primeira vez que há uma medida tão uniforme, atingindo todos os alunos do ensino fundamental.

Redução da evasão escolar

Segundo a SEC, foi constatada em outros estados, que desenvolveram projetos semelhantes, uma redução da evasão escolar, já que o fardamento é um componente obrigatório para o acesso deles às escolas. Há 20 anos na rede estadual, a professora de História, Iolanda Maria do Nascimento, explicou que, a partir de agora, haverá padronização e reconhecimento das instituições.

Fonte: Agecom

Kit do estudante

(Kit Básico do Estudante em exposição no evento de Abertura do Ano Letivo de 2011 da SEC-BA, Centro Educacional Carneiro Ribeiro – Escola Parque, no dia 07 de fev – foto tirada pela minha equipe)

Veja mais fotos da Voltas às Aulas 2011!

29ª Dica Professor Web – Projeto Curta na Escola

Olá professores e professoras,

Hoje, quero sugerir a vocês a utilização do Projeto Curta na Escola, que é uma rede nacional colaborativa para o uso de curtas metragens brasileiros em salas de aula.
O objetivo é disponibilizar na íntegra, na internet, curta metragens que possam ser utilizados como material de apoio pedagógico em salas de aulas. Os vídeos passam por avaliação de pedagogos e com isso são acompanhados de indicação de como podem ser utilizados a depender do nível escolar.O acervo do projeto é muito vasto, contém 351 curtas-metragens e foi classificado por gênero: animação, documentário, experimental, ficção ou ganhadores de prêmios. 

Para tornar mais fácil encontrar os vídeos de acordo com interesses pedagógicos, o site traz ainda uma busca muito legal que classifica os conteúdos por nível de ensino, disciplina e faixa etária. Com a Busca Pedagógica as professoras e os professores podem fazer uma seleção mais adequada do que será visto em sala de aula, ou mesmo do que será recomendado como tarefa extra classe.
O Curta na Escola também tem um perfil no Twitter e no Facebook, onde divulgam os curtas e outras dicas sobre cinema e educação. No perfil do projeto, uma mensagem de Glauber Rocha: “Uma imagem vale mais que mil palavras”.
Vale a pena conferir e utilizar a arte a favor das suas aulas.
Nos vemos no OrkutTwitterFacebook ou no meu blog!
(Publicada originalmente no Portal da Educação da SEC-BA)

Sugestão de Filmes para uso Pedagógico – 3

Sexta-feira é dia de sugestão de filmes que podem ser utilizados pelos professores e professoras para apoio conteúdos e debates em sala de aula. Então aproveitem o fim de semana!

7. O Código Da Vinci

Título original: (The Da Vinci Code)

Lançamento: 2006 (EUA)

Gênero: Ficção

Temática: Discussão sobre Dogmas Religiosos

 

8. Mar Adentro

Título original: (Mar Adentro)

Lançamento: 2004 (Espanha)

Gênero: Drama

Temática:
Eutanásia
Luta na justiça pelo direito do ser humano de  decidir sobre sua própria vida,  levanta questionamentos sobre as posições da igreja, da sociedade e do governo  sobre a Eutanásia

Filme: Encantadora de baleias9. Encantadora de Baleias

Título original: (Whale Rider)

Lançamento: 2003 (Nova Zelândia)

Gênero: Drama

Temática:
Cultura Indígena Maori ( costumes de Tribo que vive no leste da Nova Zelândia )
Quebra de Tradições Culturais
Questão de Gênero

(Estas são indicações da Prof. Carla D’Almeida)

Vila de Abrantes – Camaçari

História

Vilas de AbrantesA história da ocupação do território de Camaçari nos remete aos primeiros anos da colonização, quando em 1558, foi criada a Aldeia do Divino Espírito Santo pelos padres jesuítas reunindo índios das várias aldeias tupinambá, ao redor de uma capela de taipa sob o comando do padre João Gonçalves e o Irmão Antônio Rodrigues às margens do Rio Joanes.

A consolidação do domínio tupinambá nos oito mil anos de história indígena, sua dispersão no litoral e constantes conflitos com os denominados tapuias e posterior relação com as populações marginalizadas do processo produtivo (quilombolas) ainda estão por ser estudados.

Em 1562, na Igreja de “Santos Spiritus” ajuntaram sete aldeias, com mil almas cristãs. Há indícios que esses índios tenham participado da “guerra do Paraguaçu”, apesar de serem tupinambás, assim como os índios do Vale do Paraguaçu (região onde é hoje o povoado de São Francisco de Iguape, pertencente a Cachoeira) e mais tarde já entre 1624 – 1640, os índios da aldeia do Espírito Santo participaram da luta contra a invasão holandesa, juntamente com o pessoal da Casa da Torre (hoje pertencente ao município de Mata de São João) o que fez crescer o índice de mortalidade por sucessivas epidemias e fome. Registrando-se antes mesmo da expulsão dos jesuítas no governo do Marquês de Pombal em 1755.

Após a expulsão dos jesuítas, a aldeia passou à categoria de Vila por provisão do conselho Ultramarino, Alvará Régio de 27 de setembro de 1758, denominando-se Vila Nova do Espírito Santo de Abrantes – Vila de Abrantes – com a Inauguração da Casa da Câmara e cadeia municipal (senado da Câmara e Pelourinho).

A vila foi extinta em 1846 pela Resolução provincial nº 241, de 16 de abril, sendo integrada ao município de Mata de São João. Em 1848 foi restabelecida pela Resolução nº 310, de 3 de junho, tendo o território desmembrado de Mata de São João.

Entre os séculos XVIII e XIX. tem-se a administração da Marquesa de Niza, através de Tomas da Silva Paranhos, que enviava juros e rendas (enfiteuses e laudêmios) até adquirir a propriedade. Este latifundiário deixou 9 herdeiros, entre eles Maria Joaquina da Silva Paranhos, casada com José Garcez Montenegro de quem descende o desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro.

No final do século XIX, com a expansão da malha ferroviária baiana, cujas principais diretrizes eram a integração com o recôncavo e a região do São Francisco, onde Camaçari está estrategicamente situada entre as duas bifurcações (uma em Simões Filho em direção ao recôncavo e Alagoinhas, onde a estrada toma neste ponto outras duas direções – Médio São Francisco e Litoral Norte).

Abrantes, cuja importância se devia a ocupação pelos jesuítas e limitada exploração agrícola nas terras da Marquesa de Niza perdeu importância econômica em relação ao desenvolvimento que o interior passou a oferecer, a sede do município passa a ser em Parafuso (tendo posteriormente a construção da estação de trem). Por força política houve o retorno da sede para Abrantes em 1892.

A primeira composição administrativa (municipal) de Vila de Abrantes (sede), abrangia os distritos de Abrantes, Monte Gordo e Ipitanga (atual Lauro de Freitas). A lei municipal de 22 de março de 1920 criou o distrito de Camaçari, com território desmembrado de Abrantes, criação essa, confirmada pela Lei estadual nº 1422, de 4 de agosto desse mesmo ano.

A lei estadual nº 1809, de 28 de julho de 1925, modificou-lhe o topônimo para Montenegro (em homenagem ao Desembargador Tomas Garcez Paranhos Montenegro) e transferiu-lhe a sede para o arraial de Camaçari, elevado a categoria de vila. Mas em 1938, em razão do Decreto-lei estadual nº 10.724, de 30 de março de 1938, em que todos os municípios passaram a ter o nome de suas respectivas sedes, o município passou a denominar-se Camaçari, constituindo-se dos distritos de Camaçari, Abrantes, e Monte Gordo. Incluindo as localidades, Parafuso e Dias d’Ávila que foi elevada à categoria de Vila e Distrito em 1953 (lei nº 628 de 30 de Dezembro de 1953).

Lauro de Freitas, em 1880, passou integrar o distrito de Montenegro, atual Camaçari. Em 1932 retornou a Salvador.

Em 1957, estimava-se uma população de 4300 habitantes, caracterizou-se como a principal cidade de veraneio da região pela excelência de suas águas minerais.

A separação do Distrito de Dias d’Ávila, transformado em município segundo Lei Estadual nº 4404 ocorreu em 25 de dezembro de 1985, reduzindo a área de Camaçari para 773 km². Existem tendências separatistas para a desagregação do distrito de Vila de Abrantes. A lógica da agregação e desagregação em unidades administrativa municipais, bem como a distribuição demográfica em localidades, arruados, aldeias, arraiais, vilas, distritos e municípios, ainda precisa ser melhor esclarecida.

Passou a existir na região um padrão de ocupação a partir da agricultura de sobrevivência, roças, arruados, chácaras e sítios. Existindo no município, hoje, aglomeração de populações de remanescentes de quilombo.

O município possui sobrevivências africanas da capoeira de Angola, candomblés e artesanatos, onde percebemos as influências indígenas numa fusão com as africanas. Estão presentes no município as etnias Bantus e Yorubás na sede e Orla.

As mais intensas transformações das paisagens e populações do município se dão a partir da década de 70, quando se inicia o processo de implantação do Polo Petroquímico e mais tarde com a implantação da Ford e polo de Apoio (2000) além da construção da estrada litorânea que liga o estado da Bahia a Sergipe.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cama%C3%A7ari

17/02/2011 as 21:31

PS: Que tal ler também sobre a cidade de Abrantes em Portugal?